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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Opinião "Quando as Estrelas Caem"

Quando li a sinopse deste livro pensei "Boa, algo fora do convencional, algo fora deste tempo"
A premissa de um tempo/espaço distante da nossa realidade, a possibilidade de viver algures na galáxia ou mesmo em trânsito no espaço tem sido algo que tem captado a minha atenção ultimamente.
"Quando as Estrelas Caem" prendeu-me a atenção, roubou-me o coração, fez-me suster a respiração e chegar ao fim a desejar ler o seguinte de imediato.
Bom sinal, certo!? :)


Em "Quando as Estrelas Caem" conhecemos Tarver, herói de guerra condecorado, em trânsito na Ícaro, a maior nave da galáxia. Nascido em condições modestas, Tarver não vê qualquer apelo na opulência do espaço que o rodeia ou interesse nas pessoas que circulam à sua volta.
No entanto, o seu olhar não resiste em cair sobre uma ruiva que se destaca como uma chama que arde silenciosa no meio do salão de festas. No entanto, a desconhecida aos olhos de Tarver é nada mais nada menos que Lilac Laroux, a filha do homem mais rico da galáxia, ou seja, intocável.
Mas um momento de anonimato cria uma empatia que poderia ser a primeira chama de algo grandioso, não fosse a diferença social entre ambos um buraco negro intransponível.

Mas o imprevisto acontece quando a imponente Ícaro, criação das empresas Laroux, falha e acaba por deixar sozinhos num planeta desconhecido, Lilac e Tarver, que embarcam juntos na montanha russa do desdém, da sobrevivência, do sarcasmo, do perigo, do amor, da dor e da (perda) de esperança.
Junto vão lutar um contra o outro mas também pela sobrevivência, pela salvação e até pela redenção.
Quanto tempo levam a chegar do desdém ao amor?
Que planeta é este onde ficam esquecidos, longe dos radares controladores do pai de Lilac e da sua empresa?
Que segredos encerra esta paragem inóspita? 

 

Mais que um livro sobre um amor vivido entre duas personagens em estratos sociais a galáxias de distância um do outro, "Quando as Estrelas Caem" é uma história a milhões de anos da realidade que hoje conhecemos, que nos faz pensar na vida mais além, no valor que damos à única que temos e o quanto estamos dispostos a sacrificar a nossa única oportunidade neste mundo pela pessoa que amamos.

Curiosamente, ando a ver uma série que me lembrou este livro.
A diferença de classes, o tratamento irónico do "princesa", o despenhar da nave, a sobrevivência num mundo desconhecido, o romance....ahh eu encontro semelhanças em tudo.
  Mas dizem que a semelhança está lá e se gostaram deste livro vão gostar de "Os 100" e vice versa.

Venha, venha a continuação :)



A série de Amei Kaufman e Megan Spooner é uma aposta

O segundo livro, This Shattered World está a caminho.
As capas originais são lindasssss!

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Opinião "O Último Adeus"

Escrever uma critica sobre "O último adeus" de Kate Morton não é fácil, especialmente quando o lemos nas férias do natal e estamos a preparar a nossa opinião mais de um mês e tal depois. Sim, eu sei, não muito inteligente ou prático de minha parte mas é o que dá ser molenga.
No entanto, Kate Morton conseguiu, com.meia dúzia de capítulos, converter-me à irmandade das devoradoras dos seus livros.
A mestria com que entrelaça romance, mistério, casos policiais e descrições idílicas que nos transportam no tempo, é simplesmente espectacular.
Ler "O Último Adeus" foi para mim dizer "Olá Kate, ainda agora a conheci e já sou sua fã"


Conhecemos Sadie Sparrow a apanhar cacos de si própria após ter sido "convidada" a tirar uma férias obrigatórias do seu trabalho de investigadora na Scotland Yard. Habitualmente caracterizada como metódica, eficaz e implacável, Sadie deixou-se afectar por um caso que lhe toldou o julgamento e a ética profissional.
De modo a fugir de Londres, do problema criado no trabalho e de uma parte da vida pessoal que a andava a perseguir, Sadie dirige-se para a Cornualha em busca de distanciamento e de um ombro amigo que sempre pôde encontrar no avô.
Mas mais que correr e ver as ondas na praia, a alma de investigadora de Sadie não descansa até encontrar algo que ligue as sinapses e a mantenha ocupada.
E assim, meus senhores e minhas senhoras, entra o recheio saboroso no requintado bolo que é este "O Ultimo Adeus".

A abandonada propriedade de Loeanneth encerra em si um crime por resolver, um desaparecimento que abalou a família que lá vivia, os Adevane, que décadas mais tarde se resume à reservada Alice, escritora de dezenas de policiais de sucesso, e à sua irmã.
O mistério do desaparecimento do seu irmão Theo, na década de 30, nunca foi resolvido mas agora, 70 anos mais tarde há uma investigadora a fazer incidir uma nova luz sobre o caso.
Será que se vai descobrir o que realmente aconteceu a Theo para desaparecer numa das noites mais movimentadas do ano sem que ninguém desse por ele?
Ou será que a história que acumulou poeira durante 70 anos não deve ser desenterrada novamente?

Gostava de contar mais mas isso iria fazer perder a magia que esta historia encerra.
Cheio de personagens riquíssimas, mulheres individualmente únicas e fortes, cada uma no seu tempo, já que a história viaja entre a década de 10, 30 e nos primeiro anos do novo século.
E oh meu Deus, como somos transportados através da visão única das personagens, do tempo e das descrições de locais e pessoas que nos rodeiam.
Se fecharmos os olhos estamos em Loeanneth a caminhar pelos jardins bem cuidados e repletos de flores enquanto enquanto família Adevane repousa na relva, ou numa noite fria em plena guerra quando decisões de vida ou morte são tomadas em segundos ou na mente dos vários intervenientes da história, que ao longo de 615 páginas trazem até nós um dos melhores livros que li no decorrer de 2015.

Acreditem, já li boas histórias, de vários géneros, especialmente romances mas este, este deixou-me completamente rendida. Kate Morton é uma maestrina a contar histórias, capaz de encaixar num só livro tantas histórias, tantas personagens cativantes e aquela quantidade magnífica de surpresas que nos deixam presos até ao fim e quando lá chegamos, não há outra maneira de terminar que não seja com um sorriso e a vontade imensa de fazer com que meia dúzia de pessoas à nossa volta leiam o livro.
Que é exactamente o que eu fiz e o meu exemplar já anda a mão em mão entre familiares e amigos.

Claro que agora tenho imensa curiosidade de ler "Amores Secretos" que já tinha ficado na wishlist quando foi lançado por cá algures em 2014.
Quem já o leu?

"O Último Adeus" é uma aposta

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Opinião "Segredos Obscuros" - 1º volume da série Sebastian Bergman

"Segredos obscuros" conquistou-me pela capa. Havia uma aura de mistério a abraçar o livro ainda antes de o abrir. E curiosamente, o mistério arrastou-me pelos cabelos até ao fim, até às últimas páginas não sem algures lá pelo meio eu pensar com os meus botões "és tu, acho que te apanhei" e como todo o leitor que gosta de se armar em detective é com satisfação confirmei a minha teoria.
"Segredos obscuros" foi lido com a cabeça na Suécia mas o corpo estendido sol numa praia do litoral alentejano.
Uma leitura de verão consumida em menos de dois dias. Sim, estava de férias mas o livro é mesmo viciante, especialmente quando se começa a levantar o véu sob as mentiras e os dramas.

Agosto 2015

Entramos de cabeça no primeiro capítulo da série de Hjorth e Roselfeldt. Roger Eriksson é dado com desaparecido na sua terra natal, Västerås. Com uma namorada que dá informações incompatíveis, uma mãe que demorou demasiado a reportar o desaparecimento, uma policia astuta, um outro que comete erros...muitos são os segredos obscuros que envolvem o macabro acontecimento que vitimou Roger e que o levam a ser encontrado sem coração no meio do pântano.

Determinados em apanhar o culpado sem levantar mais ondas, a Polícia local chama ao palco da investigação a Riksmord, a Brigada Nacional de Homicídios Sueca, composta pelos melhores e liderada por Torkel Höglund.
Mas ao contrário de outros livros que tenho lido do género, não é o investigador/detective o principal ou a chave da investigação. No caso de "Segredos Obscuros" a carta mais valiosa do baralho é o astuto, arrogante e prepotente Sebastian Bergman, psicólogo criminal, profiler e detentor de uma mão cheia de dramas pessoais, que fazem com que a sua vida seja de uma dormência emocional extrema mas a sua prestação profissional de uma qualidade invejável.

Uma parceira quase indesejada nasce entre as partes envolvidas na resolução do caso do jovem Roger que chega ao fim para nós deixar de queixo caído ou a sorrir por termos descoberto o culpado ainda a meio do livro, como eu.
Mas o fim do livro, não termina com o facto de se ter encontrado o culpado, o fim é apenas o princípio de num novo capítulo na história de Sebastian, oh se é.

A série de Hjorth e Roselfeldt tem continuação e eu quero continuar a ler. Posso ir de férias para as Maldivas, deixar a minha mente vaguear na Suécia enquanto apanho Sol e bronze numa praia de areia fina? 
Oh vá lá...estavam 2 graus esta manhã quando saí de casa, já só sinto saudades do verão!

A série Sebastian Bergman é uma aposta
A série já se encontra a ser produzida para a TV

Vejam o trailer de Den fördömde

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Opinião "Fusão" de Julianna Baggott

Ainda ando a colmatar falhas na minhas listagem de livros livros em 2015. Não só os últimos como alguns que esta cabeça esquecida negligenciou pelo meio.
No entanto para "Fusão", a crítica estava pronta mas lá ficou no limbo entre o rascunho e a publicação.
Ainda bem que Julianna Baggott não ficou no limbo com a sua magnífica série young adult carregada de potencial humano, mesmo quando partes das suas personagens não são propriamente humanas.


Depois de "Puros", a apresentação ao distópico mundo em que conhecemos Pressia, Bradwell, Partridge e Lyda (e sem esquecer El Capitan e companhia), em "Fusão", somos arremessados para uma aventura repleta de perigos, segredos, descobertas dolorosas e perdas sentidas. Com início imediato após o final do primeiro livro, reencontramos as nossas personagens fora da Cúpula e a fazer os possíveis para se organizarem em função de um objectivo: fazer justiça. 
A oportunidade de relembrar o que ficou para trás em Puros não é muita mas o passado tem um peso muito importante na história, especialmente no que toca à família das nossas personagens principais e aos segredos que o tempo antes das detonações encerra.
E uma vez mais, Pressia e Partridge seguem caminhos separados, cada um na sua luta individual por um fim comum.
E a questão é: 
Haverá solução para o presente?
Será a luta pela verdade tão dura como os tempos de sobrevivência ou algo ainda pior?
Ate que ponto estamos dispostos para sacrificar aqueles que confiam cegamente em nós?
Até que ponto aprendemos com o passado para não repetir os mesmos erros no futuro?



Esta Fusão fica cinematograficamente marcada na cabeça do leitor, especialmente quando entramos na onda e devoramos páginas atrás de páginas. 
Um mundo perturbador e super interessante que eu sei que daria uma série de televisão espectacular, capaz de prender milhares em frente à TV todas as semanas.

No entanto, confesso que me senti um pouco perdida ao início para relembrar, não as personagens mas alguns dos detalhes decisivos que se foram descobrindo em Puros.
Talvez seja boa ideia ler os dois seguidos e deixar anotações para quando sair o terceiro (ah ah foi o que eu fiz, confesso!)


Adoro este vídeo desde que li Puros.
Isto precisa mesmo de se tornar numa série :)

"Puros" e "Fusão" são uma aposta da
Para mais informações consulte o site da Editorial Presença aqui

Relembramos a opinião a Puros
Para mais informações consulte o site da Editorial Presença aqui

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Opinião "Tentadora ao cair da noite"

Emma Wildes é uma daquelas autoras que nunca desilude. É verdade que, embora o leque de leituras seja extenso e eu só tenha lido 3 ou 4, posso afirmar que embala-me sempre muito bem nas suas histórias e deixa-me sempre com um sorriso nos lábios.
"Tentadora ao cair da noite" não é excepção.



Sophie, a viúva Lady Tower, há muito tempo que afasta pretendes de volta das suas saias. Desde que o marido, com quem teve uma boa ligação de carinho e amizade sucumbiu à doença, que Sophie tem ganho o gosto da independência financeira e social que estar sozinha lhe traz mas ao mesmo tempo pretendentes para uma viúva jovem, rica e bonita é coisa que não lhe falta. No entanto, nunca se deixou arrebatar por nenhum, nem pelo amigo mais próximo que tem sido um pilar para si nos últimos anos. Já o mesmo não se pode dizer do admirador secreto que lhe cativa a atenção com presentes e o fôlego com missivas explícitas e sensuais.
Mas no meio da sociedade Londrina, quem será arrisco ao ponto de a cortejar desta maneira ousada, propondo um romance secreto e escaldante.
Quem menos Sophie havia de esperar, pois claro!
Julius Valacourt, Visconde de Breton, cerca de uma década mais novo que o objecto dos seus desejos íntimos não olha a meios para seduzir Sophie.

"De qualquer forma, os dados estavam lançados. Era uma equação simples. Ele queria uma coisa dela e ela queria tal qual uma coisa dele. O prazer físico entre um homem e uma mulher não era impróprio, era a natureza a impor-se ao intelecto e nenhum deles estava a lesar ninguém com um encontro ilícito. Ela era viúva e ele era solteiro"

É com a premissa do prazer e do desprendimento em mente, que Sophie e Julius iniciam um tórrido romance carnal pela calada da noite Londrina sem saberem que o tempo tecia à sua volta sentimentos que alcançam mais fundo, que não estão à flor da pele mas enbrenhados no coração.

Perante a sociedade e até eles mesmos, Sophie e Julius não são o indicado um para o outro.
Será a idade um obstáculo?
Será a ideia de um futuro a dois inconcebível? 
Ou será o medo de que um dia a paixão arrebatadora esmoreça e nada sobre que o resquício de um momento de loucura?

Acreditem quando vós digo que estes dois dão luta mas este "Tentadora ao cair da noite" torna-se num delicioso romance dois em um quando decide trazer para as garras do amor o ainda mais jovem irmão de Julius, Jonas Valacourt, que durante o que seria um atentado sério ao seu orgulho se vê jogado do cavalo abaixo pela mulher mais linda e misteriosa de Londres, a menina Appleton, que percebemos logo de início não querer nada com ele. Agora imaginem bem a luta que vai ser captar a atenção desta mulher, nenhuma lady ou viscondessa, mas uma simples artista que dá aulas de piano para ganhar a vida e que nada quer ter a ver com homens.

Dois irmãos sedutores e obstinados, duas mulheres independentes com estilos de vida bem diferentes, duas histórias de amor, de luta, de drama e de finais felizes.

Emma Wildes fico à espera do próximo!!
Gostava tanto que o livro seguinte fosse sobre Samuel Seacrest. Ele merecia um final feliz, um romance só seu por ser tão bom amigo.
Mas pelo podemos ver da sinopse de "Um encontro muito ousado", a história centra-se em casal que nos é ainda desconhecido.
Ora, quem é que se importa. Bora lá!

Boas leituras :)

Emma Wildes é uma aposta

Opiniões a outros livros de Emma Wildes


terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Leituras ElsaR 2015

Oh mãezinha, mais um ano que terminou.
Em 2015, estabeleci uma meta bem alta mas não consegui lá chegar.
De 111 livros, li 92. Nem todos estão nesta lista que podem encontrar de seguida, alguns foram lidos fora do âmbito do blog, outros ficaram com a opinião por fazer até já ser demasiado tarde...

Ao fazer esta lista dei comigo a recordar os livros que li este ano. Não consigo tirar UM único favorito mas consigo salientar duas mãos cheias deles que me fizeram sorrir, chorar e sonhar.

O primeiro do ano é sempre um Nicholas Sparks, mesmo quando vimos a arrastar alguma leitura do ano anterior.
Aqui fica a lista de leituras para 2015, com opinião publicada no blog.

Faltam aqui os últimos livros lidos e que também figuram no top das preferências de 2015.Um ano cheio de bons livros.
E vocês? Leram muito?

2016 já tem meta, são 100 livros.Se será atingir ou não, o Dezembro o dirá.

Boas leituras!

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Opinião :: "Seduzo-te" de J. Kenner


O que acontece quando uma mulher da lei fica rendida a um homem de carácter duvidoso e com uma folha de crimes considerável? 
Um enorme conflito de interesses, uma batalha entre a razão e o desejo, algo que na cabeça de Sloane Watson não devia sequer ter começado quando mais se ter tornado em algo sem o qual não consegue viver.

Conhecemos Sloane, detective da polícia do Indiana de baixa medica após um incidente com uma bala perdida. Como todo o polícia que o faz do trabalho a sua vida, Sloane encontra-se em Chicago a investigar, por sua própria conta e risco, o desaparecimento da amiga de uma amiga, uma stripper que trabalha no Destiny, o clube dos cavaleiros (e de outros cavalheiros!) 
Decidida em obter as informações que não conseguiu junto das trabalhadoras do Destiny, Sloane decide aumentar a parada e focar a sua atenção no proibido Tyler Sharp, usando um dos mais velhos métodos no livro de truques femininos, a sedução. Mas por vezes o caçador vira caça e num abrir e fechar de olhos, é Sloane a perseguida por um enigmático, decido e sensual empresário com um corpo e um background ilegal em vários estados.
Tyler é homem para saber quem, quando e como ainda antes de Sloane se cruzar com ele.  
Desde o primeiro capítulo o ambiente é tão quente que é capaz de fazer subir as temperaturas nestes dias frios que se avizinham.
Juntos iniciam o que começa por ser um acordo de interesses, onde o prazer e os "negócios" se misturam mas em que rapidamente o sentido de posse toma o lugar da razão, os sentimentos enevoam o julgamento e quando se encontra o fio à meada do caso que a levou até Chicago, Sloane está tão perdida em Tyler que não há volta a dar.
E quando encontramos alguém que dá sentido ao tempo e compreensão aos pensamentos sombrios na nossa cabeça, será que realmente conseguimos voltar à vida que tínhamos antes?
E até onde estamos dispostos a ir sem comprometer a pessoa que somos?

"Quero uma mulher que se acenda comigo, que se funda comigo, que se encaixe em todos os meus lugares vazios. É essa mulher és tu, Sloane"

Uma história sensual com uma viagem ao centro do prazer, onde as sombras do passado aguardam que o limite seja transposto, para quebrar o que atrás de uma fachada de duro se esconde.

A série Mais Procurados de J. Kenner captou a minha atenção com a história de Evan e Angelina mas acima de tudo foram os cavaleiros, o seu trabalho no submundo de Chicago e a sua união que me captivou.
Mal posso esperar por ler a história de Cole e assim poder reencontrar Evan, Angelina e estes dois teimosos.

A série "Mais Procurados", assim como a série Stark de J. Kenner, são apostas da
(mais informações sobre os livros aqui)

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Opinião :: "Rainha Vermelha"

Toda a gente pode trair toda a gente

Num mundo dividido por poder, onde seres com capacidades sobrenaturais são superiores aos demais, os vermelhos, Mare Barrow não é ninguém. Nada mais que uma vermelha nascida numa aldeia suja e pobre, sobrevive no seio da sua família que se vê forçada a trabalhar para Prateados ou a lutar por eles nas trincheiras.
Destinada ela mesmo à frente de guerra dentro de 2 anos, Mare ajuda a família com pequenos roubos aqui e ali já que não tem aptidão nenhuma que lhe garanta trabalho num mundo dominado por Prateados e onde vermelhos lutam dia a dia pela sobrevivência em condições miseráveis.
Mas o seu desejo de salvar quem lhe é mais querido, leva-a por um caminho sem retorno quando num abrir e fechar de olhos se vê no meio do ninho de víboras que é o mundo especial dos Prateados, com a sua superioridade, poder e o desdém pelos seres inferiores que os servem, por seres como Mare.
Numa reviravolta de eventos (uma das primeiras) Mare torna-se num caso especial, que tem de ser cuidadosamente vigiado e controlado, como um pequeno fogo que todos desejam apagar para que não se alastre e dizime tudo à sua volta.
E assim, de um dia para o outro, Mare, uma vermelha nascida e criada na mais baixa condição humana ascende a um lugar ao sol, a uma mentira bem cuidada que a oculta dos olhos do mundo mesmo estando à frente de toda a gente.

Rodeada da Corte, incluindo os Princípes Cal e Maven, Mare vê todos os dias o que o outro lado se orgulha de transmitir, Poder e Morte. Dividida entre se mistura com Prateados e manter-se fiel a si mesmo, Mare tem de recorrer a todas as suas subtilidade de ladara para sobreviver.
E quando o seu sangue vermelho é chamado a responder a um apelo dos seus, irá Mare permanecer na jaula que para ela criaram ou alcançar o mundo lá fora?
E na casa do inimigo em quem poderá Mare confiar? Em quem a salvou um dia? A quem apela aos seus sentimentos? Ou a quem a reconhece com aquilo que ela pode ser, a faísca que ateará o fogo da revolução?


Mare Barrows tornou-se de longe a minha heroína preferida. Miúda, tu és dinamite!
Toda a dinâmica da divisão entre Prateados e Vermelhos, separados pela cor do sangue e as aptidões especiais que apenas os primeiros se vangloriam de ter, todo o mundo criado por Victoria Aveyard é estupendo.
Consegue-se sentir a injustiça na condição dos vermelhos, a animosidade e superioridade latente nos especiais Prateados e ainda a borbulhante rebelião que o mundo que ambos conhecem está a pedir.

Este livro escalou a pilha das preferências até ao topo. Acho que vou ter de olhar com atenção para tudo o que li este ano e ver onde se encaixa esta Rainha Vermelha que irradia luz, traição, injustiça e lealdade.
Toda a gente pode trair toda a gente, inclusive o próprio leitor é traído quando acalenta preferências por um personagem que no final nos esventra com a verdade de que não podemos confiar em ninguém, não quando a sede de poder é o que move o mundo, o nosso e o deles.



Adorei, adorei, adorei…
não é esta a melhor forma de acabar um livro?
Ah sim, a melhor forma é mesmo dizer “PRECISO DE LER O SEGUINTE, IMEDIATAMENTE!”
Para quando o “Glass Sword”?


E não posso deixar de dar os parabéns a quem se lembrou de dizer que “Rainha Vermelha” é um magnífico cruzamento entre Hunger Games, Game of Thrones e X-Men….ya, isso tudo! :)

E depois de tudo isto, resta-me dizer...
Vocês estão lá, 
vocês estão lá!

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Opinião "Eu, o Earl e a Tal Miúda"


"Eu, Earl e a Tal Miuda" prometia ser um culto ao alternativo e Jesse Andrews dá-nos exactamente isso. Uma historia contada de um modo original e descontraído, com Greg Gaines no papel principal e como narrador desta história. 

Começamos por conhecer um miúdo que lutou pelo seu manto seguro de invisibilidade ao falar com todos mas sem se dar a ninguém na selva que é o secundário. Peculiar, estranho e por vezes irritantemente modesto, Greg tem como único amigo o seu parceiro cineasta Earl, com quem realizou incontáveis filmes ao longos dos anos.
Mas a sua pacata vida secreta de cineasta caseiro e o seu anonimato são severamente comprometidos no momento em que alguém de quem nunca foi particularmente chegado fica doente e Greg se vê impelido a ser seu amigo.

No seu jeito constrangedor de quem conta piadas em funerais, Greg acaba por fazer mais parte da vida de Rachel do que pretendia visto que enquanto é sugado pelo vortex da doença dela vê o aparentemente calmo presente se alterar e o seu conturbado futuro tornar-se ainda mais incerto.

Um livro que no início já sabemos que no fim nos vai doer.
Uma história que foge, segundo a minha opinião, aos padrões do que seria esperado no típico "livro com jovem doente que te faz chorar as pedras da calçada e aprender uma lição". Earl sente-se perdido, desconectado com o que o rodeia e Rachel acaba por ser o curto circuito que tudo ir pelos ares.
Mas que impacto tem este evento na vida de Greg? Será uma explosão ou uma implosão?

Esta interessante composição de todas as partes já está adaptada ao grande écran com Thomas Mann, RJ Cyler e Olivia Cooke nos principais papéis.

Infelizmente, "Eu, Earl e a tal Miúda" não estreia em Portugal.
Deixo-vos com o trailer

Uma aposta 

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Opinião "A Modista"


Quando comecei a ler A Modista pensei que estava perante um caso de patinho feio volta à cidade no meio de nenhures onde em criança foi ridicularizada para se tornar no alvo de inveja das mulheres e de cobiça pelos homens que no seu passado lhe fizeram a vida negra, isto tudo sob o sol abrasador do interior da Austrália e com direito a um desfile de alta costura parisiense pelos caminhos de terras vermelhas de Dungatar.

Mas rapidamente, quer com o regresso dissimulado de Tilly, a nossa modista de má fama, à cidade que a viu nascer e que a expulsou depois de um evento terrível, até à apresentação quase porta a porta da rua central de Dungatar pelas especificidades e mexericos pessoais de cada habitante percebi, já lá para meio do livro, que este não é um simples caso de cheguei, vi e venci.
Numa pequena localidade fechada, especialmente no que toca a muitas mentalidades, o enredo de A Modista supera a simples chama da vingança e faz a pequena vila de Dungatar arder com as suas verdadeiras cores, a da intriga, inveja e mais um ou outro pecado capital. Creio que ao longo da história temos mesmo um desfile, não só de modelitos e boas descrições visuais, mas de pecados e falsas virtudes.
Os habitantes de Dungatar são tudo menos inocentes e os poucos que se salvam acabam por não ter salvação na mesma.

Mas e Tilly? Haverá salvação para ela no deserto que é Dungatar? Ou será a vila que precisa de repensar o seu caminho e tratar de não cavar um buraco ainda mais fundo do que aquele em que já se encontra?

Para mim, A Modista foi uma agradável surpresa não obstante a lentidão com que ando a ler no último mês.
No entanto, a leitura deste livro não deve ser levada de ânimo leve e engana-se quem vai à procura de um romance cheio de rendas e folharecos. Os contornos da nossa modista não ficam pela breve comédia que possamos ter apanhado no trailer do filme que estreia hoje (dia 3 de Dezembro) e cujo projecto esteve na gaveta 15 anos antes de ver as luzes da ribalta.


"A Modista" tem contornos de escárnio e maldizer, de ironia e justiça poética. 
Com personagens tão ou ainda mais espectaculares e complexas que Tilly, Dungatar está repleta de crítica social que é tão verdadeira hoje como na época que retrata, os anos 50.

Uma leitura diferente que aconselho a todos que queiram ver o filme não sem antes mergulharem bem fundo no modelito que se cose com as linhas dos piores pecados capitais.

Mal posso esperar por ver o filme. Adoro a Kate e acho que ela dará a vida que falta em alguns momentos a Tilly.
Tenho de levar é um conjunto completamente diferente de expectativas quando for ver o filme que só pelo trailer se afasta alguns bons passos da origem.

Deixo-vos o trailer e a minha vontade de ir a correr para a próxima sessão

http://www.presenca.pt/livro/ficcao-e-literatura/romance-historico/a-modista/?search_word=modista

domingo, 15 de novembro de 2015

Opinião "Deixa-te Levar" de Megan Maxwell

Weepaa! Que saudades dos irmãos Ferrara e das feras que os rodeiam.
Embora para mim ninguém consiga destronar Bjorn e Melanie em "Surpreende-me", os personagens de Megan Maxwell conseguem cativar- nos e converterem-nos em amigos que se afligem pelos seus males e se alegram pelas vitórias nas suas vidas.
E agora, na história de Ruth e Tony o sentimento mantém-se.


Já conhecemos Tony da história do seu irmão em "Adivinha quem sou". Gostamos dele, do carisma característico de ser um Ferrasa e agora temos oportunidade de o ver a ir atrás de uma mulher pela primeira vez na sua vida de mulherengo a quem as mulheres perseguem. O alvo dessa perseguição é Ruth, uma emprega de mesa que se destaca pela sua atitude desprendida e o seu cabelo multicolor, o completo oposto das mulheres sofisticadas e aperaltadas com que Tony sai noite sim....noite sim!
Determinado em causar impacto em Ruth, que aparenta total desinteresse nele, Tony vai à luta e mal sabe que aquele remoinho de cor, sedução e respostas certeiras tem associado a si um furacão el nino que Tony desconhece até já ser tarde de mais.
Estará o eterno mulherengo Tony Ferrasa preparado para dar o seu coração a uma única mulher? E será que está preparado para a dividir com outros? 
Hey...respeito, não é o que pensam. Ruth é mãe solteira e mata-se a trabalhar para cuidar dos filhos. Com "Deixa-te levar" Megan Maxwell fala-me perto do coração, como aconteceu com "Surpreende-me".

Estará Tony preparado para ter mais do que aquilo que pediu? 
E quando o presente de Ruth lhe é revelado será Tony homem suficiente para apoiar a mulher que ama? E quando o passado reaparece, será esse o fim da linha para estes dois amantes?

Uma vez mais Megan não desilude e entrega-nos uma história cheia de animação, música, laços familiares e de amizade fortes e ainda, a oportunidade de voltarmos a ver a família ferrasa em acção.
Adoro que a autora crie sempre personagens femininas fortes e com uma boa dose de realidade. Sim, porque depois cria homens que só existem nos livros ahahah
Ai ai Megan Megan...o que nos espera depois de Eric, Bjorn, Dylan, Tony...vá e Omar, que se redime neste livro com a sua "bichinha"...o que nos espera?

Tenho só a salientar uma coisa que achei menos positiva. Senti que de início do livro, a história de Ruth nos é debitada a despachar mas tirando isso, temos um livro do género a que Megan já nos habituou, que conta com os elementos que lhe são característicos e tem ainda um pouco mais de acção do que o habitual. 

Quem venha o próximo!
Já ficámos a saber que "Pídeme lo que quieras y yo te lo daré" sairá em Portugal no primeiro semestre de 2016.
Ficam a conhecer a capa. Linda!


Por aqui não temos perdido um livro da autora publicado em Portugal. Relembramos as opiniões:
Deixo-vos a opinião à trilogia Pede-me o que quiseres, que nos conta a história de Eric e Judith
 
entrevista com a Megan Maxwell e a opinião a Surpreende-me, a "continuação" da trilogia

Opinião ao primeiro livro da duologia "Adivinha quem sou", com a história de Dylan (irmão de Tony) e Yanira
http://efeitodoslivros.blogspot.pt/2015/01/opiniao-adivinha-quem-sou.html
e ao segundo "Adivinha quem sou esta noite", conclusão da duologia sobre Dylan e Yanira.

Boas leituras!

Megan Maxwell é uma aposta

sábado, 14 de novembro de 2015

Opinião "As Gémeas de Gelo"


Wow, é o comentário desta leitora que gosta de intercalar os seus habituais romances com alguns livros diferentes e "As Gémeas de Gelo" cumpre com todos os requisitos ao proporcionar uma profunda e arrepiante viagem à vida dos Moorcroft, uma família devastada pela morte acidental de uma das suas gémeas.
Angus e Sarah viviam uma magnífica vida em Londres, com as suas duas gémeas mais que perfeitas, tão lindas, iguais e únicas mas desde o dia em que a tragédia bate à sua porta e a morte levou uma das suas gémeas que a normalidade e a perfeição é algo que dificilmente se encaixa na vida dos Moorcroft.

Uma mãe devastada, um pai que afoga a dor no álcool e uma filha que perdeu a sua gémea e que começa a perder também a sua identidade. 
Que segredo esconde o dia do acidente? Poderá um equívoco revolucionar a vida da família Moorcroft, obrigando-os a prolongar o luto não por uma filha mas pela que ele a julgavam estar viva?
Poderá a mudança para uma ilha isolada ser o curativo que esta família precisa ou o catalisador para mais desgraça? 

Além de a história ser arrepiante, se pararmos para pensar em tudo o que vamos descobrindo desde a mudança de Londres para a ilha, especialmente com a confissão da identidade da gémea sobrevivente e com a visão que a troca de narrador entre Angus e Sarah proporciona, o autor consegue ainda tornar tudo mais sombrio com as descrições detalhadas da zona onde se localiza a Ilha.
O enredo, onde somos levados a repensar o que sabemos ao longo da história toda, prende-nos na busca pela verdade mas também nos leva a viajar pelas Terras Altas da Escócia. Desafio-vos a googlarem os vários locais mencionados para que, de modo a completar a detalhada descrição do ambiente que os rodeia, consigam visualizar por completo o local gélido, isolado, cru mas estranhamento idílico que é a ilha (embora fictícia), parte das Hébridas no mar do norte.
E é do isolamento avassalador de Eilean Torrean, a ilha trovão, a que os Moorcroft chamaram de casa que desenrolamos o intrincado novelo de segredos, mentiras e culpa que amarra um pai, uma mãe e uma filha a um evento que os marcará até ao fim dos seus dias.

Soberbo este livro de estreia de S. K. Tremayne, um nome que fica irremediavelmente no radar

Uma leitura que prendeu esta leitora que ocasionalmente se aventura no género e que eu espero que agrade a leitores fieis e aos esporádicos como eu.

Boas leituras!

Uma aposta

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Opinião "After" de Anna Todd

Oh raios! Como é que é possível passar um livro todo a abanar a cabeça, a repreender personagens, a pensar no motivo do sucesso deste livro para depois acabar completamente chocada, presa e rendida ao fim e à sua continuação?


"After" de Anna Todd tem sido um estrondoso sucesso mas eu honestamente sinto que cheguei 10 anos e uns 10 livros mais tarde. Eu ja vivi, já li e já aconselhei/ouvi amigos em relações deste género, as de amor e ódio, aquelas que vão do riso aos gritos em segundos. Ler "After" não teve em mim o impacto que achei que iria ter mas fui obrigada a mudar de opinião quando cheguei ao fim. Sinto-me dividida e detesto quando isto acontece. Como é possível gostar e não gostar de uma coisa?

Ora acompanhem la o meu raciocínio. 
Por mais aventura e emoção que a entrada de um autêntico bad boy tem na vida de qualquer miúda dita normal, a dor que fica no final por vezes supera em larga escala os momentos bons, divertidos e ousados que proporcionou.
Quando conhecemos Tessa sabemos que aquela atitude controlada e rígida vai cair por terra no momento em que, fazendo jus ao "quanto mais me bates mais eu gosto de ti", Hardin a levar à loucura, acabando assim por a levar também na certa.
Filha de uma mãe que fez tudo para a trazer até à faculdade, incluindo gerir todos os aspectos da vida de Tessa ao ponto desta apenas se sentir livre pela primeira ao chegar à faculdade. E como todos os primeiros voos dos passarinhos, também o de Tessa foi desajeitado e desastroso.
A existência de Hardin nas imediações deixa-a a viver em campo minado. Bad boy da atitude arrogante até ao look e mulherengo até à raiz dos cabelos, Hardin desdenha de Tessa desde o primeiro momento em que lhe coloca os olhos em cima. Mas quem desdenha quer comprar e desde esse instante inicia-se um caminho acidentado, de altos e baixos, de gritos e discussões, de novas sensações e descobertas, de rebeldia, de liberdade, de dor...é, especialmente de dor e até ao final.

Eu gostei de ser surpreendida no final e de ficar presa no enredo e na continuação por esse motivo mas posso afirmar que a minha maneira de ser não consegue compreender a flexibilidade e aceitação de Tessa perante o descontrolo, as alterações de humor, a falta de comunicação e as mentiras de Hardin.  Deixem-me revoltar com isto, nenhuma miúda ou mulher se devia sujeitar a ser escondida, a ser um dirty little secret e acima de tudo, nenhuma mulher devia ser controlada como se não tivesse cérebro para pensar e tomar decisões. Mais importante ainda, nenhuma mulher deveria tolerar violência, física ou psicológica, muitos menos desculpar os maus comportamentos de um namorado ou marido "porque ele é assim", "ele faz estas coisas mas ele ama-me", "isto acontece porque ele anda stressado" ou a pior de todas "desculpa, a culpa é minha".

Talvez eu esteja a ver coisas onde elas não existem mas penso que com o final, muitas coisas ficam explicadas. Mas na minha opinião nada explica a atitude de Tessa. 
E pensar que demorei a entrar nas primeiras páginas porque a minha mente recorria à imagem do moço dos One Direcion (em que o Hardin foi inspirado) e eu não lhe acho graça nenhuma.
Novamente, 10 anos e 10 livros tarde de mais. Hardin...u got nothing on Travis Maddox!!!
Se fosses meu amigo levavas na tromba, forte e feio.

Mas agora tenho de ir ler o segundo, preciso de saber a verdade. PRECISOOOOO SABER A VERDADE!!!

Há livros que nos levam a loucura, aos vários tipos que há e no final, mesmo revoltadas pela loucura induzida, ficamos mortinhas por ler a continuação. 
After é tipo Mcdonalds, vamos lá, pedimos aquele hambúrguer gostoso, a cola e as batatas, comemos tudo numa revolta por sermos fracas mas completamente rendidas ao sabor, que é tipo droga para o nossos sistema. Pior, o segundo já tá aí e eu vou ter de pedir o sundae de chocolate e lambuzar-me mais um pouco. Raios!! Quando é que começo a ler livros sérios? :P

Tentei criar uma playlist mas não encontrei músicas que fossem perfeitas para a história mas mesmo assim deixo umas quantas avulso :P

Agora aguardo a vossa opinião. Please falem comigo! !!

A série After é uma aposta

Para mais informações consulte o site da Editorial Presença aqui.

O segundo livro já se encontra disponível aqui.