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sábado, 11 de abril de 2015

Passatempo "Piso 3 Quarto 313" - Guerra & Paz

Pode um livro nascido da dor transmitir consolo e felicidade? 
"Piso 3 Quarto 313" é um livro que avisa e prepara os que ainda não conhecem os efeitos do Alzheimer. Um livro que consola e anima todos os que na sua vida se confrontam com essa impiedosa doença.


O PASSATEMPO DECORRE ATÉ 19/04/2015

Para se habilitar ao passatempo, preencha o formulário abaixo e siga as regras dos nossos passatempos:

ATENÇÃO - REGRAS:
- O preenchimento do formulário é obrigatório para se habilitar ao passatempo.
- Podem participar todos os dias, basta voltar a preencher o formulário.
- Só serão apuradas participações de fãs e/ou seguidores. 
- Ser fã e seguidor, duplica as hipóteses de ganhar.
- Só aceitamos participações de residentes em Portugal.
- Sorteamos os prémios no random.org entre todos as participações.
- Não nos responsabilizamos por nenhum extravio, seja o envio feito por nós ou editora.

NOTA:
- Façam partilha do passatempo - SEMPRE PÚBLICA, os links serão contabilizados como participação, basta deixar o link que contará como participação extra. Obrigada!

Um passatempo com o apoio

BOA SORTE!

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Entrevista :: Agnés Martin-Lugan

Agnés Martin-Lugand, até há pouco tempo um nome desconhecido do grande público, é neste momento a autora do romance sensação desta temporada no mercado editorial Francês.
Inicialmente auto-publicado online, "Les Gens heureux lisent et boivent du café", ou "As pessoas felizes lêem e bebem café", como foi publicado em Portugal, vendeu mais de 8500 exemplares na Amazon. Uma vez caçada pelo grupo editorial Michel Lafon, que viu no romance de estreia de Agnés um potencial best-seller, os direitos de autor já foram vendidos para mais de 18 países e a adaptação ao cinema é uma realidade.

Com o lançamento do livro em Portugal, tivemos oportunidade de conhecer a autora e falar com a ela no dia em que apresenta o seu primeiro romance ao público português.
Aproveito para agradecer a valiosa ajuda de Rui Santana Brito, responsável pela tradução do livro e pela ponte luso-francesa necessária nesta entrevista (já que o meu francês é terrible).

Como nasceu a ideia para o livro?
Um certo dia, enquanto via um programa na televisão sobre uma vila inglesa isolada e hostil junto à costa, deu por si a pensar que se algum dia acontecesse algo à sua família iria com certeza se refugiar num sítio desse género para viver reclusa da sua perda. Foi assim que surgiu a ideia de criar a história de Diane, alguém que perdeu o marido e filha e que decidi fugir para um local remoto para superar a sua perda.
A autora confidenciou que a sua escolha para a localização da história de Diane existe mesmo. Mulranny, como podem ver no MAPA, é mesmo uma pequena vila costeira da Irlanda e segundo a autora, as duas cabanas de frente para o mar, habitadas no romance por Diane e o seu terrível vizinho Edward, são reais (parece que já se sabe onde pode vir a ser filmada a adaptação cinematografica)

Como se sentiu ao ver o seu livro se tornar um best seller depois de 4 editoras a terem recusado?
Feliz, sortuda, encantada....foram tantas as palavras e emoções transmitidas pela autora. Sente-te verdadeiramente uma felizarda por ter tido a oportunidade de ver o seu romance ser editado em França (pela Michel Lafon), estar a ter uma muito boa aceitação por parte do público (150.000 exemplares vendidos) e por ter sido convidada para estar em Portugal para falar sobre o seu livro.
Recordamos que o livro "As pessoas felizes lêem e bebem café" já tem os seus direitos vendidos para 18 países.

Sabemos que o seu livro será adaptado ao cinema. Parabéns!
Como se sente com esta novidade? Quais os actores que gostaria de ver nos principais papéis?​
Como em tudo o que envolve o livro, a felicidade é tremenda mas confessa que nunca pensou quem seriam os actores indicados para os diversos papéis. Mesmo relatativamente a Diane, que acaba por ser a personagem com quem criamos uma maior ligação, a autora diz que basta ser alguém que crie empatia com a personagem, que seja capaz de transmitir as emoções inerentes à história e ao yo-yo emocional pelo qual ela passa ao longo do livro.

No entanto, a autora não estará ligada à produção do filme mas quando os direitos foram vendidos, teve oportunidade de acertar alguns detalhes com os produtores (esperemos que seja para que o fim se mantenha inalterado)

Já se fala num segundo livro. Será uma continuação deste ou uma história nova?
Correcção à Elsa - Não se fala de um segundo livro, ele está mesmo quase a sair.
Dentro de duas semanas sai em França o seu segundo romance -
Entre mes mains le bonheur se faufile ​ - GOODREADS​
​Este não será uma continuação do livro já editado em Portugal no entanto, não coloca de parte a possibilidade de o continuar e promete que um dia, talvez, possamos ler o resto da história de Diane (e Edward).
​Para mim, que reclamei com a falta de uma conclusão (na minha crítica), tive oportunidade de ouvir, durante a apresentação, algo que a autora disse que me fez mudar de opinião (e lembrar algo que aprendi à custa da experiência). Deixem o fim estar como está, nem tudo na vida é romance e as pessoas têm de saber ser um indivíduo antes de serem parte de um par.

Claro que a minha pequena entrevista apenas ficou completa com a divertida mas igualmente comovente apresentação pelas palavras de Antonieta Lopes da Costa, onde o pequeno público que estava presente teve oportunidade de ficar o mundo de "As pessoas felizes lêem e bebem café".

Revi-me nas palavras da jornalista quando refere que este é um livro que quando se começa a ler não o conseguimos largar até às últimas páginas. Sentimos que estamos perante um filme que se desenrola na nossa cabeça (daí não ser surpresa que já esteja a ser preparada a adaptação para o cinema, que segundo Antonieta, podia ser toda filmada nos Açores por tantas serem as semelhanças com os cenários descritos da pequena vila irlandesa)

Gostei igualmente da pausa para questionar à autora se ela fumava, visto que a personagem principal é aquilo a que habitualmente chamamos de chaminé. Eu como fumadora, também tive vontade de puxar mais do que uma vez de um cigarro durante a leitura.

Numa última nota, a jornalista referiu ainda que, com a leitura deste romance, teve a oportunidade de encerrar um processo de luto pesaroso de dois membros da sua família. Uma prova que os livros (o café e o tabaco!) nos acompanham em diversas jornadas da vida.
Como referi na minha opinião divulgada no próprio dia da apresentação, estes elementos estão presentes na alegria e na tristeza (agora que digo isto, mais parece que estou a proferir votos num casamento!)

​A autora, emocionada com o convite mas igualmente perdida perante tudo o que tinham dito até então (a própria admitiu com um sorriso!), agradeceu a oportunidade de vir até Portugal apresentar o seu livro, o seu primeiro bebe literário, que lhe dá tantas alegrias com todo o sucesso que tem tido em França e agora em Portugal.
Confessa que nunca pensou atingir um nº de leitores tão elevado e espera que os leitores portugueses gostem história de Diane e que criem empatia com ela.

Aproveito para incluir o booktrailer que tem passado na SIC.
Já o viram?


​Nós gostaríamos de agradecer à Guerra e Paz a oportunidade de ler este livro e o convite para ficar a conhecer a autora.​
Que venha o filme e o segundo livro :)

Boas leituras!

quarta-feira, 28 de maio de 2014

"As pessoas felizes lêem e bebem café" :: Opinião

Café, livros e cigarros são parte integrante da felicidade e da tristeza.


Conhecemos Diane em Paris, enlutada pela morte do marido e da filha, fechada no cofre de recordações que é a sua casa, quase inalterada desde o derradeiro dia em que a vida da sua família foi ceifada pelo destino. Revoltada com o destino cruel que lhe foi reservado, mantém contacto apenas com Félix, o seu melhor amigo e sócio no café literário que deixou ao abandono desde o fatídico dia.

Longe de ultrapassar a dor que a sobrecarrega todos os dias, Diane é incentivada por Félix a salvar-se da situação deplorável em que se encontra. Se em certos e determinados momentos da vida todos precisamos de uma boia de salvação, para Diane, este apoio surgiu na forma de um local afastado de Paris, perdido nas margens da costa Irlandesa, longe de tudo e todos, especialmente dos locais que mais lhe traziam memórias de quem já partiu.
Mais que um local, são as pessoas que lá encontrou que lhe deram a mão, que acabam por a salvar das maneiras mais inesperadas.​ Há quem a recebe com um abraço, quem a arraste para um bar ou a brinde com um gesto afectuoso quando até então só teve palavras de desdém e um comportamento completamente irascível perante a presença de Diane naquele local. 

Edward, o vizinho insuportável, acaba por ter um papel mais activo na vida de Diane do que inicialmente qualquer um poderia supor. Determinados em se odiarem desde o primeiro momento, as conversas que encetam são crispadas, quase violentas. No entanto, um momento de fraqueza acaba por os aproximar.
Sem querer, acabam por se ajudar um ao outro. Cada um carrega os seus demónios e assim como a alegria, também a dor tem de ser sentida e partilhada. 
Mas o que será que o futuro lhes reserva? Serão uma nova etapa ou apenas um ponto de viragem? 

​​Um romance simples, sobre as provações a que a vida nos submete e a capacidade infindável do ser humano em encontrar alegria nas mais pequenas coisas e esperança num recomeço com sucesso.

Como se trata de um romance curto (lido em 2 horas), s​enti a falta de um epílogo, um "não se preocupem que esta história não termina aqui". Confesso que não termina mal, nem de longe, fiquei até francamente surpreendida por ter gostado imenso da história visto que este não é um romance típico "boy meets girl". Quando conhecemos Diane ela está mergulhada na profunda depressão de ter perdido o marido e a filha. Sabemos que qualquer passo em direcção a uma vida que se assemelhe à normalidade é bom sinal. Sair, trabalhar, dançar, sorrir, pensar sequer na possibilidade de se apaixonar. Mesmo quando a personagem principal não toma o caminho mais comum, sorrimos por saber que era exactamente disto que ela precisava para voltar a si própria.​

​Curiosamente, ler é coisa que ela faz pouco mas fumar e beber café, ora bem, faz a toda a hora :)
​Afinal não me enganei, realmente faltava "e fumam cigarros" no título.

Uma novidade

Sessão de lançamento hoje, na FNAC CHIADO, às 18h30.
Venham conhecer a autora e ouvir falar sobre o livro sensação em França.

Boas leituras!

segunda-feira, 26 de maio de 2014

"As pessoas felizes lêem e bebem café" - Uma novidade


O meu primeiro pensamento perante o título foi:

"Eu sou feliz a ler, beber café e fumar um cigarro"
Eu sei, faz mal mas a vida é curta e sabe-me bem.

É exactamente isso, a curta duração das nossas vidas, que encontramos no romance sensação de Agnès Martin-Lugand.


Sinopse
Depois da morte do marido e da filha num brutal acidente de automóvel, Diane fecha-se em casa durante um ano, imersa em recordações, incapaz de reagir. Mas, quando já nada parece poder mudar, é precisamente uma dessas recordações que a faz escolher Mulranny, uma pequeníssima aldeia na Irlanda, como destino.


Instalada numa casa em frente ao mar, Diane é gentilmente recebida por todos os habitantes - todos menos um. Será Edward, o bruto e antipático vizinho, a resgatar Diane da apatia em que parece estar novamente a mergulhar. Primeiro, pela ira e pelo ódio. Mas depois, contra todas as expectativas, pela atracção.

Como enfrentar este turbilhão de sentimentos? O que fazer com eles?

O livro será apresentado ao público português na próxima quarta-feira, dia 28 de Maio, às 18h30 na FNAC do Chiado.
Quem estará presente?




quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Conheçam "Inferno no Vaticano"

Um romance atrevido, chocante e erótico, que alia a frescura dos primeiros romances à experiência de uma vida cheia de histórias para contar.
O autor de 71 anos, Flávio Capuleto, é o mais jovem romancista português. Mais jovem porque começa agora a dar passos decididos como escritor.
Nas livrarias a 22 de Janeiro.
«Inferno no Vaticano» junta os melhores ingredientes num romance que ecoa muitas das tensões que têm atravessado o Vaticano nos últimos anos. O protagonista é o inspector Luís Borges, um português que priva com o Papa, e a acção centra-se na Basílica de S. Pedro, no Vaticano. Tudo começa com a morte macabra e misteriosa de Francesco Barocci, curador do Tesouro. Um assassinato cujos contornos apontam para uma conspiração maior que tem o Papa por alvo e que deixa padres e bispos em pânico.

Uma história de traições e segredos, entrecortada com o encanto sedutor e sensual da escaldante Valeria Del Bosque, simbologista que ajuda o inspector português a desvendar os segredos e maquinações de uma sociedade secreta que está a semear as igrejas de cadáveres. Em «Inferno no Vaticano», o leitor vai deparar-se com uma batalha cruel, florentina, com mais ouro e sexo do que incenso e mirra.

A sessão de lançamento de «Inferno no Vaticano» decorre no sábado, dia 1 de Fevereiro, às 17h00, na Biblioteca Municipal de Santa Maria Feira, com apresentação do Prof. Roberto Carlos Reis.


Uma novidade