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sexta-feira, 5 de junho de 2015

Opinião "Estação da Paixão" de Sadie Mathews

Três irmãs, três histórias que se avizinham bem diferentes mas que se interligam entre si no ponto que a une, a família. 
As irmãs Hammond têm muito para contar :)
Quem leu “A Estação do Desejo” e ficou a conhecer a história de Freya e Milles?


Desta vez, com a leitura de “A Estação da Paixão” conhecemos a recatada Flora. Aspirante a actriz a estudar em Paris, Flora faz os possíveis para escapar aos radares dos paparazzis. Com os olhares todos concentrados na sua irmã Freya e na relação escaldante que adveio do aparatoso acidente em que se viu envolvida com o seu guarda-costa Milles, Flora vive a sua existência pacificamente longe da família e das confusões que os rodeiam. Mas o seu dia a dia sofre uma reviravolta quando, à saída de um evento importante conhece um homem misterioso que afirma com amargura amar uma mulher que não pode ter. E como se costuma dizer “misery loves company”, razão que atrai Flora ao enigmático cavalheiro, por compreender bem a sua dor, estando também ele presa a um amor impossível.

E assim, com a intensa e arrojada leitura de “Estação da Paixão” conhecemos (intimamente) Andrei Dubrosky. Eu já o conhecia da outra série e acreditem que estava curiosa para saber o que iria sair daqui. 

Com um acordo estritamente físico de prazer mútuo e ensinamento, Flora e Andrei embarcam numa aventura onde o coração não tem lugar e a mente luta para não pensar em terceiras pessoas.
Um livro carregado de sensualidade e descoberta com um limitar muito ténue entre a dor e o prazer.  A história de “Estação da Paixão” tem contornos de BDSM, alguns que até nos fazer estremecer (e não pelas melhores razões) mas no entanto, é o seu carácter intenso que nos cativa, com excepção de um ou dois momentos frios tão característicos da personagem de Andrei e que não me deixaram rendida a este volume, não por completo.

Como aconteceu com o primeiro, o final foi abrupto, um pouco para deixar o leitor a salivar por mais como para não entrar num caminho que já sabemos vir a ser desenvolvido no terceiro, o de Freya e Flora enfrentaram as consequências das suas escolhas amorosas. 
No entanto, mesmo num final arrumado às três pancadas, achei que as acções e sentimentos de Andrei sairam directamente do congelador, tal foi a frieza com que interpretei aqueles últimos momentos.

Mas vamos ver….
O que será que se segue? A história da irmã mais nova ou a continuação do drama de Freya Hammond?
O que é feito de Milles e Freya?
Que outro desgosto poderão as irmãs Hammond dar ao seu pai?
Conseguirá Flora manter uma relação com Andrei?

Estou curiosa para ler a continuação. Saddie Mathews ficou no meu radar faz algum tempo e é sempre bom voltar a ver Dominic e Beth, os da outra série.

Vá digam lá...raios Elsa, como te consegues recordar assim das histórias….
acreditem, nem eu sei!

“A Estação da Paixão” é uma aposta

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