quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Mais uma "aquisição"


NASCIDOS PARA CORRER



Nascidos para Correr
de Christopher Mcdougall

Edição/reimpressão: 2010
Páginas: 366
Editor: Caderno
ISBN: 9789892309415
Coleção: Cadernos de Investigação




Um livro que há muito queria, não tanto eu, mas mais a minha cara metade, foi desta!
A corrida é algo que tem feito parte da vida a dois, não tanto como gostaríamos, pois por vezes a vontade, ou a falta dela e as desculpas banais do dia a dia minam o nosso campo motivacional no que diz respeito à corrida...

Talvez com a chegada deste livro e a sua leitura passemos mais vontade.

Um livro motivacional!?!?! Quem sabe... a história que nos faltava para começarmos a correr.



“É um grande livro, uma leitura viciante, uma história incrível. Vocês deviam mesmo ler este livro.” 
Jon Stewart, The Daily Show



Efeitosinérgico - PRESENÇA


Parceria - Presença 


Recentemente conseguimos mais uma parceria e desta vez foi a Editorial Presença e vejam as novidades que temos para ler e posteriormente publicar a nossa opinião.

As Vidas Secretas do Cérebro Humano

Coleção: Destaques
Nº na Coleção: 67
Data 1ª Edição: 16/10/2012
Nº de Edição: 1ª
ISBN: 978-972-23-4899-7
Nº de Páginas: 288
Dimensões: 155x225mm
Peso: 324g

Porque é que o nosso pé se dirige para o travão ainda antes de termos consciência do perigo à nossa frente? 
Porque será que é tão difícil guardar um segredo? 
Se o Mel Gibson embriagado é antissemita e o Mel Gibson sóbrio é genuíno no seu pedido de desculpas, será que existe um verdadeiro Mel Gibson? 
E como é possível alguém enfurecer-se consigo próprio?


Os Rapazes do Lixo

Coleção: Noites Claras
Nº na Coleção: 14
Data 1ª Edição: 02/08/2012
Nº de Edição: 1ª
ISBN: 978-972-23-4819-5
Nº de Páginas: 232
Dimensões: 130x200mm
Peso: 220g

Publicado em mais de 15 países, Trash – Os Rapazes do Lixo é um livro sobre como a esperança e a determinação podem transcender até a pobreza mais indigna.

«Uma história marcada por uma energia contagiante... A sua leitura é puro entretenimento e deve ser recomendada a toda a gente.» | The Bookseller
«Um livro absorvente, que está a conquistar os leitores quer como aventura quer como história de justiça social.» | Publishers Weekly US

Vejam ainda outros destaques e novidades PRESENÇA, o gosto pela leitura!

All About Books


Comecei a ler...

Encontra-se em pré-venda e será lançado no dia 12 de Novembro.
Infelizmente não existe informação disponível no site da editora, apenas em locais de venda como Wook ou Fnac.
 
Sinopse
Quando a jovem e inocente Anastasia Steele encontrou pela primeira vez o impetuoso e fascinante milionário Christian Grey, começou entre eles um affair sensual que lhes mudou a vida para sempre. Assustada e intrigada pelas singulares inclinações eróticas de Grey, Anastasia exige um compromisso total na relação. Com medo de a perder, ele aceita.

Agora Anastasia e Grey têm finalmente tudo o que desejavam - o amor, a paixão, a intimidade, uma riqueza incalculável - e todo um mundo de possibilidades à sua espera. Mas ela sabe que amá-lo não será fácil, e que estarem juntos vai implicar ultrapassar barreiras que nenhum deles poderia prever. Anastasia vai ter de aprender a partilhar o estilo de vida de Grey sem sacrificar a sua identidade. E ele terá de aprender a superar o seu obsessivo impulso de tudo controlar, enquanto se debate com os demónios do seu terrível passado.

E quando tudo parece estar conjugado para que ambos consigam finalmente ultrapassar os maiores obstáculos, o destino conspira para tornar dolorosamente reais os maiores medos de Anastasia.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

más maneiras de sermos bons pais...


«Dar o exemplo não é a melhor maneira de influenciar os outros. 

– É a única»


~ Albert Schweitzer ~


EXCELENTE IMAGEM, de más maneiras de sermos bons pais... fazendo das palavras de Eduardo Sá, as minhas! 
Ontem, na ausência e no compasso de espera por um livro, li e reli "Chega-te a mim e deixa-te estar." Hoje esta imagem fez-me todo o sentido perante as crónicas do autor sobre parentalidade, autoridade e autoritarismo, isto claro versus a educação e o amor que devemos dar e ter para com os filhos.

Apesar de não ser mãe, mas fruto da formação académica que tive, a Educação e a forma como vejo as crianças e adolescentes à minha volta serem educados, preocupa-me e vale horas de "discussão" com a minha cara metade. Quem sabe se agora são só horas de conversa fiada e jogada ao vento, quem sabe... 
... nunca saberemos enquanto não formos pais, no entanto, é um fenómeno que nos preocupa e sobre o qual falamos, e falamos bastante, essencialmente enquanto leio textos com a originalidade de dizer o que parece banal, mas muito importante, tal como é o caso das palavras de Eduardo Sá.

"Não estou, com isto, a favor das «crianças exemplares». As crianças só são exemplares quando são filhas de pais tirânicos." (...) A autoridade faz bem à saúde, constrói-se de bons exemplos, orienta e protege. O autoritarismo confunde e revolta."

Aqui fica a referência, caso queiram, ler ou reler e desde já aviso que a leitura dos livros deste autor, pode por vezes ser nefasta, minando as nossas mentes de ideias desafiadoras, ideias que têm o poder de nos pôr a pensar o nosso próprio pensamento.

E enquanto pensam nisso, boas leituras! ;)


Parabéns, Elsa Rodrigues


P.A.R.A.B.É.N.S.







A minha cara metade deste blogue, a minha irmã Elsa, festeja hoje 26 outonos e claro Halloweens!

Por isso esta semana temos 2 bons motivos para festejar...

Bora lá!


E como é óbvio, os livros também farão parte da festa! Sempre!!!

As ideias são daqui!

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

O Factor Humano de Graham Greene

Afinal o que é o Factor Humano?

Graham Greene apresenta-nos um romance, será? Ou será antes um policial altamente romanceado? Ou até quem sabe um diário de espiões, não que isto seja género literário, mas...!? Ou será ainda uma crónica sobre as dúvidas, com as quais um homem se debate, senão toda, mas grande parte da sua vida!?

Greene apresenta-nos um livro que questiona a felicidade, o amor, a traição, as crenças, a fé, as tentações... o livro explora o factor humano presente em todas as implicações que as nossas decisões acarretam e que por conseguinte não as tornam em nada, fáceis.

O peso entre a razão, o que é correcto, o domínio da verdade, o valor das atitudes e o peso do disfarce, quando todo o mundo conspira em direcções opostas e com objectivos virados para si mesmo, Maurice Castle não é excepção.

Homens como Daintry, Davis, Watson e o próprio Castle são homens que buscam por algo que talvez não venham a encontrar. Numa época dominada pelos interesses do Mundo Ocidental, o peso da "cortina de ferro", os resquícios do "apartheid" e como não podia deixar de ser a guerra pessoal pela moral e pela diferença entre os sentimentos que se têm e os que se deveriam ter.
A divisão emocional, político-partidária, religiosa e até geográfica marcam as passagens que determinam este romance.

O potencial terror da separação, a incógnita que é o futuro e o poder das instituições do século XX tornam muitas das linhas de "factor humano" em linhas de comando e de raciocínio, fazendo "a ponte" para os dias da actualidade, onde, mesmo passado um século notamos as semelhanças para os actuais jogos de poder e de interesses e a pouca transparência nas decisões políticas, económicas e sociais que dominam no nosso cotidiano.

Aquele que é quase o sub título deste livro - "todo o homem apaixonado é um potencial traidor", paira no ar até ao final do livro, remetendo a pergunta sobre que tipo de paixões nos fazem atraiçoar e o que é que se podem, efectivamente considerar uma traição!?!?
Podemos amar uma mulher, um país, um ideal, mas o que podemos mesmo trair senão a nós mesmo!? Esta talvez seja a questão que mais me intrigou...

"Mas Castle nunca conseguiria perdoar aquele oficial educado e impassível da BOSS. Eram os homens daquela espécie - homens com suficiente educação para saberem o que estavam a fazer - que transformavam a Terra num inferno. (...) Os nossos piores inimigos não são os ignorantes e os simples, por mais curéis que sejam, os nossos piores inimigos são os inteligentes e os corruptos."

Esta é sem dúvida a história de homens inteligentes, educados, mas igualmente apaixonados e por isso mesmo corruptos?

"Dizes: não sou livre. Mas ergui a minha mão e deixei-a cair."

É com expressões tão breves e simples que se rege a grandeza da prosa de Greene, a simplicidade, mas a profunda preocupação de Castle com África e o seu povo, está presente em passagens magníficas como a seguinte:

"(...)
- o funeral pode passar sem mim. Se houver vida após a morte, o Davis vai compreender e se não houver...
- Tenho quase a certeza de que existe vida após a morte - replicou Cornelius Muller.
- Tem? A ideia não o assusta um pouco?
- Porque me deveria asssustar? Sempre tentei cumprir o meu dever.
- Mas aquelas suas pequenas armas tácticas e atómicas. Pense em todos os pretos que irão morrer antes de si e estarão ali à sua espera.
(...)"

Mais uma vez repito que a simplicidade como certas passagens estão colocadas, são altamente escrutinantes, apenas posso dizer que não apreciei a frieza da morte de Buller, mas isso já factores humanos...
... foi um cenário com o qual me deparei e nessa noite já não fui capaz de ler mais.

Creio ainda que é preciso dizer que Graham Greene foi notável no mundo da escrita, um autor altamente atento tanto às particularidades do ser humano como à história que envolve e evolui para o mundo dos nossos dias, a sua importância é tal que existe anualmente Graham Greene International Festival.

"Ele vai ser lido e lembrado como cronista fundamental da consciência e das ansiedades do ser humano do século XX." 
Observer

Agora fica a faltar o visionamento do filme "Invictus" e perceber até que ponto a história de Castle e Sarah se misturam com o livro inspiracional "The Game That Changed The World” de John Carlin.

Até lá, boas leituras e quem sabe, boa sessão de cinema.




Um livro, CASA DAS LETRAS

Mais um para a Wishlist

Editora: Bertrand
(mais informação no sítio da Editora)

Sinopse
A saga de um pai e filha americanos que, de repente, em julho de 1933, se viram transportados com a família para o coração da Berlim de Hitler. O pai era William E. Dodd, um professor de história de Chicago que, para sua surpresa e todos os outros, foi escolhido por Roosevelt para ser o primeiro embaixador dos Estados Unidos na Alemanha nazi; a filha de Dodd, Marta tinha 24 anos e veio em busca da aventura e para escapar a um casamento falhado. No início este novo mundo parecia cheio de energia e otimismo, nada parecido com o que os jornais retratavam. Mas lentamente uma nuvem de intriga e terror caiu sobre a família - até ao trágico fim de semana que para sempre mudou as suas vidas.

Críticas de imprensa
«Larson é um escritor maravilhoso... soberbo na criação de personagens.»
New York Times Book Review

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

A Rapariga Que Roubava Livros de Markus Zusak

Atenção: Este livro pode rapidamente torna-se um dos seus preferidos. Não digam que eu não avisei. É verídico, aconteceu-me a mim! 

Esta é uma premissa que por si só me prendeu quando me falaram sobre o livro e que eu confirmei quando o comecei a ler.
Como é que uma história contada pela morte, um narrador deveras estranho e impessoal, perdão narradora, pode ser tão cativante?

"A Rapariga Que Roubava Livros" tornou-se rapidamente em um dos meus livros preferidos por diversas razões mas principalmente por não passar a mão na cabecinha de ninguém, todos nós morremos, eventualmente há que aceitar que ela, a narradora da história anda por ai e um dia virá para nos buscar.

Ao iniciar a leitura, vemos nascer uma estima preciosa por Liesel, a nossa ladra preferida, e por todos os elementos à sua volta, e perdoem-me por dizer, mas reforçamos a nossa ideia sobre esta época e numa qualquer altura do livro, todos nós nos tornamos no lutador de boxe num canto da cave, à espera do combate com o Führer.
Todos nós estudámos a época da Segunda Guerra Mundial, todos temos a nossa opinião mas no que se trata de livros, nunca gostei muito de ler sobre este período, até então. Este livro faz-nos parar para pensar numa coisa muito simples, que mesmo nas alturas mais difíceis temos de encontrar um escape, um toque de beleza mesmo nos cenários mais negros que nos rodeiam, mesmo quando a morte passa à nossa porta.

Markus Zusak criou um novo clássico, um livro que vai passar de geração em geração, onde dá asas de papel à personagem principal e um coração à morte.

O impacto que o livro teve em mim, bem como a opinião positiva que gerou (basta ver o site da Presença), só confirma o que mencionei na altura que o escolhi como próxima leitura "vamos lá confirmar se é assim tão bom como toda a gente me diz!".
Realmente é!

A Rapariga Que Roubava Livros roubou-me sorrisos, uma lágrima e eu dei-lhe um lugar na minha estante. (fictício porque infelizmente não detenho um exemplar meu, este foi emprestado, aproveito para agradecer uma vez mais ao meu amigo Victor que por mais que eu tivesse pensado em soltar a Liesel que há em mim, não o poderia privar de ficar sem este magnífico livro)

Um pequeno apontamento - Eu nunca folheio um livro antes de o ler, se forem como eu, espera-vos uma óptima surpresa (que rapidamente se pode tornar uma das vossas passagens de eleição no livro).

Esta é uma boa prenda de natal...pensem nisso.
Boas leituras!

Sugestão: Passatempo + Livros + Fotografia

Sugestão de Passatempo 


Quetzal Editores e a Orgia Literária têm, em parceria com Susan Sontag, autora do livro ENSAIOS SOBRE A FOTOGRAFIA, um passatempo para ganhar exactamente esse mesmo livro ... para tal basta ter inspiração suficiente para ..fotografias da vossa autoria dedicadas ao universo dos livros e da leitura...



Esperemos que todos estejam na vossa melhor fase inspiracional ;)
Boa sorte e se quiserem e puderem partilhem com o blogue Efeito dos Livros e na nossa página do Facebook as vossas participações.

Entretanto aqui fica uma inspiração com a própria Susan Sontag


terça-feira, 23 de outubro de 2012

Actualização : Evento "Um dia naquele Inverno"

Foi o que nos ficou a faltar no comentário sobre a apresentação do novo livro de Sveva Casati Modignani e finalmente tivemos acesso às fotografias disponibilizadas no Facebook do Âmbito Cultural.
 Vejam o nosso comentário aqui


Boas leituras!

Inspiração pela Arte Plural








Aquisições à biblioteca

Entre uns novos, uns trocados e outros emprestados, vou conseguir ler todos os livros do Gonçalo Cadilhe. 

Editor: Clube do Autor

Sinopse
Quando se junta na mesma pessoa o viajante, o escritor e o supersticioso daqueles que acredita, no destino, mas só depois de ele ter acontecido -qual é o resultado? Gonçalo Cadilhe revela agora alguns dos momentos marcantes que o ajudaram a definir a sua carreira de viajante, a sua vida de espírito livre e o mundo em que se move. São os encontros marcados pelo destino e com os quais o autor nos surpreende numa colecção de textos luminosos, sobre tudo o que nos pode acontecer a viajar pelo mundo; ou em casa a ler sobre esse mundo; ou na vida, quando crescemos, e só mais tarde, ao olhar para trás, percebemos a marca que deixou.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Quando Nietzsche Chorou, de Irvin D. Yalom


O que fazer quando um dos maiores filósofos do Século XIX está prestes a suicidar-se por desespero com as fortes dores de cabeça que sente!?
E qual é a relação entre este livro e duas amigas que sofrem de valentes dores de cabeça e insónias, equivalentes à magnitude e à importância de tal filósofo!?
Seremos nós (eu, cris rodrigues e tu, philipa amaral) pessoas adiantadas no tempo? será que esta não é a nossa era!? O nosso século? Ao invés do adiantamento, será que já viemos tarde!?
Tu talvez já tenhas descoberto a razão das tuas dores de cabeça e insónias - filosofia a mais ou falta dela? ;)
E a resposta a esta questão - seremos nós pessoas deste tempo!?!?!? ;)
Eu começei hoje a descobrir... as primeiras 50 páginas já foram... obrigada pelo empréstimo!

Entretanto Nietzsche por Munch, espero que também aprecies Philipa.
E quanto ao filme - viste? virão? É mais um para acrescentar à lista, mas só depois da leitura.


"Absolutamente viciante. Uma história comovente e bem concebida, que oferece ao leitor que gosta de "romances de ideias" o maior prazer dos últimos tempos."
WASHINGTON TIMES


Quando Nietzsche Chorou
Edição/reimpressão: 2005
Páginas: 320
Editor: Saída de Emergência
ISBN: 9789728839352
Sinopse

UMA HISTÓRIA MARAVILHOSA ACERCA DO AMOR, DA REDENÇÃO E DO PODER DA AMIZADE Friederich Nietzsche, o maior filósofo da Europa, está no limite de um desespero suicida, incapaz de encontrar cura para as insuportáveis enxaquecas que o afligem. Josef Breuer, médico distinto e um dos pais da Psicanálise, aceita tratar o filósofo com uma terapia nova e revolucionária: conversar com Nietzsche e, assim, tornar-se um detective na sua cabeça. Pelas ruas, cemitérios e casas de chá da Viena do sec. XIX, estes dois gigantes do seu tempo vão conhecer-se um ao outro e, fundamentalmente, conhecer-se a si próprios.E no final não é apenas Nietzsche que exorciza os seus fantasmas. Também Breuer encontra conforto naquelas sessões e descobre a razão dos seus próprios pesadelos, insónias e obsessões sexuais. Quando Nietzsche Chorou funde realidade e ficção, ambiente e suspense, para desvendar uma história superior sobre amor, redenção e o poder da amizade.

Graham Greene, John Carlin e Invictus

A preparar a critica ao livro "O Factor Humano" de Graham Greene, heis que descubro que o livro está amplamente retratado no filme "The Human Factor" ou "Invictus", com Matt Damon e Morgan Freeman. Filme esse que conta igualmente com a realização de Clint Eastwood e a inspiração do livro de John Carlin "The Game That Changed The World”... visto assim a leitura ainda se torna mais promissora...


Não tenho a certeza se vi o filme, mas agora, com toda a certeza o irei ver e com a devido atenção, já que o que vejo não me remete para o livro que acabei de ler, pelo menos não na integra.


Aguardem pela review para quinta-feira, dia 25. Até lá, quem sabe... uma noite de cinema!

E vocês já virão este filme - que acharam?


Mais um para a wishlist

Editor: Editorial Presença


 Sinopse
Uma Morte Súbita é o primeiro livro para adultos de J. K. Rowling, a mundialmente famosa «mãe de Harry Potter». Acolhido com enorme expectativa, este surpreendente romance sobre uma pequena comunidade inglesa aparentemente tranquila, Pangford, começa quando Barry Fairbrother, o conselheiro paroquial, morre aos quarenta e poucos anos. A pequena cidade fica em estado de choque e aquele lugar vazio torna-se o catalisador da guerra mais complexa que alguma vez ali se viveu. No final, quem sairá vencedor desta luta travada com tanto ardor, duplicidade e revelações inesperadas?
Um livro a não perder.
 
O mesmo já se encontra em pré-venda no Wook.

Serei a única curiosa?

O Último Minuto de Jeff Abbott - Civilização

"Imparável, estimulante!", Harlan Coben
"Abbot escreve clássicos do suspense.", Lee Child


Quando li o primeiro livro deste autor, escrevi e destaquei uma frase que resumia muito bem o que senti quando li Jeff Abbott, frase essa que repito e completo:

Não sei se o MEDO, será o caminho para o PÂNICO, ou sequer que passarei a CONFIAR EM MIM, só sei que estou em rota de COLISÃO, e no final tudo se resume à ADRENALINA com que vives O ÚLTIMO MINUTO.

Romance, suspense, acção e drama são os livros que Jeff Abott escreve, são obras primas da velocidade, da intensidade e da densidade que o leitor sente e segue ao ler um dos seus livros. Com dois deles lidos, ambos comprovam perfeitamente a essência do autor. A rapidez com que a história flui, a perspicácia com que as personagens se entrelaçam, os enredos de classe que vivem em cada momento, tornam os temas mais banais em épicos. 

Abbott prima pela escrita simples, mas devolve em cada palavra um momento enérgico, profundo, emocionante, sem cair em sentimentalismos, frases feitas ou sequer acções já comuns ou até esperadas pelo leitor.
São mais de 500 páginas dignas de cada minuto que aguardava pelo último minuto.

Os diálogos são estudados ao detalhe, as palavras são apenas aquelas que se precisam, que fazem sentido ou que deixam o leitor ganhar espaço e perceber o que ficou por dizer. As relações causam dualidade no leitor, fazem-no ser tendencioso... o desprezo, a ternura, a raiva... são sentimentos capazes de nos transportarem do enredo para a dura realidade, facilmente visível em qualquer periódico. A actualidade com que escreve é sagaz e muito bem interpretada e mixada com a dose certa de ficção.

Não são muitos os livros que desejo ver em filme, mas já estou a imaginar o Clive Owen no papel de Sam Capra, e quem sabe a Julianne Moore a interpretar a "invisível" mãe de Taylor e talvez a nossa portuguesa Daniela Ruah no papel da atraente e temida Mila... hoje apeteceu-me divagar neste campo... Se colocassem o Alfonso Cuarón na realização pelo aspecto gasto, escuro e pesado, combinado com a rapidez e dinâmica de David Koepp e mais não digo que deixo o cinema para quem percebe!

Quando lerem o Ùltimo Minuto digam-me quem colocariam e em que personagens!? 

Deixo-vos algumas passagens, quem sabe vos aguçam a compra deste livro.



"- Esta é a Taylor. (...)
-É uma miúda gira.
- Sim, muito.
- Quer dizer que nunca tiveste marido
- Já não estamos juntos. Hoje em dia prefiro lidar apenas com verdadeiros seres humanos."

***

"- Vais ter de a matar, Sam.
- A tua sede de sangue de facto não é atraente."

***

"- Podemos conversar um minuto?
- Um minuto apenas? (...)
- Não quero tomar-lhe muito tempo. Sei que está ocupada, mãe.
(...)
(...) agora não Jack, estou ocupada. Sim, querido, daqui a pouco verei o teu desenho, a mamã está ocupada (...) Ele recordava-se de lhe ter anunciado uma vez, quando tinha nove anos, que era o Embaixador da Criançónia, o país das crianças, e a mãe rira-se e abraçara-o, sem se aperceber de que ele estava a implorar a sua atenção."

***
"(...) os teus padrões são demasiado elevados - disse Lizzie. - Nem todas as maçãs têm de ser perfeitas, tens de lhe dar uma boa dentada para veres como são doces. (...) Meggie não ligou ao tom de fixação na voz da sua irmã. Com Lizzie era sempre assim: uma ideia abria caminho até à primeira linha da sua mente e depois fincava bem os dentes no cérebro de Lizzie, até ao fundo, sem a largar até ser apaziguada. As fomes da sua irmã eram obscuras."

***

Espero que tenha sido elucidativo do que vos espera... uma história de seres humanos verdadeiros, entregues a fomes obscuras e sedentas de sangue, onde o tempo é um luxo, que implora por um último minuto.



Boas leituras.

Resultado - Passatempo 50 Sombras Mais Negras

Terminou o 3º passatempo realizado no Efeito dos Livros. Desta vez tivemos a oportunidade de colaborar com a Editora Lua de Papel e oferecer um exemplar do segundo volume da Trilogia As Cinquenta Sombras de Grey.
Confesso que esperava uma adesão mais elevada mas isto só comprova que quem tinha curiosidade, correu a comprar o livro.

As respostas que demos como certas são as seguintes:
1 - 4 anos
2 - Novembro
3 - Idilicamente bela, perigosa, sedutora e proibida (quem colocou o parágrafo todo também acertou)

Infelizmente não foram as perguntas que dificultaram a escolha de um vencedor mas a divulgação. Em 75 participações devemos ter cerca de 30/40 correctas, os restantes colocaram links do nosso blog, da nossa página no facebook ou então, efectuaram a divulgação no seu perfil mas privada (esta deve ser pública para que nós a possamos ver). 
Creio que no próximo passatempo, iremos colocar a partilha como opcional visto gerar sempre tanta confusão.

Sem mais demoras, vamos conhecer o vencedor deste passatempo
Que não podia ser o número mais apropriado.


Parabéns ao António!
(o primeiro vencedor homem no Efeito dos Livros!)

Obrigada a todos que participaram. 
Se tudo correr bem, até ao final do mês temos um novo passatempo.

Quanto à Trilogia das 50 Sombras de Grey, no início de Novembro podemos começar a fazer a contagem decrescente para ler o 3º livro e nós teremos todo o gosto em partilhar convosco a nossa opinião ainda antes do livro ser lançado.
Até lá...

domingo, 21 de outubro de 2012

Lançamento de "Um dia naquele Inverno"


Esta última sexta-feira tivemos a oportunidade (de última hora!) para ficar a conhecer "Um dia naquele Inverno" das palavras e mãos da autora, Sveva Casati Modignani.
Para uma plateia a meio gás, a autora dispensou a cortesia da tradução do Dr. Manuel Alberto Valente e deixou a apresentação do livro continuar exclusivamente em italiano alegando que todos compreendiam os seu discurso de dicção suave e pausada (que esta não fluente em italiano compreendeu na perfeição).

Ficamos a conhecer Léonie, a personagem principal (e igualmente o título da obra original) pelas palavras de quem a criou. Uma jovem francesa sem dinheiro e sem parentes, que casa com um dos descendentes da grande família Cantoni, donos de uma mansão às portas de Milão e proprietários há três gerações da homónima e prestigiada fábrica de torneiras.
Léonie entra na perfeita rotina familiar, compreendendo a regra de silêncio dos Cantoni, uma família complexa como todas, principalmente as mais poderosas. Isso não a impede de ser uma esposa exemplar, uma mãe atenta e uma gerente talentosa, que, com bastante êxito, conduz a firma pelo mar hostil da recessão económica. No entanto, também ela cultiva o seu segredo, aquele que todos os anos, durante apenas um dia, a leva a largar tudo e a refugiar-se no Lago de Como.

Ao fim de tantos romances de Sveva Casati Modignani os seus fãs sabem que os espera uma grande trama familiar, repleta de intriga, segredos e romances, acima de tudo, um grande amor intemporal.
"Um dia naquele inverno" passa as páginas dos anos 20 até aos dias de hoje, colocando em cena personagens encantadoras: homens inteligentes, autênticos e perspicazes, que têm ao seu lado mulheres fortes e inigualáveis, capazes de os aconselhar e apoiar. 

Confesso que existem exemplares de outras obras da autora na família mas eu nunca li nenhum. Creio que "Um dia naquele inverno" será o primeiro. Creio que ouvir da criadora alguns dos aspectos que a levam a escrever é o que torna as obras interessantes aos meus olhos. Principalmente a razão para que as suas histórias sejam, maioritariamente, passadas em Milão e não em Roma (como questionado por um membro da assistência). 
"Roma è una città bellissima, ma non la amo" 

 O exemplar para a Mãe (fã da Sveva) e o exemplar edição limitada ,oferta aos participantes do passatempo que decorreu no Facebook para a amiga Neusa :)
Ambos autografados e com dedicatória. Sou uma óptima filha a oferecer prendas de Natal em Outubro!

Quanto ao evento, lamento não ter tido conhecimento mais cedo e teria comigo máquina fotográfica. Infelizmente não encontro fotografias disponíveis, nem na Porto Editora nem na página do Âmbito Cultural, entidade organizadora do evento no El Corte Inglês. 
Creio que não foi divulgado o suficiente, pelo menos o de sexta-feira mas espero que os que decorrem ao longo deste fim de semana estejam apinhados de fãs, que nós sabemos que existem em número considerável em Portugal.

Quanto aos próximos eventos em Lisboa, ainda vão a tempo de comprar o vosso exemplar e trocar algumas palavras com a autora enquanto o mesmo é autografado.

Garanto-vos que tudo vai terminar com um firme
Ciao!

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Mais um para a wishlist...

  Editora Contraponto
€ 17,70
Lançamento: 12 de outubro
 
Uma ilha misteriosa. Uma casa abandonada. Uma estranha coleção de fotografias peculiares.
Uma terrível tragédia familiar leva Jacob, um jovem de dezasseis anos, a uma ilha remota na costa do País de Gales, onde vai encontrar as ruínas do lar para crianças peculiares, criado pela senhora Peregrine.
Ao explorar os quartos e corredores abandonados, apercebe-se de que as crianças do lar eram mais do que apenas peculiares; podiam também ser perigosas. É possível que tenham sido mantidas enclausuradas numa ilha quase deserta por um bom motivo. E, por incrível que pareça, podem ainda estar vivas…

Um romance arrepiante, ilustrado com fantasmagóricas fotografias vintage, que fará as delícias de adultos, jovens e todos aqueles que apreciam o suspense.

Elogios:
«Uma leitura original e deliciosa, pontuada por personagens bem construídas e alguns monstros muito assustadores. Um romance tão sombrio quanto entusiasmante.»
Publishers Weekly

«Uma leitura assustadora e original; a narrativa na primeira pessoa é cativante e credível, e cada pormenor magnificamente descrito cria um todo inesquecível. Intercalado com fotografias, este é um romance verdadeiramente atmosférico, com voltas, reviravoltas e surpresas que deliciarão os leitores de todas as idades.»
Amazon.com

«Um romance tenso, comovente e maravilhosamente estranho. As fotografias e o texto formam um conjunto brilhante, criando uma história inesquecível.»
John Green, autor de Paper Towns e Looking for Alaska, best-sellers do New York Times


Sobre o autor:
Ransom Riggs cresceu na Florida, mas atualmente vive na terra das crianças peculiares – Los Angeles. Realizador de várias curtas-metragens premiadas, os seus artigos e ensaios sobre viagens, Strange Geographies, podem ser lidos em mentalfloss.com ou ransomriggs.com. Este é o seu primeiro romance.

Daddy de Loup Durant, 1987

Daddy!?


Será este o título aconselhado!? ou sequer o correcto!?!
Seria melhor: "Mother"!? ou "Mummy"... ou quem sabe "She", pois a meu ver o drama central é muito mais baseado na perspectiva da relação de suposta independência da criança com a mãe do que com o pai... ou suposto pai!?

As personagens, as descrições, o enredo da própria acção, pelos países, locais, pessoas, carros... toda a complexidade da escrita do autor é, a meu ver, o mais marcante de todo o livro. Há quem o intitule de enigmático ou hipnotizante, com uma trama tensa... eu chamar-lhe-ia, denso, rebuscado, complexo e a certo ponto desmotivador, tais são os detalhes, as viragens e as personagens que vêm, literalmente, de todas as direcções.

O autor é autêntico, rico em metáfora, dono de uma criatividade com as descrições, que eu só me lembrei de Eça de Queirós, mas aqui trocamos o amor, pela geografia, os enredos amorosos, pelos deveres das personagens e os delírios do amor, pela perseguição aos milhões de marco em jogo...
Quem sabe, caso eu soubesse jogar xadrez, o livro teria partes ainda mais desafiantes e criativas, assim foram apenas partes, estrategicamente, aborrecidas! ;/

A luta intelectual entre presa e predador,  uma criança dos seus E.X.C.E.P.C.I.O.N.A.I.S. onze anos e uma alta patente do terceiro Reich, respectivamente são a delícia desta acção, essencialmente quando se percebe a relação fria, mas igualmente poderosa que Tomás mantêm com Ela e a entrada emocial, desajeitada e conturbada de Ele... desculpem, mas assim faz-me mais sentido, seja na linha de raciocínio deste romance, seja na escrita deste autor.

O traço próprio de Loup Durand é o de uma descrição profunda, detalhada, divagadora e desconcertante, que assume dois papeis, em certos casos seja a ser cinematográfica, noutros é pura distração...
A história inicial que reporta aos milhões de marcos do terceiro Reich, a meu ver, perdem-se pela história  pelos países que os acolhem, pelas mensagens entrelinhas... há, na minha opinião dados a mais, já outros que não fazem sentido, adiante.

Mas ainda pondero sobre o tema... a questão nazi não é, a homossexualidade também não, a educação e a parentalidade controversa ainda menos, já que em parte alguma é posta em causa, afinal do que "fala" este drama!? Tomás é o centro, mas todo o livro converge para lhe dar razão, para o tornar ainda mais excepcional...

Enfim, mais um livro de amor, ou não fosse o amor um dos motores da criatividade ao longo dos séculos!
E atenção que isto não é uma critica, é apenas uma constatação. Já que mesmo em tempos de guerra, existe amor, seja ele de que género for.


Em resumo, um livro controverso, com um olhar crítico, com pontas soltas, com ideias e inúmeras sugestões. Talvez um livro perfeito para divagar, afinal de contas a segunda guerra mundial e dos eventos da nossa história que talvez mais perto esteja, seja em espaço temporal e geográfico, seja pela instabilidade actual, seja pela curiosidade e conhecimento histórico...

É mais uma sugestão de leitura, já que nem só de novidades, destaques e tendência vivem os leitores;)

Boas leituras!

All About Books

aMAZEme: O Labirinto de Livros 
de Mark Savoia e Pupo Gualter

Esteve até dia 26 de Agosto no Southbank Center em Londres como parte integrante das festividades dos Jogos Olímpicos 2012.



INSPIRAÇÃO




Em jeito de BOM DIA!

Hoje podia ser assim:
Eu, a minha bicicleta, uma manta, livro: "O factor Humano" de Grahan Green, uns snacks, um jardim e um baloiço, para entre páginas ir esticar as pernas e as ideias ;)

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Comecei a ler....

Andei de ressaca do A Rapariga Que Roubava Livros
:) mas visto que a mana gostou e a mãe também, decidiu não perder a oportunidade de ler Irmã de Rosamund Lupton. 

Já se fez a pergunta "quando é que sai o segundo?". Ora pois, diz a Civilização que apenas para 2013.
Já não falta tudo.

Boa noite e Boas Leituras :)

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Últimas Aquisições à Biblioteca...

Eu sou completamente a favor das trocas. Existem livros que lemos uma vez e que sabemos que nunca mais iremos voltar a pegar. Esses, de que se gostou menos, podem ter um destino melhor que o ficar eternamente sentados na estante a ver os outros sair, uma e outra vez.
Eu sou a favor das trocas e por isso, tenho feito algumas em grupo como o Troca Livros no Facebook.

Sendo assim, fugiram 2 dos meus, entraram estes dois:


1 Km de Cada Vez
Não há maior liberdade do que viajar ao sabor do tempo.
Neste novo livro de textos inéditos, o viajante apresenta ao leitor as suas impressões sobre as suas mais recentes andanças. Durante quinze meses, andou sem pressas e sem datas por destinos tão fabulosos e longínquos como as Galápagos, o Sudeste Asiático, a América Central, a África Austral, a Polinésia, as Caraíbas ou a Oceânia.
E, de terra em terra, entre um abraço e uma despedida, Gonçalo Cadilhe partilha com o leitor os encontros, os lugares, as leituras, os contratempos e as alegrias de uma viagem em slow-motion pelas estradas de um planeta sem segredos para o viajante mais determinado da actualidade.


Sinopse
Um romance irreverente, sensual e multifacetado, cuja acção se desenrola na Inglaterra vitoriana. Toque de Veludo acompanha a carreira fulgurante de Nan King - a rapariga humilde que se transformou em vedeta do music-hall e que, após um percurso dissoluto, se redescobre como lésbica no East End.

All About Books


Every Mural Tells a Story by Cragin Spring
 Pilsen, Chicago Illinois

Passatempo a decorrer...


O Passatempo para ganhar "As Cinquenta Sombras Mais Negras" termina dentro de sensivelmente 4 dias.
Já participaram?
Não?

Aproveitem a oportunidade aqui.

Terminei a leitura de...

A Rapariga que Roubava Livros / Book Thief de Markus Zusak 
e apetece-me dormir com ele debaixo da almofada
 

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Resultado - Passatempo Scarpetta

E ontem, ao final do dia, chegou ao fim o 2º passatempo do Efeito dos Livros.
Gostaríamos de agradecer as 105 participações recebidas e a divulgação efectuada no decorrer do passatempo.
Demos como respostas certas:
1 - British Book Award
2 - Fio da Navalha

Sem mais demoras, e segundo o sistema escolhido para determinar o vencedor do passatempo, damos os parabéns a...
Sofia, pedimos que verifiques a tua caixa de email.

Desejamos boa sorte a todos os participantes do passatempo que está a decorrer de momento e de todos os que esperamos realizar num futuro próximo.

Obrigada :)

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

O Tempo dos Milagres de Karen Thompson Walker

  Sinopse
(mais informação no sítio da Civilização Editora)
 
A minha opinião:
Desde a primeira página que achei viciante a escrita de Karen Thompson Walker, é simples mas creio que nos prende pelo lado emotivo, quer pelo ponto de vista (o da personagem) quer pela situação em que está envolvida. Existe uma cadência de acontecimentos, na sociedade e na vida de Julia, que nos faz querer consumir este livro em meia dúzia de horas.

Na minha cabeça, "O tempo dos Milagres" podia se chamar "O principio do fim", porque de um certo modo é a ideia que esteve presente ao longo da minha leitura.
A sinopse capta a nossa atenção para a situação no mundo, um abrandamento na rotação da terra que adiciona minutos/horas a cada dia. Esse evento é a base do livro mas acaba por ser apenas um pano de fundo em toda a situação que se cria na vida de Julia que, com apenas 11 anos, ainda está a crescer, a encontrar o seu lugar num mundo que, como ela, está a sofrer muitas mudanças.
 Perante os eventos globais, vimos o ponto de vista de Julia alterar, a sua situação familiar, o seu pequeno circulo de amizades e todas aquelas mudanças que, sejam com 11, 22 ou 33 anos iriam continuar a ser importantes mesmo perante uma acontecimento desta magnitude.

Creio que nos faz pensar "e se um dia eu acordar e isso for a situação actual no mundo?"
Estaremos preparados para viver um dia com mais de 24horas, seremos capazes de sobreviver sem as facilidades a que nos acostumamos a nossa vida toda?
Quanto tempo iríamos aguentar? 
Quanto tempo irá aguentar o mundo como o conhecemos?

Muitos detalhes sobre o abrandamento, os acontecimentos posteriores e até algumas situações na vida pessoal de Julia ficam por explicar mas não creio que no fim nos sintamos insatisfeitos perante o desenrolar da história e o seu fim.
O que é importante está lá, prende-nos e depois deixa-nos ir com um sorriso nos lábios, ainda que este possa ser triste.
A mim deixou-me uma vontade inexplicável de "aproveitar a vida".

Fight Club
 

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Comecei a ler....

Como ainda não conheci uma pessoa que me tenha falado mal do livro, esta é a minha próxima leitura.

(mais informações e comentários no site da Presença)
Coleção: Grandes Narrativas

Sinopse: 
 Molching, um pequeno subúrbio de Munique, durante a Segunda Guerra Mundial. Na Rua Himmel as pessoas vivem sob o peso da suástica e dos bombardeamentos cada vez mais frequentes, mas não deixaram de sonhar. A Morte é a narradora omnipresente e omnisciente e através do seu olhar intemporal, é-nos contada a história da pequena Liesel e dos seus pais adoptivos, Hans, o pintor acordeonista, e Rosa, a mulher com cara de cartão amarrotado, do pequeno Rudy, assim como de outros moradores da Rua Himmel, e também a história da existência ainda mais precária de Max, o pugilista judeu, que um dia veio esconder-se na cave da família Hubermann. Um livro sobre uma época em que as palavras eram desmedidamente importantes no seu poder de destruir ou de salvar. Um livro luminoso e leve como um poema, que se lê com deslumbramento e emoção. 

Notícias
 :) 
Aqui vou eu!!

gosto de ver isto 
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