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quarta-feira, 31 de maio de 2017

Opinião "A Herdeira" - Série Seleção

Quem nos acompanha sabe o quanto adorei A Seleção. 
Quantas vezes não disse a mim mesma "está na hora de leres livros de crescidos" para depois voltar a mais uma história juvenil ou Young Adult?
Tantas vezes!
A série de Kiera Cass devia ter acabado no "A escolha" mas quando vi que ia ser editado um livro com a filha deles dois, não resisti. 
Quem não iria querer reencontrar a América e o Maxon casados, Reis e com mais 20 anos em cima? É como rever velhos amigos para meter a conversa em dia.


No entanto, a história aqui faz-se pela voz da sua primogênita Eadlyn, mais velha 7 minutos que o seu irmão gêmeo Ahren e por isso, herdeira do trono de Ilea.
Agora...
Como se costuma dizer em inglês, tenho mixed feelings sobre o que esperava deste livro e o que obtive dele.
Conhecemos Eadlyn a reclamar com o seu destino. Antes do reinado dos seus pais teria sido impossível uma mulher ser a soberana de Ilea mas para serem justos, os seus pais alteraram as leis para ela pudesse ser rainha.
Educada e treinada desde pequena para suceder ao pai, Eadlyn é um pouco reservada e mimada, o que seria de esperar de um membro da realeza que desde tão nova tem tanta responsabilidade.
E mesmo que seja de ideias fixas sobre não necessitar de um homem ao seu lado para governar, as circunstâncias que se vivem no seu país levam os pais a sugerir que, à semelhança do que lhes aconteceu, seria bom para ela e para o Reino se uma nova seleção se realizasse, mesmo quando Eadlyn não tem interesse nenhum em arranjar namorado ou marido.
E assim começa um novo processo que embora seja semelhante não podia ser mais diferente do que o vivido por Maxon, América e todas a selecionadas que conhecemos anteriormente.

Com as castas abolidas, qualquer subdito de Ilea se pode candidatar. 35 candidatos são escolhidos, no entanto Eadlyn promete a si mesma sabotar cada um deles, mesmo os que até podiam ser interessantes.


Até aqui tudo bem. Jovem independente, treinada toda uma vida para ser rainha, habituada a ser dura e controlada, entra no esquema para agradar os pais e o seu povo mas acima de tudo não se quer deixar enredar e abrir o seu coração a quem pode não ser merecedor dele.
  A Seleção tem os seus momentos divertidos, sérios, complicados, etc. Aqui também tudo bem, embora ache que são muitos os personagens masculinos que acabam por ganhar visibilidade ao longo do livro. Até para nós se torna difícil de escolher o nosso preferido.
Toda envolvente familiar remete-nos para a seleção anterior, ao se terem mantido por perto Lucy, Marlee, Aspen, entre outros e que por consequência dos anos nos apresentam os seus filhos.
Mas depois sinto que tudo o resto falha, como a tivesse sido escrito a despachar. Porquê?
😕
Como é que America e Maxon criaram uma filha tão mimada e desligada de todos? 
Como é que alguém que presencia um amor como o dos pais (ao género de conto de fadas) é tão apreensiva com os sentimentos e considera o amor uma prisão?
Fui só eu que achei a cena do irmão rebuscada? Eu faria o mesmo no lugar dele mas não foi a reacção dela um pouco fora do normal ?

Talvez o próximo explique a razão por detrás de muitas atitudes de Eadlyn.
Eu gostei bastante da ideia da seleção com os candidatos masculinos. A dinâmica é diferente, há sempre o drama inerente ao facto de ela ser uma rapariga, de ser a futura rainha, de estar nos olhos do público, de achar que está a fazer bem uma coisa e ao mesmo tempo estar a piorar outra MAS há algo que falta....algo que não bate certo. 
No entanto isso não me impede e dizer...
O que se vai passar a seguir?
Nos primeiros três livros América sempre foi a nossa preferida embora o triângulo amoroso estivesse ali presente para nós escolhermos o nosso lado e torcemos por ele mas desta vez não me foi possível.
Entre Kyle, Henri, Hale, Ean e até Eric...eu tenho o meu preferido, raios até tenho dois mas o que é suposto sair daqui agora??
Quero respostas!!!
Quero saber como isto acaba....pleeasseee.

Até lá, relembro a opinião ao primeiros livros da série

terça-feira, 5 de julho de 2016

Novidade Quinta Essência :: "A Herdeira" de Elizabeth Adler


Que linda capa!

Peach de Courmont - criança rebelde, sedutora adolescente, mulher requintada. A neta adorada de Leonie e herdeira da dinastia De Courmont cresceu num ambiente de luxo e está habituada a ter a vida - e o amor - nos seus próprios termos.

Noel Maddox, criado num orfanato do Iowa e habituado às ruas cruéis de Detroit, subiu a pulso desde a linha de montagem até ao poder. Peach, e o império automóvel que ela dirigia, faziam parte do sonho que ele ambicionava ter... a qualquer preço.

Da Paris do tempo da guerra à deslumbrante Cote d'Azur... das salas de reuniões de Detroit às casas apalaçadas de Grosse Pointe e ao campo inglês, as suas personalidade indomáveis colidem numa saga de paixão e poder que tem como pano de fundo um mundo rico e imprudente.

Uma novidade

terça-feira, 14 de junho de 2016

Novidade Marcador :: "A Herdeira"

A sinopse deste livro é um SPOILER para que ainda não se converteu à série de Kiera Cass, A Seleção.
Ah depois não digam que não avisei.


Sinopse
A Princesa Eadlyn cresceu a ouvir histórias intermináveis de como a sua mãe e o seu pai se conheceram. Vinte anos antes, America Singer entrou na Seleção e conquistou o coração do Príncipe Maxon – e viveram felizes para sempre. Eadlyn sempre achou romântica esta história de encantar, mas não tem qualquer interesse em tentar repeti-la. Por si, adiaria o casamento tanto tempo quanto possível.Mas a vida de uma princesa não é inteiramente sua e Eadlyn não pode escapar à sua própria Seleção – por mais fervorosamente que proteste.Eadlyn não espera que a sua história acabe em romance. Mas com o início da competição, um candidato poderá acabar por conquistar o coração da princesa, mostrando-lhe todas as possibilidades que se encontram à sua frente… E provando-lhe que viver feliz para sempre não é tão impossível como ela pensou.

Uma novidade

Leiam a opinião aos restantes livros da série