segunda-feira, 24 de setembro de 2012

"Errar é Divino" de Marie Phillips


A minha opinião:

Artemisa passeia cães?
Dionísio é DJ?
Afrodite tem uma linha erótica?
Apolo é apresentador de um programa de videntes?
A sinopse é no mínimo hilariante e foi por essa razão que comprei o livro.

A última vez que li sobre estes deuses, aparte da escola e do gosto pessoal por mitologia, foi na saga Dark Hunter (Predadores da Noite da Sherrilyn Kenyon) da qual sou fã devota que já leu tudo o que havia para ler até ao último publicado, em inglês.
Já nessa saga, os deuses viviam no meio dos mortais, adaptados às mudanças dos tempos e consequente descrédito por parte dos adoradores de tempos antigos.
Neste caso, torna-se curiosa (e deveras cómica) a situação em que estes deuses vivem, desacreditados e quase que esquecidos numa casa a cair de podre no centro de Londres, bem longe dos tempos de glória em que eram venerados por milhões e inconformados com a perda de importância perante os mortais de hoje. Em "Errar é divino" assistimos a uma sucessão de tentativas frustradas de exaltação, que resultam quase sempre em rebuscados erros e mal entendidos.

Mortal ou imortal, todos cometemos erros e, por vezes, não nos bastam só as nossas capacidades. Precisamos que confiem em nós, no nosso poder e assim teremos tudo para ser bem sucedidos, até quando se trata de negociar almas com deuses do submundo.


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