sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Novidade Topseller :: "O Anjo da Morte"

UMA CELA FECHADA.
UM CORPO ESCRUPULOSAMENTE MUTILADO JAZ NO SEU INTERIOR


Helen Grace, até aqui considerada a melhor detetive do país, é acusada de homicídio e aguarda julgamento na prisão de Holloway. Odiada pelas restantes prisioneiras e maltratada pelos guardas, Helen tem de enfrentar sozinha este pesadelo. Tudo o que deseja é conseguir provar a sua inocência. Mas, quando um corpo aparece diligentemente mutilado numa cela fechada, essa revela ser, afinal, a menor das suas preocupações.

Os macabros crimes sucedem-se em Holloway e o perigo espreita em cada cela ou corredor sombrio. Helen não pode fugir nem esconder-se por atrás do distintivo. Precisa agora de ser rápida a encontrar o implacável serial killer? se não quiser tornar-se a sua próxima vítima.


Uma novidade

Relembramos a opinião aos primeiros livros da série 

Opinião "Um, Dó, Li, Tá" - ElsaR

«A Casa de Bonecas» :: Opiniaõ EfeitoCris

«A Vingança serve-se quente» :: Opinião EfeitoCris

Novidade Editorial Presença :: "Os Imperfeitos"

Quem é que já andava a ansiar com a leitura de um livro da Cecilia?


A vida de Celestine North é perfeita. Filha e irmã modelo, é muito popular junto dos colegas e professores e namora com Art Crevan, um dos rapazes mais encantadores da escola. Mas Celestine vê-se confrontada com uma situação à qual reage por instinto, levada pela bondade. Quebradas as regras, terá de lidar com as consequências. Pode ser presa. Pode ser marcada a ferro quente. Podem obrigá-la a juntar-se às fileiras dos imperfeitos. 

Um romance estonteante em que a autora bestseller Cecelia Ahern retrata uma sociedade em que a perfeição é essencial e em que a imperfeição é punida de forma exemplar.

Uma novidade

Para mais informações consultem o site Editorial Presença.


quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

«Não terão o meu ódio» de Antoine Leiris - Opinião


Julgo não ser fácil opinar desta leitura sem que se fale em emoções ou se apele a elas. Aliás, quase não se tem vontade de escrever sem que se recorra às palavras, às frases, às imagens com que o livro nos bombardeia. Por um lado, ainda bem que o relato é curto, caso contrário tornar-se-ia insuportável. O medo sente-se quase a cada linha. A desilusão, a tristeza, a perda e a desorientação. Eles poderão não ter o ódio dele, mas ele ganhou, sem pedir, uma série de sensações e emoções que lhe pautarão o resto da vida. 

"Agora, sabemos. Na altura, entre duas reviravoltas da história de que ele é o herói, compreendo por que razão não me anunciou que ela já tinha partido, nos braços dele. Compreendo que ele ainda não era o sobrevivente que hoje vejo. Continuava lá, encurralado naquela cena que nunca mais acabava. E quando me pede desculpa por não me ter conseguido dizer, não o recrimino. No filme dele, as personagens não morriam. Mas o filme não era dele. (...)
Sigo a história, minuto a minuto. Vislumbro o cenário. Registo tudo calmamente. Sei que o Mevil me perguntará em breve como é que a mãe partiu, sei que ele vai querer saber tudo. Por isso, porto-me bem. Escuto, como espectador, o drama da minha vida que já começou, que não esperou pelo narrador.
Quando ele acaba, falamos disto e daquilo para fingir que o mundo não se desmoronou."

Mas desmoronou!
A 13 de Novembro de 2015 nos atentados de Paris, mais precisamente no Bataclan, Antoine perdeu Hélène e Melvil talvez tenha perdido uma parte dos dois e uma irrecuperável parte que era: "o três".

"À esquerda, depois da praça central, surge a campa. Aproximamo-nos. Chegamos. Tenho toda a minha vida debaixo dos pés. Cabe nuns quantos metros quadrados de pedra, de frio e de lama. É pequena uma vida. Pouso a fotografia entre as flores brancas que constelam a pedra. Como numa nuvem de estrelas agarradas à noite. Uma noite sem Lua. Fechada no seu túmulo, ela nunca mais reaparecerá."

O livro é pura poesia e dor. Talvez tenha um traço ténue de esperança, afinal existe um bebé de dezassete meses para continuar a criar, mas o medo persiste e pauta todas as linhas. Lemos com um aperto e pensamos por que motivo não pensamos mais em aproveitar a vida e aqueles que amamos. Mas a verdade é que coisas pequeninas e insignificantes nos roubam o sorriso e os momentos, pois continuamos a caminhar como se fôssemos imortais. No entanto, ler muitos livros destes para darmos mais valor ao que temos é meio caminho andando para ficar deprimido. A dor e a solidão que resta é atroz. Mói cá dentro.

"Devíamos dar coletes fluorescentes a todas as pessoas que queremos evitar. O pessoal do apoio psicológico está de colete, nessa manhã, o que me facilita a vida. Não quero falar com eles. Tenho a impressão de que me querem roubar. Querem tirar-me a infelicidade, aplicar-lhe um bálsamo de fórmulas feitas, para depois ma devolverem desvirtuada, sem poesia, sem beleza, insípida."

Um livro Objectiva.
E mais uma leitura para o Desafio Literário,

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

«A avó e a neve russa» de João Reis :: Opinião


Em estreia absoluta na publicação de autores portugueses a Elsinore traz-nos João Reis e este seu romance de tom (só tom!) infantil «A avó e a neve russa».

Seguimos Russkiy (diminutivo nada xenófilo!!!) na sua saga por salvar a família, o que implica nada mais nada menos, que racionalizar nos seus dez anos de idade, uma ida ao México a fim de salvar a avó Babushka, sobrevivente do acidente nuclear de Chernobly.

"(...) e é assim que quero ser quando for adulto: mais seguidor da racionalidade do que das emoções, para não sofrer."

Há toda uma geografia peculiar e mascarada da realidade, assim como num sonho-meio-acordado em que vive este rapaz de conhecimentos quase enciclopédicos, mas dono da ingenuidade e da inocência de quem, mesmo misturado e vítima de algumas dificuldades, vê ainda o mundo pelos olhos próprios da infância. Mas, sem nunca esquecer o peso de querer ser um «homenzinho».

"Quando se é velho, o sangue não chega às extremidades, e é necessário exterminar os pés com uma serra, ou os velhos ficam vegetais na cabeça, o que tem lógica se virmos os desenhos do corpo: o coração está sempre ao centro."

"Ontem, antes de a Babushka ter o ataque de tosse que a fez dobrar-se em metade que é, tão pequenina..."
Perante a constatação do avanço da doença, o menino não entende a passividade da medicina, mas não baixa os braços. Recorre à filosofia, aos filmes, aos livros e a um rol de personagens que complementam muito bem toda a narrativa e justificam, digamos assim, a panóplia de ideias que lhe povoam a cabeça. 

"Há que pensar em tudo muito bem pensado, e admira-me que o Matt não saiba estas coisas. Mas ele não tem televisão e não vê filmes, por isso, até se percebe que não saiba o essencial da vida."

Esse essencial da vida, que reestruturamos à medida que vamos com esta personagem pelo avançar dos dias enquanto não neva e ficamos a pensar nas ideias simples, mas bem recheadas com as quais se perde a caminhar e a pensar na vida. E nisso João Reis quase nunca perde o rótulo inicial, o tom meio infantil e inocente é constante no discurso deste descente de quem veio do frio das neves russas.

"Um dia, quero também tirar uma fotografia a preto e branco, cheia de sombras e de luzes, para parecer misterioso e os meus filhos e netos e descendentes imaginarem aquilo que fui quando já não se lembrarem de quem eu era na realidade, e assim me tornar interessante e importante."

Continuo a dizer que apesar do tom infantil e que por vezes nos faz soltar uma risada aqui e ali, há toda uma mão cheia de reflexões que nos fazem parar para pensar. Este é um livro no qual pegamos e temos dificuldade em largar. Apegamo-nos ao personagem e queremos viver com ele emoções que cruzam fronteiras e atravessam culturas.

"Ao dar um passo após o outro, tenho pena de que na cidade das partes suplentes não existam olhos menos tristes e pulmões mais fortes."


Um livro ELSINORE

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Opinião "13 anos para sempre Marion"

"A juventude está perdida"
"Isto no meu tempo não era assim"
"Como é que os miúdos hoje são tão cruéis uns com os outros?!"


Quantos de nós não ouvimos ou já dissemos algo igual ou semelhante? 
Quantos de nós não fomos assim rebeldes, cruéis ou inconsequentes?
Os anos escolares são uma etapa da vida de todos e é certo e sabido que para muitos é das piores fases da sua vida 
Para Marion foi a última.

"13 anos para sempre Marion" é o relato sentido e duro de uma mãe que perdeu a sua filha cedo de mais. Bem, seja quando for, perder um filho será sempre cedo de mais, de tão contra natura que é.

Numa carta aberta dirigida à filha Marion, que se suicidou no dia 13 de Fevereiro de 2013, a mãe Nora vai contando, lamentando e se revoltando com os acontecimentos que levaram a filha mais velha a um ponto sem retorno, ao limite em que não aguentava mais e decidiu acabar com o seu sofrimento.
Senti-me tão revoltada com a leitura que mal consigo colocar por palavras o que o livro me transmitiu.
Sou mãe, este testemunho de Nora não me mostrou uma realidade desconhecida, infelizmente. A crueldade, os gozos, as ameaças, o assédio, o medo, as desculpas para não ir à escola, as más notas, o mau estar geral...nada disso me é desconhecido. Infelizmente em tempos até me foi familiar, só não se chamava bullying, eram crianças a serem cruéis, jovens a serem mauzinhos, futuros adultos a não medirem as consequências dos seus actos.

Mas o que realmente me revoltou não foi só conhecer em primeira mão a impotência de Nora, a crueldade dos colegas de Marion MAS sim a passividade da instituição escolar que é uma segunda casa para os miúdos, que deve ser um local onde eles sentem que há quem se importe com eles e que os pode ajudar.

A leitura deste livro faz-me estar mais alerta, faz-me querer saber mais, ler mais sobre o assunto.
A todos os com filhos, a todos os que trabalham com crianças, a todos os que amam crianças...leiam este livro.
É um favor que fazem a vocês e a eles também.

Hoje faz 4 anos que Marion morreu.
:(

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

«A última aula» de Randy Pausch :: Opinião


Em "A última aula" de Randy Pausch descobrimos um punhado de lições, que não são novidade nenhuma, mas das quais nos esquecemos muitas vezes. Não sei se salvarão os sonhos meio esquecidos que possamos ter, mas por certo nos farão pensar enquanto decorre a leitura e tomar umas breves notas.

Ficam as minhas, em jeito de resumo e de mantra.

— Foque nos seus sonhos, ajudando nos sonhos dos outros;

— Peça! Pedir pode ser muitas vezes um caminho que liga as pessoas;

— Ofereça chocolates;

— Faça (verdadeiras) pausas;

— Dê tempo para conhecer os outros... eles vão sempre surpreender-nos (!?);

— Promova o convívio, assim saberá de pontos em comum com os outros;

— Seja simples e leal. É um caminho com dois sentidos;

— Permita-se falhar, é experiência adquirida e a experiência é tudo o que tem para dar;

— Mão pense no que os outros pensam de si;

— Peça desculpas, verdadeiramente;

— Agradeça, especialmente por escrito;

— Aprecie os muros, vão mostrar-lhe o quanto quer algo;

— Direitos e deveres vêm aos pares;

— Faça parte da ou de uma comunidade;

— Seja a Ponte!

Randy Pausch está a morrer, tem cancro pancreático e é professor universitário, pai de três filhos e tem quarenta e poucos anos. A forma que encontrou de deixar um testemunho e uma mensagem para os filhos, e não só, foi esta aula, a sua última aula. 
Podemos ver aqui, directamente do canal da universidade, completando assim a leitura.

Este livro é o primeiro que leio para o Desafio de Leitura do Efeito dos Livros.





A leitura deste livro foi promovida pela Marcador Editora

Balanceando entre os livros lidos... 2016

2016... esse ano híbrido, atípico, revolto, confuso...

Tenho cerca de (à vontade!!!) 20 livros aos quais devo um texto, desses 20, talvez uns 5 por terminar, com 2 deles a pesarem-me, pois não vejo forma de os terminar.
Quando comecei este registo achava que 2016 tinha sido um dos anos mais fracos em termos de livros lidos, mas fazendo este pseudo balanço vejo que foi um ano com boas descobertas e a confirmação da importância do conto. E afinal não foram assim tão poucos, eu é que tenho a mania de ver tudo enviesado!!!
Conto cerca de 50 lidos e comentados. Faltam os outros, o que estão na foto que encerra o balanço.
Ou seja, li então cerca de 70 livros. Está na média!

Sendo assim descobri:

- Desmobilizados de Phil Klay - http://efeitodoslivros.blogspot.pt/2016/02/desmobilizados-de-phil-klay-opiniao.html
Não sendo um livro nada fácil, é um livro que nos leva à desfragmentação sentida pelos operacionais. Um livro que é o rescaldo da loucura da guerra.
"O gatilho estava ali, a pedir que eu o apertasse. Não há muitas ocasiões na vida em que tudo se resume a um «carrego neste botão?»"

- «Oculta» que veio afirmar Faciolince como um autor a seguir e por falar em seguir «Somos o esquecimento que seremos» está na lista para 2017.
http://efeitodoslivros.blogspot.pt/2016/02/oculta-de-hector-abad-faciolince-opiniao.html
Um livro sobre a Colômbia rural, mas mais ainda sobre o regresso à terra, às origens e o peso, a marca que é a família.
"La Oculta faz sonhar (...)
(...) às vezes apodreço de frio e de nostalgia por não estar lá, em La Oculta. O Jon ensinou-me o significado da palavra nostalgia. Nostos, em grego, disse-me ele, quer dizer «regresso», e algia, «dor», e tal como mialgia é a dor dos músculos, a nostalgia é a dor do regresso.

- A amiga genial
Em 2016 foi o ano da Ferrantomania, febre esse que não me pegou. Li o 1º volume e por aí fiquei.
http://efeitodoslivros.blogspot.pt/2016/02/a-amiga-genial-elena-ferrante-opiniao.html

- «Romance» de Hélder Macedo, numa tentativa de conhecer mais um autor português.
http://efeitodoslivros.blogspot.pt/2016/03/romance-de-helder-macedo-opiniao.html
Julgo correr o risco de não voltar a este autor. Apesar da beleza da escrita, o fio condutor é muito ténue e perde-se a história no meio de tanto disse que não disse, ama que não ama...
"um poema de silêncio
um romance que fosse
o que nele não fosse escrito
um olhar a olhar um olhar
a olhar em direcções opostas"

- «O primeiro muçulmano» lido a par com os volumes de Marek Halter, numa senda de conhecer melhor o Islão e os seus fundamentos.
http://efeitodoslivros.blogspot.pt/2016/03/o-primeiro-muculmano-de-lesley-hazleton.html
e os volumes de Marek Halter:
Khadija & Fatima: http://efeitodoslivros.blogspot.pt/2016/03/as-mulheres-do-islao-trilogia-de-marek.html
Ficam-me duas grandes frases:
"Se o homem fosse um rio, a mulher seria a ponte."
"As palavras são pássaros - disse-lhe. Se sabes abrir-lhes a gaiola, descobrem sempre para onde devem ir. E podes confiar nelas: conhecem os melhores ninhos."

2016 trouxe vários novos autores portugueses que descobri com imensas vontade e dos quais pretendo ler outros livros. É preciso salientar que talvez um deles tenha sido o (meu) livro do ano, a saber: «Impunidade» de Hélder Gomes Cancela.

- http://efeitodoslivros.blogspot.pt/2016/03/impunidade-de-h-g-cancela-opiniao.html
"Aquilo éramos nós, sem espaço para dúvidas. Cada um sozinho diante do outro como se permanecesse imóvel perante si mesmo. Não no reflexo de um espelho, susceptível de produzir um mínimo de identidade (...) continuava a ser eu. Continuava a ser ela (...) Com a extensão da posse e da privação, distinta na carne, no género, na vontade."

- Nuno Costa Santos - http://efeitodoslivros.blogspot.pt/2016/03/ceu-nublado-com-boas-abertas-de-nuno.html

- Isabel Rio Novo - http://efeitodoslivros.blogspot.pt/2016/03/o-rio-do-esquecimento-de-isabel-rio.html

- Patrícia Muller, com «Uma senhora nunca», de TOP!
http://efeitodoslivros.blogspot.pt/2016/07/uma-senhora-nunca-de-patricia-muller.html

Descobri ainda a escrita de Ana Cristina Silva e Lara Morgado, mas que não me conquistaram na totalidade:

- A noite não é eterna: http://efeitodoslivros.blogspot.pt/2016/04/na-romenia-de-ceausescu-sob-alcada.html
- As cores de branca: http://efeitodoslivros.blogspot.pt/2016/05/as-cores-de-branca-de-lara-morgado.html

Foi também ano de regressar a Afonso Cruz, num mini romance delicioso e num outro, todo ele musicado e que me conquistou, pois parece que os livros do Afonso chegam sempre quando mais me são precisos.
- Vamos comprar um poeta: http://efeitodoslivros.blogspot.pt/2016/05/vamos-comprar-um-poeta-de-afonso-cruz.html
- Nem todas as baleias voam: http://efeitodoslivros.blogspot.pt/2016/11/nem-todas-as-baleias-voam-de-afonso.html

Falando em regressos, 2016 foi também o ano de Possidónio Cachapa com a publicação de «Eu sou a árvore» que volta com o universo particular do autor de «Materna Doçura», mantendo tudo o que me agarrou à sua escrita.
- http://efeitodoslivros.blogspot.pt/2016/07/eu-sou-arvore-de-possidonio-cachapa.html
"As árvores sabem uma coisa que os homens negam. Que um segredo sobre o fim de tudo é, na verdade, apenas o começa de outra coisa qualquer.
(...) da forma como confundiam o tamanho das suas sombras com a dos próprios corpos.
(...)
Concluíam que os homens ora se vêem sementes muito ao fundo da terra ora carvalhos milenares acima da florestas."

Regressou também, Cristina Drios, com um romance arrebatador e digno de toda a adoração possível.
- Adoração: http://efeitodoslivros.blogspot.pt/2016/10/a-adoracao-de-cristina-drios-opiniao.html

E ainda, o caríssimo Carlos Campaniço que com muito humor nos brindou com Dom Rufia e suas aventuras:
- «As viúvas de Dom Rufia» http://efeitodoslivros.blogspot.pt/2016/07/as-viuvas-de-dom-rufia-de-carlos.html

Seguindo uma sugestão li «Regresso a Mandalay» que não me conquistou minimamente:
http://efeitodoslivros.blogspot.pt/2016/03/regresso-mandalay-de-rosanna-ley-opiniao.html
Acho que o interesse que alguns livros podiam ter perdem-se sempre para enredos amorosos já banais.

Um livro surpresa e sensação foi «A Resistência» do brasileiro Fulks que arrecadou prémios e destaques e de quem espero vir a ter a possibilidade de ler mais.
Um livro que é um hino à resiliência e à resistência, nem que seja a de continuar pensando!
http://efeitodoslivros.blogspot.pt/2016/03/a-resistencia-de-julian-fuks-opiniao.html

Num dia muito especial abracei «Seda» como se algo deliciado e ingénuo me pousasse entre as mãos. O resultado foi uma paixão assolapada por um pequeno livro, meio triste, meio longuínquo, carregado de amor e sensibilidade.
- «Seda» de Baricco: http://efeitodoslivros.blogspot.pt/2016/04/seda-de-alessandro-baricco-opiniao.html

Também em 2016 e muito fruto das temáticas que estão na ordem do dia, cheguei até à autora senegalesa, Fatou Diome que nos dá um olhar diferente e que pondera ambos os lados do Atlântico.
- «O ventre do Atlântico»: http://efeitodoslivros.blogspot.pt/2016/04/o-ventre-do-atlantico-de-fatou-diome.html

Sempre em busca de conhecer novos autores, mas também de seguir recomendações da comunidade de leitores, li alguns autores que não me arrebataram, tal como foi o caso de Meg Wolitzer de quem muito falam a propósito de «Os Interessantes». Li «A Mulher» e não fiquei fã.
http://efeitodoslivros.blogspot.pt/2016/04/a-mulher-de-meg-wolitzer-opiniao.html
Já o mesmo não se passou com Henrique Vila-Matas, não fiquei fã, mas fiquei curiosa q.b. para voltar aos seus livros. Dele escolhi ler « A Viagem Vertical», por ir de viagem e querer levar um autor até então desconhecido. Revelou-se uma boa introspecção.
http://efeitodoslivros.blogspot.pt/2016/07/a-viagem-vertical-de-henrique-vila.html

Outra novidade foi o livro «A factura» de Jonas Karlsson. que nos coloca a pensar nos nosso valor e que "factura" temos de pagar perante a felicidade que experimentamos. Foi uma boa experiência: http://efeitodoslivros.blogspot.pt/2016/07/a-factura-de-jonas-karlsson-opiniao.html

Também na corrida para os melhores livros lidos em 2016 tem que constar José Ovejero e a sua invenção em torno de Samuel.
«A invenção do amor» é um livro obrigatório!
http://efeitodoslivros.blogspot.pt/2016/05/a-invencao-do-amor-de-jose-ovejero.html

Nos lugares de topo está também o romance meio nonsense do francês Olivier Bourdeaut que me colocou a ouvir, quase diariamente, Bojangles na voz de Nina Simone.
Haja só um deus que dance comigo todos os dias ;)))
http://efeitodoslivros.blogspot.pt/2016/05/a-espera-de-bojangles-de-olivier.html

Para não lhe perder o jeito, de vez em quando lá leio um policial ou um thriller, mas há muito que não leio nenhum que me arrepie e me arranque alguns esgares de nojo ou surpresa.
- A saga de Arlidge continua: http://efeitodoslivros.blogspot.pt/2016/04/a-vinganca-serve-se-quente-de-m-j.html

Na tal corrida dos óscares literários terá também de integrar mais este autor colombiano, Juan Gabriel Vásquez de quem li dois livros e estou em pulgas para ler o recentemente publicado (Fev'17)
- «As reputações»: http://efeitodoslivros.blogspot.pt/2016/07/as-reputacoes-de-juan-gabriel-vasquez.html
"(...) a humilhação, toda a humilhação, precisa de uma testemunha. Não existe sem ela: ninguém se humilha sozinho, a humilhação a sós, não é humilhação."
«O barulho das coisas ao cair» é um dos que está à espera que eu lhe pegue e escreva.

Não sei se já tinha a minha quota parte de autores holandeses, mas neste ano paguei essa factura, li dois livros de Herman Koch e que bem que me souberam lidos os dois quase de empreitada. A voltar, decididamente!
- «O Jantar» http://efeitodoslivros.blogspot.pt/2016/11/o-jantar-de-herman-koch-opiniao.html
- Casa de férias com piscina» - http://efeitodoslivros.blogspot.pt/2016/07/casa-de-ferias-com-piscina-de-herman.html

A minha saga com latinos nunca tem fim e no catálogo da Quetzal descobri um autor que me era totalmente desconhecido e nas descrições da terra longínqua da Patagónia e afins descobri afinidades com o destino de férias que iria ter em breve. As descrições rudes, sós e silenciosas da Terra do Fogo tinham algo em comum com a Terra do Gelo. Li «Para lá da Terra do Fogo» de Eduardo Belgrano Rawson enquanto palmilhava a Islândia. Ficar-me-à para sempre.
http://efeitodoslivros.blogspot.pt/2016/07/para-la-da-terra-do-fogo-de-eduardo.html

Por falar em regressos, este foi o ano de continuar a saga dos Baltimor ou melhor dizendo regressar a Joel Dicker.
- «O livro dos Baltimore» - http://efeitodoslivros.blogspot.pt/2016/07/o-livro-dos-baltimore-de-joel-dicker.html

Julgo que em 2016 firmei o gosto por contos e esses pautaram essencialmente a segunda metade do ano. Nessa categoria Lucia Berlin está entre os favoritos com a sua colectânea «Manual para mulheres da limpeza». Brilhante!
http://efeitodoslivros.blogspot.pt/2016/07/manual-para-mulheres-de-limpeza-de.html
"Que outras coisas perdi? Quantas vezes na minha vida terei estado sentada no alpendre das traseiras, não no da frente? O que teria sido dito que não consegui ouvir? Que amor podia ter havido que eu não senti?
São perguntas vãs. (...)"

Outra surpresa foi o pequeno livro «Quero ser absurdamente feliz» que me arrancou gargalhadas enormes e que era, exactamente, o que eu precisava quando me cruzei com este livro.
- http://efeitodoslivros.blogspot.pt/2016/10/quero-ser-absurdamente-feliz-de-isabel.html
"Tirei uma alface aterrorizada e consumi-a, sacrificando também alguma fatias de pão proibido e um pedaço de queijo completamente vetado." ;)))

Tenho uma tendência para ler livros focados na família e este romance de John Fante não foi excepção. Voltei ao autor de «A confraria do vinho» e em boa hora aconteceu.
- «Cheio de vida» - http://efeitodoslivros.blogspot.pt/2016/10/cheio-de-vida-de-john-fante-opiniao.html

Mantendo as sugestões de alguns amigos leitores que aprecio, li, ou regressei a Juan José Millás e descobri um fio louco que conduz o leitor, fazendo-o atravessar os vários livros do autor. Desta feita li: «Desde a sombra»: http://efeitodoslivros.blogspot.pt/2016/11/desde-sombra-de-juan-jose-millas-opiniao.html
"(...)
- As pessoas - respondeu, visivelmente incomodado com a ironia do apresentador - já eu conhecia. Ia a Marte para não ter de aturá-las.
- É pouco sociável?
- Digamos que sou esquisito.
- Esquisito em que sentido?
- No sentido de ser uma boa pessoa. Eu sou uma boa pessoa, nunca fiz mal a ninguém, e isso afastou-me do mundo."

Na mesma senda, descobri Juan Marsé que com a divagação em torno da memória não me convenceu com o seu mais recente romance:
- «Essa puta tão distinta»: http://efeitodoslivros.blogspot.pt/2016/12/essa-puta-tao-distinta-de-juan-marse.html

Por último e de forma alguma menos importante, antes pelo contrário, está o brilhante romance, m tanto platónico, meio erótico, dividido e divagante de Paulo Varela Gomes, «hotel»
http://efeitodoslivros.blogspot.pt/2017/01/hotel-de-paulo-varela-gomes-opiniao.html

"O observador começa por ser confrontado com uma porta muito velha, perfurada por dois orifícios, através dos quais só uma pessoa de cada vez pode aceder à vista, uma função privada característica do voyeurismo. (...) os lábios do seu sexo estão mesmo em frente da abertura da parede. Todo o dispositivo está construído de modo rudimentar, mas a figura poderia ser interpretada como vítima de um crime..."

Descubro ainda, na Roda dos Livros que li mais alguns livros que publiquei só lá.
São eles:
- Sete Anos bons - https://rodadoslivros.wordpress.com/2017/01/27/sete-anos-bons-de-etgar-keret-opiniao/
- Uma dor tão desigual - https://rodadoslivros.wordpress.com/2017/01/17/uma-dor-tao-desigual-opiniao/
- A vida amorosa de Nathaniel P. (que não me conquistou!!!) - https://rodadoslivros.wordpress.com/2016/03/19/a-vida-amorosa-de-nathaniel-p-de-adelle-waldman-opiniao/
- «Nós os dois» lido a meias com os poemas de Carlos Drummond de Andrade - https://rodadoslivros.wordpress.com/2016/03/16/nos-os-dois-de-andy-jones-opiniao/
- «O coro dos defuntos» de António Tavares, de quem também tenho lido um outro de contos e que também ficou me ficou por escrever.
https://rodadoslivros.wordpress.com/2016/01/23/o-coro-dos-defuntos-de-antonio-tavares-opiniao/

Outro livro fabuloso, «A árvore das palavras» de Teolinda Gersão: https://rodadoslivros.wordpress.com/2016/02/02/a-arvore-das-palavras-de-teolinda-gersao-opiniao/
“Frases muito livres, por vezes quase obsessivas, que pareciam terminar mas voltavam, iguais a si próprias ou escondidas em variações como atrás de máscaras.”
E ainda o fabuloso regresso de Valter Hugo Mae com o seu «Homens imprudentemente poéticos» que, como não podia deixar de ser, está entre os melhores livros que li este ano transacto.
https://rodadoslivros.wordpress.com/2016/12/17/homens-imprudentemente-poeticos-de-valter-hugo-mae-opiniao/

Para, verdadeiramente e de vez, terminar este balanço, é preciso assinalar a minha presença no Deus me Livro que muito bem me fez, pena este ano híbrido que não me deixou colaborar mais e melhor. De lá, retiro ainda mais três boas leituras, entre outros que já foram anteriormente destacados. Estavam a faltar:
- «Macaco Infinito» estreando-me na prosa de Jorge Marmelo - http://deusmelivro.com/mil-folhas/macaco-infinito-manuel-jorge-marmelo-23-9-2016/
- «Cinco esquinas», em mais um regresso, desta vez ao Nobel Varas Llosa - http://deusmelivro.com/mil-folhas/cinco-esquinas-mario-vargas-llosa-16-7-2016/
- «Mulher de Porto Pim» também para me estrear na escrita de Tabucchi - http://deusmelivro.com/mil-folhas/mulher-de-porto-pim-antonio-tabucchi-13-7-2016/


segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Passatempo Dia dos Namorados :: "Equação de um Amor"

Uma história que nos leva ao outro lado do mundo e à nossa adorada Roma. "Equação de um amor" é uma das próximas leituras aqui no blog. E será também um das vossas!
Leiam a sinopse aqui e para mais informações visitem o site Editorial Presença
Passatempo termina dia 12/02/17

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- Sorteamos os prémios no random.org entre todos as participações.
- Não nos responsabilizamos por nenhum extravio. O envio do prémio será efectuado pela editora.

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Passatempo Dia dos Namorados :: "O homem que sabe pensar"

Temos para oferecer não um mas dois exemplares desta pérola que é "O homem que sabe pensar"


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Passatempo Dia dos Namorados :: Pulseira - Beija Flor Design

Faz imenso tempo que não tínhamos um passatempo no blog que oferecesse algo que não fosse um livro mas hey, a vida não é só livros.
;)
Já conheciam a Beija Flor?
Visitem o Facebook e a loja online.


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Passatempo Dia dos Namorados :: "Três homens num barco"

E agora, não temos só um mas dois livrinhos para oferecer.
Quem quer ler "Três homens num barco"?


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Passatempo Dia dos Namorados :: "A incrível história da língua portuguesa"

Porque a vida não é só romance, temos de vos dar a oportunidade de lerem algo diferente.
E acreditem que este "A Incrível história da língua portuguesa" é exactamente o que vocês precisam de ler.


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Passatempo Dia dos Namorados :: "AMOR EM minúsculas"

PASSATEMPO

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Passatempo Dia dos Namorados :: "O Protector"

Acham que era editado um livro novo da Jodi e nós não o oferecíamos??
:) Estávamos só à espera da altura ideal!


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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Novidade Bertrand :: "Shylock É o Meu Nome"

Data de lançamento :: 24 de Fevereiro 


Com a mulher ausente e a filha a descarrilar, Simon Strulovitch, filantropo e colecionador de arte abastado, precisa de alguém com quem falar. E é assim que, quando conhece Shylock num cemitério, o convida para sua casa. Trata-se do início de uma amizade extraordinária...

Uma novidade

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Novidade Porto Editora :: "Céus Negros"

Vencedor do Prémio da Crítica das Astúrias e do Prémio Violeta Negra do Festival de Toulouse 


Espanha, 1950. Num país que ainda procura recuperar dos traumas da guerra, Arturo Andrade é chamado a investigar o misterioso assassinato de uma criança em Pueblo Adentro, uma aldeia a poucos quilómetros de Badajoz, a sua cidade natal, e centro da resistência anarquista da Extremadura. 

Arturo cedo se dá conta de que este crime é apenas a ponta do icebergue de uma bem montada rede de tráfico infantil que fez desaparecer mais de 30 mil crianças. Um elemento fundamental deste sórdido esquema é o Auxílio Social, instituição encarregada de «reeducar» os filhos dos prisioneiros republicanos, derrotados na Guerra Civil. Por detrás, uma teia de interesses que envolve as mais altas esferas do regime.

Com este notável romance, Ignacio del Valle põe a nu a grande mentira de uma certa Espanha franquista, que sob a enganosa aparência de fomentar o progresso do país leva a cabo uma série de crimes atrozes, muitos dos quais passaram incólumes pelo crivo da História.

Uma novidade

Novidade Quetzal :: "Coração mais que perfeito"

Data de lançamento :: 24 de Fevereiro


Depois de Vidadupla, que reúne um conjunto de contos, a Quetzal publica o primeiro romance do popular cantor e compositor, agudo cronista e bardo dos últimos quarenta anos portugueses. Os insondáveis e pedregosos caminhos do coração, amores imperfeitos que se sublimam até à perfeição e pureza do diamante.

Uma novidade


Outro título do músico e compositor

Opinião "O homem que sabe pensar"


"O homem que sabe pensar" tem exactamente o efeito pretendido quando se mergulha nesta pequena pérola de sabedoria, faz-nos pensar.
E o pensamento, se pararmos 5 minutos nas nossas apressadas vidas para ponderarmos sobre esta questão, é mesmo a raiz do que de bom e de mal que nos acontece. Nós dominamos o nosso pensamento, nós estabelecemos o curso positivo ou negativo para a nossa vida.
Calma, eu sei o que estão pensar. Sei porque eu própria fiz uma careta a esta ideia. 
"Então ok, eu até posso ser bondosa, correcta, calma e positiva mas de que me serve esta conduta exemplar se vivo num ambiente nocivo em que não posso controlar o que os outros dizem, fazem e pensam"
Talvez a melhor maneira de encarar a vida é ter a consciência tranquila e fazer o nosso melhor, por nós e pelos outros. Não uma coisa pontual mas algo que em que se trabalha arduamente, ao qual dedicamos atenção diariamente, quase como um terreno que cultivamos, tratamos e um dia vemos florescer mesmo que, como eu, nunca tenham plantado nada na vida 😆
Parece idílico....talvez o seja mas o que "O homem que sabe pensar" me transmite é uma sensação de "pensem no que querem e com a força da vossa vontade já têm meio caminho andado".

Fica minha dica:
Sabem quando pensam que precisam de comer melhor ou fazer dieta?
São muitas as vezes que até começamos cheios de espírito, vontade e dedicação mas rapidamente erramos e acabamos desmotivados porque queremos resultado imediatos, como para quase tudo na vida nos dias que correm.
A dica é...Não comecem a fazer dieta, comecem por cortar pouco a pouco no que vos faz mal. Pelo meio intercalem com planos futuros, pensamentos positivos, caminhadas na natureza ao fim de semana.
Depois substituam de vez o que é nocivo para a vossa vida pelo que vos faz bem e que pode influenciar outros a seguirem o vosso exemplo. 
Têm como referência uma pessoa negativa e revoltada com o mundo ou alguém enérgico e bem disposto?

Façam para que o vosso ponto de referência seja esse segundo tipo de pessoa
Melhor...sejam esse tipo de pessoa!

Oh Deus...
Virei livro de auto ajuda!
Salvem-me !!!
Ou melhor, eu vou aproveitar esta chuva e cultivar os meus pensamentos.
Façam o mesmo 😊

"O homem que sabe pensar" é uma novidade

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Novidade Marcador :: "Jogador Irresistível"


Quando Hanna Bergstrom ouve um raspanete do irmão superprotector, por estar a negligenciar a sua vida social para se dedicar apenas aos estudos, decide aceitar o desafio implícito que ele lhe lança: sair, fazer novos amigos, namorar... E quem melhor para a transformar na mulher fatal, que todos os homens irão desejar, do que o melhor amigo do irmão, Will Sumner, investidor de risco, sedutor, bonito e playboy sem cura?

Will corre riscos na profissão, mas tem reservas quanto ao desafio de Hanna... Até que, numa noite louca, a sua inocente mas sedutora aluna o leva para a cama – e lhe ensina uma ou duas coisas sobre como estar como uma mulher que ele não conseguirá esquecer. Quando Hanna descobre o seu próprio poder de sedução, é a vez de Qill provar que é o único homem que ela precisa.

No terceiro livro da série Irresistível, um acordo entre um investidor de risco e uma grande apreciadora de livros transforma-se rapidamente numa versão pouco recomendável de My Fair Lady.

Uma novidade

Relembro a opinião aos restantes livros da série

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Novidade Suma de Letras "Anna e o Homem Andorinha"


Uma história sobre a perda da inocência perante a tragédia. Ao longo da viagem, Anna e o Homem-Andorinha escaparão a bombas e a soldados e também farão amigos. Mas, num mundo louco, tudo pode ser um perigo. Também o Homem-Andorinha. 

«Este romance profundamente comovente une, de forma magistral, a doçura infantil com o fundo cruel e inumano da Segunda Guerra Mundial.» Publishers Weekly.

Uma novidade