sexta-feira, 17 de abril de 2015

Trilogia Freelancer :: 2º Volume "A Espia do Oriente"

Quem nos segue por aqui sabe que apoiamos o Nuno Nepomuceno e a sua Trilogia Freelancer, por isso, é com imenso gosto de divulgamos o lançamento do 2º volume, "A Espia do Oriente", já agendado para dia 6 de Maio.
Apontem ai!
E se ainda não leram o primeiro volume, levantem-se e saiam com direcção à livraria mais próxima.

Sinopse

DÚVIDA. CONFIANÇA. TRAIÇÃO.

Dubai, Emirados Árabes Unidos.
De férias na região, um investigador norte-americano é raptado do hotel onde se encontrava instalado. Uma nova pista sobre um antigo projecto de manipulação genética é descoberta e a Dark Star, uma organização terrorista internacional, está decidida a utilizar os conhecimentos deste cientista para ganhar vantagem.
Contudo, de regresso à Europa, uma das suas operacionais resolve trair o sindicato do crime e oferece-se para trabalhar como agente dupla ao serviço da inteligência britânica. O mistério adensa-se quando esta mulher, de nome de código China Girl, impõe como única condição colaborar com André Marques-Smith, o director do Gabinete de Informação e Imprensa do Ministério dos Negócios Estrangeiros português e espião ocasional.
Obrigados a trabalhar juntos para evitarem um atentado a uma importante líder europeia, uma atmosfera tensa, de suspeição e desconfiança, instala-se de imediato entre os dois. Mas que segredos esconderá esta mulher, cujo próprio nome é uma incógnita? Serão as suas intenções autênticas? Será o espião português capaz de resistir à sua invulgar e exótica beleza?

Vencedor do Prémio Literário Note! 2012, Nuno Nepomuceno regressa com A Espia do Oriente, o segundo livro da série Freelancer. Por entre os cenários reais de Budapeste, Berlim, Londres, Courchevel, Dubai e Lisboa, o autor transporta-nos para um mundo de mentiras, complexas relações interpessoais, e reviravoltas imprevisíveis. Uma reflexão profunda sobre os valores tradicionais portugueses, contraposta com a sua já habitual narrativa intimista e sofisticada, e que vai muito além do tradicional romance de espionagem.


A trilogia Freelancer é uma aposta Topbooks

Relembro a opinião ao 1º Volume "O Espião Português" pela Elsa e pelo CaracolLiterário.

Comecei a ler...

Uma das últimas aquisições à estante aqui da metade colorida. Um livro de 2009 mas que já me passou pelas mãos numa altura em que não comprava muitos livros. Desta vez não resisti e "Por Treze Razões" veio para casa comigo.

Sinopse
Naquele dia quando Clay regressou da escola, encontrou à porta de casa uma estranha encomenda com o seu nome escrito, mas sem remetente. Ao abri-la descobre que, dentro de uma caixa de sapatos, alguém colocara sete cassetes áudio, com os lados numerados de um a treze. Graças a um velho leitor de cassetes Clay prepara-se para ouvi-las quando é sobressaltado pela voz de Hannah Baker de dezasseis anos, que se suicidara recentemente e por quem ele estivera apaixonado. Na gravação, Hannah explica os seus treze motivos para pôr fim à vida, que a cada um deles correspondia uma pessoa e que todas elas iriam descobrir na gravação o seu contributo pessoal para aquele trágico desfecho.

E no final pretendo vasculhar o site do livro (aqui)
Mais informações no site Editorial Presença

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Novidade Jacarandá :: Deslumbra-me

Absorvente e dramático, Deslumbra-me é uma história sobre a natureza do talento, as escolhas que temos de fazer para alcançarmos a realização pessoal e como nunca conseguimos verdadeiramente fugir dos segredos do passado.

Sinopse
Durante anos Joan tentou esquecer o passado e encontrar paz e satisfação no papel de mulher e mãe. Naquele pacato subúrbio californiano, poucos conhecem a sua emocionante história - a história de uma jovem bailarina americana que, em Paris, se envolveu num romance apaixonado e sem futuro com Arslan Rusakov, a maior estrela do ballet russo. Após ter desempenhado um papel fundamental na sua deserção, Joan despediu-se dos palcos para sempre, de coração partido por Arslan e desiludida com a sua carreira modesta.

Mas quando o seu filho se torna um bailarino prodigioso, Joan é de novo atraída para o mundo que julgara ter deixado para trás - um mundo onde se reencontra com segredos perigosos, Arslan e o desejo por aquilo que nunca poderá ter.


 http://www.presenca.pt/livro/ficcao-e-literatura/romance-contemporaneo/deslumbra-me/?UDSID=%A7%A7%A7%A700150415155630002573866624%A7%A7%A7%A7

Novidade Quetzal :: "Alguém para tomar conta de mim"

«Alguém para Tomar Conta de Mim acaba de sair e já valeu a Yrsa Sigurdardóttir o rótulo inevitável de “a resposta islandesa a Stieg Larsson”.»
The Independent

Uma nova história da aclamada série de thrillers, protagonizada por Thóra Gusmundsdóttir. Uma brilhante prestação na escrita policial. A multipremiada islandesa Yrsa Sigurdardóttir, autora de bestsellers regressa com novo livro, considerado pelo britânico Sunday Times como o policial do ano.


Sinopse
Um jovem adulto com síndroma de Down foi condenado por ter ateado fogo às instalações do lar de cuidados continuados em que vivia, provocando um incêndio que causou cinco mortos. Porém, um dos ocupantes da ala psiquiátrica de segurança em que agora se encontra vai contratar Thóra para provar que Jakob está inocente.
Mas se não foi Jakob o autor do crime, quem será? E de que forma é que o múltiplo homicídio estará ligado à morte de uma jovem mulher por atropelamento e fuga?



Uma novidade


Novidade Jacarandá :: "Todos os Pássaros do Céu"

  • «Perturbador... uma extraordinária lufada de ar fresco e uma nova voz, profundamente original.» | The Times
(a capa é simplesmente linda!!)

Sinopse
Jake Whyte é a única habitante de uma velha quinta localizada numa ilha britânica, um lugar fustigado por chuvas infindáveis e ventos cortantes onde vive sozinha com o seu desobediente cão, Dog, e um rebanho de ovelhas. Foi assim que Jake escolheu viver. Mas algo anda a atacar as ovelhas - aparece certas noites, apanha um dos animais e deixa-o completamente desfeito.

Pode ser qualquer coisa. Há raposas nos bosques, um rapaz e um homem estranhos, rumores da existência de um ser obscuro e terrível. E há ainda o passado desconhecido de Jake, imiscuindo-se no presente, uma história deixada a muitos quilómetros e anos de distância, numa paisagem de cores e sons diferentes, uma história inscrita nas cicatrizes que lhe marcam as costas.



Todos os Pássaros do Céu foi nomeado para o Baileys Women’s Prize for Ficton 2014.



http://www.presenca.pt/livro/ficcao-e-literatura/romance-contemporaneo/todos-os-passaros-do-ceu/?UDSID=%A7%A7%A7%A700150415155630002573866624%A7%A7%A7%A7

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Passatempo EXTRA :: «À morte ninguém escapa» - Topseller


Depois do êxito que teve entre os leitores, nomeadamente entre as metades literárias aqui do blog, nada melhor que trazer novamente um livro de Arlidge.

Leia aqui as nossas opiniões:

O PASSATEMPO DECORRE ATÉ 29/04/2015

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Um passatempo com o apoio

Novidades Planeta :: "O Céu Voltou"

Com data de lançamento agendada para 15 de Abril, "O Céu Voltou", Prémio Planeta 2013, chega a Portugal pelas mãos da Editorial Planeta.



Sinopse
Patrícia é uma jovem modelo de passarela cuja vida parece marcada pelo êxito. Num voo de trabalho conhece Viviana, sua companheira de lugar, que a adverte para que tome cuidado porque alguém das suas relações deseja a sua morte. Um romance que nos leva a acreditar que o destino está traçado.


Uma aposta

terça-feira, 14 de abril de 2015

Passatempo - «três pianos e outros exercícios» - Paula Dias


É com muito gosto que sorteamos este "três pianos e outros exercícios", contos da autoria da amiga Paula Dias, numa edição de autor muito cuidada que dá gosto de pegar e ler.

O PASSATEMPO DECORRE ATÉ 29/04/2015

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Um passatempo com o apoio da própria autora.

Novidades Editorial Presença :: "After"

Faz já algum tempo que tenho a série After debaixo de olho e é com grande interesse que divulgo a novidade Editorial Presença para este o mês de Maio que se avizinha :)
"After", o primeiro volume da série chega até nós já dia 5 de Maio.

Apontem na agenda que a temperatura vai subir e as opiniões vão discordar :) Eu cá sempre gostei de um pouco de discórdia! :)


Sinopse
Tessa Young é uma jovem reservada e estável que sai de casa da mãe, uma mulher autoritária e preconceituosa, para iniciar os seus estudos na universidade, separando-se pela primeira vez do namorado de sempre, Noah, um rapaz doce e amoroso. Logo no primeiro dia, conhece a sua companheira de quarto, Steph, e os amigos desta, entre os quais Hardin, um inglês insolente, cheio de tatuagens e piercings. Rápida e inesperadamente, Tessa e Hardin iniciam uma relação intensa mas atribulada, pois ele é um bad boy que só arranja problemas. Tessa tem de tomar uma séria e dolorosa decisão: será que faz sentido trocar Noah por Hardin, desiludindo a sua superprotetora mãe e sabendo que a sua vida nunca mais será a mesma? A menos que... poderá ser por amor?

Uma aposta

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Florbela Espanca, Pessoa, cinema ... e uma frase de Valter Hugo Mãe

«...que haja alguém que me conheça como eu não me conheci.»


Poemas de Florbela Espanca, de Severina Gonçalves
Nova Acrópole

*

Fernando Pessoa
MARIA: Amo como o amor ama.

                MARIA:
Amo como o amor ama.
Não sei razão pra amar-te mais que amar-te.
Que queres que te diga mais que te amo,
Se o que quero dizer-te é que te amo?
Não procures no meu coração...
Quando te falo, dói-me que respondas
Ao que te digo e não ao meu amor.
Quando há amor a gente não conversa:
Ama-se, e fala-se para se sentir.
Posso ouvir-te dizer-me que tu me amas,
Sem que mo digas, se eu sentir que me amas.
Mas tu dizes palavras com sentido,
E esqueces-te de mim; mesmo que fales
Só de mim, não te lembras que eu te amo.
Ah, não perguntes nada, antes me fala
De tal maneira, que, se eu fora surda,
Te ouvisse toda com o coração.
Se te vejo não sei quem sou; eu amo.
Se me faltas, (...)
Mas tu fazes, amor, por me faltares
Mesmo estando comigo, pois perguntas
Quando deves amar-me. Se não amas,
Mostra-te indiferente, ou não me queiras,
Mas tu és como nunca ninguém foi,
Pois procuras o amor pra não amar,
E, se me buscas, é como se eu só fosse
O Alguém pra te falar de quem tu amas.
Diz-me porque é que o amor te faz ser triste?
Canso-te? Posso eu cansar-te se amas?
Ninguém no mundo amou como tu amas.
Sinto que me amas, mas que a nada amas,
E não sei compreender isto que sinto.
Dize-me qualquer palavra mais sentida
Que essas palavras que, como se as perderas,
                                                               buscas
E encontras cinzas.
Quando te vi, amei-te já muito antes.
Tornei a achar-te quando te encontrei.
Nasci pra ti antes de haver o mundo.
Não há coisa feliz ou hora alegre
Que eu tenha tido pela vida fora,
Que não o fosse porque te previa,
Porque dormias nela tu futuro,
E com essas alegrias e esse prazer
Eu viria depois a amar-te. Quando,
Criança, eu, se brincava a ter marido,
Me faltava crescer e o não sentia,
O que me satisfazia eras já tu,
E eu soube-o só depois, quando te vi,
E tive para mim melhor sentido,
E o meu passado foi como uma estrada
Iluminada pela frente, quando
O carro com lanternas vira a curva
Do caminho e já a noite é toda humana.
Tens um segredo? Dize-mo, que eu sei tudo
De ti, quando m'o digas com a alma.
Em palavras estranhas que m'o fales,
Eu compreenderei só porque te amo.
Se o teu segredo é triste, eu saberei
Chorar contigo até que o esqueças todo.
Se o não podes dizer, dize que me amas,
E eu sentirei sem qu'rer o teu segredo.
Quando eu era pequena, sinto que eu
Amava-te já hoje, mas de longe,
Como as coisas se podem ver de longe,
E ser-se feliz só por se pensar
Em chegar onde ainda se não chega.
Amor, diz qualquer coisa que eu te sinta!
                FAUSTO:
Compreendo-te tanto que não sinto.
Oh coração exterior ao meu!
Fatalidade filha do destino
E das leis que há no fundo deste mundo!
Que és tu a mim que eu compreenda ao ponto
De o sentir...?
                MARIA:
Para que queres compreender
Se dizes qu'rer sentir?

*



«No fundo, muito mais do que um livro sobre o cinema, este é um livro de pequenos contos, de short stories que nunca começam nem nunca acabam...» por Julião Sarmento, do Prefácio

Uma edição Tinta da China

*


Passatempo "Segredos de Uma Condessa Respeitável" :: Planeta

Aqui a metade colorida, de tão entusiasmada que ficou com a leitura do livro, não podia perder a oportunidade de o sortear aqui no Efeito dos Livros.
Confirmem a opinião ao romance de estreia de Lecia Cornwall em Portugal e BOA SORTE!


O PASSATEMPO DECORRE ATÉ 19/04/2015

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Um passatempo com o apoio



BOA SORTE!

Novidade Presença :: Erebos – É um jogo. Ele observa-te

Quando li esta sinopse recordei um filme de terror passou cá por casa quando eramos adolescentes, em que um jogo de computador passou para a realidade no momento em que a polícia aparece à porta do jogador e o pé da vítima aparece no frigorífico.
:)
Erebos de Ursula Poznanski é a mais recente novidade da colecção Via Lactea publicada pela Editorial Presença 


Sinopse
Numa escola de Londres um misterioso e viciante jogo de computador circula entre os estudantes, mas ninguém fala disso abertamente. As regras do jogo são extremamente rígidas. Cada jogador tem apenas uma oportunidade e se perder nunca mais pode entrar no jogo; deve estar sempre sozinho e não pode falar a ninguém sobre o seu jogo. Quem violar estas instruções é também eliminado. O jogo é inteligente e interage com o jogador como se o vigiasse constantemente. As missões atribuídas devem ser concretizadas no mundo real. Quando Nick Dunmore começa a jogar, sente-se de imediato absorvido, aprende as regras e avança rapidamente; contudo, vê-se forçado a questionar as implicações deste jogo perigoso. Qual o verdadeiro objetivo? E que segredo esconde? Um livro que os apreciadores de fantasia, jogos de computador, lendas urbanas, distopias, não devem perder.

Uma aposta

Opinião PRIVATE L.A. de James Patterson

Em Los Angeles, terra de ricos e famosos, não há privacidade mas há PRIVATE, a mega equipa de profissionais de investigação liderados por Jack Morgan.


James Patterson sabe o que faz :)
Prende-nos a cada livro desta agência de investigação como espectadores famintos pelo próximo episódio série televisão preferida. Assim que soube que seria lançado um novo livro da série PRIVATE era certo e sabido que este passaria a figurar na minha wishlist.

Morgan e a sua equipa de elite no campo da investigação apanhou-me desde o primeiro livro e neste PRIVATE LA mantém-me presa.
Além da linha continua de história que nos tem sido revelada ao longo dos últimos livros, delimitada de um lado pelo drama da relação tumultuosa de Jack com o irmão e por outro lado pela sua incapacidade e indisponibilidade emocional para estar com a única mulher que importa na sua vida, somos brindados com dois novos mega casos que deixam a equipa PRIVATE em alvoroço.
Se por um lado a equipa está a investigar o misterioso e súbito desaparecimento do equivalente à família de Brad Pitt e Angelina Jolie, pelo outro, não podia estar mais assoberbada com a investigação dos atentados que andam a apavorar os cidadãos californianos levados a cabo por uma célula terrorista conhecida como os Sem Tréguas.

Pessoalmente, o caso dos atentados levados a cabo por estes Sem Tréguas era sem sombra de dúvida o caso mais interessante, especialmente devido à origem dos membros dessa organização, informação que se mantém semi ocultada até quase ao fim do livro e que, uma vez revelada, nos faz pensar no quanto alguém altamente treinado se pode virar contra a mão que o domesticou.
No entanto, ao longo do livro, somos presenteados com visão mais aprofundada do outro caso, o que retrata um casal que tantos idolatram mas que na realidade não são nada do que parecem.
Será a imagem de perfeição projectada por certa celebridades uma tremenda fachada ou haverá por Hollywood algumas almas mais puras?

PRIVATE LA cumpre o objectivo, permite manter o interesse em Jack, reforça a atenção que devemos dar a Justice (uma personagem muito importante) e ainda permite-nos reforçar a confiança na qualidade da investigação realizada pela equipa PRIVATE.

Quanto ao próximo, só quero saber o que vai sair dali, especialmente depois do final.
Conseguirá Justice sair da espiral descendente em que se encontra?
E Jack, de que quantas mais maneiras irá o irmão tentar encurralá-lo?

Tenho uma certa vontade de ler todos os outros títulos da série Private mas acima de tudo tenho uma enorme vontade que estas histórias se tornassem parte do meu vício semanal de séries, com um elenco de actores estupendo, encabeçado por um Jack Morgan moreno assim ao estilo do Dominic Purcell :)


Que me dizem?
All in favour?!

A Série PRIVATE é uma aposta 

Relembro a opinião à série PRIVATE

1º Livro - PRIVATE - Agência de Investigação Internacional

2º Livro - PRIVATE - Principal Suspeito

domingo, 12 de abril de 2015

Opinião "Uma Noite - A Promessa"

Wow!! 
Este foi o meu comentário ao chegar às últimas páginas de “A Promessa”, o primeiro volume da nova trilogia de Jodi Ellen Malpas, Uma noite.
Mais que a história, que me prendeu desde início, foi o fim que me surpreendeu. Confesso que não estava à espera do que li, dos segredos que descobri, especialmente da razão por detrás dos maneirismo de uma e outra personagem. Esse motivo foi o que me fez gostar bem mais deste início de trilogia do que dos três livros que compõem a trilogia Este Homem. Curiosamente, este tem a estaleca que o último capítulo da anterior trilogia tinha :) que continue assim.


Começamos por conhecer Livy, uma rapariga de 24 anos de Converse nos pés e uma vida semelhante a uma freira com um trabalho diário num bistrot Londrino a servir cafés.
Faz já alguns anos que Livy se fechou à luxúria e ao amor por conta do passado. Ciente de que quem sai aos seus não degenera, Livy resume-se à vida casa-trabalho-casa acompanhada pela avó e amigo gay mantendo a tentação ao largo não vá cair no mesmo destino da mãe.
Mas como seria de esperar há sempre alguém disposto a sabotar os nossos planos e a saltar o murro que erguemos à nossa volta e o caso de Livy não é excepção visto que quase cai de quatro das primeiros vezes que vê aquele enigmático, sério e sedutor dono dos olhos azuis mais cristalinos que alguma vez viu.
Como qualquer pedaço de mau caminho masculino, digno desse título, este também tem as suas manias e limitações, sendo a principal a proposta indecente a termo certo de 24 horas de prazer que apresenta a Livy.
Arrojado e indecente mas dono de umas nobres maneiras à cavalheiro inglês, Miller cai na vida de Livy para lhe dar aquilo que ele promete ser a noite da sua vida, sem mais nada, apenas uma promessa de prazer.
Mas será que uma noite ficará apenas por aí?
Soltará Livy as amarras inibidoras que mantêm a sua vida sob controlo em troca de uma noite com M? (eu gosto do nome dele, Miller)
Serão 24 horas o suficiente para apaziguar a chama que arde entre estes dois corpos incandescentes ou perfeitas para empurrar dois emocionalmente condicionados para um caminho sem retorno?

O desenvolvimento deste livro, quer seja pela relação hot & cold (íntima/ social) entre Livy e Miller ou pelo pano de fundo que começamos a vislumbrar ao longo da história promete algo mais que o típico homem dominador com dramas no passado que encontra miúda submissa para sexo louco. Esta generalização enjoa e curiosamente, não a encaixo na totalidade no livro. Sim, Miller é um gajo que sabe o que quer mas tem mais sob aquele aspecto frio e metódico do que transmite e Livy, por mais ingénua e descontrolada que possa ser na presença dele, mantém ainda uma réstia de dignidade que nem a última cena irá conseguir arrancar, espero eu.
Espero igualemente ver respondidas outras questões que ficaram por colocar já no próximo mês com o lançamento do segundo volume. O vazio com que as personagens terminam este primeiro volume é desconcertante e mal posso ver que caminho a autora decidiu arrastar estes dois. Depois daquela última cena, até eu me encolhi :|

Não quero estar a tentar encontrar profundidade numa poça de chuva mas há algo nesta história que nos leva a pensar qual seria a única coisa que nunca iriamos suportar ouvir da pessoa que amamos. Não falo de traições, nem de crimes ou ilegalidades, falo sim de algo que seja tão forte na vida da outra pessoa que vá contra todas as fundações do nosso ser, contra o que achamos digno e que por mais que amemos a outra pessoa não a podemos ter na nossa vida devido às escolhas que fez.

Ao longo do livro fui dobrando os cantos enquanto a playlist desta história se ia criando cena a cena. Sei que mal iniciei a leitura dei comigo a associar “The only exception” de Paramore à história de Livy e Miller mas depois percebi que a última música da playlist criada pela autora corresponde em pleno ao sentimento com que terminamos a leitura.
Jodi desta vez apanhaste-me de surpresa e com isso toda a minha atenção está agora focada na continuação desta história. Raios, não estava à espera desta, não depois do Jesse e a sua Mansão.

Por isso, deixo-vos com Paramore :)

Maybe I know somewhere
Deep in my soul that love never lasts
And we've got to find other ways
To make it alone or keep a straight face
And I've always lived like this
Keeping a comfortable distance
And up until now I had sworn to myself that I'm content with loneliness
Because none of it was ever worth the risk
Well, you are the only exception

Oiçam a restante playlist.

“A Promessa” é uma aposta da

Novidades Planeta :: "Desejo de Chocolate"

Três mulheres, três histórias, uma paixão.
"Desejo de Chocolate" de Care Santos é mais uma das novidades Planeta para o mês de Abril e tem lançamento agendado para o dia 15.


Desejo de Chocolate é um livro que irá agarrar o leitor desde o princípio, pois a história é viciante e as três protagonistas, embora em séculos diferentes têm todas em comum, o facto de serem independentes e aguerridas. Uma história que atravessa três séculos e o que une estas três histórias é uma requintada chocolateira branca que pertenceu à filha de Luís XIV, Madame Adelaide.

Sobre autor:
Care Santos (Mataró, Barcelona, 1970) publicou seis romances, seis livros de contos e inúmeros títulos de literatura para jovens, área onde é uma das autoras mais lidas de Espanha.
Entre os seus títulos destacam-se Aprender a huir, Los que rugen e La muerte de Venus. Com este último foi finalista do Prémio Primavera em 2007.
É crítica literária do suplemento «El Cultural», do diário El Mundo, colaboradora de diversos meios de comunicação e coordenadora de conteúdos do website de crítica literária «La Tormenta en un Vaso.»

Uma aposta

Passatempo "Nô e Eu" - Guerra&Paz

"Nô e Eu" é a história de amizade com que Delphine de Vigan comoveu e conquistou milhões de leitores em todo o mundo e agora vocês têm oportunidade de ganhar um exemplar deste magnífico livro, uma das mais recentes novidades Guerra & Paz.


O PASSATEMPO DECORRE ATÉ 19/04/2015

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Boa sorte!

«E a Noite Roda», de Alexandra Lucas Coelho :: Opinião


Quem já leu Alexandra Lucas Coelho saberá o quanto é difícil falar da sua escrita. Enquanto lia este «e a noite roda» apelidei-o logo de frenético, mas é mais. É um romance sem rodeios, sem floreados. É um relato de viagens bem viajado, de quem está num local e tem a cabeça num outro ou em vários, ainda assim, as referências que surgem de divagação, não atrasam ou demoram, antes pelo contrário energizam o romance, a viagem.

No Livro do Dia da TSF, Carlos Vaz Marques intitula esta escrita exacta e frenética assim "(...) com um poder de observação invulgar e sem excessos. Uma escrita no osso." É isso mesmo, há aqui como que um esqueleto, frágil, mas complexo, que se enreda e se dispersa, mas nunca esconde ou "engana" o leitor. O fim é desde a primeira página anunciado, mas a atenção fica presa no querermos saber o que aconteceu, por onde viajaram Ana e Léon.

Tudo roda, a noite, os amantes, a política, a guerra, os fieis e os infiéis, a música, a vida. Às vezes tudo roda sem que nada saia do sítio e é essa a capacidade intrínseca na escrita de Alexandra Lucas Coelho de meter o leitor num rodopio.

“Fazemos as perguntas dos estranhos sem nunca termos sido estranhos. Há dois diálogos a acontecer ao mesmo tempo. As palavras são as de quem não sabe o suficiente, o silêncio é o de quem sabe demasiado. A nossa intimidade fica a pairar, como se não soubesse para onde ir.”


Há sempre um jogo entre os amantes, uma ligação, que mesmo a milhares de quilómetros de distância tenta mantê-los unidos. Existe a falta que ambos fazem na vida do outro, mas há uma vida que mete outras vidas em jogo. Poderia ser apenas mais uma história de adultério, de vidas aceleradas, vividas ao minutos em ambientes de elevada tensão, onde o prazer justificasse as acções, mas não é isso que Ana nos vai relatando. A sua história com Léon assume mais que só esses contornos e é o tom vivo e enérgico, como quem está na rua e precisa de fugir a um conflito, mas tem de narrar a sua história, sem esquecer detalhes, mas sabendo que a economia das palavras a fará ganhar imortalidade.

A troca de mensagens é continua entre Ana e Léon e também isso dá outro clima ao livro, quando ela lhe relata o significado de "men aiuni" a expressão árabe que expressa muito mais que "dos meus olhos". A intensidade do amor sente-se na agitação das vidas e na ausência que causam um ao outro.

"No começo de Abril escreves a contar que passaste três dias terríveis em Paris, a andar nos nossos passos, sentado à mesa onde uns apaixonados se olharam nos olhos e pediram champanhe e queijo, sozinhos no mundo. E perguntas se me deves contar isto (...) achas que o silêncio é mais obcecante?
Não é o silêncio que te obceca, sou eu, dizes."

Longe de uma vida comum ou em comum o livro está pejado de detalhes deliciosos, sensíveis e que fazem o quotidiano dos apaixonados. Simples, mas muitas vezes angustiante. A certeza que o fim nos dá confunde-se com a incerteza do que ocorreu durante todo aquele tempo. Há acontecimentos chave que envolvem o leitor e um rol de referências, essencialmente as musicais que bem que o livro poderia vir acompanhado de banda sonora. 


"O mundo real é o que inventamos para viver, não porque o mundo seja bom e belo, mas porque é sobretudo o contrário. Arrancar a vida ao dia-a-dia, será isso a poesia. E muitas vezes estamos incapazes de falar, é preciso simplesmente dizê-lo. Perdoa-me este P.S. Acordei como se me arrancassem o coração."


Novidade Presença : Jodi Picoult mudou de casa :)

Jodi Picoult, uma das romancistas mais populares da actualidade será publicada pela Editorial Presença.
Conheçam a mais recente novidade, "Tempo de Partir", que tem data de lançamento marcada para dia 15 de Abril.
Temos fãs da autora por aqui?

(que linda capa!)

Sinopse
Durante mais de uma década, Jenna Metcalf não deixa de pensar na sua mãe, Alice, que desapareceu em misteriosas circunstâncias na sequência de um trágico acidente. A criança que era então não conservou lembranças dos acontecimentos, mas Jenna recusa-se a acreditar que a mãe a tivesse abandonado e relê constantemente os diários que ela escrevia com as observações da sua pesquisa sobre elefantes, tentando encontrar uma pista oculta. Desesperada por obter respostas, Jenna contrata dois improváveis ajudantes, uma médium famosa por encontrar pessoas desaparecidas e um detetive que já tinha estado envolvido na investigação do desaparecimento de Alice, e parte determinada a descobrir a verdade. 

Uma novidade

sábado, 11 de abril de 2015

"A Sereia Muçulmana" - João Céu e Silva - Opinião


João Céu e Silva escreveu essencialmente biografias ou investigação literária e histórica, em 2002 publicou o seu primeiro romance «20 dias em Agosto» e em 2013 recebeu o Prémio Literário Alves Redol com este «A Sereia Muçulmana».
O júri destacou esta obra para vencedora devido à capacidade efabulatória do autor que é precisamente o que eu não apreciei na obra. Gostaria muito mais de ver debatidos, nem que fosse em conversas surreais com a cadela, as crises e angustias de quem esteve adormecido por tantos anos. 
Trazer a obra de Heródoto para o enredo, parco, é uma fonte de distracção e não sei se facilmente iremos ligar, metaforicamente, cada história de Heródoto com os capítulos - perdidos - de um homem que "dormiu" 30 anos!?

Existiu um factor surpresa pelo qual não esperava, visto a sinopse não referir e eu não tinha lido mais sobre o livro, por isso, o coma de 30 anos foi momento alto que me fez prosseguir a leitura. Depois foi o querer saber por que motivo esteve ele em coma. A guerra, a guerra colonial e depois 30 anos de adormecimento. Será uma metáfora para o próprio país e não só para um homem?

O abandono da família, da mulher, o «adeus» no bilhetinho à entrada da porta... parece dramático e avizinha enredo, pede um desfecho para isso, a meu ver não o há e a história perde muito com isso.

A ligação ao actual e uma crítica à sociedade está subjacente em quase toda a narrativa, ainda assim parece-me megalómana a tentativa de abarcar décadas de acontecimentos em meia dúzia de páginas, como uma contextualização quase escolar. Fiquei na dúvida, já que a capacidade narrativa não está aqui em causa, mas sim, na minha perspectiva, a ausência de um enredo que cative e faça o leitor seguir um fio condutor. 

É certo, são 30 anos na escuridão, no mais profundo sono, mas a tentativa de expressar essa angústia e ao mesmo tempo aventura deixa o leitor num misto de divagação e histórias sobre o homem que se pensa a si mesmo e quer manter um relato das suas acções... mas isto entre barcos, sereias e eventos pouco verosímeis... parece-me difícil.

No entanto, as questões que o personagem levanta são pertinentes e faz-nos pensar sobre a incerteza do futuro, mesmo até para quem não esteve em coma, ou será que o coma é um pensamento efabulado sobre a sociedade portuguesa em geral, será? Estaremos a dormir perante a realidade que acontece diante dos nossos olhos?



Quando os livros se tornam filmes :: "Uma vida ao teu lado"

A mãe não perde um livro do Nicholas Sparks, a Metade Colorida não perde um filme e o casal metade negra/caracol foram a reboque ver a mais recente adaptação de um magnífico romance do autor. 
Se ainda não viram, façam favor de o colocar na lista. Bem, aproveitem e peguem na companhia ou num pacote de pipocas e aproveitem este fim de semana para irem ao cinema.


Opinião da Cris:
Uma Vida ao teu Lado ou «The Longest Ride» é, como era de esperar, um bom filme romântico ao género das já muitas adaptações feitas aos livros de Sparks.
Este chegou a enganar-me pois o que eu esperava que acontecesse, pelo lado mais previsível, não aconteceu, por isso gostei. Gostei ainda por a história incidir muito mais em Ira e na sua musa do que propriamente em Sophia e Luke.
O filme tem alguns cenários de puro deleite, o lago, a escola, o piquenique nocturno, estão todas bastante bem conseguidas. Falar do bom aspecto do Scott Eastwood nem é necessário.

Opinião do Caracol Paulo
(o único homem)
Posso começar por dizer que quero um velho daqueles só para mim... lol..
Agora a sério....
É mais um filme que daqui a duas semanas nem me vou lembrar que o vi, demasiado polido, demasiado previsível, em que todas as peças do filme se encaixam perfeitamente como se fosse um puzzle.
Não posso no entanto dizer que não gostei pois o filme tem algumas boas piadas...
e dá para lavar as vistas com a actriz.
Acho que para as senhoras também lavaram a vista com o actor....


Opinião da Elsa
Como li o livro no início de 2014 não tinha completamente fresca a história mas o principal ficou na memória, acima de tudo soube o que me fez gostar das história e na realidade esses pontos estão lá. 
O entrelaçar da história de Sophia e Luke com os flashbacks de Ira sobre a sua Ruth resulta muito bem. As alterações que a adaptação sofreu em nada condicionou a essência da história, como quase sempre acontece com as adaptações dos livros de Nichols Sparks. O resultado cinematográfico é tão bom num todo com o livro como individualmente.
A pontual falta de química entre o casal mais jovem (Sophia e Luke) é compensada em larga escala com a presença de Scott Eastwood (Luke) no ecrã e com o guarda-roupa anos 50 de Ruth que eu copiava todooooo para mim. 

Este “Uma vida ao teu lado” encaixa-se confortavelmente na prateleira de adaptações Nicholas Sparks ao cinema. Claro que nunca irá ultrapassar um “Diário da nossa paixão” mas isto já são preferências a falar mais alto.

Fica a opinião ao livro

Bons filmes!