sexta-feira, 16 de novembro de 2012

O autor da liberdade de expressão


Excerto do diálogo diário entre irmãs, sobre o seu maior assunto: Livros ou melhor
blogue...


Elsar: Cris - deixo para ti o post sobre os 90 anos de Saramago?
(... e passa-me vários links, que partilho para mais informações)

Efeitocris: ... qt a Saramago, queres q eu faça um post sobre o autor - a pessoa - !?!?!
o que queres? tens ideia?
...
Elsar: Saramago, hoje comemora-se o Dia do Desassossego, em memória do autor pelo que seria o seu 90º aniversário... há eventos na Casa dos Bicos - Fundação... era só para estar "actualizada com o mundo dos livros" :P

Efeitocris: qt a saramago, deixa lá!!!
to sem inspiração e o pouco de li dele, entediou-me tanto qt gostei!?!?!
gosto das ideias caóticas dele... assim soltas, ao acaso...
saramago encaixa-se melhor quando espalhado pelas paredes aqui e ali


... e entretanto aquilo que ia ser um e-mail de desabafo foi compondo-se como aquilo que achei quase um lixo extraordinário...

...
... esta é a minha forma de relembrar Saramago e alertar para as comemorações em seu nome:

talvez hajam coisa que devam ser amadurecidas com a idade, talvez Saramago chegue com a idade... quem sabe ainda não estou assim "tão velha"... Saramago ainda é muito o Memorial do Convento, de atazanados tempos de escola e de obrigação da sua leitura... mas Saramago é também um excelente filme com Jullianne Moore ou não fosse ela a atriz que é e com a dignidade excepcional que coloca em cada interpretação... assim incapaz de ler o ensaio sobre a cegueira, sem que antes as imagens do filme se escurecerem, se esbatam, já que esquecer será difícil, pois Fernando Meirelles é exímio no seu trabalho, pois os filmes que vi e que têm a mão dele, não é um, nem dois, nem três... são todos "de se lhe tirar o chapéu"... mas voltando a Saramago... vou antes reduzir-me ao Memorial do Convento, A Viagem do Elefante e à Maior Flor do Mundo (sim... porque as Intermitências da Morte continuam por ler)
... para vos dizer sinto sempre que me escapa qualquer coisa, qualquer coisa que fará o click e me fará dar sentido a cada obra de Saramago... ou será antes esse o intuito do autor!? Pairar nas nossas mentes, a ad eternum até percebermos que não se trata de nos ter escapado algo, antes sim que "esse algo" reside em nós e na compreensão que cada leitor faz das palavras de Saramago - será isso!? ... ou não fosse Saramago o autor da liberdade de expressão!?!?


Quero ainda destacar o livro O Ano da Morte de Ricardo Reis, em forma de roteiro pela cidade de Lisboa, quem sabe um dia...


Boas leituras e bom fim de semana...

Read a book, enjoy the rain




... and a book between my hands

enjoy Friday and the weekend!


Happy rainy day ... ;)

De uma coisa tenho a certeza...

Apesar do seu reduzido tamanho, há livros que mesmo pequenos, com frases curtas e ideias pequenas, mas cheias de teorias grandes, ou assim poderiam ser se não se fundissem logo com outra ideia a seguir e se perdessem pelas linhas, umas atrás das outras, sem que o fio à meada se encontre...
Por isso, há coisas pequenas com capacidade de coisas grandes... nem que seja de nos tirarem a vontade de ler...
Não sei  se me faço entender, mas de uma coisa tenho a certeza...este livro, mesmo a seu jeito, não é um livro, não se lhe encontram personagens, nem enredo ou uma acção... este conjunto de ideias soltas, que quase como um jogo de palavras cruzadas, se cruzam, que até poderiam ser boas ideias, caso fizessem algum sentido juntas, por vezes dá a sensação que o autor não saberá ou não quererá desenvolver mais aquela ideia e parte para outra num emaranhado de sucessões que ao fim 48 (apesar das suas 79 páginas)
ainda não haviam chegado a lado nenhum... por isso caminho que não conduz a lado nenhum... deixa-se!

De uma coisa tenho a certeza... Alberto José de Almeida Maia Rovisco da Costa, um grande nome, difícil de decorar, autor, pessoa, português... é sempre bom arriscar, você já fez mais do que muitos, só por isso parabéns, pois mesmo com criticas, é sempre melhor sermos mal falados, do que nunca sermos falados.

De uma coisa tenho a certeza... Teorias rápidas, ideias curtas... você tem material para escrever, explanar e instigar mentes intelectualmente inquietas... Escreva crónicas!!! ... pois as suas ideias e desabafos, numa tão linguagem popular vão bem entre um café e um cigarrinho.

De uma coisa tenho a certeza... por momentos, julguei estar num café, a tentar ler um bom livro, enquanto aquilo que você escreve seria género rodapé das conversas de café, ideias para um saco sem fundo, ideias gritadas a ouvidos moucos, quando, a pares ou em grupo, muitas pessoas se sentam e debitam retalhos de teorias... De uma coisa tenho a certeza... é tipicamente português, ser-se abelhudo e ter-se opinião para tudo.

De uma coisa tenho a certeza... você vai ao café, eu vou ao café... somos ambos portugueses e De uma coisa tenho a certeza... somos todos iguais!

Entretanto... boas leituras.

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

O filho de mil homens! Valter Hugo Mãe, Alfaguara


Há muito que ando para ler algo de Valter Hugo Mãe e quando li sobre este livro, sobre ser uma nova fase na sua escrita, desta vez mais virada para a paternidade e família, já que também por estes lados e também tendo passado um marco, o dos trintas, a verdade é que existem questões que se colocam. Por isso, quando hoje entrei na biblioteca e dei de caras com este exemplar heis que não resisti.

Aqui ficam mais algumas informações:

site do autor: http://www.valterhugomae.com/livros/o-filho-de-mil-homens/

Crónica do autor: http://recursos.wook.pt/recurso?&id=2834990

Alfaguarda/Objectiva: http://editoraobjectiva.blogspot.pt/2011/11/o-filho-de-mil-homens-de-valter-hugo.html

A título de curiosidade, este livro foi requisitado na rede de bibliotecas do concelho de Vila Franca de Xira, e aqui fica o link que devem usar para pesquisar o catálogo das "nossas" bibliotecas municipais.
Aproveito para indicar que as Bibliotecas aceitam sugestões de livros e outros materiais, passem por e dêem uma olhadela. Vale a pena!!!

Nascidos para correr, Christopher McDougall, CADERNO - Opinião


Timothy Egan respeitado jornalista do periódico NYT e igualmente galardoado e conceituado autor de obras não ficcionais recomenda e nomeia este livro "Nascidos para correr" como uma «obra pioneira». Mas, há quem diga mais, The Irish Times destaca-o como uma obra "feliz e viciante sobre corrida". Há até quem o destaque como um clássico e uma magnífica obra científica.

Parta do princípio que vai ler um livro sobre uma tribo ultrasecreta - os tarahumaras, mas não se esqueça de que pegou num livro sobre corrida e num dos técnicos, basta olhar aos nomes que se vão espalhando pelo livro para vermos que a coisa é a sério.
Para falar de corrida, há que falar de corredores, exemplos marcantes e inspiradores que poderão fazer as ilusões de qualquer um de nós, de um dia, longínquo, quem sabe poder vir a correr assim. Aqui não se abordam quaisquer tipos de corridas, mas sim as Ultra-maratonas, talvez ainda num conceito mais ultra do que vocês esperam. No entanto, para contrabalançar o número de kms aqui em causa, pensemos neste livro como um manual de ensinamentos para o minimalismo da corrida! O conceito não é meu é sim de muitos ultra-atletas (se é que o conceito existe) sobre novas formas de abordagem às ultra-maratonas, que não são mais do que recuar no tempo e esquecer quase todo o tipo de "dispositivos" existentes ao nosso dispor na actualidade e que são supostos de melhorar as nossas capacidades como corredores.

Como pode ver até aqui, tudo envolve algum conceito sempre antecedido de ultra. E sem dúvida que ultra é a palavra de ordem, especialmente quando páginas e páginas seguidas fazem ultra-revelações, sobre factos que, ou você já desconfiava ou já tinha ouvido, mas agora aqui e associado a nomes sonantes vêm afirmar a veracidade dos factos com as piores provas possíveis - os resultados nos nossos corpos.
Claro que eu não vou desvendar aqui, mas fica já de aviso que este livro, para além de ultra viciante é igualmente desmotivador. Sim, desmotivador!? Ora veja, o que será que se pensa, quando olhamos à volta e concluímos que anos de evolução em vez de nos adiantarem estão a atrasar-nos!? Havemos nós de parar e recuar no tempo!? Assumamos que são de todos verdades inconvenientes e desmotivantes...

Mas, calma, o livro não é uma força destruidora, é antes um manual, recheado de dicas, de nomes, de datas, de conceitos... atletas, tempos de prova, destinos para a aventura... veja este livro como uma autêntica viagem, por entre desertos, vales, povos longínquos e encare a quantidade de kms como uma possibilidade de aprendizagem.

E lembre-se: Correr não envelhece, envelhece-se é por deixarmos de correr!

Poderia desvendar mais do livro, falar-vos de Caballo Blanco ou até da tribo dos Tarahumaras ou da corrida da liga dos fantásticos ou explicar-vos desde já o porquê dos novos modelos de sapatilhas Nike... mas depois assim retirava-vos a piada de percorremos kms de frases sobre a arte de correr e se sairmos convencidos de que essa arte não se ensina, nasce com a gente!

NASCIDOS PARA CORRER!


Para explorar mais:
http://www.youtube.com/watch?v=g4fgo22ylMY&feature=related - minimalist runners
http://www.youtube.com/watch?v=2o15Ibc0Bvo&feature=related - part I, II and III
http://www.youtube.com/watch?v=0qwCZ5iq12o&feature=related - part I, II, III and IV - Raramuris
http://www.youtube.com/watch?v=FnwIKZhrdt4&feature=related - weird or what!?

E quem sabe...
Boa corrida
senão, Boas Leituras! ;)


quarta-feira, 14 de novembro de 2012

ao género de Wishlist


Lindo lindo era aparecem cá por casa, assim como que por magia!
Fossem oferecido como prenda de natal
Fossem por parcerias...
... o que era preciso era virem cá parar!!!



É claro que a lista não pára aqui, vejamos esta como novidades... algumas apenas é claro!
E faltam todos os outros que andam apontados por aqui e por ali, ora na agenda, ora no telemóvel ou simplesmente num bocado de papel... 

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Aquisições à Biblioteca

Tinha-me esquecido de colocar aqui dois livros que adquiri no final do mês de Outubro com uma promoção óptima da Leya com o Continente.
Uma selecção de livros com 40% de desconto nos quais estavam estes dois títulos que faltavam na minha colecção de Romances Sensuais da Quinta Essência :)

Finalista na categoria de Melhor Romance Sensual nos Australian Romance Readers Awards
Sinope:
Cassandra Willows fez nome como uma das mais procuradas costureiras de Londres e como criadora de «brinquedos» íntimos muito apreci ados nos quartos das damas e dos cavalheiros da elite. Mas o seu êxito não pode aliviar a culpa e a dor devido a uma traição devasta dora. Nathan Manning, conde de Blackhearth, nunca irá perdoar à bela Cassandra tê-lo abandonado sem uma palavra no dia em que iam fugir. Agora está de volta a Londres e desejoso de vingança. Munido de memórias escandalosas e provocantes, o belo e vingativo conde c hantageia a sua ex-amante, forçando-a a um romance ilícito... e reacende o fogo ardente que antes consumira ambos. Mas ao perderem-s e no êxtase erótico renascido, Nathan e Cassandra estão a tentar a sorte - ficando vulneráveis a um passado que ainda ameaça destruir as suas vidas e a sua paixão; à mercê de segredos sombrios e tácitos que são chocantemente, perigosamente tabu.


Sinopse:
Duas histórias paralelas, duas paixões arrebatadoras.

Amber Pontiero rejeita uma relação monogâmica porque prefere permanecer emocionalmente desprendida. Logo, sente-se satisfeita com a sua ménage a trois com Luke e Jay, que conheceu numa festa que a mãe organizou. Para sua frustração, todavia, o pior que podia acontecer tem lugar quando começa a apaixonar-se por um dos amantes.
Um século antes, na Escócia, Lady Ellen está noiva do duque de Auburn, um homem bastante mais velho que não a ama e pretende apenas ter um herdeiro. Numa festa, conhece um misterioso armeiro americano, Curtis Wells, por quem sente uma atracção inexplicável.
No presente, Luke decide escrever uma peça e começa a investigar os antepassados de Amber, especialmente um deles: Curtis Wells.
As duas histórias vão avançando paralelamente e, à medida que segue as pisadas dos seus antepassados, Amber começa a perceber que, no que toca ao amor, é impossível voltar atrás. Mas irá a busca do prazer compensar os riscos?

Romances Sensuais 
Ficam a faltar:

Trash de Andy Mulligan, Opinião

Afinal há lixo que tem valor!


Este podia ser muito bem ser o teaser para este livro.
Esta pode ser também a frase que resume tudo, mas que não conta nada sobre este livro.

O que me despertou à atenção em Trash,  foi vislumbrar, numa primeira impressão, Lixo Extraordinário um documentário que eu adorei da autoria do artística plástico Vik Muniz. Mas agora troque o Jardim Gramacho do Brasil, por Behala na Índia e irá encontrar uma realidade igualmente dura, pobre, deteriorada e desesperante, onde crianças crescem à mercê do lixo e das surpresas que por lá vão aparecendo.

Apesar de ter o trabalho de Vik Muniz ainda muito presente no meu imaginário, essa sensação de semelhança e proximidade rapidamente foram varridas pela realidade de crianças como o Ratazana ou o corrupto Zapanta ou até mesmo a quase invisível Pia, cujo o pai me arrancou uma gargalhada enorme, silenciosa, infelizmente, já que  num voo cheio de gente desconhecida e a dormir não iria apreciar o som estridente do meu riso a acordá-los do seu sono de beleza.

Lido em praticamente duas horas de viagem Trash é tão desconcertante como inocente. É um livro infestado e duro, fruto da realidade que descreve, embora infantil e com tendência a sentimentos brandos ou não fosse a quase timidez e simplicidade com que certos detalhes são escritos.
Em pouco mais de 200 páginas, Andy Mulligan consegue ter uma obra que prima pela simplicidade e quase consegue esconder a dureza do que é crescer numa lixeira, tal é a mestria de todos os seus personagens.

A meu ver, este livro consegue ser uma excelente aventura para os mais pequenos, que sem a devida explicação não irão atingir o quão tenebroso será a infância destas crianças e irão deliciar-se com as personagens e as suas vivências. Para os adultos, a leveza com que está escrito permite, por momentos, esquecer essa mesma dureza e realidade e sentir-se empolgado até ao fim. No entanto, o enredo pede que paremos para perceber o quão somos favorecidos e ricos em oportunidades.

O mesmo acontece ao vermos o documentário de Vik Muniz. Vejam e leiam, recomenda-se!

All About Books


segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Mais uns para a Wishlist

confesso que ontem passei numa Bertrand e apeteceu-me fazer uma pilha nos braços e vir para casa
eram uns 10, só das novidades e ilha mais próxima 
:)
Winter is coming, temos de nos preparar para os dias longos de chuva e frio debaixo da manta


Estes dois foram alguns dos que me despertaram a atenção


Lançamento do livro "O Bairro da Estrela Polar", de Francisco Moita Flores
Segunda - 12 Novembro
Hora | 18:30
Local | El Corte Inglés, Lisboa
Sessão de lançamento do livro O Bairro da Estrela Polar, de Francisco Moita Flores (Casa das Letras), com a apresentação do Dr. Conde Rodrigues.

Sinopse:
Diana nasceu no bairro da Estrela Polar. Algures em Lisboa. Um daqueles bairros cercado por estradas com muito movimento, isolado da cidade, voltado sobre si, feito de gente que veio de todos os lados do mundo. No Estrela Polar existe o café Futuro de Portugal, dirigido pelo Bazófias, carteirista reformado, burlão de grandes talentos. É aqui que se reúne a quadrilha agora encabeçada por Diana, líder conhecida como a «Robin dos Bosques», que rouba aos ricos para dar aos pobres. Comandados pela bela Diana, Tosta Mista, Zé Cigano, Francisquinho, Batman, Clara, Manela e Paulo monopolizam o tráfico de droga no bairro, deixando a polícia sempre desorientada, e organizam-no para que o crime seja actividade rentável para sair da crise. Quanto mais não seja para financiar a organização do arraial de recolha de fundos para a construção do centro social da igreja do bairro. Diana dirige assaltos e operações perigosas mas não é assassina. Mas a raiva que habita no seu coração contra os homens que destruíram o pai, tem cada um deles uma bala à espera. É essa a sua obsessão. Uma história dos nossos dias, que consegue cruzar a violência com o humor, a ternura e a união de personagens pícaras do submundo do Portugal do século XXI.

 (este está na wishlist das duas)

Sinopse:
Sinopse: Filho do administrador do jardim zoológico de Pondicherry, na Índia, Pi Patel possui um conhecimento enciclopédico sobre animais e uma visão da vida muito peculiar. Quando Pi tem dezasseis anos, a família emigra para a América do Norte num navio cargueiro juntamente com os habitantes do zoo. Porém, o navio afunda-se e Pi vê-se na imensidão do Pacífico, a bordo de um salva-vidas, acompanhado de uma hiena, um orangotango, uma zebra ferida e um tigre de Bengala.

Já considerado uma das mais extraordinárias criações literárias da última década, A Vida de Pi é um livro mágico, onde o real e absurdo se misturam numa história intemporal.

Este bestseller de enorme sucesso mundial chega agora ao grande ecrã, pela mão do realizador Ang Lee. 

Comecei a ler...

Faz alguns anos li um dos livros da Maggie O'Farrell (Antes de nos encontrarmos) e achei muito interessante. Este fui buscar à biblioteca da mana :) Obrigada

 Editorial Presença
Coleção: Grandes Narrativas
Nº na Coleção: 290
 
Sinopse: 
 Maggie O’ Farrell revelou-se uma das mais dotadas escritoras de língua inglesa com o romance de estreia Depois de Tu Partires
Neste segundo romance, O’ Farrell faz-nos entrar uma vez mais no universo interior das personagens, nas suas paisagens psicológicas mais insondáveis, e dá-nos a ilusão de quase conhecermos Lily, Sinead e Marcus, os três protagonistas desta história de amor, obsessão, desejo e medo soberbamente imaginada. O encontro de Lily e Marcus, inusitado e arrebatador, foi desde logo pautado pela presença inquietante da ex-namorada dele, misteriosamente desaparecida. O que começa por ser uma curiosidade natural para Lily – tentar perceber quem foi, ou é, aquela jovem enigmática —, vai adquirindo, pouco a pouco, contornos cada vez mais compulsivos que ameaçavam levá-la à loucura. O’ Farrell demonstra ter um domínio tão perfeito da expressão das paixões humanas, que quase se torna possível sentir o pulsar intenso que perpassa todo o romance, pela densidade emocional envolvida, pelo suspense psicológico, pela sensualidade de uma prosa que desde logo nos cativa.

Opinião - "As Cinquenta Sombras Livre" de E L James

Chegou finalmente o dia de ler o terceiro e último livro da Trilogia "As Cinquenta Sombras de Grey".
Para quem ainda não o tem, de certeza que todas as lojas devem ter um ilha especial, mesmo à entrada com dezenas de exemplares à vossa espera. 
Por aqui já se fechou o Ciclo do Grey e posso finalmente dar a minha opinião sobre este livro e os anteriores.

Para quem não gosta, esta é uma boa altura para mudar de página ;)

Capa: gosto mais da ideia que já vi em algumas edições. Em vez das algemas, uma chave
Título: soa esquisito! 

A minha opinião:
Parece que chegou ao fim a nossa pequena aventura pelo mundo de Christian Grey. Não se deixem enganar, não estamos aqui por ela mas sim pela história e acima de tudo, por ele, pelo Mr. Grey.
Se no primeiro livro ficamos a conhecer o seu lado mais negro (ou em tons de cinzento) ao longo dos restantes livros temos oportunidade de descobrir, sombra a sombra, o que compõem esta personagem, ficamos a conhecer mais profundamente as cinquenta sombras de Grey e creio que nos vemos obrigadas a simpatizar com ele (conheço quem tenha desistido de ler o primeiro livro por se ter enojado, principalmente com a personagem do Christian)
Em comparação com os restantes (principalmente com o primeiro) achei este um pouco mais composto, mais bem escrito e com menos referências irritantes da Anastasia (a da deusa interior, para ser específica)

No final do segundo livro ficamos com água na boca para saber o que é que de mal se vai passar e neste temos de tudo um pouco para atrapalhar a relação dos dois, que na realidade, mesmo com tantos obstáculos não perde um atributo a que a autora nos habituou desde o primeiro livro, uma quantidade abundante de sexo. Talvez um pouco mais fiel ao primeiro em questões de "sexo puro e duro", vemos Christian e Anastasia a evoluir como casal récem-casado e com planos para o futuro. Creio que o fim todos sabemos como será (com um floreado aqui ou ali) mas acho que o que mais me agradou foi a parte final em que podemos ver a história de outro ponto de vista, o do Christian.
Não sonhem que não há mais livros. A existir e garanto-vos que já está no forno, é o filme (ou dizendo melhor, filmes). Falo por mim quando digo que não consigo imaginar nenhum dos actores que conheço a fazer o papel de Christian e até para a personagem de Anastasia não sei quem poderia ser escolhida.
Confesso que por mim ficava por aqui. Todo este sucesso à volta dos livros vai-se tornar impossível quando finalmente chegar ao cinema e como se trata de 3 livros, estamos provavelmente a falar de 3 filmes, o que nos dá pelo menos mais 4 anos de conversa sobre As Cinquenta  Sombras de Grey. Será que não se vai tornar insuportável? (sei que para alguns pessoas já o é)
Será que irá continuar a mexer com a vida de tantas pessoas (solteiras ou casadas)? 


Polémicas e gostos à parte, visto que opinião todos temos uma, eu digo que gostei de ler e não morro pelo tempo que perdi a fazê-lo.
Se o volto a fazer?...provavelmente não mas terei todo o gosto em sugerir estes livros a quem se andar a sentir um pouco....em baixo :)
Tem sido uma fonte de animação para mim emprestar livros eróticos a amigas e receber um SORRISO de Obrigada de volta. 
Por vezes, o que parece não ter qualquer interesse para alguns, pode fazer maravilhas para outros.
Seja como for....o que interessa é ler (e viver!)

Boas Leituras 
:)
e agora vão lá comprar o vosso exemplar

A quem possa interessar, aqui ficam os comentários sobre os dois outros livros:



domingo, 11 de novembro de 2012

"Uma morte súbita" em pré-lançamento

Olha a prenda de natal a mim própria!!
:)
Não percam a oportunidade de reservar o vosso exemplar no site da Presença. O lançamento é já dia 21 de Novembro.
Ou então, podem tentar a vossa sorte no passatempo que termina amanha, no Facebook

Uma Morte Súbita é o primeiro livro para adultos de J. K. Rowling, a mundialmente famosa «mãe de Harry Potter». Acolhido com enorme expectativa, este surpreendente romance sobre uma pequena comunidade inglesa aparentemente tranquila, Pagford, começa quando Barry Fairbrother, membro da Associação Comunitária, morre aos quarenta e poucos anos. A pequena cidade fica em estado de choque e aquele lugar vazio torna-se o catalisador da guerra mais complexa que alguma vez ali se viveu. No final, quem sairá vencedor desta luta travada com tanto ardor, duplicidade e revelações inesperadas?

O que já foi escrito sobre Uma Morte Súbita

«Um romance maravilhoso. A mestria de J.K. Rowling como contadora de histórias está ao nível de RL Stevenson, Conan Doyle e PD James…» The Observer
 
«Impossível não nos maravilharmos com a mestria com que J.K. Rowling entrecruza as vidas destas personagens tão expressivas.» The Daily Telegraph
 
«Impressionante - virar as páginas pode parecer insuportável, mas não tanto quanto seria pousar o livro.» Associated Press
 
«Um romance imponente, ambicioso, brilhante, profano, divertido, profundamente perturbador e eloquente . Um livro bastante comovente pela mão de alguém que compreende a um nível profundo e não só os seres humanos mas também a essência do romance.» Time Magazine
 
«Um romance pleno de perspicácia e engenho, esplendidamente delineado, e terminado com inteligência. À altura do talento de J.K. Rowling como contadora de histórias.» The Economist
 

sábado, 10 de novembro de 2012

Opinião - "Irmã" de Rosamund Lupton

Anteriormente lido pela mana -  Opinião EfeitoCris


A minha opinião:
Faz algum tempo que tinha este livro debaixo de olho desde que tropecei nele pela primeira vez no top do livros mais vendidos do bookdepository (confesso, que me perdi por lá diversas vezes ao longo dos anos)
A sinopse suscitou-me interesse mas foi a boa opinião que a minha irmã e mãe tiveram que o fez saltar à frente de outros tantos que tenho para ler. Disseram-me que havia uma personagem no livro que me iria chamar a atenção, tinha razão.
Por norma, não gosto de ler livros com personagens que partilhem nomes de familiares ou amigos próximos, principalemente quando algo de mal acontece, dá sempre uma dor enorme pensar "e se fossem os meus?".
Em "Irmã", este é o meu pensamento ao longo da leitura. E se fosse a minha irmã a desaparecer? E se fosse eu, iria ela à minha procura?
Costuma-se dizer que a família nós não escolhemos e que mesmo quando não nos damos bem, sabemos que faríamos qualquer coisa por cada um dos elementos que a compõe.
Este livro demonstra exactamente isso, que mesmo estando longe, mesmo quando não se fala todos os dias, há uma parte de nós que está ligada, à irmã, à mãe ou até a um filho (os nascidos e os por nascer).
Gosto da relação entre estas duas irmãs, gosto de como Beatrice descreve a irmã. Como sem nunca ter sido um elemente activo na história, Tess está sempre presente, até ao fim. 
E que fim!!
É interessante o facto de Rosamund ter escrito um romance/thriller/policial (isto existe?). Se não existe e se assim não é classificado, é assim que eu o vejo. Mesmo perante todo o caso do desaparecimento de Tesse consequentes descobertas (até as mais macabras), nunca deixamos ter aquele lado sentimental e emotivo da relação entre as duas e isso mantém o lado humano, mesmo até à última linha.

Rosamund Lupton merece, sem sombra de dúvida, todos os prémios que recebeu com este livro.
Estou sem dúvida curiosa para ler o seu segundo, "Afterwards" (que nada tem a ver com a Irmã, não é uma continuação deste!)
Já temos notícias que irá ser lançado no início do ano. Assim que tenhamos conhecimento da data, nós informamos.

Até lá...
Boas leituras!

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

«Quando Nietzsche chorou» de Irvin D. Yalom :: Opinião


Let's face the facts!


Best-seller em  20 países!
Francamente aclamado pela critica de inúmeros periódicos internacionalmente de destaque.
Referido pelas altas patentes na área da psicanálise, psiquiatria e psicologia, como uma obra excêntrica, fascinante e intelectualmente poderosa.

"Fascinante como uma história de detectives, o romance de Yalom lida com personagens que mudaram o curso da intelectualidade Ocidental... um feito maravilhoso."
DIANE WOOD MIDDLEBROOK


«Um homem tem que estar preparado para se queimar na sua própria chama: como se pode renovar sem primeiro se transformar em cinzas?»


Aliás quem lê a sinopse, percebe logo que terá de ser preparar para uma obra intelectualmente inquietante, ora vejam:

Sinopse - Quando Nietzsche Chorou - Irvin D. Yalom - Saída de Emergência

Este livro tem como pano de fundo o fermento intelectual da Viena do século XIX às vésperas do nascimento da psicanálise. Friedrich Nietzsche, o maior filósofo da Europa... Josef Breuer, um dos pais da psicanálise... um pacto secreto... um jovem médico interno de hospital chamado Sigmund Freud - esses elementos se combinam para criar a saga de um relacionamento imaginário entre um extraordinário paciente e um terapeuta talentoso. Na abertura deste romance, a inatingível Lou Salomé roga a Breuer que ajude a tratar o desespero suicida de Nietzsche mediante a sua experimental terapia através da conversa. Ao aceitar relutante a tarefa, o eminente médico realiza uma grande descoberta - somente encarando seus próprios demónios internos poderá começar a ajudar seu paciente. Assim, dois homens brilhantes e enigmáticos mergulham nas profundezas de suas próprias obsessões românticas e descobrem o poder redentor da amizade.

Quem redigiu esta sinopse deve, sem sombra de dúvida ter amado a leitura desta tão aclamada e suposta conversa e amizade entre Nietzsche e Breuer, dois grandes intelectos que em tanto contribuíram para a compreensão da psique humana. No entanto, tendo a discordar unicamente num detalhe, daí que dê destaque apenas a «obsessões» e não à totalidade: «obsessões românticas», pois não acho que só o amor, a paixão ou o romance sejam a causa das obsessões de ambos os personagens, diria talvez o amor próprio, a auto-estima, o ego e o núcleo duro da nossa formação como pessoa, a família - será que quem já leu, entende assim também?

No meio de todos estes destaques que tomei a liberdade de fazer perante tão rica sinopse, não quero esquecer a questão da saúde periclitante, da qual fazem parte as dores de cabeça tenebrosas e as insónias ansiosas de Nietzsche, bem como de Breuer. E aqui deparo-me com a questão, até que ponto é libertador conversar!? Até que ponto poderão as conversas entre amigos tornar-se um elixir para os confins do nosso inconsciente que ajudem a resolver as cavidades e meandros do nosso cérebro, oferecendo a este algum descanso e conforto na hora de repousar?
Será assim tão forte a nossa capacidade da metacognição que em mentes tão inquietas como as aqui em causa lhes possam causar distúrbios!? Serão as ideias sobre e para a humanidade, o pensamento sobre os pensamentos que os outros têm ou deveriam ter assim tão pesados que por vezes a mente de quem tanto pensa caia perante dores de cabeça alucinantes e ânsias provocadoras e ladras das tão necessárias horas de sono?
Sono esse, entenda-se, altamente reparador para que o cérebro absorva ainda mais conhecimento! Que poder querem eles deter? Que poder queremos nós para nós mesmos? E você já se colocou perante tais questões?

Não é novidade que os temas da psicologia, psiquiatria e psicanálise me interessam. Tais leituras são reflectidas na esperança de compreender os fenómenos intrigantes da mente humana, mesmo que para tal precise igualmente de excogitar as profundezas das minhas próprias obsessões, dúvidas, medos, indecisões e... oh quanto eu queria poder entrar numa conversa com mentes tão pensantes e desafiantes como estas deste magnífico livro.

Confesso que a frase que mais prendeu a minha atenção, foi: «a saga de um relacionamento imaginário», ora: quão importante é aquilo em que a gente acredita? 
Podem direccionar para Deus, podem direccionar para a família, o amor ou até ideias sobre nós mesmos, mas no final, serão essas nossas crenças realmente verdadeiras? 

E a verdade a quem importa? 
Importa-lhe a si, ter um relacionamento directo comigo ou importa antes absorver o que o nosso relacionamento lhe/nos traz? 
Como poderá algo ser verdadeiramente verdade se não depender só de mim? Será a verdade, a razão, o poder, a determinação, inatingíveis!?


Mesmo com coisas, aparentemente, inatingíveis, não é motivo para não as desejarmos, certo?

"Que tristes os caminhos, se não fora a presença distante das estrelas!"
Mario Quintana


E por último...
Um aviso a quem leia este livro: espere elevadas horas de pensamentos questionantes, converse consigo mesmo, tente conhecer o seu lado negro, assuma que tem dúvidas, reflicta, salte horas de sono. Este livro vale um certo desespero de nos questionarmos: Se eu for capaz de me pensar a mim próprio serei capaz de nascer de novo!? Entenda-se nascer melhor.
E já agora pergunte-se: o que o faz ser melhor e «limpe a chaminé»... !?!!?


«Contigo para sempre» de Takuji Ichikawa - Opinião


Um livro destes, só podia dar uma critica destas, espero que gostem!

Experimente juntar Mio, Yuji, Pooh, Nombre, Takkun
Uma camisa com nódoas, uma casa desarrumada
Uma fábrica em ruínas, a época das chuvas e um passeio na floresta...

Junte ainda o planeta arquivo, uma máquina do tempo
Adicione o NADA... ou então subtraia
Pense no tudo como o nada
Não se esqueça do instante, do absurdo, dos limites e da imaginação...

Pense na morte, sinta a vida, pense na família e sinta-se a perdê-la
Junte uma pitada de sonhos, numa mão bem fechada
Aperte, esprema ... mas não sai nada!?
Empurre o asfalto com força, corra, fuja
... vá, mas volte SEMPRE!

Experimente um elefante, em cima de uma teia de aranha
Sinta a saudade na ponta dos dedos
Some mais um cromossoma
Tire alguns parafusos

Faça um desenho torto, mas atinja a perfeição
Encontre o seu Doppelgänger 
e caminhe no baú dos medos
erga o olhar, sinta o medo
relaxe por um segundo
toque-se, sinta-se e veja se é verdadeiro!?

Atire-se e aconchegue-se, aproveite
não é por ser vago que lhe fará mal...

despropositado!?
e então!?
meta as asas na imaginação e VOE
...
e lembre-se... vá, mas volte.


*

excerto de "Contigo para sempre" de Takuji Ichikawa com edição da Presença

"Eu era um pinguim, a voar pelo céu.
Seguia subindo atrás dela, mais alto do que alguma vez havia imaginado.
Até perto das estrelas.
Vistas lá de cima, as coisas imundas da Terra, as coisas feias e tudo aquilo que fazia o coração sofrer, formavam uma manta de retalhos lindíssima.
A felicidade era isso.
Depois ela partiu e eu continuei a ser um pinguim."

*

«As coisas que parecem normais são ficção e as coisas que parecem impossíveis são verdade», palavras do próprio autor.

BOAS LEITURAS

Afogada em Livros


De momento a ler dois, com uns quantos em espera (mais do que alguma vez tive) e sem tempo/cabeça para gerir tudo. 
O monte de livros para ler cresce :) e eu não me importo, só gostava de ter mais tempo para cada um deles.

Boas Leituras!

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

grande falha!!!


Ganho num passatempo o livro chegou e passou rapidamente pela estante, mas o verão também chegou e foi devorado como manteiga a derreter em julho ;)
mas... a falha não está ai!
a grande falha foi não o ter divulgado aqui no blog!!!

A leitura foi feita e amei o livro, mas o mesmo voltou à estante, no meio da algazarra típica de fim de verão e convencida de que havia feito a review aqui no blogue, descansei!

Hoje, perante uma troca e para mostrar o quanto tinha gostado do livro e o recomendava, apercebi-me da grande falha... ele não surge comentado e revisistado aqui no Efeito dos Livros!!!

... mas não volta a acontecer... a review já está na calha!

Entretanto peço, a quem souber, que me diga o filme e a série inspirada neste livro, pois tentei encontrar e ainda não consegui. A quem conseguir, desde já, obrigada!

Até à review ... boas leituras.

PS - E por estar mais a Oriente, quem já leu o Prémio Nobel!?

terça-feira, 6 de novembro de 2012

e a semana começa assim, à Terça-feira


De volta e no meio dos livros...



Se é que eu alguma vez deixo de estar.
4 dias de férias bem passados em Milão e lá se foram mais de 500 páginas entre:

- Trash, numa leitura desenfreada para chegar ao fim e me deliciar com aqueles 3 meninos, num misto de inocência com a dura realidade - sem dúvida uma surpresa de livro!

- Nascidos para correr, um livro que mais parece a enciclopédia das provas, das vitórias, dos records e dos atletas ultramaratonistas e claro com este mito de Caballo Blanco, que me fez devorar 200 páginas em menos de 2h de voo e estar aqui em pulgas para ir terminá-lo... 
tanto eu como o Caracol Literário (ou seja, não terão uma, mas sim duas visões sobre este livro)

- E dei ainda uma espreitadela pelo Incógnito, mas um projecto já estava em mente, por isso será uma leitura "emparelhada" digamos assim e provavelmente esclarecedora, já que o projecto-desafio será:

- "Comer, orar, amar" versus "Beber, jogar, f*der" pelas leituras e opiniões de Efeitocris e Caracol Literário, nada melhor que um casal, em leituras ao despique, com pontos de vista, ora de um lado romântico, ora do outro pragmático e boémio... a ver vamos o que resulta desta leitura e partilha literária.

Entretanto e porque mais um livro é sempre bem vindo, caiu-me um mesmo aos pés, ou melhor, ia-lhe pondo os pés em cima... pois é, estava jogada ao chão com mais umas quantas papeladas, heis o que o sol de hoje me trouxe, sim porque se tivesse chovido, como choveu em Milão, este livro tinha virado papel higiénico... não estranhem as palavra, pois é este tipo de humor que o livro pareceu ter e eu até lhe achei uma certa piada!

- De uma coisa tenha a certeza, e ao abrir a primeira página despertou-me interesse e como é óbvio até os livros merecem 2ª ou 3ª oportunidades, quem sabe, alguns mais que certas pessoas.

E não posso esquecer que a passeata de feriado atrasou a minha última review, ou seja, o estrondoso "Quando Nietzsche chorou", que de forma alguma está esquecido, antes pelo contrário, anda bem a remoer cá dentro!