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terça-feira, 30 de junho de 2015

Opinião "Viciada em Ti"

Há uma linha que separa o amor da loucura. Alayna já esteve para além dessa marca e luta todos os dias para não voltar a entrar nesse caminho, até ao dia em que o seu olhar se cruza com Hudson.
O fascínio que sente, a atracção que a domina...será amor ou obsessão?


Comecei a ler “Viciada em Ti” faz já alguns dias mas só recentemente tive oportunidade de o terminar. As férias atropelaram-me as leituras :)
No entanto, assim que voltei a pegar na história de Alayna e Hudson devorei-a como sabia que faria assim que tivesse tempo para começar e acabar esta loucura.

Conhecemos Alayna completamente focada nas suas funções na discoteca onde sempre trabalhou durante a frequência do seu MBA. Decidida em se manter longe de sarilhos, visto o seu passado estar repleto de obsessões doentias, Alayna opta por escolher relações segura com homens por quem sabe de antemão não conseguir desenvolver mais nada do que um leve interesse carnal.
No entanto, na noite em que termina o seu MBA um estranho de olhar penetrante faz subir a temperatura do outro lado do bar.
Ciente de quem aquele homem significa sarilho, Alayna decide manter a distância mas o magnetismo deste estranho é forte, quase possível de resistir, não fosse também ele um homem versado em obter tudo o que quer e naquela noite, no dia em que o seu olhar caiu em Alayana, ela era tudo o que ele mais queria.

E quando ele lhe faz uma proposta que ela não consegue recusar, que sinuoso caminho começa Alayna a percorrer? Será esta proposta vantajosa o primeiro passo para a sua perdição?
Será possível que uma mulher com um passado obsessivo, repleto de perseguições loucas seja capaz de manter uma relação fictícia com alguém, ainda para mais, quando a atracção que os une é gigantesca?
E Hudson, será que a sua proposta é inocente? Ou será ele mesmo o diabo em pessoa?

Quando comecei a ler “Viciada em Ti” sabia que o que o título nos prometia era exactamente isso, vicio, loucura, obsessão. No entanto, ao ler várias passagens do livro, todo contado na perspectiva de Alayna, tive oportunidade de entrar um pouco na mente de alguém obsessivo, que analisa exaustivamente todos os possíveis ângulos, todos os gestos, todas as palavras e por vezes de maneira tão desesperada e descontrolada que distorce tudo, transformando um olhar num potencial casamento, com filhos, cão e uma casa de férias. Assustador!
No entanto, embora a carga intíma seja uma loucura de pormenores escaldantes, gostei bastante da base da história entre Alayna e Hudson. E como um “louco” nunca vem só, que nuvem negra acham que vem do lado masculino?
Nem vão acreditar! Chegou-me a deixar de boca aberta.

Venham conhecer a história de Alayna e Hudson, uma de loucura, obsessão, controlo mútuo e cura. A prova que, por vezes, encontramos na confusão alguém tão louco como nós que nos entende.

O segundo volume, “Encontrada em Ti” já se encontra disponível desde o início do mês.
E mal posso esperar por ler a continuação desta história.

“Tu és minha/meu? E eu sou teu/tua?”
Pergunto-me é, até quando?
E no final, será que o que sentem é obsessão ou amor?

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