segunda-feira, 13 de abril de 2015

Opinião PRIVATE L.A. de James Patterson

Em Los Angeles, terra de ricos e famosos, não há privacidade mas há PRIVATE, a mega equipa de profissionais de investigação liderados por Jack Morgan.


James Patterson sabe o que faz :)
Prende-nos a cada livro desta agência de investigação como espectadores famintos pelo próximo episódio série televisão preferida. Assim que soube que seria lançado um novo livro da série PRIVATE era certo e sabido que este passaria a figurar na minha wishlist.

Morgan e a sua equipa de elite no campo da investigação apanhou-me desde o primeiro livro e neste PRIVATE LA mantém-me presa.
Além da linha continua de história que nos tem sido revelada ao longo dos últimos livros, delimitada de um lado pelo drama da relação tumultuosa de Jack com o irmão e por outro lado pela sua incapacidade e indisponibilidade emocional para estar com a única mulher que importa na sua vida, somos brindados com dois novos mega casos que deixam a equipa PRIVATE em alvoroço.
Se por um lado a equipa está a investigar o misterioso e súbito desaparecimento do equivalente à família de Brad Pitt e Angelina Jolie, pelo outro, não podia estar mais assoberbada com a investigação dos atentados que andam a apavorar os cidadãos californianos levados a cabo por uma célula terrorista conhecida como os Sem Tréguas.

Pessoalmente, o caso dos atentados levados a cabo por estes Sem Tréguas era sem sombra de dúvida o caso mais interessante, especialmente devido à origem dos membros dessa organização, informação que se mantém semi ocultada até quase ao fim do livro e que, uma vez revelada, nos faz pensar no quanto alguém altamente treinado se pode virar contra a mão que o domesticou.
No entanto, ao longo do livro, somos presenteados com visão mais aprofundada do outro caso, o que retrata um casal que tantos idolatram mas que na realidade não são nada do que parecem.
Será a imagem de perfeição projectada por certa celebridades uma tremenda fachada ou haverá por Hollywood algumas almas mais puras?

PRIVATE LA cumpre o objectivo, permite manter o interesse em Jack, reforça a atenção que devemos dar a Justice (uma personagem muito importante) e ainda permite-nos reforçar a confiança na qualidade da investigação realizada pela equipa PRIVATE.

Quanto ao próximo, só quero saber o que vai sair dali, especialmente depois do final.
Conseguirá Justice sair da espiral descendente em que se encontra?
E Jack, de que quantas mais maneiras irá o irmão tentar encurralá-lo?

Tenho uma certa vontade de ler todos os outros títulos da série Private mas acima de tudo tenho uma enorme vontade que estas histórias se tornassem parte do meu vício semanal de séries, com um elenco de actores estupendo, encabeçado por um Jack Morgan moreno assim ao estilo do Dominic Purcell :)


Que me dizem?
All in favour?!

A Série PRIVATE é uma aposta 

Relembro a opinião à série PRIVATE

1º Livro - PRIVATE - Agência de Investigação Internacional

2º Livro - PRIVATE - Principal Suspeito

domingo, 12 de abril de 2015

Opinião "Uma Noite - A Promessa"

Wow!! 
Este foi o meu comentário ao chegar às últimas páginas de “A Promessa”, o primeiro volume da nova trilogia de Jodi Ellen Malpas, Uma noite.
Mais que a história, que me prendeu desde início, foi o fim que me surpreendeu. Confesso que não estava à espera do que li, dos segredos que descobri, especialmente da razão por detrás dos maneirismo de uma e outra personagem. Esse motivo foi o que me fez gostar bem mais deste início de trilogia do que dos três livros que compõem a trilogia Este Homem. Curiosamente, este tem a estaleca que o último capítulo da anterior trilogia tinha :) que continue assim.


Começamos por conhecer Livy, uma rapariga de 24 anos de Converse nos pés e uma vida semelhante a uma freira com um trabalho diário num bistrot Londrino a servir cafés.
Faz já alguns anos que Livy se fechou à luxúria e ao amor por conta do passado. Ciente de que quem sai aos seus não degenera, Livy resume-se à vida casa-trabalho-casa acompanhada pela avó e amigo gay mantendo a tentação ao largo não vá cair no mesmo destino da mãe.
Mas como seria de esperar há sempre alguém disposto a sabotar os nossos planos e a saltar o murro que erguemos à nossa volta e o caso de Livy não é excepção visto que quase cai de quatro das primeiros vezes que vê aquele enigmático, sério e sedutor dono dos olhos azuis mais cristalinos que alguma vez viu.
Como qualquer pedaço de mau caminho masculino, digno desse título, este também tem as suas manias e limitações, sendo a principal a proposta indecente a termo certo de 24 horas de prazer que apresenta a Livy.
Arrojado e indecente mas dono de umas nobres maneiras à cavalheiro inglês, Miller cai na vida de Livy para lhe dar aquilo que ele promete ser a noite da sua vida, sem mais nada, apenas uma promessa de prazer.
Mas será que uma noite ficará apenas por aí?
Soltará Livy as amarras inibidoras que mantêm a sua vida sob controlo em troca de uma noite com M? (eu gosto do nome dele, Miller)
Serão 24 horas o suficiente para apaziguar a chama que arde entre estes dois corpos incandescentes ou perfeitas para empurrar dois emocionalmente condicionados para um caminho sem retorno?

O desenvolvimento deste livro, quer seja pela relação hot & cold (íntima/ social) entre Livy e Miller ou pelo pano de fundo que começamos a vislumbrar ao longo da história promete algo mais que o típico homem dominador com dramas no passado que encontra miúda submissa para sexo louco. Esta generalização enjoa e curiosamente, não a encaixo na totalidade no livro. Sim, Miller é um gajo que sabe o que quer mas tem mais sob aquele aspecto frio e metódico do que transmite e Livy, por mais ingénua e descontrolada que possa ser na presença dele, mantém ainda uma réstia de dignidade que nem a última cena irá conseguir arrancar, espero eu.
Espero igualemente ver respondidas outras questões que ficaram por colocar já no próximo mês com o lançamento do segundo volume. O vazio com que as personagens terminam este primeiro volume é desconcertante e mal posso ver que caminho a autora decidiu arrastar estes dois. Depois daquela última cena, até eu me encolhi :|

Não quero estar a tentar encontrar profundidade numa poça de chuva mas há algo nesta história que nos leva a pensar qual seria a única coisa que nunca iriamos suportar ouvir da pessoa que amamos. Não falo de traições, nem de crimes ou ilegalidades, falo sim de algo que seja tão forte na vida da outra pessoa que vá contra todas as fundações do nosso ser, contra o que achamos digno e que por mais que amemos a outra pessoa não a podemos ter na nossa vida devido às escolhas que fez.

Ao longo do livro fui dobrando os cantos enquanto a playlist desta história se ia criando cena a cena. Sei que mal iniciei a leitura dei comigo a associar “The only exception” de Paramore à história de Livy e Miller mas depois percebi que a última música da playlist criada pela autora corresponde em pleno ao sentimento com que terminamos a leitura.
Jodi desta vez apanhaste-me de surpresa e com isso toda a minha atenção está agora focada na continuação desta história. Raios, não estava à espera desta, não depois do Jesse e a sua Mansão.

Por isso, deixo-vos com Paramore :)

Maybe I know somewhere
Deep in my soul that love never lasts
And we've got to find other ways
To make it alone or keep a straight face
And I've always lived like this
Keeping a comfortable distance
And up until now I had sworn to myself that I'm content with loneliness
Because none of it was ever worth the risk
Well, you are the only exception

Oiçam a restante playlist.

“A Promessa” é uma aposta da

Novidades Planeta :: "Desejo de Chocolate"

Três mulheres, três histórias, uma paixão.
"Desejo de Chocolate" de Care Santos é mais uma das novidades Planeta para o mês de Abril e tem lançamento agendado para o dia 15.


Desejo de Chocolate é um livro que irá agarrar o leitor desde o princípio, pois a história é viciante e as três protagonistas, embora em séculos diferentes têm todas em comum, o facto de serem independentes e aguerridas. Uma história que atravessa três séculos e o que une estas três histórias é uma requintada chocolateira branca que pertenceu à filha de Luís XIV, Madame Adelaide.

Sobre autor:
Care Santos (Mataró, Barcelona, 1970) publicou seis romances, seis livros de contos e inúmeros títulos de literatura para jovens, área onde é uma das autoras mais lidas de Espanha.
Entre os seus títulos destacam-se Aprender a huir, Los que rugen e La muerte de Venus. Com este último foi finalista do Prémio Primavera em 2007.
É crítica literária do suplemento «El Cultural», do diário El Mundo, colaboradora de diversos meios de comunicação e coordenadora de conteúdos do website de crítica literária «La Tormenta en un Vaso.»

Uma aposta

Passatempo "Nô e Eu" - Guerra&Paz

"Nô e Eu" é a história de amizade com que Delphine de Vigan comoveu e conquistou milhões de leitores em todo o mundo e agora vocês têm oportunidade de ganhar um exemplar deste magnífico livro, uma das mais recentes novidades Guerra & Paz.


O PASSATEMPO DECORRE ATÉ 19/04/2015

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Boa sorte!

«E a Noite Roda», de Alexandra Lucas Coelho :: Opinião


Quem já leu Alexandra Lucas Coelho saberá o quanto é difícil falar da sua escrita. Enquanto lia este «e a noite roda» apelidei-o logo de frenético, mas é mais. É um romance sem rodeios, sem floreados. É um relato de viagens bem viajado, de quem está num local e tem a cabeça num outro ou em vários, ainda assim, as referências que surgem de divagação, não atrasam ou demoram, antes pelo contrário energizam o romance, a viagem.

No Livro do Dia da TSF, Carlos Vaz Marques intitula esta escrita exacta e frenética assim "(...) com um poder de observação invulgar e sem excessos. Uma escrita no osso." É isso mesmo, há aqui como que um esqueleto, frágil, mas complexo, que se enreda e se dispersa, mas nunca esconde ou "engana" o leitor. O fim é desde a primeira página anunciado, mas a atenção fica presa no querermos saber o que aconteceu, por onde viajaram Ana e Léon.

Tudo roda, a noite, os amantes, a política, a guerra, os fieis e os infiéis, a música, a vida. Às vezes tudo roda sem que nada saia do sítio e é essa a capacidade intrínseca na escrita de Alexandra Lucas Coelho de meter o leitor num rodopio.

“Fazemos as perguntas dos estranhos sem nunca termos sido estranhos. Há dois diálogos a acontecer ao mesmo tempo. As palavras são as de quem não sabe o suficiente, o silêncio é o de quem sabe demasiado. A nossa intimidade fica a pairar, como se não soubesse para onde ir.”


Há sempre um jogo entre os amantes, uma ligação, que mesmo a milhares de quilómetros de distância tenta mantê-los unidos. Existe a falta que ambos fazem na vida do outro, mas há uma vida que mete outras vidas em jogo. Poderia ser apenas mais uma história de adultério, de vidas aceleradas, vividas ao minutos em ambientes de elevada tensão, onde o prazer justificasse as acções, mas não é isso que Ana nos vai relatando. A sua história com Léon assume mais que só esses contornos e é o tom vivo e enérgico, como quem está na rua e precisa de fugir a um conflito, mas tem de narrar a sua história, sem esquecer detalhes, mas sabendo que a economia das palavras a fará ganhar imortalidade.

A troca de mensagens é continua entre Ana e Léon e também isso dá outro clima ao livro, quando ela lhe relata o significado de "men aiuni" a expressão árabe que expressa muito mais que "dos meus olhos". A intensidade do amor sente-se na agitação das vidas e na ausência que causam um ao outro.

"No começo de Abril escreves a contar que passaste três dias terríveis em Paris, a andar nos nossos passos, sentado à mesa onde uns apaixonados se olharam nos olhos e pediram champanhe e queijo, sozinhos no mundo. E perguntas se me deves contar isto (...) achas que o silêncio é mais obcecante?
Não é o silêncio que te obceca, sou eu, dizes."

Longe de uma vida comum ou em comum o livro está pejado de detalhes deliciosos, sensíveis e que fazem o quotidiano dos apaixonados. Simples, mas muitas vezes angustiante. A certeza que o fim nos dá confunde-se com a incerteza do que ocorreu durante todo aquele tempo. Há acontecimentos chave que envolvem o leitor e um rol de referências, essencialmente as musicais que bem que o livro poderia vir acompanhado de banda sonora. 


"O mundo real é o que inventamos para viver, não porque o mundo seja bom e belo, mas porque é sobretudo o contrário. Arrancar a vida ao dia-a-dia, será isso a poesia. E muitas vezes estamos incapazes de falar, é preciso simplesmente dizê-lo. Perdoa-me este P.S. Acordei como se me arrancassem o coração."


Novidade Presença : Jodi Picoult mudou de casa :)

Jodi Picoult, uma das romancistas mais populares da actualidade será publicada pela Editorial Presença.
Conheçam a mais recente novidade, "Tempo de Partir", que tem data de lançamento marcada para dia 15 de Abril.
Temos fãs da autora por aqui?

(que linda capa!)

Sinopse
Durante mais de uma década, Jenna Metcalf não deixa de pensar na sua mãe, Alice, que desapareceu em misteriosas circunstâncias na sequência de um trágico acidente. A criança que era então não conservou lembranças dos acontecimentos, mas Jenna recusa-se a acreditar que a mãe a tivesse abandonado e relê constantemente os diários que ela escrevia com as observações da sua pesquisa sobre elefantes, tentando encontrar uma pista oculta. Desesperada por obter respostas, Jenna contrata dois improváveis ajudantes, uma médium famosa por encontrar pessoas desaparecidas e um detetive que já tinha estado envolvido na investigação do desaparecimento de Alice, e parte determinada a descobrir a verdade. 

Uma novidade

sábado, 11 de abril de 2015

"A Sereia Muçulmana" - João Céu e Silva - Opinião


João Céu e Silva escreveu essencialmente biografias ou investigação literária e histórica, em 2002 publicou o seu primeiro romance «20 dias em Agosto» e em 2013 recebeu o Prémio Literário Alves Redol com este «A Sereia Muçulmana».
O júri destacou esta obra para vencedora devido à capacidade efabulatória do autor que é precisamente o que eu não apreciei na obra. Gostaria muito mais de ver debatidos, nem que fosse em conversas surreais com a cadela, as crises e angustias de quem esteve adormecido por tantos anos. 
Trazer a obra de Heródoto para o enredo, parco, é uma fonte de distracção e não sei se facilmente iremos ligar, metaforicamente, cada história de Heródoto com os capítulos - perdidos - de um homem que "dormiu" 30 anos!?

Existiu um factor surpresa pelo qual não esperava, visto a sinopse não referir e eu não tinha lido mais sobre o livro, por isso, o coma de 30 anos foi momento alto que me fez prosseguir a leitura. Depois foi o querer saber por que motivo esteve ele em coma. A guerra, a guerra colonial e depois 30 anos de adormecimento. Será uma metáfora para o próprio país e não só para um homem?

O abandono da família, da mulher, o «adeus» no bilhetinho à entrada da porta... parece dramático e avizinha enredo, pede um desfecho para isso, a meu ver não o há e a história perde muito com isso.

A ligação ao actual e uma crítica à sociedade está subjacente em quase toda a narrativa, ainda assim parece-me megalómana a tentativa de abarcar décadas de acontecimentos em meia dúzia de páginas, como uma contextualização quase escolar. Fiquei na dúvida, já que a capacidade narrativa não está aqui em causa, mas sim, na minha perspectiva, a ausência de um enredo que cative e faça o leitor seguir um fio condutor. 

É certo, são 30 anos na escuridão, no mais profundo sono, mas a tentativa de expressar essa angústia e ao mesmo tempo aventura deixa o leitor num misto de divagação e histórias sobre o homem que se pensa a si mesmo e quer manter um relato das suas acções... mas isto entre barcos, sereias e eventos pouco verosímeis... parece-me difícil.

No entanto, as questões que o personagem levanta são pertinentes e faz-nos pensar sobre a incerteza do futuro, mesmo até para quem não esteve em coma, ou será que o coma é um pensamento efabulado sobre a sociedade portuguesa em geral, será? Estaremos a dormir perante a realidade que acontece diante dos nossos olhos?



Quando os livros se tornam filmes :: "Uma vida ao teu lado"

A mãe não perde um livro do Nicholas Sparks, a Metade Colorida não perde um filme e o casal metade negra/caracol foram a reboque ver a mais recente adaptação de um magnífico romance do autor. 
Se ainda não viram, façam favor de o colocar na lista. Bem, aproveitem e peguem na companhia ou num pacote de pipocas e aproveitem este fim de semana para irem ao cinema.


Opinião da Cris:
Uma Vida ao teu Lado ou «The Longest Ride» é, como era de esperar, um bom filme romântico ao género das já muitas adaptações feitas aos livros de Sparks.
Este chegou a enganar-me pois o que eu esperava que acontecesse, pelo lado mais previsível, não aconteceu, por isso gostei. Gostei ainda por a história incidir muito mais em Ira e na sua musa do que propriamente em Sophia e Luke.
O filme tem alguns cenários de puro deleite, o lago, a escola, o piquenique nocturno, estão todas bastante bem conseguidas. Falar do bom aspecto do Scott Eastwood nem é necessário.

Opinião do Caracol Paulo
(o único homem)
Posso começar por dizer que quero um velho daqueles só para mim... lol..
Agora a sério....
É mais um filme que daqui a duas semanas nem me vou lembrar que o vi, demasiado polido, demasiado previsível, em que todas as peças do filme se encaixam perfeitamente como se fosse um puzzle.
Não posso no entanto dizer que não gostei pois o filme tem algumas boas piadas...
e dá para lavar as vistas com a actriz.
Acho que para as senhoras também lavaram a vista com o actor....


Opinião da Elsa
Como li o livro no início de 2014 não tinha completamente fresca a história mas o principal ficou na memória, acima de tudo soube o que me fez gostar das história e na realidade esses pontos estão lá. 
O entrelaçar da história de Sophia e Luke com os flashbacks de Ira sobre a sua Ruth resulta muito bem. As alterações que a adaptação sofreu em nada condicionou a essência da história, como quase sempre acontece com as adaptações dos livros de Nichols Sparks. O resultado cinematográfico é tão bom num todo com o livro como individualmente.
A pontual falta de química entre o casal mais jovem (Sophia e Luke) é compensada em larga escala com a presença de Scott Eastwood (Luke) no ecrã e com o guarda-roupa anos 50 de Ruth que eu copiava todooooo para mim. 

Este “Uma vida ao teu lado” encaixa-se confortavelmente na prateleira de adaptações Nicholas Sparks ao cinema. Claro que nunca irá ultrapassar um “Diário da nossa paixão” mas isto já são preferências a falar mais alto.

Fica a opinião ao livro

Bons filmes!

Novidade Porto Editora :: "Uma Morte Impossível" de Ian Rankin

«Um livro viciante e brilhantemente escrito, que se lê de um só fôlego.»
Peterborough Evening Telegraph


É assim que é descrito o mais recente livro de Ian Rankin, a novidade policial da Porto Editora.

Sinopse
Malcom Fox, inspetor do Departamento de Assuntos Internos, e a sua equipa estão de volta. Desta vez, acabam de ser enviados a Fife para averiguar possíveis ligações de polícias locais a uma investigação em curso, que tem como alvo um agente corrupto do Departamento de Investigação Criminal, o detetive Paul Carter. Carter é acusado de conduta imprópria, sendo que a denúncia foi feita pelo próprio tio, também agente da polícia. No entanto, o que à partida parece um caso simples depressa se complica, e a teia de conspirações e encobrimentos adensa-se quando um brutal assassinato vem a lume, comprometendo toda a investigação.

Uma Morte Impossível é um livro envolvente, que vem provar, uma vez mais, a razão por que Ian Rankin é considerado um dos escritores de policiais mais brilhantes de língua inglesa.

Leiam um excerto de "Uma Morte Impossível"
Uma novidade

Passatempo "Piso 3 Quarto 313" - Guerra & Paz

Pode um livro nascido da dor transmitir consolo e felicidade? 
"Piso 3 Quarto 313" é um livro que avisa e prepara os que ainda não conhecem os efeitos do Alzheimer. Um livro que consola e anima todos os que na sua vida se confrontam com essa impiedosa doença.


O PASSATEMPO DECORRE ATÉ 19/04/2015

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BOA SORTE!

Novidades Topseller :: Uma nova série de J. Kenner

Depois da série Stark, que eu pessoalmente adoro, a Topseller estreia em Portugal a outra série da autora J. Kenner.


Sinopse
Sei exatamente o momento em que a minha vida se alterou. O preciso instante em que os olhos dele fitaram os meus e eu deixei de ver a inexpressiva familiaridade, mas antes perigo e fogo, desejo e fome. Talvez devesse ter virado costas. Talvez devesse ter fugido. Não o fiz. Desejava-o. Mais: precisava dele. Do homem e do fogo que ele ateava dentro de mim.

Há quase oito anos, ainda adolescente, Angelina Raine assistiu à morte violenta da adorada irmã mais velha. Após essa tragédia, Angie, como era conhecida, começou a passar muito tempo com o seu tio Jahn e com três rapazes, Evan, Tyler e Cole, por ele apadrinhados. Durante anos, Angelina desenvolveu uma fixação por um deles, Evan, sem ser correspondida. Apesar dos avisos do tio do perigo que correria se se envolvesse com ele, o desejo entre ambos torna-se evidente, e há tentações às quais é impossível resistir.

Booktrailer

A Série Most Wanted tem continuação como me informou o meu amigo Goodreads
Que venha a história da Angelina e do Evan. :)

J. Kenner é uma aposta

Relembro a opinião ao livros da série Stark. E sei que ainda temos mais dois pequenos livros nesta série que eu quero mesmo ler.

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Passatempo "Uma Noite - A Promessa" - Planeta

Não desesperem, "uma noite" será toda vossa. 
O primeiro volume da nova trilogia de Jodi Ellen Malpas chegou e veio para ficar. O segundo volume será lançado a 6 maio e o último logo nos primeiros dias de junho. 



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Boa sorte!
Relembramos a opinião à triliogia Este Homem da autora.
(aqui)

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Passatempo "O Prazer É Todo Nosso" - Guerra & Paz

Ora vamos lá lançar um passatempo!
Hoje iniciamos a loucura "6 Dias 6 Passatempos" com o relato prazeroso de Lola Benvenutti em "O Prazer É Todo Nosso".


O PASSATEMPO DECORRE ATÉ 19/04/2015

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Um passatempo com o apoio


Boa sorte a todos :D

Resultado passatempo "Estranho Irresistível"

Em dia de lançar novos passatempos gostamos sempre de descansar quem estava ansioso por saber se foi vencedor de algum dos anteriores. POR ISSO, sem mais demoras, passamos a anunciar o vencedor que leva para casa este Estranho...


OBRIGADA A TODOS
*
Nº de Participações: 1264
Participação vencedora - Nº  713
Patrícia Couto

A vencedora já foi notificada por e-mail.

*
Leiam a opinião ao livro e ao primeiro volume da série, "Cretino Irresistível"
Um passatempo com o apoio da

quarta-feira, 8 de abril de 2015

"In Loving Memory Of" por S. Formigo - Resultado PASSATEMPO


Com o apoio da Chiado Editora temos a possibilidade de oferecer este
 "In Loving Memory Of, de S. Formigo.

Este passatempo contou com 902 participações e a participação vencedora é a 661, Carina Pereira

A vencedora já foi notificada por e-mail.




Opinião "Até que a morte nos una" Livro & Filme

Negro, hilariante, mordaz, cru, real, enternecedor e frontal. 
É assim que vejo este "Até que a morte nos una" e é por isso que esta leitura me conquistou por completo.

"Seria uma erro terrível viver a vida a pensar que as pessoas são a soma daquilo que vemos delas"

Foi a sinopse que inicialmente me captou a atenção. Anunciavam Judd como o recentemente encornado homem, filho e irmão do meio, que tem de voltar a casa de infância num período negro da história familiar, o funeral do pai e os consequentes sete dias de luto, apelidados na cultura judaica de Shiva. O que se prevê da clausura enlutada, abstémia, conflituosa e provocadora de uma família que lida mal com os sentimentos e é versada em humor negro? CAOS, prevemos o caos meus amigos!

Um irmão amargurado, uma irmã assoberbada, um benjamim com "mommy-issues", uma mãe psicóloga frontal e chocante, uma cunhada que não consegue engravidar, uma ex mulher adúltera mas linda de morrer, um rabino com má fama, um amor perdido, um sonho arruinado, uma vida sem sentido, tudo numa família complexa mas que, mesmo num momento de dor e perda, encontra espaço para lidar com o passado e endireitar o possível o estado da nação para voltarem a ser novamente uma família, não um bando de estranhos que cresceram na mesma casa.

A história de Judd, a sua demanda pessoal contra o estado emocionalmente decrépito em que se encontra após o fim do seu casamento, é-nos contada com os detalhes mais sarcásticos e hilariantes possíveis. Os sete dias na residência Foxman tem todo o tipo de dramas possíveis de imaginar, leva-nos por um expectro de emoções várias com que rapidamente nos podemos identificar.
Além das tremendas gargalhadas que me arrancou, visto que sou uma pessoa que também lida com a tristeza e o constrangimento com humor, por vezes, do mais negro possível, "Até que a morte nos separa" fez-me pensar no quanto deixamos o tempo passar, no quanto nos acomodamos à vida que temos, mesmo quando esta não é perfeita ou quando não estamos a usar nem metade do potencial que temos disponível.
Acima de tudo fez-me pensar numa coisa que não quero pensar, no quanto nos sentimos perdidos ao ficar sem alguém que nos é querido. 

E para aliviar a tensão, a que ficou do tema, já que a história rapidamente me fez esquecer que esta gente voltava a casa para um funeral, achei que seria indicado ver o filme e por isso, aqui vai a opinião a mais um livro que se torna filme.

Opinião filme:
Vi o trailer muito antes de ler o livro ou saber que ele ia ser lançado em Português. Ter Jason Bateman no papel de Judd não era algo que abonava a favor deste filme, pelo menos no meu ponto de vista. O último filme que vi com ele foi uma treta mas assim que iniciei a leitura achei que de certo modo o actor encaixa na perfeição na personagem criada por Jonathan Tropper.
Na realidade, a escolha dos actores está perfeita!
Pensei que as alterações que fizeram na história ou até a omissão de uma cena que achei brutalmente hilariante e marcante para o personagem principal fossem razão para eu não gostar do filme mas tal não aconteceu. 
A adaptação de "Até que a morte nos una" tem a essência da família Foxman, o sarcasmo dos irmãos de Judd, as batalhas pessoais que os afastaram do centro e o apoio incondicional que por vezes só encontramos naqueles que são nossos, que são os primeiros a julgar mas aqueles com quem podemos sempre contar.
Quer o filme, quer o livro, são uma ÓPTIMA ESCOLHA!

Não percam a oportunidade de ler ou ver o filme, acima de tudo de conhecer a história de Judd e dos que o rodeiam.
"Até que a morte nos una" é uma aposta

terça-feira, 7 de abril de 2015

Opinião "Segredos de uma Condessa Respeitável"

Elsa, ainda consegues encontrar algo de novo num romance histórico sensual?
Sim, consigo, cada história é uma história e esta arrebatou-me por completo.


Que surpresa foi encontrar em “Segredos de uma condessa respeitável” todos os elementos que fazem de um romance histórico e sensual uma narrativa de qualidade que nos prende e nos delicia com amor, detalhes históricos, diálogos interessantes, sensualidade qb, intriga, espionagem e justiça. Seja dita a verdade, eu adorei ler o romance de estreia de Lecia Cornwall em Portugal (sim, já andei a pesquisar e ela tem uns quantos livros, assim me diz o amigo goodreads). 

Será que esperava mais um romance sensual em que lord X, um libertino sem emenda, se enamora pela inocente mas secretamente devassa lady Y? Sim esperava, mas o que recebi foi muito mais do que a minha expectativa tinha estabelecido. Já li muitos livros deste género mas de certo irei recordar Isobel, a prisão da sua casa de viúva, a roupa intima sensual debaixo do luto, o momento em que sucumbiu ao desejo mas acima de tudo, irei recordar o facto de talvez ser a primeira personagem que li que tem um filho! 
É engraçado que em dezenas de livros que li nunca ninguém teve de pesar os seus desejos e as escolhas que fez para a sua vida mediante a existência de alguém que lhe é dependente, que sofre as consequências dos seus impulsos.
Obrigada Lecia por retratar quem tem de alinhar o desejo e o dever de forma tão maravilhosa!

Este “Segredos de uma condessa respeitável” conta-nos a história de Lady Isobel Maitland, Condessa de Ashdown, a viúva agrilhoada à família do marido, que lhe controla a herança e a educação do filho. O seu segredo vive coberto de um luto imposto onde o decoro é uma das muitas obrigações que lhe são exigidas, assim como a submissão à vontade da sogra e do cunhado, como foi decretado no testamento do marido.
Impossibilitada de seguir com a sua vida, Isobel foge aos limites da sua vida dando largas à imaginação, já que perante a sociedade ela ainda chora o marido, de quem não gostava particularmente.
Mas não é só Lady Isobel que mantém segredos sobre a sua vida privada, do lado oposto do salão de baile o seu olhar cruza-se logo na primeira cena com um dos homens mais boémios da sociedade, o Marquês de Blackwood, um nome que se vai repetir muitas vezes nos pensamentos e nos lábios de Isobel e que esconde um rol de segredos muito elaborados sob a capa de hedonismo e sedução que o acompanha.
Desde o primeiro encontro, em que as suas identidades permanecem desconhecidas e se permitem dar largas aos desejos mais intímos, Isobel e Phineas criam uma ligação inegável mas que à luz do dia, perante os olhos da sociedade e até dos próprios é impensável.
O que poderá ter de interessante a insípida viúva Isobel Maitland? 
Como poderá um homem vibrante como Blackwood alguma vez assentar? Será o deboche a sua forma de vida ou apenas uma fachada para algo mais?
Será que estão dispostos a abrir mão do que têm para finalmente terem a vida que merecem? 

Adorei os encontros de Blackwell com a sua dama misteriosa e o quanto esta o desalinhou, ao ponto de o tornar quase inapto para o desempenho das suas funções. Acima de tudo, gostei do enquandramento da história de Isobel e Phineas em algo maior. Sim, porque este livro não fica pelo romance que nasce entre estes dois a cada novo encontro clandestino e anónimo, na realidad,e a relação de ambos é a cereja no topo do bolo que são as camadas de história, intriga e espionagem que cercam estes personagens e a história de “Segredos de uma condessa respeitável”.
Desde histórias de contrabando a traição, este romance tem todos aqueles momentos que nos prendem e nos fazem torcer pelos bons, por aqueles que merecem ser felizes e acima de tudo, ainda nos faz sorrir quando a justiça é servida aos que merecem e da maneira mais irónica.

Se outros títulos de Lecia Cornwall chegarem a Portugal garantidamente vão figurar na minha wishlist. Especialmente se fizerem parte da série Secrets do qual este é o primeiro volume.
Até lá, que venha o próximo Lord desbocado e a Lady femme fatale secreta. 

Lecia Cornwall é uma aposta 

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Opinião :: "Atraída" - 4º Livro da série Crossfire

O primeiro título da série Crossfire, “Rendida”, representa na perfeição o estado de alma desta leitora após conhecer o vício que se tornou a história de Gideon e Eva nos livros até agora publicados.
Vocês que leram a minha opinião sobre os primeiros três livros sabem que consumi a trilogia de rajada, completamente presa à história e com fortes preferências pela personagem masculina, o enigmático, selvagem e sedutor Gídeon Cross.


Perder o lançamento de “Atraída” e deste novo pedaço da história estava completamente fora de questão mas agora que cheguei ao fim do livro dou comigo a pensar que me falta algo, que “Atraída” não me atraiu, se quiser cair no trocadilho fácil com o título. 

Li o livro de fio a pavio, este roubou-me sorrisos, gargalhadas e fez subir os termômetros nestas manhãs frescas de primavera. Irei olhar com outros olhos todas as próximas videoconferências que fizer MAS, e o problema está sempre no “mas”, não me prendeu, falta qualquer coisa. Talvez o problema tenha sido meu, demorei demasiado tempo a lê-lo ou então é este volume o mais fraquinho da história, visto que embora contribua com uma visão mais intíma das personagens, especialmente de Gídeon, não contribui em grande coisa para a linha continua da história.
Não sei se foram as consecutivas alterações ping-pong entre a visão de Eva e Gideon, as abruptas mudanças de cenário na mesma folha que tornavam as cenas uma rajada de vento que nos vira as páginas à bruta ou até o rumo que a história levou, insinuando Gideon e Eva por um caminho até agora inexistente e que ainda há tão pouco tempo eu afirmei ser o que me fazia gostar da história.  Não existia “kinkices”. Para mim, eles dois fisicamente chegavam para incendiar a casa, raios, o prédio todo! Nada de bdsm e tretas, Gídeon! Não me desiludas! :)


No entanto, o apreço que criámos pelo casal mantém-se e acaba sempre por se intensificar quanto mais os conhecemos. Passamos páginas sedentas de saber como vão lidar com esta nova fase da vida em comum e intima enquanto combatem os demónios do passado e os obstáculos que teimam em atravessar-se no seu caminho.
O facto de neste livro termos uma visão de Gideon através dos seus pensamentos contribui em muito para completar a nossa opinião sobre este personagem, especialmente sobre as suas motivações e o que o condiciona relativamente ao passado complicado que teve MAS, e lá vem a condicionante, eu achei o ponto de vista dele um pouco….sem sal, sem o tempero louco que vemos nas suas acções, pelo menos descritas por Eva ao longo dos últimos livros e até deste.
Eu queria mais, algo mais bombástico, algo mais....Gideon e Eva! Será que o problema esta nesta leitora?
Será que não teria sido perfeito terminar a história na trilogia? 
Ou será que este "Atraída" era algo maior que foi diluído por mais que um livro?

Sabem aquela mistura de sentimentos do "eu gosto disto VS que raios acabei de ler"? Sou eu e o "Atraída" de Sylvia Day.
Quero mais Gideon, mais Eva, raios....mais Cary, uh mais Gideon a cantar :) menos kinkices, ok Sylvia Day?!

Que venha o próximo!
Até lá, fica a música do livro.

Relembro a opinião aos primeiros magníficos livros da série Crossfire

A Série Crossfire de Sylvia Day é uma aposta

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Comecei a ler...

Depois de muito romance e erotismo, tinha de haver alguma coisa para equilibrar o prato da balança para outro lado, nada que um thriller arrepiante não faça. "Um, Dó, Li, Tá" tem o peso certo e parece-me a leitura ideal para me afastar das amendoas e dos ovos de chocolate neste fim de semana de Páscoa que se avizinha.
A mana já tinha lido este livro. Leram a Opinião da Cris?

DOIS REFÉNS. UMA BALA. UMA DECISÃO TERRÍVEL. SACRIFICARIA A SUA VIDA PELA DE OUTRA PESSOA?


Uma jovem rapariga surge dos bosques após sobreviver a um rapto aterrador. Cada mórbido pormenor da sua história é verdadeiro, apesar de incrível. Dias mais tarde é descoberta outra vítima que sobreviveu a um rapto semelhante.

As investigações conduzem a um padrão: há alguém a raptar pares de pessoas que depois são encarcerados e confrontados com uma escolha terrível: matar para sobreviver, ou ser morto.

À medida que mais situações vão surgindo, a detetive encarregada deste caso, Helen Grace, percebe que a chave para capturar este monstro imparável está nos sobreviventes. Mas a não ser que descubra rapidamente o assassino, mais inocentes irão morrer?

Um jogo perigoso e mortal num romance de estreia arrebatador e de arrasar os nervos, que lembra filmes como Saw, Enigma Mortal e A Conspiração da Aranha.

Já conhecem a novidades Topseller para este mês?
Avizinha-se o lançamento de "À Morte Ninguém Escapa"
"Um thriller macabro e de leitura imparável"

http://www.topseller.pt/livros/um-do-li-ta

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Novidade Vogais :: Diário de Guantánamo

O primeiro e único diário escrito por um detino na prisão de Guantánamo. 

Uma visão do Inferno, que vai além de Orwell ou de Kafka: tortura perpétua prescrita pelos cientistas loucos de Washington. - John Le Carré


Mohamedou Ould Slahi está detido na prisão norte-americana de Guantánamo desde 2002, suspeito de ser um dos mentores do 11 de Setembro. Após 13 anos de cativeiro, ainda não foi acusado formalmente de qualquer crime. Um juiz federal ordenou a sua libertação em março de 2010, mas o governo dos EUA lutou contra essa decisão, impedindo que fosse cumprida.

Não existe qualquer razão para que Slahi esteja detido. O governo norte-americano não possui quaisquer provas que justifiquem a sua permanência em Guantánamo, muito menos os atos de tortura repetidos, violentos e sinistros de que foi alvo.

Diário de Guantánamo, escrito por Mohamedou durante os primeiros anos na prisão e agora editado pela Vogais, chancela do Grupo 202l20 Editora, é um registo extraordinário e um documento sem precedentes da história do século xxi: uma obra que descreve, com um detalhe e uma proximidade inéditos até hoje, os processos de captura, interrogatório, brutalização e tortura perpetrados pelas autoridades dos EUA ao abrigo da chamada «War on Terror».

Este texto fundamental, que o governo norte-americano tentou esconder do grande público, é agora publicado, com mais de 2500 linhas censuradas, após seis anos de batalhas jurídicas.

Diário de Guantánamo é a memória viva do incumprimento da justiça e dos atos bárbaros praticados por uma das mais sólidas democracias contemporâneas. Um documento inédito, marcante e de uma imensa relevância histórica.

A Vogais disponibiliza os primeiros capítulos para leitura imediata, aqui.

Qualquer pessoa que leia Diário de Guantánamo — e todos os americanos que tenham um pingo de consciência deviam lê-lo, já — ficará envergonhada e em choque. - Glenn Greenwald, autor de Edward Snowden: Sem Esconderijo

Visite a página internacional dedicada ao livro em guantanamodiary.com e ouça alguns dos excertos livros por personalidades como Stephen Fry ou Colin Firth.