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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Para Sempre Talvez / Deixa o amor entrar / Love, Rosie - Opinião ao filme

A sessão de domingo à noite com mais um título para a rubrica "Quando os livros se tornam filmes"


Para Sempre Talvez / Deixa o amor entrar / Love, Rosie
Três nomes diferente para a mesma história, a de Rosie e Alex.
Quando li o livro confesso que foi o equivalente a um furacão que me arremessou pela casa na tarde em que me sentei no sofá e o li de seguida. Entre gargalhadas, sorrisos, lágrimas e música, vivi a amizade destes dois ao longo das 300 e tal páginas que compõem o livro. Gosto quando uma história me lembra outra, seja de um livro que li, seja porque alguém ma contou ou porque eu a vivi.
"Para Sempre, Talvez" tem um pouco destas três opções e uma das coisas que penso quando me deparo com a adaptação de um livro ao cinema é "Será que eles vão conseguir passar todos os sentimentos que o livro provoca para o grande ecrã"?
Pois, "Deixa o amor entrar" têm todos os sentimentos que surgiram com a leitura bem presentes na tela, bem encaixotadinhos ao longo de 102 minutos de filme e 30 anos de uma amizade imutável e um amor desencontrado.
Um filme levezinho, se a história não te tocar, mas acima de tudo uma fonte interminável de gargalhadas e sorrisos. Um lembrete que não nos devemos contentar e nem deixar por dizer o que nos vai cá dentro.


PS: aquele nokia 3310 da rosie, o quanto me ri quando aquilo apareceu em cena ! :)

Relembro a minha opinião ao livro de Cecelia Ahern :) 

Uma sugestão...
Quem gostou deste, de certo gostará de Um dia /One Day (adaptação do livro com o mesmo título da autoria de David Nicholls)

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Opinião :: "Para sempre, talvez" de Cecelia Ahern

Há livros que nos divertem, outros que nos aborrecem. Há os que nos fazem sorrir e os que nos fazem chorar. E depois, há os que nos fazem passar por essa panóplia de sentimentos para no fim nos deixarem emocionalmente devastados. 
Se numa parte da estante tenho livros que me tocaram num ponto sensível, então "Para Sempre, Talvez" tem lugar no grupo. Explicar porquê requeria mexer na minha vida pessoal, por isso, apenas desta vez, vou abster-me de comentar a história e cingir-me aos factos sobre Rosie, Alex e os anos que "Para Sempre, Talvez" aborda.

Foi interessante ler um livro unicamente composto por mensagens, chats, emails, cartas, postais e convites que acompanham estas décadas de acontecimentos marcantes na vida de duas pessoas que seguiram cada uma o seu destino sem nunca deixarem de pensar no outro. Uma amizade que veio desde criança e que ficou selada quando Alex se muda para Boston em busca de um futuro brilhante em Medicina e Rosie perde o norte na sua cidade natal de Dublin ao ficar grávida quando a sua vida estava apenas a começar.
Alex e Rosie conheceram-se durante uma vida inteira e gozaram de uma amizade pautada por grandes doses de honestidade, entendimento, carinho, apoio e distância física (visto terem o Atlântico a separá-los), no entanto, não houve um momento em que tivessem sido verdadeiramente sinceros com os sentimentos que nutriam um pelo outro, razão pela qual acompanhamos a sua história ao longo de décadas, por entre amores e desamores, casamentos, filhos, drama e humor, mas sempre separados.
É engraçado como várias histórias que conheço deste género sempre me levaram a pensar o mesmo. Bad timing! 
O sentido de oportunidade das personagens em expressar o que sentem nunca vem na altura certa, quando um está decidido em confessar o que lhe vai na alma, o outro está preparado para lutar pela estabilidade da sua vida periclitante com outra pessoa, e vice versa. E assim se passam meses, anos, uma vida. 
E levamos o livro todo a pensar...será que há um final feliz?
Será que o fim de uma coisa é realmente o princípio de outra? Ou por vezes temos de dizer chega e pensarmos na nossa felicidade em vez de colocarmos sempre os nossos pais, maridos e filhos em primeiro lugar?

Bem...
Desde que li PS Eu amo-te que tinha Cecelia debaixo de olho mas com este isto de comunicação escrita com que contou a história de Alex e Rosie arranjou uma fã.
Levou-me do riso às lágrimas com o virar de uma página e fez-me recordar que o passado é bom de ser recordado e o futuro é da nossa inteira responsabilidade e que não devemos esperar que a nossa vida se resolva por ela. 
E em honra do passado, deixo-vos música. 

Tinha uma playlist inteira para este livro mas deixo-a para quando publicar a opinião ao filme. Será que quero mesmo ver isto no cinema? :S
Só pelo trailer vejo mudanças. Quem já viu o filme?

"Para sempre, talvez" é um livro Editorial Presença.
Como o meu livro tem 10 anos, ainda tem a primeira capa mas com o lançamento do filme já se encontra disponível a edição com a capa actualizada. Qual a vossa preferida?
:)
Boas leituras

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Quando os livros se tornam filmes

Outro dia uma amiga dizia "mas agora é só filmes baseados em livros?"
Realmente são muitos os livros que tenho lido que estão a ser adaptados ao cinema. Alguns são razão para ficar contente, já outros, deixam-me muito apreensiva, talvez por terem um lugar muito especial na minha estante pessoal.
"Viver depois de ti" é um deles.


A Produtora MGM está a negociar os direitos e a possibilidade de ter Emilia Clarke (a Khaleesi de Game of Thrones) e Sam Claflin (Finnick de Hunger Games) nos papéis principais.
Não é mau, não é nada mau mas eu simplesmente não queria tirar o Will da minha cabeça para a tela do cinema.
A última vez que me senti apreensiva com um filme baseado num dos meus livros preferidos, fui surpreendida pela positiva. Espero que aconteça o mesmo desta vez.

No entanto, enquanto procurava confirmação sobre a adaptação do bestseller de Jojo Moyes, obtive informação sobre outra adaptação que conta com Sam Claflin no papel principal.

Fica o trailer
a data de lançamento está prevista para 13 de Outubro
e eu, pessoalmente, gosto mais deste poster

(hey não confundir com o filme do mesmo nome e que em inglês é Definitely, Maybe mas não é baseado num livro!)


Boas leituras
e boas idas ao cinema.