Mostrar mensagens com a etiqueta Luís Miguel Rocha. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Luís Miguel Rocha. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 9 de abril de 2013

«A Filha do Papa» Luís Miguel Rocha - Opinião

Como é que se pega num thriller como o mais recente de Luís Miguel Rocha e se fala do que se leu!?
Difícil!? Sim, sem dúvida.
Até a este, «A Filha do Papa» eu nunca tinha lido nada do autor e confesso sabia muito pouco dele e até de alguma polémica em torno do que ele escreve, por isso, irei abstrair-me de tais considerações visto continuar a saber pouco na mesma, visto ter interesse em analisar o efeito do livro.

Luís Miguel Rocha é detentor de uma mestria enredada, capaz de nos conduzir por palavras habilmente escolhidas, tecendo toda uma imagética que envolve o leitor e o transporta - a até onde? Só você saberá!

Oh mestre venha a nós doutrinar a palavra do poderoso thriller e traga até nós a sua sabedoria, não a de dogmas ou teorias, mas a da criatividade e genuinidade do bem aventurado, por meandros de tão obscura realidade.

A escrita de Luís Miguel Rocha é uma verdadeira homilia instruindo os leigos das questões vaticanistas - palavra do autor!
O enredo é inebriante, impiedoso com as horas, viciando, mas não saciando - palavra de leitor!

Cada constatação, uma aventura que esconde a fé verdadeira - a nos homens - a profanação espreita a cada esquina, a cada crime, a cada conspiração.


Vem sereno, a cada passo, traz a vítima ao sacrifício, revela o último sacramento...

"Matteo Bonfiglioli (...) os inúmeros pais extremosos que tivera não se coibiram de manifestar o seu afecto com o cinto, e até um padre se dignou exibir o seu amor por ele com uma vergasta numa mão enquanto segurava as calças desapertadas com a outra."

"As vielas ao entardecer perdiam pessoas." Tal qual perdem as igrejas!? A fé?
Os valores descomprometidos, a crença moribunda e as personagens que dão um corpo de fachada a um movimento já gasto e antiquado. Será este um livro polémico por levar o leitor a suspeitar, questionar e repensar a sua crença?
Haverá aqui um chamamento para avançar contra o efeito letárgico e atávico de um poder castrador?
Sem dúvida um enredo recheado de "insónias provocadas pelo peso do mundo."

No altar deste thriller poderão estar temas controversos e factos questionáveis - palavra dos críticos - mas que comungum com um leque complexo de personagens marcadas, fortes e onde depositamos a fé de um desfecho saciante, mas sedento de novas intrigas e conquistas.

"Quando os homens já não crêem em Deus, isso não se deve ao facto de já não acreditarem em mais nada, mas sim ao facto de acreditarem em tudo."

"E o pior de tudo era a espera (...) pelo embalar das palavras."

Em suma, um thriller purgante e mordaz. É a servidão ao purgatório, expiando as palavras, cuspindo o que vai na alma, perpetuando as memórias e fazendo-nos cair na tentação!


Uma leitura com o apoio PORTO EDITORA

domingo, 24 de março de 2013

Lançamento do livro «A Filha do Papa» de Luís Miguel Rocha

O Efeito dos Livros marcou presença no encontro de hoje com o autor Luís Miguel Rocha, proporcionado pela Porto Editora, para o lançamento e digressão do livro - já top de vendas em Portugal - «A Filha do Papa». O lançamento teve lugar na Livraria Bertrand do Chiado pelas 16h do dia de hoje.


Luís Miguel Rocha mostrou desde o início ser dono de um sentido de humor peculiar. Abordando-nos à entrada com "esses livros que leva ai são muita bons!" aquando da nossa chegada (já em cima da hora) à porta do espaço Bertrand onde já cantava Teresa Brum.



Com a abertura do evento pelo assessor de comunicação da Porto Editora Rui Couceiro e com a condução da entrevista pela jornalista Ana Lourenço, seguiram-se bons momentos de partilha em que o autor Luís Miguel Rocha conseguiu arrancar inúmeras risadas ao público e teve a atenção de todos enquanto falava de assuntos sérios com enorme leveza, descontracção e simplicidade, nunca minimizando ou relativizando o assunto, mas dando-lhe uma roupagem de contador de histórias que agradou a quem assistia.


Falando dos seus livros com maior ênfase é claro, na recente obra «A Filha do Papa», o autor refere também as suas fontes vaticanistas e a cumplicidade com Eric Frattini (autor de «Ouro do Inferno») entre outros, como francos contribuidores para a qualidade e conteúdo para as suas obras.
No entanto, e porque os seus thrillers são obras de ficção, Luís Miguel Rocha destaca que 33% da sua obra são ficção, mas equilibra com 33% de factos... no final o que importa é a opinião dos leitores e dos seguidores do género que no ponto de vista do autor são leitores bastante exigentes.


Ana Lourenço ainda tentou descortinar o papel do sucesso e da opinião generalizada em relação às obras e à temática, mas o melhor que se conseguiu saber é que é possível que o autor venha a compor novos livros que mantenham o género, mas alterem o foco, mas... deixou saber que colabora num projecto para um livro de não-ficção sobre o tema com o qual já habituou os leitores.

Se Jô Soares disse que afirmou que ele sabe tudo sobre Papas, a realidade não parece ser distante disso já que o conhecimento e a mestria com que apresenta o tema é de alguém que parece dominar e aliás com elevado empenho, dedicação e gosto.


Saliento uma vez mais a presença de um comunicador nato, dono de enorme simplicidade e empatia para com quem o rodeia. Quando confrontado com a questão, já quase final, sobre como lidava com quem criticava negativamente o seu trabalho, Luís Miguel Rocha mostrou-se divertido contando como respondia aos comentários menos positivos, ou seja, com positivismo.

Contar aqui detalhes sobre o Papa Pio XII, as suspeitas de ligação às lides nazis ou a possibilidade de uma filha de uma mulher de forte carácter e perseverança... seriam tudo detalhes. 
Para quem quiser conhecer o autor, terá ainda diversas oportunidades, ora vejam os eventos agendados:

Para além da calendarização sigam mais informações em:
https://www.facebook.com/PortoEditoraPortugal
ou
https://www.facebook.com/authorluismiguelrocha

Para terminar, o evento de lançamento contou com a sessão de autógrafos onde também tivemos o prazer de participar e trocar algumas palavras com o autor.



Um evento e uma oportunidade de leitura proporcionada pela:



segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

O único português a figurar no top do The New York Times

Elogiado por Rentes de Carvalho, Valter Hugo Mãe e Jô Soares, o primeiro escritor português a alcançar o mítico top do The New York Times, já vendeu mais de um milhão de livros, nos mais de trinta países em que está editado. "A Filha do Papa" sucede ao bestseller "A Mentira Sagrada".


Um mestre de contar histórias. Exímio a mostrar cada instante e cada
pormenor, como se projetasse cinema na nossa imaginação. Este livro
é um vírus. Domina-nos.
Valter Hugo Mãe



Depois do enorme sucesso de A Mentira Sagrada, publicado pela Porto Editora em 2011, A Filha do Papa, uma obra cheia de ação, centra-se na figura de Pio XII e lança uma pergunta: terá sido o antissemitismo a 
verdadeira razão da não beatificação do papa?

SINOPSE
Será o antissemitismo a verdadeira razão para o Papa Pio XII não ter sido beatificado?
Quando Niklas, um jovem padre, é raptado, ninguém imagina que esse acontecimento é apenas o início de uma grande conspiração que tem como objetivo acabar com um dos segredos mais bem guardados do
Vaticano – a filha do Papa Pio XII. Rafael, um agente da Santa Sé fiel à sua Igreja e à sua fé, tem como missão descobrir quem se esconde por detrás de todos os crimes que se sucedem e evitar a todo o custo que algo aconteça à filha do Papa. Conseguirá Rafael ser uma vez mais bem-sucedido? Ou desta vez a Igreja Católica não será poupada?

DIGRESSÃO NACIONAL
A Filha do Papa será promovido em digressão nacional.
A Porto Editora anunciará oportunamente todos os pormenores relativos
a esta digressão.
LANÇAMENTO - https://www.facebook.com/PortodeEncontro - 17 Março
O livro terá igualmente um lançamento em Lisboa.

Um novidade PORTO EDITORA