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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Resultado Passatempo - AMOR CARNAL



PASSATEMPO DIA DOS NAMORADOS - RESULTADO


Chegou ao fim mais um passatempo, desta vez em parceria com a Alfarroba Editora

Com um total de 182 participações, o vencedor é: Participação Nº 148 - Daniela Pereira (Participação Blogue)

Agradecemos o envio da morada para email efeitodoslivros@gmail.com.

Recordamos que o blogue ou a editora não é responsável em caso de extravio pelos correios.

Obrigada.

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Passatempo - AMOR CARNAL, o seu próximo livro para o Dia dos Namorados


PASSATEMPO - DIA DOS NAMORADOS
AMOR CARNAL, de Pedro Pinto
Alfarroba Editora


Em parceria com a ALFARROBA EDITORA temos para o prazer de trazer a passatempo AMOR CARNAL de Pedro Pinto.

Juntamente com a Editora e o autor achámos o livro mais do que adequado para primeiro passatempo do DIA DOS NAMORADOS...

Recentemente entrevistámos Pedro Pinto e recomendamos vivamente a leitura de tal entrevista, que a nosso ver, é suficientemente peculiar ... esperemos que gostem.


Retirado da entrevista:
Efeitos dos Livros: E se eu escrever assim: Numa golfada de ar: sôfrego, deixas-lhe a alma a arfar, no corpo, na cabeça, sobram ecos de paixão, mas tu de ressaca, é tudo amor económico e ela, mais amor (im)perfeito... queríamos, não queríamos? No fim, um vazio, tu (ela) foi tudo conversa de elevador?

Pedro Pinto: Se tu escrevesses isso, eu escreveria: foi (é) tudo amor transcendental perpetuado ad eternum – há que ler as entrelinhas e ir mais além.




Para alargarem a vossa curiosidade, aqui fica um conto do autor como inspiração.

PASSATEMPO 


2 formas de participar - AGORA podem participar via blogue e via facebook:

Se quiserem participar via FACEBOOK, façam GOSTO na nossa página e participem através da foto do livro/passatempo através do link!

Se quiserem participar via BLOGUE EFEITO DOS LIVROS - basta serem SEGUIDORES do blogue (Aderir a este site)  e coloquem nos comentários deste post, o vosso nome (só uma participação por pessoa) e a resposta:


- "Amor Carnal" é um livro autobiográfico?
(Veja aqui a resposta na entrevista - http://goo.gl/NEXAi)



Regras:
Só uma participação por pessoa (uma aqui e outra no blogue)
Like e partilha pública (quando a participação for no facebook)
Ser seguidor (quando a participação for no blogue)
Sorteamos o livro no random.org entre todos os participantes.
Só aceitamos participações de residentes em Portugal.
O passatempo é válido até ao DIA DOS NAMORADOS!!!
Não nos responsabilizamos por nenhum extravio, caso o vencedor queira o envio do livro em correio registado, deverá cobrir as despesas de envio.
O envio do livro está ao cargo da EDITORA.



DIVULGUE O EFEITO DOS LIVROS

Celebramos com este livro o DIA DOS NAMORADOS
Mas aguardem por mais 3 passatempos celebrando os 1500 fãs!!!
Lembrem-se precisamos de ajuda para atingir os 500 seguidores. DIVULGUEM!!! Tornem-se seguidores. Obrigada.



sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Pedro Pinto, autor de AMOR CARNAL em Entrevista


Para aguçar a vossa curiosidade para o livro "AMOR CARNAL", temos o prazer de partilhar convosco algumas perguntas que tivemos oportunidade de fazer ao autor.

Num primeiro contacto com a tua escrita, ocorreu-nos comentar assim:
"Devaneios de uma mente perturbada!"
Depois o contacto passou a ser mais directo e tu fizeste questão de separar bem escrita e criatividade de Pedro Pinto escritor, de ti mesmo Pedro Pinto, o "puto" que faz umas coisas.

1 - É importante para ti, frisares que os contos não são autobiográficos?

R: É importante que quem me lê entenda que os contos são pura ficção.


2 - Mesmo não sendo, reconheces-te em alguma ou várias das situações de Amor Carnal?

R: O Amor Carnal é transversal a qualquer um de nós: é-o, e será, independentemente de o querermos admitir ou não. Quero pensar que cada um de nós terá já vivido um fragmento de qualquer um dos contos.


3 - Já li que Pedro Chagas Freitas (PCF) é uma referência, como comentas para os teus fãs o pedido que ele faz: "leia esta obra com tesão"?

R: O PCF é com certeza uma referencia, ainda que existam outros. Para ler o livro, há que ter stamina, há que ter uma mente aberta e despudorada, afinal devemos libertar o nosso “eu” mais undercover.

4 - E se eu escrever assim: Numa golfada de ar: sôfrego, deixas-lhe a alma a arfar, no corpo, na cabeça, sobram ecos de paixão, mas tu de ressaca, é tudo amor económico e ela, mais amor (im)perfeito... queríamos, não queríamos? No fim, um vazio, tu (ela) foi tudo conversa de elevador?

R: Se tu escrevesses isso, eu escreveria: foi (é) tudo amor transcendental perpetuado ad eternum – há que ler as entrelinhas e ir mais além.


5 - Que temos gostado de falar contigo, é um facto! Mas como sentes ver as tuas publicações, os teus trabalhos serem assim: comentados, interpretados, copiados, discutidos... enfim, um sem número de opções sempre que os partilhas, como é o caso no teu perfil do facebook? Gostas que peguem e continuem os teus contos? Que os interpretem?

R: Gosto de sentir que os outros estão a ter verdadeiro prazer – independentemente do sentido que queiramos dar ao mesmo; gosto que manuseiem o que escrevo, que imaginem o depois, que cada um dê um final para além do fim. É ir mais além, é preencher a alma e enaltece-la.


6 - Perguntamos isto, porque numa era onde já quase nada aparenta ser realmente novo ou criativo e a arte por si só é uma sucessão de recriações e adaptações, como sentes a tua obra exposta assim ao público? Não tens medo de plágio? 

R: O medo impede-nos de nos transcendermos, pelo que expor as criações é como ter um parto, muitas vezes com fórceps – porque “no pain, no game” -, e gostar; sentir o prazer incessante que é criar sem medo que seja “mastigado” – o que tu chamas “plágio”. 


7 - Continuando ainda na interpretação das tuas palavras e sabendo que já falámos de antemão sobre a realização de uma curta-metragem, partindo de um ou de vários contos teus - como te vês nesse papel? Terias de os realizar para ficarem fiéis à imagética que criaste para cada um daqueles episódios? ou colocarias nas mãos de outrem?

R: Desafio o realizador a produzir(mos) uma curta a quatro mãos. Deste modo, através da parceria, da adaptação e da sinergia de esforços estou certo que brotarão verdadeiros orgasmos para todos os sentidos – cinematograficamente falando, claro.

8 - Voltando aos devaneios carnais, quando os imaginas e os escreves, tens sempre o mesmo personagem masculino? Imaginas os teus episódios com base em locais específicos? E as mulheres, como as escolhes? Elas passam por ti na rua e a tua mente divaga logo?

R: Os personagens são verdadeiros mutantes: escolho o homem A, que amanhã pode ser o B; o local pode ser aqui e amanhã acolá. Quando vou na rua, quando leio, quando vejo, quando sonho, vejo as mulheres, os homens, os cenários e estes ficam impregnados no meu imaginário. Creio que a divagação é galopante, ainda que com a dose necessária nas rédeas: ora puxamos, ora largamos – a amálgama de “atores” teima em entrar nos cenários, como se tivessem vontade própria. Sim, é interessante o trabalho de “campo” – gosto de capturar realidades.


9 - Conseguirias criar todo um enredo mantendo o mesmo homem, cavalgando emocionalmente por orgasmos em cada esquina lisboeta!? Poderemos esperar um romance erótico ou sensual como a tua próxima obra de arte ou não estás para tantos excessos?

R: O excesso pode ser, muitas ou todas as vezes, mental. Um romance com erotismo e com a sensualidade dos personagens apresenta-se como “o” caminho, independentemente da esquina. Cavalgar nas ruas de Lisboa pode ser complicado para o cavalo, existem zonas de calçada – existem mentes menos permeáveis -, pelo que o melhor é uma cidade palmilhada por um homem, uma mulher, uma trama, uma história de, e com, tesão. 


10 - Voltando aos teus rasgos de criatividade, sentas-te muitas vezes na esplanada de copo de whisky na mão?

R: Sento-me na esplanada, muitas vezes, sozinho a filmar – internamente – cenários reais e imaginários. O copo, com whisky ou não, esse... bem, esse fica para a intimidade, com Charlie Parker como banda sonora, um charuto e um MacBook para dar asas à imaginação. A simplicidade destes momentos criativos é tão transcendente.


11 - Pedro, amor para ti: carnal ou divinal? Como vês as relações? Há amor, sem amor carnal? Ou sempre que experimentas o amor carnal, corres o risco do amor-amor, de amar o amor... enfim, querer mais?

R: Vejo as pessoas com medo das relações; vejo-as a fugir pois percepcionam ralações: não são; de todo que não o são – estou certo disso. O Amor transcende o corpo e a alma, é-o como uma mistura explosiva que deve ser vivida a dois independentemente das provas que tenhamos de (nos) dar. O risco, a pulsão, são apetecíveis é certo, mas o que ficas – quando o queremos – vai para além disso – terá de existir sentimento, terá de existir Amor, terá de existir “o” Amor. É que sentir é “a” sensação. 


12 - No conto "Pó", ao fazermos uma leitura conjunta tivemos interpretações distintas, aliás totalmente distintas - queres levantar a cortina e desvendar a metáfora? 
Num olhar mais masculino, ele, pensou na droga: droga dura... "afinal cheguei ao fim da linha".
Num olhar mais feminino, ela, eu, pensei no "pó" dos dias, o "pó" que acumula e embacia os dias... "mais do mesmo".
Desvendas o enigma? ou ambas as visões completam a tua?

R: Este conto é enigmático ainda que esteja lá tudo, algures, encapsulado: uma relação doentia, de consumo de estupefacientes – neste caso cocaína. Ele entrou no amor e viciou-se em cocaína; ela, uma dealer, que através do amor o viciou no produto. No fim ele é deixado, é um “agarrado” que finda com uma overdose. Foi ludibriado, quis amar, foi usado e usou um dos vícios até chegar ao “fim da linha” (morte).


13 - Na maioria dos teus contos, usas bastantes metáforas, algumas diria até, que rebuscadas, para descrever algumas sensações mais carnais, já noutras usas uma escrita bruta e sem filtros, usando um palavreado mais banal, recorrendo essencialmente a asneiras - há alguma preferência por essas escolha? Queres ligá-los a algum tipo de sensação? Ou nem nunca pensaste nisso e simplesmente "saiu-te" dessa forma!?

R: As metáfora são o desafio para o leitor: têm lugar para que este faço ginástica e chegue mais longe, que se supere. O carnal, o palavreado, a ausência de filtros é o que acontece na realidade, muitas vezes, em privado; no seguimento, uso-o como forma de obrigar que cada um de nós deixe cair por terra falos pudores / puritanismos e se permita identificar – pelo menos desejar querer.

As sensações devem vir da alma, do coração e da nossa mente mais profunda: a nossa caixa de Pandora que tanto temos medo de abrir – alguns de nós -, mas que queremos fazê-lo e na maioria das vezes castramo-nos.

Amar: alma + coração + pulsão + sentimentos = Amor Carnal.


Boas Leituras, que nós já lemos e devorámos!!!

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Amor Carnal, de Pedro Pinto - Opinião


com uma linguagem: a nossa, a vossa (a dele)

simples...
estranha...
cativante...
o autor leva-me (nos)...
a passear pelos seus (meus) (nossos)

devaneios carnais...
anseios sexuais...

de uma mente: perturbada? A tua, a minha? todas!
de uma mente comum
qual? a nossa, a minha?
não a do autor!?
sim a do autor!!!

pequenas passagens pelo desejo...
de carne...
de sexo..
de amor...
de loucura...
e de amor, novamente.

pequenas vivências...
do dia a dia... rotineiro: chato!
da caça... desafiante: louca!
da conquista... ou da traição
prazer?
amor?
ou amor com prazer!?

o vício... quem o sexo? não: o amor.
ou o amor ao sexo!? 
ESCOLHE!
alimenta-te
...
mais sexo...
mais carne
mais tesão
alimenta-te

VÁ ARFANDO
não se deixe ir abaixo
as coisas devem ser bem feitas
com afinco,
sem medo
LEIA ESTA OBRA COM TESÃO!
... com um obsceno tesão de cérebro.


Pisque o olho ao risco
ARRISQUE
Sugue a sedução,
e leia este livro!

*

Uma breve crítica conjunta a AMOR CARNAL, de Pedro Pinto.
Por Efeitocris e Caracol Literário...
porque existem coisas que sabem melhor em conjunto!