Mostrar mensagens com a etiqueta Paul Griffin. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Paul Griffin. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Opinião "Quando a Amizade me seguiu até Casa"


Há livros que nos vêm parar às mãos e nós nem sequer sabemos muitos bem como é que eles cá chegaram.
"Quando a amizade me seguiu até casa" é um desses livros.
Nele fiquei a conhecer Ben e sabia que ia gostar dele quando ao fim de meia dúzia de páginas tive vontade de o abraçar, sentimento esse que se sucedeu repetidas vezes ao longo do livro.
Com apenas 12 anos, Ben não tem tido muita sorte. A vida já lhe ensinou uma das mais duras lições, a que as pessoas que nos rodeiam se podem afastar de nós ou simplesmente desaparecer da nossa vida de um dia para o outro.
No entanto, os últimos anos têm sido o ponto alto da sua curta vida porque foi finalmente adoptado. Tess, a terapeuta da fala que o ajudou é agora a sua nova mãe e se não fossem os dramas normais da idade, tudo corria bem para Ben.
No dia em foge para a biblioteca para evitar cruzar-se com os bullies lá da escola, Ben encontra uma das primeiras personagens que vai mudar a sua vida para sempre, o pequeno cão Flip. 
Ben e a pequena bola de pelo, cheia de truques e mão hálito, tornam-se inseparáveis e quando conhecem Halley sabemos que juntos vão ser o trio maravilha.

Entre livros, histórias inventadas, magia, dor, amizade, amor, dor, doença e esperança, seguimos Ben e companhia numa história que nos dá uma dorzinha aqui no coração mas que não deixa de ter a sua beleza.
Há pessoas e animais que nos marcam marcam para sempre.
Como diz Antoine de Saint-Exupéry
"Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós" 

Uma boa sugestão de leitura para um daqueles momentos que gostávamos que nunca ninguém tivesse que passar, especialmente os miúdos. Se é tão difícil para nós perder alguém, quanto mais para uma criança.

E daqui eu levo:
“Há livros que mudam a maneira de vermos o mundo. E depois há aqueles que mudam a maneira como respiramos.”

Para mais informações visitem o site Editorial Presença

terça-feira, 27 de junho de 2017

Novidade Editorial Presença :: "Quando a Amizade me Seguiu até Casa"

Ben é órfão, tem doze anos e nunca foi bom a fazer amigos. Depois de ter conhecido sucessivas famílias de acolhimento, está consciente de que as pessoas se podem afastar de um dia para o outro. Ben gosta de passar o seu tempo a ler livros de ficção científica. Porém, tudo muda na sua vida quando resgata um rafeiro que encontrou nas traseiras da biblioteca de Coney Island. Flip, o cãozito, leva-o a travar amizade com uma rapariga chamada Halley - sim, o mesmo nome do cometa.

Halley também devora livros e convence Ben a escrever um romance com ela. À medida que a escrita do livro avança, Ben vê-se confrontado com uma série de peripécias e com o significado da amizade e da família.

Uma história adorável que emociona e encanta qualquer leitor.

CRÍTICAS DE IMPRENSA
«Uma história marcante e escrita com o coração.»
Markus Zusak, autor de A Rapariga Que Roubava Livros

«Encantador, mágico, trágico e inspirador.»
Kirkus Reviews

«Este livro agridoce fez-me acreditar que nos podemos sentir descartados, como se tudo o que amássemos nos fosse retirado, e mantermo-nos íntegros, desde que tenhamos sido tocados pelo poder da amizade.»
The New York Times Book Review

Uma novidade