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quarta-feira, 14 de junho de 2017

Novidade Leya :: "Fantasia para dois coronéis e uma piscina"


Sinopse
Dois coronéis discutem Portugal à beira duma piscina, num monte alentejano. Nada lhes escapa. Duas mulheres mostram-se, em tudo, contrárias entre si. Um jovem vedor de água e jogador de xadrez, de muito bom feitio, arroja-se por essas carreteiras no seu estafado Renault 4. Um tio misógino aconselha sabiamente o sobrinho. Soraia Marina, capitosa cantora pimba, embala as almas simples. Gil Vicente e o pote de Mofina Mendes também marcam presença. E um narrador curioso intervém com as suas perspicazes considerações, sob o olhar sempre atento de um mocho e de um melro, que assistem e, às vezes, comentam.

"O certo é que Mário de Carvalho gosta de nós e, no fundo, quer apenas divertir-nos. Enfim, talvez dar também alguma instrução."
Rui Zink, in Prefácio

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Novidade Livros RTP/Leya :: "DINOSSAURO EXCELENTÍSSIMO"

DINOSSAURO EXCELENTÍSSIMO, de José Cardoso Pires, com prefácio de Carlos Reis e ilustrações de João Abel Manta é o novo livro da Coleção Essencial – Livros RTP


Dinossauro Excelentíssimo, é uma fábula satírica de José Cardoso Pires que retrata a vida de Salazar, a sua ditadura e o Portugal do Estado Novo num tom bastante irónico e amargurado. Carlos Reis designa a fábula de "relato violentamente satírico sobre a figura de Salazar" (verbete José Cardoso Pires, in Biblos, vol. 2, 213).
«Dinossauro Excelentíssimo está construído sobre o modelo de um género narrativo antigo e respeitável, a fábula, que em Cardoso Pires é objeto de uma refuncionalização apoiada na paródia e no poder de evocação simbólica da alegoria. A destinatária infantil várias vezes invocada (Ritinha) tem a ver diretamente com o culto de um género muito ligado, desde Esopo e Fedro, aos ensinamentos que se deduzem das afinidades comportamentais observadas entre animais e homens; ensinamentos que, entretanto, ganharam uma outra densidade quando a fábula se aproximou do ensaio filosófico cultivado por La Fontaine e pelo classicismo francês. … o desenho e a cor das ilustrações de João Abel Manta. Combinando por vezes a fotografia e a gravura, recorrendo a técnicas que lembram a colagem (ou dela provêm diretamente) e desenhando a traço grosso figuras com forte impacto caricatural, João Abel Manta acompanha e expande o impulso paródico que domina Dinossauro Excelentíssimo.» Prefácio de Carlos Reis

Uma novidade

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Resultado - PASSATEMPO 5ª ESSÊNCIA




Com um total de 1821 participações a participação vencedora é a nº 943
Cristina Pinheiro

A vencedora já foi notificada via e-mail. Obrigada.

Um passatempo com o apoio:

sábado, 12 de setembro de 2015

Passatempo 7000 fãs Facebook - 5ª Essência - Leya

É com imenso gosto que trazemos até os fãs e seguidores do Efeito dos Livros passatempos fruto das diversas parcerias que temos, cada passatempo celebra os 7000 fãs recentemente atingidos no facebook e contemplam as mais recentes novidades editoriais.
Esperamos que gostem e participem em muitos deles e os divulguem.

PASSATEMPO 5ª ESSÊNCIA


Passatempo termina a 26/09/2015.

Para se habilitar ao passatempo, preencha o formulário abaixo e siga as regras dos nossos passatempos:

ATENÇÃO - REGRAS:
- O preenchimento do formulário é obrigatório para se habilitar ao passatempo.
- Podem participar todos os dias, basta voltar a preencher o formulário.
- Só serão apuradas participações de fãs e/ou seguidores.
- Ser fã e seguidor, duplica as hipóteses de ganhar.
- Só aceitamos participações de residentes em Portugal.
- Sorteamos os prémios no random.org entre todos as participações.
- Não nos responsabilizamos por nenhum extravio. O prémio será enviado pela Editora.

domingo, 6 de setembro de 2015

Opinião "Grey" de E. L. James


Uma trilogia publicada pelo olhar inocente, posteriormente corrompido, de Anastasia Steele, a metade feminina da história “As Cinquenta Sombras de Grey” que fizeram da sua autora, E L James, uma mulher muito rica.
Esta história, colocando de parte se gostamos dela ou se a consideramos sequer literatura de qualidade, é uma máquina de fazer dinheiro e o zum-zum à volta do lançamento deste livro é prova disso. Quem leu a trilogia não vai perder a oportunidade de conhecer esta versão, mesmo já conhecendo a história.
O que esperar deste quarto livro? O que será que ganhamos com a leitura do primeiro capítulo da história contada pelos olhos e mente de Christian!?
Uma versão menos irritante (na minha opinião!), que desenterra mais podres do passado e que nos mostra um Christian em iguais partes cru e apaixonado, ainda antes de o ter percebido por sua conta e risco no que se meteu ao embarcar na cruzada que foi tentar vergar uma perfeita inocente aos seus gostos peculiares.
Quem leu e desistiu dos outros, quem leu e detestou, quem não leu e nem chega perto dos livros portadores do virús literário erótico de qualidade duvidosa e sobrevalorizada faz bem em se manter bem longe desta novidade que chega até nós dia 10 de Setembro, aniversário de Anastasia.

Eu que li os outros, que vi o filme (e talvez tenha de rever porque aquele final ainda me está entalado), termino a leitura deste lado da história dias antes do lançamento, onde estarei presente.
É que na realidade, a sorte passou-me a mão na cabecinha porque fui uma submissa obediente e acabei por ser escolhida pela página Mr. Grey Portugal como uma das vencedores do passatempo.

Depois conto-vos as novidades dia 8 :)
O meu obrigada à Lua de Papel e à Leya pela oportunidade

Até lá…
laters baby!

A edição portuguesa será lançada pela Lua de Papel, como aconteceu anteriormente com a trilogia.
Mais informações aqui


Relembro a opinião à trilogia

"As Cinquenta Sombras de Grey"

"As Cinquenta Sombras Mais Negras"

"As Cinquenta Sombras Livre"


E ao filme
http://efeitodoslivros.blogspot.pt/2015/02/as-cinquenta-sombras-de-grey-opiniao.html

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Haatchi & Little B, de Wendy Holden - Opinião


A história de Haatchi & Little B, será mais a história de um cão especial com um amigo igualmente especial, será assim que os vou recordar e acompanhar. Não sou "seguidora" do tema, seja ele, casos reais sobre crianças e/ou animais de estimação que salvam famílias, ou vice versa, no entanto, há alguns casos que roubam a minha atenção. Neste caso, Haatchi, o cão de três patas, como tantas vezes vem referido no relato, roubou a minha atenção e tive imensa vontade de conhecer mais de perto a sua história. Mais de perto ainda seria interagir com ele, mas quem vê os video e lê o relato de Wendy Holden percebe o quanto este animal deve ser especial. Há logo algo no seu olhar, no seu focinho, em toda a sua expressão que denuncia uma ternura e uma entrega que devem realmente ser tocantes.
No entanto, este relato tem ainda mais um detalhe interessante que é o facto de Little B ou Owen ser portador de uma doença da qual nunca tinha ouvido falar e que também me interessou à partida. Estou sempre mais inclinada para ler sobre Autismo e Asperger, mas existem outras doenças ou síndromas sobre os quais também gosto de ler e até lamento que o relato deste livro não aprofunde mais as causas, a sintomatologia ou os tratamentos para a síndrome Schwartz-Jampel.


A doença genética de Owen e a mutilação de Haatchi são duas situações tocantes e que conquistam a atenção de muitos e isso vem sido revelado pelo constante apoio, mesmo antes da publicação do livro e da expansão que o mesmo tem feito mundo fora. São expressões como «beijos nas pintas» ou «orações caninas» que conquistam e nos fazem, por vezes, esquecer toda a dor e luta por detrás desta história envolvente e cheia de ternura. 
«O laço que os une é lindo», diz a certa altura a madrasta de Owen e grande impulsionadora de inúmeros acontecimentos na vida destas duas vidas, mas também na de Will, pai de Owen. 


Apesar de todo o lado de superação e de lição de vida que este livro passa, há também variadíssimo conhecimento, especialmente sobre programas de apoio, concursos, prémios, sites, instituições... tanta e tanta informação que pode ajudar em outros casos ou até dar ideias de como instituí-los no próprio país. O prémio Friends for Life, o British Animal Honours ou o London Pet Show são exemplos disso. 

A recaída de Haatchi e o próprio acidente, aquando do abandono, ensinam inúmeras coisas sobre cães e terapias para os tratar e ajudar, que nos faz perceber a quantidade de possibilidades que têm vindo a ser desenvolvidas, tal como se faz para com as pessoas. Conhecia as próteses, mas o recurso à hidroterapia e até à acupunctura eram tratamentos dos quais não tinha conhecimento e que pelos vistos têm resultados comprovados. Há também a alimentação com crus, que o livro poderia explorar mais, julgo que para quem tem animais seria um dado importante.

Só posso recomendar que leiam e que se deixem envolver por esta história que se pode ligar a tantas outras. Muitas coisas erradas podem acontecer pelo caminho, mas muitos mais obstáculos são ultrapassados e julgo que é disso que este livro trata de mostrar. 
Se o início é chocante e revoltante, especialmente no abandono de Haatchi, mas também na impotência perante a doença rara de Owen, o final chega a ser hilariante com os votos de casamento de Colleen e Will, demonstrando que a família venceu e saiu fortalecida para todas as próximas batalhas.

Fica o pequeno documentário A Boy and his dog, que já ganhou um prémio BAFTA.


Vejam mais e vão seguindo a história na página oficial do facebook, aqui.

Uma leitura com o apoio:

terça-feira, 6 de maio de 2014

"O perfeito Nazi" de Martin Davidson, Opinião

Foi com grande entusiasmo que agarrei neste livro, sendo de um dos temas que prefiro para as minhas leitura. Confesso, estava a espera de algo surpreendente, no entanto, isso não aconteceu!
Esperava da leitura do livro um ponto de vista que nunca tivesse lido, esperava um relato na primeira pessoa, que me mostrasse a vida, os motivos, os acontecimentos e que me explicasse o mundo (o entendimento do mundo da perspectiva nazi!) e todos os seus factores, que levaram milhões a abraçar uma ideologia que quase destruiu o mundo que conhecemos ou pelo menos ia destruindo...

Foi com muita pena que constatei que por muito que a ideia do livro fosse essa, o autor não o consegue fazer. Falta algo neste livro para ser genial, falta o relato efectivo e vivido da personagem principal, Bruno Langbehn, o avô do autor, o perfeito nazi. Seriam preciso relatos pelas próprias palavras deste nazi convicto!

Apesar de se basear na história do seu avô e de ter ido investigar o seu passado, com base em documentos oficiais e ter percorrido e examinado cada ano como um membro efectivo do partido nazi e das forças das SS, continua a faltar o depoimento, quase que a confissão... faltam as palavras de Bruno, mas talvez assim ficasse demasiado chocante e até mais perturbador.

Mesmo assim é um livro que eu aconselho para quem gosta da temática, um documento histórico que consegue enquadrar varias décadas de história. Sem deslumbrar o leitor, já que o relato assume um tom informativo e histórico e não de julgamento, logo não toma partido nem pelo lado de julgar nem pelo lado de desculpar. Em parte, Martin Davidson quer expor o que Bruno Langbehn foi, sem apoiar o nazismo, mas também sem incriminar o avô. Talvez seja este lado menos tendencioso que torne o livro menos quente, menos especulativo, mas não lhe retira mérito e interesse.

Um livro histórico que expõe, sem pudor a segunda guerra mundial, tanto do lado dos Alemães como depois do lado Soviético, bem como dos aliados, tentando sempre com a perceptiva humana. O desenrolar dos factos está sempre como justificação para os actos de Bruno sempre com a ideia de tentar enquadrar os seus actos e motivações, sempre com a ideia de nos mostrar porque razão ele fez o que fez, como o fez, e que motivos teria para o fazer, tentando mostrar que qualquer um, que tivesse o "encantador de multidões" - Hitler - a mandar, poderia ser um dos seus fieis seguidores, pois o povo facilmente é convencido a deixar os seus ideais e as suas regras, basta que para isso as justificações sejam válidas e apresentem soluções aos seus problemas. É claro que a forma de comando é também muito importante... talvez sejam estas as maiores conclusões que o livro nos pretenda dar.

Uma leitura com o apoio da TEXTO, uma chancela Leya


Saiba mais sobre o livro, aqui.



quarta-feira, 19 de março de 2014

"A Gloriosa Bicicleta" de Laura Alves e Pedro Carvalho - Opinião

Como entusiasta da bicicleta e sendo parte de uma sub tribo de ciclistas, assumo-me como um puro "Bttista" daqueles que usam calções de licra, camisa cheia de cores fluorescente, capacete e camel bag, daqueles que gravam todos os tracks e querem saber quantos km, as distâncias, a velocidade, um ciclista que mais parece uma cabra da montanha (cognome pelos autores do livro) que adora saltar pedras, montes e vales... No entanto, este era sem dúvida, um livro que não podia deixar de ler!

A Gloriosa Bicicleta é um compêndio de instruções para iniciantes, um manual para viver a bicicleta num estado urbano, um livro que tenta desmistificar todos os aspectos de viver e sentir a bicicleta num ambiente urbano como Lisboa.

Pedalando livro afora, vamos percorrendo os capítulos com entusiasmo desde a primeira à última página. Na introdução encontramos pormenores da história da bicicleta, desde os seus inventores até detalhes mais actuais. Alguns factos eram desconhecidos para mim, que me fez ir à procura e alargar conhecimentos, nomeadamente a história da bicicleta em Portugal.

Temos ainda capítulos para perceber a mecânica, os equipamentos extra, a importância do cadeado, as luzes, os capacetes e ainda, as novas regras, direitos, mas também deveres para os ciclistas.

Vibrei com este livro, soltei imensas gargalhadas e aliás, ri-me de mim mesmo e do ridículo que são algumas situações. Como já disse, sou um entusiasta da bicicleta e muitas das vezes revi-me em situações, em hábitos, grupos e comportamentos descritos no livro, tendencialmente tenho a vertente do BTT que por vezes é "gozada" durante o livro, mas qualquer pessoa que ande de bicicleta e ame o desporto que isso é, assume um traço de ridículo que pode ter, "homens de pernas depiladas, vestidos de licras multicolores, armados de equipamentos topo de gama" temos de convir que é de gozar... ainda assim estou muito confortável com a minha masculinidade e confesso que o calção acolchoado é um bem essencial à pedalada.

Foi um livro que me fez rir muitas vezes e desejar partilhar o que lia, fez com que por vezes interrompesse as leituras da minha cara metade para lhe ler as partes mais hilariantes.

Se gostas de bicicletas e se queres viver mais um pouco da vida sobre sob rodas... tens de ler este livro!



Uma leitura com o apoio da TEXTO EDITORES - LEYA

domingo, 16 de março de 2014

RESULTADO - 6º PASSATEMPO - - Já somos 4000 no Facebook!

SIMPLESMENTE POR AMOR ÀS BICICLETAS!!!


Fica um passatempo sem igual ;)

Com o recente apoio da TEXTO EDITORES, ficam com este livro exemplar!
Passem também pela página dos autores/livro, presente no facebook.
*
RESULTADO DO PASSATEMPO 

Com 875 participações, a participação vencedora foi a Nº 128 - Alexandre dos Santos.
O vencedor irá ser contactado via email e o envio será efectuado pela editora.
*
Novamente com o apoio da LEYA!

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Divulgação - III Guerra Mundial O Fim da Europa

Com uma crise cada vez mais alargada e a afectar cada vez mais países, tanto na Europa como nas Américas, já deve ter passado pela cabeça de muitas pessoas o inicio de uma nova grande guerra.

O autor brinda-nos com este titulo, que me deixa-me curioso com o seu interior, um livro a ter debaixo de olho nos próximos tempos.

Deixo-vos com o booktrail para abrir o apetite


Um Romance No Início da III Guerra Mundial, O Fim da Europa, o novo romance de NUNO NOGUEIRA SILVA

Rute estava a fazer um documentário para a televisão independente, sobre a continuidade da União Europeia com os países a viver numa crise profunda, quando é raptada em Berlim. Johnny vai, vasculhar Berlim à sua procura. E se tudo não passar de um plano, para dominar a Europa. Aproveita-se dos países sem dinheiro obrigando-os a vender a própria pátria. Um romance que conta como viver e amar no início da III guerra mundial. Casota do Lobo 15, de Julho de 2020 Standt Park Steglitz Berlim Os delírios de Rute e as viagens do seu coração enrolados em lençóis cor-de-rosa, eram quebrados pelo impacto do alicate, frio e áspero em contacto com o seu dedo do pé. Um dos homens agarrou numa perna com força, e outro com uma mão segurou o pé, num movimento brusco apanhou a unha do pé esquerdo de Rute, com o alicate empunhado. Já não podia gritar, tinham-lhe tapado a novamente boca, desta vez com fita adesiva. Rute tentava a todo o custo desviar o pé das mãos monstruosas daqueles dois homens que se pareciam mais com monstros sem sentimentos.

Informações do site LEYA, veja mais aqui.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

«A Última Canção da Noite» de Francisco Camacho - Opinião

Conceda a si mesmo uma última dança. Usufrua desta «A última canção da noite» como se de um doce, um mimo se tratasse.
Francisco Camacho brinda-nos com uma imaginação fértil e uma escrita exemplar, trazendo até ao leitor uma saga musical.
Jack Novak, guitarrista dos Bitters, desapareceu! David Almodôvar, crítico musical, a desaparecer... Vera, fugida, Lola caída no esquecimento e Capri, um charlatão à procura da nova oportunidade, personagens fortes que imprimem um ritmo acelerado e intenso a todo o enredo.


Pense neste livro como num Best Off. Um álbum duplo, recheado de sucessos, de grandes êxitos.
Cada capítulo é como um solo, ora a bateria, para períodos de guerra, ora uma guitarra para períodos, talvez, de maior sensibilidade e paixão, ora uma voz rouca e meio arrastada que dá um tom nostálgico às memórias que compõem a vida.
É no desenterrar dessas memórias como quem redescobre grandes êxitos do melhor rock'n'roll que Francisco Camacho constrói a vida, a carreira e a alma de uma grande banda - Bitters. Uma banda aclamada pela crítica que bebeu das melhores influências, tal está exposto no roteiro musical que o próprio livro é!
E para o qual o autor fez uma playlist e eu, sem saber, fiz outra. A minha garante-vos pelo menos 10 horas de música. Não se preocupem, o livro lê-se muito mais rápido, no entanto, se se perderem como eu pelas músicas, levarão certamente mais tempo.



A relação entre David e Jack releva uma perspectiva muito mais humana, que dá à música e aos que lhe dão corpo uma aura muito mais terrena. É olhar um ídolo como quem olha um amigo, talvez um amigo mágico e com super poderes, assim ao jeito de herói do fantástico... mas até os heróis precisam de ajuda.

Um romance que molda a nossa forma de olhar as relações, colocando em causa a autenticidade de cada um e quanto o passado e as origens condicionam as escolhas e os caminhos que seguimos.
É igualmente um romance que abre caminho para o acaso e a beleza de aproveitar cada momento como se fosse o último.

A escrita de Francisco Camacho é simples, concisa, mas muito rica, colorida, detalhada, quase como uma fotografia instantânea, assim ao jeito de uma polaroid, sem retoques nem polimentos. O roteiro musical dá vontade de ir rebuscar velhas cassetes e um walkman e sair estrada fora, então para quem já saiu daqui sem rumo definido, sabendo apenas que Marrocos era o alvo, sem gps ou altas tecnologias... deixa ainda um travo nostálgico ainda maior.

«A Última Canção da Noite» é uma melodia simples, mas intensa, numa voz peculiar e inquieta, que nos arrebata com enorme paixão.

A minha recolha musical tentou ser o mais fiel possível ao roteiro que o livro nos dá, no entanto, não resisti a incluir um tema para a aventura marroquina e também um pequeno apontamento para a Lola.

Uma leitura com o apoio D. Quixote

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

"Os demónios de Álvaro Cobra" de Carlos Campaniço - Opinião

"Quando Álvaro Cobra a despiu com os seus dedos grossos e desajeitados e a pôde, finalmente, ver nua sobre a cama, pensou que se tratava de um milagre, num tempo em que já não havia milagres sobre a Terra, por se ter esgotado a capacidade inventiva dos santos ou a benevolência pedregosa dos homens. Todavia, do mal dos divinizados não padecia o lavrador Álvaro Cobra, que possuía uma imaginação sem arreios..."
Carlos Campaniço oferece-nos uma galeria de personagens inesquecíveis, que vão de um anarquista à dona de um bordel ambulante, e recicla de forma original o realismo mágico para revisitar as virtudes e os defeitos das pequenas comunidades rurais do nosso Portugal.
Tendo como editora, Maria do Rosário Pedreira, a obra de Carlos Campaniço foi editada em Abril de 2013 pela Teorema, chancela do Grupo Leya. O mesmo título foi destacado com o Prémio Literário Cidade de Almada 2012


É nessa imaginação sem arreios que Carlos Campaniço traz até ao leitor um livro que é puro deleite. Este «Os demónios de Álvaro Cobra» é uma preciosidade tal qual o seu Alentejo, na aldeia de Medinas, e que lhe serve de pano de fundo para todas as maleitas dos Cobra, uma família cheia de eventos e raridades que tocam o bizarro.

O retrato rural, mágico e até surreal do nosso Alentejo é muito bem recheado com personagens assombrosas e dignas de "se lhe tirarem o chapéu". Se o próprio Álvaro Cobra é uma achado, a avó centenária não lhe fica atrás ou a irmã brasa, mesmo meio morta, não deixa de dar mais vivacidade à história.

Se as maleitas e enguiços associados à tenacidade ímpar dos Cobra é por si só dúbia, junte-se ainda, cristãos (precocemente convertidos), árabes e judeus, tudo em ampla convivência, num Alentejo que se reinventa por entre cultos pagãos para uma nova fé monoteísta!? 

Para além de religião e culto, encontramos também lendas e mitos associados não só às tradições populares alentejanas, como também do cunho cultural e geográfico herdado da ocupação árabe. O próprio autor afirma a necessidade de se escrever sobre o que se sabe, passando assim ao leitor uma maior credibilidade e conferindo um papel mais forte e real a toda a história.

Apesar de toda a magia que envolve e caracteriza o desfile de personagens deste romance, reconhecem-se nos traços pessoais de muitos deles, muitos de nós, actuais ou antepassados, demonstrando uma óptima análise do ser-se português nas palavras rebuscadas e sonhadoras do autor.

Carlos Campaniço brinda às gentes da aldeia e presta-lhes uma homenagem. É nesta passagem de testemunho que se imortaliza a tradição oral das estórias das gentes, das bichanisses que se cochicham e das histórias orelhudas, que de tanto serem contadas passam a ser verdadeira. Apesar de negra, a história é rica em graciosidade. É a linguagem, é a forma como o autor enlaça os acontecimentos e as personagens, conferindo, mesmo aos regionalismos mais brutos uma certa magia que os tornam belos.

É quase impossível destacar partes deste livro, pois são inúmeras e tenho o livro todo etiquetado, mas existem frases que são verdadeiras tiradas de mestre e nos transportam para uma outra dimensão de pensar a realidade. A ideia da solidão da morte e de o morto (o pai Cobra) não conseguir conviver com essa mesma solidão. Ou o recuo do exército de sapos, não pelos desígnios de deus, mas pelas mezinhas de nómada de Clarinha. Talvez a piada com o nome do padre Jesuíno (Je, do pai e suíno da mãe) ou outras tantas, sejam ainda mais do que o são, se lermos as entrelinhas... a religião pensada com o pragmatismo das gentes simples e que procuram a paz na opinião alheia... a importância de Miss Margot e os pares de pernas de deusas que vêm aliviar as noites... neste livro até o sexo tem cheiro a terra e os dissabores brutos das intempéries.

A própria ligação dos personagens à terra ou a comunicação paranormal com os animais, vista como bruxaria em algumas vezes, mas solução divina, quando assim é preciso. A divagação sobre o credo e tendências de culto tida nas páginas 94 e 95 é simplesmente deliciosa e por certo um pouco de todos nós se revê nalguma daquelas imagem - afinal de contas quem é não vai à apanha da espiga e põe o raminho atrás da porta!?

Em suma, os demónios que apoquentam Álvaro Cobra podem ser os que atormentam qualquer homem, nem santo nem bruxo, esta é uma história dos homens, onde a fé, a dor, o amor, a solidão, a morte, a tristeza e a alegria convivem todos os dias, tornando-nos parte da terra, parte do pó dos dias!


Este livro chamou-me pela primeira vez à atenção pelo título, depois o amigo e conselheiro de leituras Jorge Navarro leu e recomendou e logo de seguida, também Mário Rufino, leu e destacou e como tal, não me poderia passar ao lado. Mais tarde apanho também a entrevista que aconteceu antes do lançamento e na qual gostei bastante de ouvir o autor.
Neste Verão chegou a oportunidade de o ler e fico muito feliz de só agora me despedir dele, revisitando-o e escrevendo sobre ele, pois foi mais uma oportunidade de saborear algumas das passagens que fui destacando.

Para quem ainda não leu, leia! Boas Leituras.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Crime à hora do Chá - Volume 2

Depois de ler "Morte na Aldeia" fiquei de olho nesta colecção. Mais chá, bolinhos e mistério do bom?

Crime à Hora do Chá - Volume 2
» Excerto «

Sinopse
O primeiro mistério do casal de detectives Charlotte e Thomas Pitt Enquanto as irmãs Ellison - Charlotte, Sarah e Emily - visitam amigos e tomam chá nos melhores salões londrinos, uma das suas criadas é brutalmente assassinada. Para Thomas Pitt, o jovem e pacato inspector destacado para o caso, ninguém está acima de suspeita. A sua investigação na requintada casa da família Ellison vai provocar reações extremas: para uns, será de absoluto pânico; para outros, de deselegante curiosidade; para a jovem Charlotte será algo mais íntimo e empolgante. Algo capaz de levar Thomas a perder momentaneamente o seu instinto detetivesco e a andar com a cabeça nas nuvens. Mas sobre o casal pairam sombras impossíveis de ignorar: Charlotte é uma menina da sociedade e Thomas pertence à classe trabalhadora... e o assassino que atormenta as ruas da cidade continua à solta, implacável. 


sexta-feira, 31 de maio de 2013

Passatempo 900 seguidores - «O Impérios dos Homens Bons» de Tiago Rebelo


Com a apoio da ASA estamos a oferecer o novo romance de Tiago Rebelo


Sigam o LINK para acederem ao passatempo também no facebook e divulgarem-no.
DIVULGUE-O!!!

Atenção: O preenchimento do formulário é obrigatório para se habilitar ao passatempo.

Regras:
Só uma participação por pessoa. Para quem indicar nome de seguidor e fã no facebook, a participação vale por duas. E aparecerem nas recomendações, conta mais uma vez. 
Gosto e partilha pública (quando a participação for no facebook)
Ser seguidor (quando a participação for no blogue)
Sorteamos o livro no random.org entre todos os participantes.
Só aceitamos participações de residentes em Portugal.
O passatempo é válido até sexta, dia 17/06/2013!!!
Não nos responsabilizamos por nenhum extravio, caso o vencedor queira o envio do livro em correio registado, deverá cobrir as despesas de envio.
Ao fim de apurado o vencedor este tem 7 dias a contar da data de o termos anunciado para nos enviar os dados para onde remeter o livro, findo esse prazo, o vencedor perde o direito ao livro/prémio.

DIVULGUEM AO MÁXIMO - OBRIGADA!!!

quinta-feira, 16 de maio de 2013

«Em Território Pirata» Michael Crichton


Michael Crichton, autor largamente aclamado, seja pelo seu lado mais fantástico e que talvez ainda povoa o nosso imaginário, ou não fosse ele o criador de Jurrásico Parque, mas também de uma das séries televisivas com maior sucesso e duração (dentro do género) - ER - Serviço de Urgência. Por isso, só se poderia esperar uma narrativa cuidada, intensa e um enredo recheado de aventura e de um conto de fadas, ou melhor de piratas...

Se um dia se imaginou de papagaio ao ombro, barba ruiva, perna de pau, uma pala no olho e um gancho na mão direita... eis o livro ideal para si, que nos cativa para este mundo do imaginário.

«Em Território Pirata» o leitor vai entranhar-se no mundo do piratas, corsários e malfeitores das marés.
A aventura da caça ao tesouro em ilhas perdidas e praias escondidas, aventuras e desventuras do capitão Charles Hunter... e a sua tripulação de astutos, matreiros, ardilosos piratas...

Com a dose certa de fantasia e uma história muito bem elaborada, o autor faz-nos desejar um mundo muitas vezes sonhado pelas crianças, mas por vezes também por adultos.

Michael Crichton consegue envolver-nos na trama, levando-nos a navegar pelas ruas de Port Royal, leva-nos ao interior de belos barcos, descreve-nos as ilhas deste continente esquecido, revela-nos as pessoas, os becos e bairros, a cidade num todo, como cenário idílico para piratas, ladrões e mulheres ardilosas. As descrições moderadas mas estratégicas, conseguem transpor o leitor para esta realidade imaginária, fazendo-nos quase sentir as cores os cheiros e os sabores que rodeiam os personagens.

Tem coragem para se fazer ao Novo Mundo?
Serão vocês capazes de descobrir este tesouro?


Uma edição Livros D'Hoje, mais informações do livro aqui

terça-feira, 16 de abril de 2013

«No Meu Peito Não Cabem Pássaros», o primeiro livro de Nuno Camarneiro

«Quem nunca quis dormir até a vida ser um lugar praticável, quem não conhece o desconsolo de vestir cada dia uma pele curta nas mangas (…)»

O que mais posso dizer...


Obrigada Maria do Rosário Pedreira!



Sinopse do livro:
Que linhas unem um imigrante que lava vidros num dos primeiros arranha- céus de Nova Iorque a um rapaz misantropo que chega a Lisboa num navio e a uma criança que inventa coisas que depois acontecem? Muitas. Entre elas, as linhas que atravessam os livros. Em 1910, a passagem de dois cometas pela Terra semeou uma onda de pânico. Em todo o mundo, pessoas enlouqueceram, suicidaram-se, crucificaram-se, ou simplesmente aguardaram, caladas e vencidas, aquilo que acreditavam ser o fim do mundo. Nos dias em que o céu pegou fogo, estavam vivos os protagonistas deste romance - três homens demasiado sensíveis e inteligentes para poderem viver uma vida normal, com mais dentro de si do que podiam carregar. Apesar de separados por milhares de quilómetros, as suas vidas revelam curiosas afinidades e estão marcadas, de forma decisiva, pelo ambiente em que cresceram e pelos lugares, nem sempre reais, onde se fizeram homens. Mas, enquanto os seus contemporâneos se deixaram atravessar pela visão trágica dos cometas, estes foram tocados pelo génio e condenados, por isso, a transformar o mundo. Cem anos depois, ainda não esquecemos nenhum deles. Escrito numa linguagem bela e poderosa, que é a melhor homenagem que se pode fazer à literatura, No Meu Peito não Cabem Pássaros é um romance de estreia invulgar e fulgurante sobre as circunstâncias, quase sempre dramáticas, que influenciam o nascimento de um autor e a construção das suas personagens.


Uma leitura com o apoio 
Uma chancela LEYA 

Adquiria este livro através do Site Leya Online, na Livraria Efeito dos Livros

Morte na Aldeia de Caroline Graham, AS

"Ao contrário do que possa parecer, uma aldeia inglesa nunca dorme..."

Um livro que junta uma escrita igualável a Agatha Christie e um título que está considerado no Top 100 dos melhores Policiais de sempre. Um policial pela mão da internacionalmente aclamada Caroline Graham, escrito em 1987, brindando os leitores com a tradição do policial britânico e a excentricidade da criminalidade rural.


Sinopse

Badger's Drift é a típica aldeia inglesa onde todos se conhecem e, aparentemente, nada acontece. Tem um vigário, um médico desastrado, umas quantas figuras excêntricas e uma solteirona amorosa, famosa pelas suas bolachas caseiras. Mas quando a velhinha morre subitamente, a sua melhor amiga não se conforma. Ela sabe que aquela morte não foi natural. O inspector-chefe Barnaby e o incansável sargento Troy não têm alternativa senão investigar. E o lado sombrio da pitoresca aldeia começa lentamente a ser revelado. Perante velhos ressentimentos e novas rivalidades, ódios intensos e paixões dissimuladas, Barnaby está cada vez mais alarmado. Infelizmente, um segundo e hediondo crime vai confirmar as suas piores suspeitas.


 Morte na Aldeia foi considerado um dos 100 Melhores Policiais de Sempre 
pela Crime Writers' Association.

“A melhor escritora de policiais desde Agatha Christie” 
The Sunday Times

Uma aposta ASA - Edições Leya


Francisco Salgueiro os seus "fins" da INOCÊNCIA 1 e 2

O fosso geracional agora em livro.

A análise à realidade dos adolescente portugueses.
Um diário, uma exposição, uma "denúncia" dos perigos a que estão expostos os adolescentes e pré-adolescentes.
Uma chamada de atenção, um alerta para ser lidos por pais, educadores, e não só!

Mas por enquanto, ficam as imagens e as palavras do autor...

Trailer do primeiro livro - «O Fim do Inocência»


Trailer do segundo livro - «O Fim do Inocência 2»


Entrevista na Livraria Ideal
Sob o efeito do livro 1



Avizinha-se outro livro polémico e uma leitura a um ritmo alucinante... assim esperamos.
Mais informações aqui http://franciscosalgueiro.blogspot.pt/
ou aqui https://www.facebook.com/OFimDaInocencia


Uma leitura com o apoio




quinta-feira, 11 de abril de 2013

«Debaixo de Algum Céu», Nuno Camarneiro - Opinião

Desde «O Retrato de Dorian Gray» de Oscar Wilde ou «O Filho de Mil Homens» de Valter Hugo Mãe que eu não me sentia tão arrebatada pelas palavras que se desenrolavam debaixo dos meus olhos.
As palavras de Nuno Camarneiro são verdades debaixo dos nossos olhos, e é no debaixo que está o problema. Nem sempre o que está perto nos envolve, nem sempre o que é óbvio nos chama à atenção.
O enredo de «Debaixo de Algum Céu» é mesmo isso, de algum, de mim, de ti, dele, do outro, alguém ao nosso lado, vocês... os outros - é o somos todos e não é nenhum!
Mentira! Acontece a mim, acontece a todos!

A Margarida, o David ou a Beatriz, entre outros, todos eles têm um pouco de nós e um pouco dos outros, basta olhar, mas olhar com olhos de ver!

"Abria os livros e tocava as páginas com os dedos e com os olhos, sem ler, sem nunca ler para que os mistérios do homem que amou não lhe fugissem. Um dia cansou-se dos livros e procurou um gato..."

O desenho bem delineado que Nuno Camarneiro faz de cada personagem, é preciso, é real, é preocupado, fica preso à rotina rotineira, calendarizada, encaixada... nefasta, mas segura!
No entanto, o leitor ganha a liberdade e pode, assim como que colorir cada uma delas, com as cores do mar, a rudeza da areia, a textura dos desejos, os cheiros dos beberetes festivos ou então deixá-los a preto e branco, acentuando-lhes a cruz que carregam ou ainda em tons sépia, esbatendo-lhes os sonhos e as ideias, numa mancha mais uniforme, unificando-os, unificando-nos!

"Um pedaço de corda azul, um búzio, algumas garrafas de plástico, dois caranguejos, uma bóia... Moço recolhe cada pedaço (...) Há coisas que lhe servem a ele e a mais ninguém..."

Encaixilhando o desenho, amarrando ideias e vidas, há um organismo que pulsa, sobe e desce, carregando as angústias, as surpresas, as traições, as pequenas vitórias... como um elevador de onde entra e sai gente.
Talvez o prédio, seja um Lote A aqui ou um Nº 8 ai, o que é certo a cada um de nós, é que todos temos um prédio, aquele onde as paredes e os tectos "são barreiras importantes feitas pelas mãos a espelharem cabeças".

Temos ou não temos um prédio chamado sociedade apelidado de cultura e intitulado de comunidade ou até coroado de Humanidade!? Igualemos as paredes às leis, os tectos aos valores, as escadas às liberdades, as portas às oportunidades... e temos ou não um prédio comum a todos!?

"Nenhum mundo pode ser perfeito se não tiver lugar para homens imperfeitos. No limite (...) a excentricidade como premissa."

Na premissa de sermos excêntricos, precisaremos de um dicionário para cada um de nós? Um deus pessoal e intransmissível? Quiçá um prédio só para nós?

«Debaixo de Algum Céu» está pensado para nos fazer pensar, talvez até nos educar - a sabermos olhar melhor, sentir melhor e largarmos os fantasmas, não só os do passado mas mais ainda aqueles "de gente viva, porventura os piores..."

"Deus é bom mas liga pouco a pormenores."
Façamos o mesmo, esqueçamos mais o umbigo que é o apartamento e pensemos mais no prédio, que é o mundo!

«Debaixo de Algum Céu» é o lugar ao céu, o céu que é de todos!

*

Quero deixar um especial agradecimento à LEYA por nos terem brindado com a oferta deste livro excepcional.

Se quiser adquirir este livro online, pode fazê-lo através da Livraria Online Efeito dos Livro, consulte
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segunda-feira, 18 de março de 2013

Livraria Leya Efeito dos Livros - Conheçam!



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