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quinta-feira, 21 de julho de 2016

Novidade Manuscrito :: "Na vida com garra" de Telma Monteiro


Na Vida Com Garra é um livro é sobre luta. Mas não é apenas sobre judo ou para os amantes deste desporto. É um livro sobre a vida e a forma como a agarramos com as duas mãos, olhos nos olhos, com garra.

A judoca Telma Monteiro transmite, neste livro inspirador, as ferramentas e estratégias que desenvolveu ao longo da sua carreira como atleta de alta competição, e que todos podemos aplicar no dia a dia para nos tornarmos vencedores. 

Mais do que um desporto, o judo é uma filosofia de vida que nos ensina regras fundamentais e como podemos conhecer-nos a nós próprios - as nossas fraquezas e forças, como nos levantarmos depois da queda, o respeito pelo adversário, a disciplina, o trabalho árduo, a capacidade de manter o foco no objetivo traçado. 

Do tatami para a vida real, Telma Monteiro partilha as histórias por trás das medalhas, o suor por trás dos sorrisos, as lições que os momentos menos bons lhe trouxeram. Uma coisa é certa: ganhou muito e sempre, mesmo quando perdeu.


Uma novidade
Para mais informações visitem o site Editorial Presença

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Novidade Planeta "Eu fui a espia que amou o Comandante"

Em criança, foi enviada para um campo de concentração nazi e aos 7 anos foi violada. Aos 19 anos foi amante de Fidel Castro e a CIA contrata-a para o assassinar. Aos 22 teve uma filha com o ditador venezuelano Marcos Pérez Jiménez.
Foi party girl da máfia nova-iorquina, informadora da polícia e hoje, com 75 anos, sobrevive com apoios sociais, em Nova Iorque. 


Chamo-me Ilona Marita Lorenz. Nasci na Alemanha em 1939, poucos dias antes de Hitler invadir a Polónia. Durante a guerra, passei pelo hospital de Drangstedt e pelo campo de concentração de Bergen-Belsen. Sobrevivi. Pouco depois da libertação, aos sete anos, fui violada por um sargento norte-americano.

São poucas as pessoas que podem dizer que viram passar uma parte importante da história do século xx ante os seus próprios olhos. Não como meros espectadores, mas quase que a devorando. Marita Lorenz é uma delas... um grupo de barbudos, encabeçado por Fidel Castro, subiu a bordo. Foi amor à primeira vista. Uma semana depois, el Comandante mandava buscá-la a Nova Iorque e fazia dela sua amante.

Quando tinha 19 anos, conheci Fidel Castro. Tornei-me sua amante e fiquei grávida. Em Cuba, fui drogada e forçada ao que me disseram ter sido um aborto, mas, duas décadas depois, Fidel apresentou-me Andrés, o filho que me arrancaram naquela mesa de operações. Poder-se-á imaginar o que isso significou para uma mãe que saiu da ilha de ventre vazio?

Uma novidade


sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Opinião :: "Prometo amar-te"

"Isto não é um romance do Nicholas Sparks" devia ser uma das primeiras coisas que se diz sobre este livro. A história de Krickitt e Kim é real, e embora tenha corrido mundo, eu era muito nova para ter memória disso, se é que alguma vez foi notícia em Portugal nessa altura.
 
Sinopse

A minha opinião:
Em 1994 após três meses de casamento (e pouco mais de um ano de uma relação idílica) a vida do casal sofre uma grande reviravolta quando, a caminho de casa dos pais, sofrem um aparatoso acidente de viação que deixa os dois em estado grave, mas acima de tudo, priva Krickitt das suas memórias a curto prazo, ou seja, consegue recordar a família e tudo o que fez até cerca de um ano antes do acidente, tempo em que conheço, namorou e começou a construir uma vida a dois com Kim. Questão é: Krickitt não tem qualquer memória do homem que dizem ser seu marido, nem nutre por ele qualquer sentimento, este é um estranho para si, como qualquer outra pessoa que olha para ela nos primeiros momentos minimamente lúcidos após o acidente.

Como já vi o filme, abri este livro com uma percepção diferente dos que desconhecem por completo a história, no entanto, fui tomada de assalto por uma questão que agora vejo ter sido extramemente negligenciada na tela. A componente religiosa está muito presente na vida do casal e a sua fé e dedicação a Deus é referida muitas vezes durante a breve apresentação da sua relação e durante todo o processo de recuperação de Krickitt. No entanto, quem viu o filme e agora vai ler o livro a pensar encontrar uma romance de tirar o folego pode ficar desiludido com o que vai encontrar. O livro detalha uma relação a sério, sem os floridos de Hollywood, sem cenas com homens lindos de morrer e olhar de cachorro triste à chuva. "Prometo amar-te" é uma prova que o amor, quando é verdadeiro, encontra sempre uma maneira de juntar quem está destinado a ficar junto.

Sei que alguém menos crente, como eu, pode achar que o filme é melhor que o livro mas sinceramente acho que, agora que fiquei a conhecer a verdadeira história, com mais detalhes sobre as pessoas e as suas motivações, principalmente a forte influência que a religião teve nas suas vidas, preciso de rever o filme para o ver sob outra perspectiva. Sei que vou continuar a adorar o filme. Sabemos que a história é triste mas em parte, o momento que mais gostei no filme, foi igualmente o que mais que cativou no livro. Devido à necessidade de se voltarem a conhecer e criarem novas memórias, Krickitt e Kim voltam a "namorar" e chegam até a renovar os votos num segundo casamento.

No entanto, faço a mesma pergunta que fiz quando terminei de ver o filme:
Como será amar alguém que não se lembra de nós, nem do amor que nos une?

Quem quiser saber mais sobre Krickitt e Kim, deixo-vos alguns links interessantes
O Site Oficial de Kim e Krickitt e a página de Facebook

Para mais informações sobre o livro, consultem o Site Editorial Presença.


E já agora, vejam o trailer

o filme deve ser visto com um pacote de lenços à mão. Acreditem em mim!

Boas leituras, bons romances e bons filmes!
:)