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quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Opinião "A Coroa" - Último livro d'A Seleção


Depois de devorar de rajada cada um dos livros correspondentes à Seleção do Principe Maxon, não foi de ânimo leve que fiquei a conhecer a continuação da história, 20 anos depois com a sua filha Eadlyn. A miúda não me entrou nos estreitos! Vocês leram a minha opinião ao "A Herdeira". Eu tentei ver o ponto de vista dela mas como disse, fiquei com mixed feelings. Honestamente, não diria que ela tinha sido produto da união de Maxon e América.
E depois, os miúdos que foram selecionados para o seu processo de seleção simplesmente não me ficavam na memória. No entanto, o final do quarto livro deixou-me bastante curiosa para saber o que se passava a seguir, quer devido a eventos com a família real, quer para saber quem é que no final a Princesa iria escolher para estar ao seu lado quando assumisse o seu papel de Rainha. 

Dividida entre o trabalho que dá assumir o lugar do pai e a necessidade de restaurar a confiança do povo na realeza, Eadlyn tem ainda de tomar uma decisão sobre quem sairá vencedor e dono do seu coração, corpo e alma no final da seleção. Pressionada para acelerar o processo, as dúvidas são muitas mas as reviravoltas, umas mais esperadas que outras, acabam por colocar em movimento um desfecho que nos faz sorrir e pensar que afinal havia maneira de salvar a miúda que fiquei a conhecer no livro anterior.

"Amor. Tal como as roupas, tinha percebido que se tratava de algo que não servia exatamente da mesma maneira a duas pessoas diferentes. Ainda não sabia o que essa palavra significava para mim, mas sentia que, mais cedo ou mais tarde, ficaria totalmente definida. Tudo o que restava era saber se eu poderia ficar satisfeita com a definição."

Definitivamente este "A Coroa" foi mais ao meu gosto e embora tenha ali uma ou outra coisa que me fez revirar os olhos, tenho de admitir que gostei bastante do final. Posso até dizer que assim "sim, esta princesa/futura rainha é filha da mãe" e do pai também.
Por vezes é muito difícil ler uma continuação de uma história que gostámos muito e que por nós tinha terminado lá atrás, no terceiro livro. Temos receio que não façam jus à personagem que tanto adorámos, que a história que se segue seja sem sentido ou só para "encher chouriços". Curiosamente acho que foi importante rever as personagens d'A Seleção e conhece-las no seu papel adulto. Acima de tudo foi bom ficar a conhecer os filhos de Maxon e America, assim como dos outros. 

Continuo a dizer que isto dava uma série muito fixe mas com tantas que existem por aí, será que vingava?
Eu cá posso dizer que adorei ler A Seleção.
E continuo a dizer que é ao início era a versão palaciana do Hunger Games :P

Relembro a opinião aos restantes livros da série

"A Herdeira"

Uma aposta

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Novidade Marcador :: "A Coroa"

Quem tem seguido a série de Kiera Cass?
Este é o volume final da saga «A Seleção», que apaixonou milhares de leitores por todo o mundo! 


Em A Herdeira, o universo de A Seleção entrou numa nova era. Vinte anos se passaram desde que America Singer e o príncipe Maxon se apaixonaram, e a filha do casal é a primeira a passar pela sua própria seleção. Eadlyn não acreditava que encontraria um companheiro entre os trinta e cinco pretendentes do concurso, muito menos o amor verdadeiro. Mas às vezes o coração tem uma maneira estranha de surpreender-nos... E agora Eadlyn precisa fazer uma escolha muito mais difícil - e importante - do que esperava.

Relembro a opinião aos restantes livros da série

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Opinião "A Herdeira" - Série Seleção

Quem nos acompanha sabe o quanto adorei A Seleção. 
Quantas vezes não disse a mim mesma "está na hora de leres livros de crescidos" para depois voltar a mais uma história juvenil ou Young Adult?
Tantas vezes!
A série de Kiera Cass devia ter acabado no "A escolha" mas quando vi que ia ser editado um livro com a filha deles dois, não resisti. 
Quem não iria querer reencontrar a América e o Maxon casados, Reis e com mais 20 anos em cima? É como rever velhos amigos para meter a conversa em dia.


No entanto, a história aqui faz-se pela voz da sua primogênita Eadlyn, mais velha 7 minutos que o seu irmão gêmeo Ahren e por isso, herdeira do trono de Ilea.
Agora...
Como se costuma dizer em inglês, tenho mixed feelings sobre o que esperava deste livro e o que obtive dele.
Conhecemos Eadlyn a reclamar com o seu destino. Antes do reinado dos seus pais teria sido impossível uma mulher ser a soberana de Ilea mas para serem justos, os seus pais alteraram as leis para ela pudesse ser rainha.
Educada e treinada desde pequena para suceder ao pai, Eadlyn é um pouco reservada e mimada, o que seria de esperar de um membro da realeza que desde tão nova tem tanta responsabilidade.
E mesmo que seja de ideias fixas sobre não necessitar de um homem ao seu lado para governar, as circunstâncias que se vivem no seu país levam os pais a sugerir que, à semelhança do que lhes aconteceu, seria bom para ela e para o Reino se uma nova seleção se realizasse, mesmo quando Eadlyn não tem interesse nenhum em arranjar namorado ou marido.
E assim começa um novo processo que embora seja semelhante não podia ser mais diferente do que o vivido por Maxon, América e todas a selecionadas que conhecemos anteriormente.

Com as castas abolidas, qualquer subdito de Ilea se pode candidatar. 35 candidatos são escolhidos, no entanto Eadlyn promete a si mesma sabotar cada um deles, mesmo os que até podiam ser interessantes.


Até aqui tudo bem. Jovem independente, treinada toda uma vida para ser rainha, habituada a ser dura e controlada, entra no esquema para agradar os pais e o seu povo mas acima de tudo não se quer deixar enredar e abrir o seu coração a quem pode não ser merecedor dele.
  A Seleção tem os seus momentos divertidos, sérios, complicados, etc. Aqui também tudo bem, embora ache que são muitos os personagens masculinos que acabam por ganhar visibilidade ao longo do livro. Até para nós se torna difícil de escolher o nosso preferido.
Toda envolvente familiar remete-nos para a seleção anterior, ao se terem mantido por perto Lucy, Marlee, Aspen, entre outros e que por consequência dos anos nos apresentam os seus filhos.
Mas depois sinto que tudo o resto falha, como a tivesse sido escrito a despachar. Porquê?
😕
Como é que America e Maxon criaram uma filha tão mimada e desligada de todos? 
Como é que alguém que presencia um amor como o dos pais (ao género de conto de fadas) é tão apreensiva com os sentimentos e considera o amor uma prisão?
Fui só eu que achei a cena do irmão rebuscada? Eu faria o mesmo no lugar dele mas não foi a reacção dela um pouco fora do normal ?

Talvez o próximo explique a razão por detrás de muitas atitudes de Eadlyn.
Eu gostei bastante da ideia da seleção com os candidatos masculinos. A dinâmica é diferente, há sempre o drama inerente ao facto de ela ser uma rapariga, de ser a futura rainha, de estar nos olhos do público, de achar que está a fazer bem uma coisa e ao mesmo tempo estar a piorar outra MAS há algo que falta....algo que não bate certo. 
No entanto isso não me impede e dizer...
O que se vai passar a seguir?
Nos primeiros três livros América sempre foi a nossa preferida embora o triângulo amoroso estivesse ali presente para nós escolhermos o nosso lado e torcemos por ele mas desta vez não me foi possível.
Entre Kyle, Henri, Hale, Ean e até Eric...eu tenho o meu preferido, raios até tenho dois mas o que é suposto sair daqui agora??
Quero respostas!!!
Quero saber como isto acaba....pleeasseee.

Até lá, relembro a opinião ao primeiros livros da série

terça-feira, 14 de junho de 2016

Novidade Marcador :: "A Herdeira"

A sinopse deste livro é um SPOILER para que ainda não se converteu à série de Kiera Cass, A Seleção.
Ah depois não digam que não avisei.


Sinopse
A Princesa Eadlyn cresceu a ouvir histórias intermináveis de como a sua mãe e o seu pai se conheceram. Vinte anos antes, America Singer entrou na Seleção e conquistou o coração do Príncipe Maxon – e viveram felizes para sempre. Eadlyn sempre achou romântica esta história de encantar, mas não tem qualquer interesse em tentar repeti-la. Por si, adiaria o casamento tanto tempo quanto possível.Mas a vida de uma princesa não é inteiramente sua e Eadlyn não pode escapar à sua própria Seleção – por mais fervorosamente que proteste.Eadlyn não espera que a sua história acabe em romance. Mas com o início da competição, um candidato poderá acabar por conquistar o coração da princesa, mostrando-lhe todas as possibilidades que se encontram à sua frente… E provando-lhe que viver feliz para sempre não é tão impossível como ela pensou.

Uma novidade

Leiam a opinião aos restantes livros da série

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Opinião "A Escolha" - 3º Livro da Série Seleção

Está dito, os livros de Keira Cass têm um problema, são lidos todos num ápice. Começo o livro de manhã e só o fecho já a noite vai bem avançada. Isto assim não rende. Não, mentira, fico tão enredada na história que confesso que isto não podia ser lido de outra maneira.
Raios que este terceiro livro foi brutal! É sofrer até à última folha.


Com a seleção inicial reduzida à Elite e posteriormente a apenas 4 candidatas, America com a sua genuinidade e pavio curtinho, vê-se nesta fase final, onde a escolha de Maxon está eminente, entre a espada e a parede uma vez mais.

Longe ficou a entrada pela oportunidade de melhorar a vida da sua vida família e cada vez é mais forte o sentimento que a liga a Maxon, por mais apavorada que esteja de o confessar em voz alta.
A presença das outras candidatas, igualmente fortes escolhas para o lugar de princesa de Iléa e dona do coração de Maxon, criam ainda mais inseguranças na cabeça de America que chega a ir ao ridículo para confirmar a posição que tem junto do Príncipe.

Será decisão de Maxon um capricho do coração ou uma decisão estratégica para Iléa? Poderá escolher o amor quando o futuro do seu país depende dele e da escolha que fizer?
Das quatro candidatas restantes, será America, com os seus modos desafiantes perante o rei, a princesa perfeita para este país estado de guerra?


Sim, porque a seleção decorre em simultâneo com um crescendo de ataques à monarquia que rapidamente se estende às famílias das restantes candidatas da Seleção. E no meio de confrontos, ameaças, descobertas, novos aliados e perdas marcantes, Maxon e America precisam de encontrar o ponto sem retorno, o momento em que seguem juntos ou se separam para sempre.

É quando tudo se encaminha para um desfecho com final feliz, o que pode arruinar para sempre a felicidade de America?
Isto é, além da morte ou a verdade há muito escondida.

E o fim.....oh meu deus, andamos a sofrer até ao fim e por diversas razões.
Sabem que quase me arrisco a dizer que seria perfeito acabar aqui. Tinha lógica, fazia sentido, deixava-nas a imaginar o depois.
Mas talvez por isso haja mais...
Vá não dando spoilers mas basta olhar para o título do próximo livro para saber o que vem ai.
LEIAM isto!
Pensar que li o primeiro livro de nariz torcido perante versão de tiara e salto alto de Hunger Games. Ai...estou mega fã :)

Entretanto, relembro a opinião aos outros dois livros.

Opinião :: A Seleção de Kiera Cass

Opinião "A Elite" de Kiera Cass


A Série de Kiera Cass é uma aposta 

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Opinião "A Elite" de Kiera Cass

Assim como aconteceu com a primeira parte, “A Seleção”, também “A Elite” foi devorada num domingo particularmente preguiçoso mas desta vez a apanhar sol na praia.


Quando a seleção começou, conheciamos America e estavamos claramente do seu lado, nem que fosse pelo seu espírito desafiador do “não quero isto para mim, estou aqui pela comida” mas agora que as 35 candidatas foram reduzidas às 6 pertencentes ao grupo restrito da Elite, que luta pelo lugar ao lado de Maxon, não podemos deixar de começar a olhar para a história de outro modo.

Será America a pessoa ideal para estar ao lado de Maxon como Princesa de Illéa? Será possível que ela consiga assumir um compromisso com Maxon estando o seu antigo amor a dois passos de distância, disposto a esperar por ela? Serão todos mesmo aquilo que mostram ser, incluído America?

“A Elite” aborda um momento em que a competição aquece, em que são pedidos mais atributos às candidatas que apenas uma cara bonita e boas maneiras (embora essas também sejam bem importantes!), porque o final está próximo e a pressão sobre Maxon, para que tome uma decisão, aumenta de dia para dia.

Enquanto isso, a indecisão de America, a sua rebeldia e incapacidade de controlar ciúmes, apenas faz com que nesta segunda etapa da Seleção acabe por dar espaço para outras candidatas, mais adequadas ao olhos da sociedade, de usurparem a atenção, o tempo e até quem sabe, o coração do Príncipe Maxon.
Bem que referi no primeiro livro ter revirado os olhos perante certas atitudes de America mas, acima de tudo tenho de me lembrar que é suposto ela ter 17 anos, por isso, tem todo o direito à sua dose de drama, especialmente do género que envolve sentimentos.

Também, é caso para dizer que a concorrência está mais forte do que nunca e com o grupo da Elite a diminuir, temos de nos questionar. Quem tem mais hipóteses de ser a Escolhida? Será a víbora Celeste? A super perfeita Kriss ou a politicamente bem posicionada Elise? E se a decisão não couber única e exclusivamente a Maxon? Estará o futuro dele e de America em risco?

“A Elite” responde a estas questões mas cria novas, muitas sobre o reino de Ellía e o que julgamos saber sobre este, assim como sobre as suas personagens.

Confesso que devorei este volume, assim como fiz com o primeiro e gostei particularmente de ver como se desenvolveram os dois caminhos que dividem America. Se por um lado temos o Principe Maxon, com ele temos um título repleto de obrigações dolorosas, atracção mútua e uma amizade que se transforma em algo mais. Por outro lado temos Aspen, cuja lealdade cega e eterno amor se mantém um porto seguro para America.
Com qual dos dois vai escolher ficar?
E se America optar por se escolher a si própria?
Eu espero bem que sim! É que não me consigo decidir entre os casais, America/Aspen e America/Maxon...é uma desgraça!

Vá America, estou curiosa para saber as cenas do próximo capítulo (quero saber mais coisas!!!)
Para quando teremos o "The One"? A capa é LINDA, como todas as outras.


A Série de Kiera Cass é uma aposta 

Relembro a opinião ao primeiro livro

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Novidades Marcador :: "A Elite" de Kiera Cass

Já falámos desta novidade mas não queremos deixar de vos passar a sinopse do segundo livro de Kiera Cass a ser publicado em Portugal. "A Elite" chega a 6 de Maio.
Preparadas?


A Seleção iniciou-se com 35 raparigas. Agora, com o grupo reduzido a 6, a Elite, a competição para conquistar o amor do Príncipe Maxon é mais feroz do que nunca. Quanto mais perto America se encontra da coroa, mais se debate para perceber onde está verdadeiramente o seu coração. Cada momento que passa com Maxon é como um conto de fadas, instantes cheios de romantismo avassalador e muito glamour. Mas sempre que vê Aspen, o seu primeiro amor, é assaltada pelo desejo da vida que tinha planeado partilhar com ele.
America anseia por mais tempo. Mas enquanto se sente dividida entre dois futuros, o resto da Elite sabe exatamente o que quer e a oportunidade de America para escolher está prestes a desaparecer.

A Série de Kiera Cass é uma aposta 

Relembro a opinião ao primeiro livro

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Opinião :: A Seleção de Kiera Cass

“A Seleção” das 35 pretendentes ao trono e ao coração do Príncipe Maxon demora largas semanas mas a leitura, para mim que me encontro constipada, demorou apenas umas horas num domingo particularmente preguiçoso.


Desde que fiquei a conhecer o zum zum em volta dos livros de Kiera Cass que desejava conhecer a história de America Singer, a miúda que não queria ser indicada para A Seleção.
Numa realidade distópica em que o que resta dos Estados Unidos é um jovem país monárquico chamado Illéa, conhecemos America Singer, a rapariga que faz os possíveis para se manter incógnita na sua posição social enquanto pratica a sua arte, ajuda a sua família e tentar encontrar a melhor maneira de se fazer valer por si própria enquanto mantém uma relação secreta com alguém abaixo da sua condição.
Com a criação desta nação, a sociedade foi estruturada em castas. No topo da pirâmide está a família real, sendo seguida pelas castas bem posicionadas na sociedade, quer em trabalho quer em condições de vida, para encontrarmos America na casta 5, a dos artistas que embora sofram privações não estão tão mal como as seguintes três castas, que terminam no fundo da pirâmide com a casta 8 que inclui os sem abrigos, os portadores de deficiências ou os bastardos abandonados à sua sorte.

America, ao contrário de todas as jovens da sua idade, não está interessada em fazer parte da Seleção que irá escolher um grupo de 35 eleitas a potencial princesa de Illéa porque o único homem que ocupa o seu coração vive a 5 minutos e uma casta abaixo de si. Aspen é a razão das suas alegrias e tristezas e uma série de eventos, repletos de orgulho e vergonha, levam America pelo caminho que nunca julgou querer percorrer, o que a leva ao Palácio.
E que rapariga nunca sonhou ser Princesa ou até mesmo Rainha?
Eu!
E America também!
Talvez por isso me tenha interessado na história e feito poucas pausas durante a leitura.
A atitude com que America embarcou na jornada que é a Seleção foi curiosa, um misto de indiferença, teimosia e “só estou aqui pela comida”. Mas o que me agradou mais foi a atitude perante o Príncipe Maxon, por quem começamos a torçer no momento que me conhecemos.
A presença de America no grupo de selecionadas, a sua curiosa relação com Maxon, os ataques à Monarquia e o combate interno para esquecer quem a magoou, tornam a nossa selecionada numa personagem interessante de acompanhar. Embora confesse que as vezes revire os olhos perante certas atitudes.

Sei que devia crescer e ir ler livros que não me façam andar a pensar “será que ela ficava melhor com o amor da sua vida ou com o homem que se tornou o seu melhor amigo e por quem nutre sentimentos”.
Um dia vou crescer, até lá. Venham de lá as Selecionadas, as intrigas entre elas, a competição pela atenção de Maxon, as dúvidas existenciais de America, a evolução de Maxon, o carácter desafiante de Aspen e a ELITE.

Sei que este talvez seja um livro em que se adora ou odeia. Tenho visto comentários tão opostos como o amor e ódio mas acho que cabe a cada leitor decidir se a história é simples e insípida ou simplesmente adorável.



O que interessa é que no final eu gostei, mesmo quando me surpreendi a mim mesma com o pensamento “raios, isto parece a versão palaciana do Hunger Games”. Na realidade, não deixa de ser um jogo e até tem uma heroína que não queria nada do que está a acontecer, um amor de antes, um triângulo amoroso, gente ordinária e que lhe quer mal, diferenças marcantes nas condições de vida da sociedade, uma história por detrás do romance e um Cesar, que aqui se chama Gravil Fadaye. Raios, realmente até se parece imenso com o hunger games! :) Hunger Games e aquele programa de tv que o solteiro tenta encontrar uma noiva entre as concorrentes, não faço ideia do nome. Ou nunca tivemos cá esse programa ? 

O que interessa é que aguardo a continuação da história de America, Aspen, Maxon e Illéa.
Aguardo o lançamento de ELITE :)

E quanto à série, ainda bem que foi cancelada, que valente porcaria.
Uma amostra do episódio piloto e mudaram a coisa que mais gosto no príncipe e na America...bah, gente das adaptações, quando vão aprender!?
Vejam isto e se já leram o livro, rebolem os olhos comigo.

:)
Até lá, leiam o livro
Uma novidade

sábado, 8 de novembro de 2014

Comecei a ler...

Tarde de chuva em que estou constipada, qual será o melhor remédio?
Chá e livros, pois claro!
Vamos lá iniciar A Seleção.


Para trinta e cinco raparigas a selecção é a oportunidade de uma vida.
É a possibilidade de escaparem de um destino que lhes está traçado desde o nascimento, de se perderem num mundo de vestidos cintilantes e jóias de valor inestimável, de viverem num palácio e competirem pelo coração do belo Príncipe Maxon.
No entanto, para America Singer, ser seleccionada é um pesadelo. Terá de virar as costas ao seu amor secreto por Aspen, que pertence a uma casta abaixo da sua, deixar a sua família para entrar numa competição feroz por uma coroa que não deseja, e viver num palácio constantemente ameaçado pelos ataques violentos dos rebeldes.
Mas é então que America conhece o Príncipe Maxon. Pouco a pouco, começa a questionar todos os planos que definiu para si mesma e percebe que a vida com que sempre sonhou pode não ter comparação com o futuro que nunca imaginou.

Uma novidade

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Novidade Marcador :: "A Seleção" de Kiera Cass

"A Seleção" chegou!
Depois de muito ter namorado as capas, as reviews....esta série chegou finalmente a Portugal.
Sei que será uma história do género "love it or hate it" :) Gosto !


Para trinta e cinco raparigas a selecção é a oportunidade de uma vida.
É a possibilidade de escaparem de um destino que lhes está traçado desde o nascimento, de se perderem num mundo de vestidos cintilantes e jóias de valor inestimável, de viverem num palácio e competirem pelo coração do belo Príncipe Maxon.
No entanto, para America Singer, ser seleccionada é um pesadelo. Terá de virar as costas ao seu amor secreto por Aspen, que pertence a uma casta abaixo da sua, deixar a sua família para entrar numa competição feroz por uma coroa que não deseja, e viver num palácio constantemente ameaçado pelos ataques violentos dos rebeldes.
Mas é então que America conhece o Príncipe Maxon. Pouco a pouco, começa a questionar todos os planos que definiu para si mesma e percebe que a vida com que sempre sonhou pode não ter comparação com o futuro que nunca imaginou.

Uma novidade