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sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

"Aberto toda a noite" de David Trueba - Opinião


"Haverá tanta dor como prazer, tanta solidão como companhia, tantas bofetadas como beijos." DEUS

E assim começa o enredo em torno da família Belitre e não podia ter uma citação mais correcta. Entre os Belitre existe tanto do comum de qualquer família como do alucinado de qualquer hospício, que é exactamente como muitas vezes se sente o ambiente familiar. 

"Se esperares, conto-te o que nos aguarda depois da morte. Amiga, tu e eu sabemos que viver não foi nada mau, porque não haveria de ser ainda melhor o que vem depois? Agora parece-me óbvio que a morte é o estado normal e que viver é o acidente. E achas alguma razão mais justificada para morrer do que saber o que nos espera? Que não digam: morreu de cancro ou de um tumor cerebral. Digam: morreu de curiosidade. 
Última carta de Ernestina Beltrán a Alma Belitre"

Excelente epitáfio: morreu de curiosidade!
São inúmeras as descrições que fazem jus a qualquer família. Seja a loucura cáustica já aceite de quem quase está senil às decisões tomadas a quente dos mais jovens e inseguros, que buscam orientação, mas também liberdade e aventura.
A família o avô Abelardo, que é um personagem que vale por todos os outros, vai sendo apresentada, um a um, pelas alegrias, mas também pelos desaires próprios de cada carácter.

"Nas famílias predomina essa virtude de admitir a extravagância quotidiana como normalidade."

Bem dito e bem certo para todos os membros desta família. Por eles, a mansão estará sempre aberta.
"O lar é o único lugar aberto toda a noite." A citação é de Ambrose Bierce, um jornalista e satírico contista que considerava que sinónimo de "sozinho" era estar em "má companhia". Ao lermos que este escritor realista misturava humor negro, cinismo e um olhar acutilante à sociedade que o rodeava... é exactamente o que encontramos neste relato familiar de Trueba, olhar esse que se mantên do seu aclamado Saber Perder.

"- Avô, o que mais te disse Deus?
- Que não revele nada da nossa conversa a não-crentes e romancistas. Deus só fala a poetas e por isso a Sua voz é verso, verdade e vida. Os três vês que, para o caso de não saberes, são sinónimos."

Faltam muitos vês nesta conversa, falta: vitalidade, virilidade, vicissitude, vulgaridade, veleidade ou ainda vontade, vibrante, vitorioso... São várias características para descrever os três vês do avô Abelardo e caracterizar os eventos familiares bem como os seus facilitadores.

O amor, em todas as suas vertentes existe em "Aberto toda a noite", mesmo que por vezes seja ridicularizado e visto como supérfluo. Dizer mais sobre os acontecimentos desta família é retirar todo o humor de se ir divertindo a cada página. Essencialmente, este romance de Trueba é puro entretenimento para o leitor. Aliás em filme e com as expressões idiomáticas espanholas deveria ser a comédia do ano.

"Amor: A estupidez de pensar demasiado no outro antes de saber o que quer que seja sobre si próprio." 

Bierce é citado novamente e faz todo o sentido, face ao rumo que o amor ou algo que se confunde com ele, obriga as pessoas a agir, ou melhor, reagir, desesperadamente. No entanto, "O fardo que pesa sobre os ombros, não pesa menos por o deixarmos cair." é um provérbio edetano citado perto do final e abre o caminho para pensarmos em como por vezes podemos ver ou sentir a família.


terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Opinião :: "Quatro Amigos" de David Trueba

Há uma discussão sobre este livro entre a equipa do Efeito dos Livros. A Metade Negra, apreciadora de Trueba, foi quem trouxe o livro à baila quando o tornou uma das suas leituras de verão mas as exclamações que foi fazendo e os excertos que foi partilhando ao longo da leitura cimentaram a opinião de que este livro em pouco se enquadrava com um género que lhe fosse querido, sendo bem mais provável que o meu humor negro e juvenil ou o facto do caracol ser o único homem nesta equipa fossem razões para que a história de “Quatro Amigos” fosse do nosso interesse e víssemos nele algo que a nossa metade negra não encontrou.
Leiam a opinião dela e depois vejam a minha.
Decididamente, embora lido da capa à contra-capa e salvo raras excepções que vou nomear depois, “Quatro Amigos” não encheu as medidas da metade colorida, pelo menos até mais de meio. Talvez o Caracol encontre em Solo, Raúl, Claudio e Blas algo mais que quatro gajos que se queixam de uma juventude fugida aos seus poucos 27 anos, que (mal)conservam entre si uma amizade que se assemelha a uma tshirt velha e puída que se mantém unida por escassos fios de tecido mas ao qual são fieis como cães mesmo quando suam que nem porcos e limpam o vomitado depois de uma noite de loucura velada a álcool e tentativas frustradas de sexo fácil.
Muito duro?
Pois, porque a leitura de “Quatro Amigos” assim o foi (pelo menos até metade).
Esta salvaguarda do “pelo menos até metade” é exactamente o que divide a minha opinião em dois pólos opostos. Se por um lado, aquele que se prende pelo facto de ser mulher e da mesma idade que as personagens me faz considerar Solo, Blas, Claudio e Raúl uns perfeitos idiotas, temos o outro lado, aquele que, como estes quatro amigos ainda se vê como uma alma louca, aprisionada às responsabilidades que por vezes deseja mandar às urtigas e que jura querer manter aquela liberdade vital dos momentos fugazes entre amigos e copos. Esse lado, o da alma louca, em medida de comparação com estes quatro muito menos inconsequente, idiota ou armada aos cucos, consegue perceber o que apenas Solo (e em certa medida Raúl, o casado e pai de filhos) percebe no fim, que as amizades sofrem os seus abalos, que por vezes são remetidas a um canto mas que mesmo perante a presença de um amor, um casamento ou dois gémeos que berram a plenos pulmões, mesmo perante o decurso tradicional da vida, se tivermos a sorte de o ter, mesmo assim as amizades estão lá. Podemos ter tudo, não em pleno nem tudo na perfeição mas sim, podemos ter de tudo um pouco se estivermos predispostos para tal, caso contrário, sozinhos vamos acabar os nossos dias.

“Quatro amigos” fala de amizade, amores perdidos, do “ele nunca foi amado em pequeno” e se quisermos filosofar sobre quatro almas perdidas, do inconformado que foge da felicidade, do playboy que abomina os sentimentos à excepção do amor que tem ao cão, do gordinho eternamente na friend-zone e que vai quase sempre para a cama com as mulheres que conhece e o outro, o casado e pai de filhos, que tenta trepar por qualquer rabo de saias porque a mulher lhe nega os gostos kinky anteriormente partilhados…
Salvação?
Nunca a pensei encontrar para este grupinho, nem para o livro mas a verdade é que na terceira e última parte, o livro foi reanimado através de técnicas de primeiros socorros e de um velho amor, aquele perdido, aquele que julgávamos não quer mas que foi sempre o que de melhor tivemos na vida.

"Fracassa o quanto antes, porque assim terás tempo na vida para te recompores"

Para mim o ponto alto foi o reencontro com Bárbara, esse amor que ficou pelo caminho. Solo, assim como muito boa gente, ficou preso a um amor que teima em revisitar como quem sem prende de amores pela casa onde um dia foi feliz mas que agora tem outros inquilinos, que deixa felizes outras pessoas enquanto nós só a vemos por fora, ao frio e à chuva já tão longe do seu calor.

"..a nossa paixão incómoda, era um amor dos quinze anos, interpretado por pessoas sete anos mais velhas, mas um amor adolescente. Talvez seja o único amor possível"

O outro ponto alto, para mim, é Estrella. Hilariante a sua presença e o seu espírito. Humor sem recorrer à asneirada dos quatro amigos. 5 estrelas!
O último ponto extremamente positivo prende-se nas notas do Escrito em Guardanapos que vamos apreciando ao longo do livro, tão certeiros no encerramento de momentos chaves. Solo transborda um sentimento nessas linhas que nos oculta ao longo de quase todo o livro e talvez por isso, agora que li o livro todo, não o consigo detestar, não consigo falar mal e no fundo, até apreciei a leitura por mais vezes que tenha revirado os olhos perante os acontecimentos, os clichés e as atitudes à laia de feios, porcos e maus. Confesso, tive momentos em que desejei lançar o livro à parede mas estes quatro eram tão cabeça dura que tive receio de partir as paredes velhas da minha casa.

"Às vezes penso que o cérebro tem inveja do coração. E maltrata-o e ridiculariza-o e nega-lhe o que deseja e trata-o como se fosse um pé ou o fígado. E nesse confronto, nessa batalha, perde sempre o dono dos dois" - (Escrito em guardanapos, pg. 194)

Relendo a Opinião da minha metade Literária, mulher e com muito menos paciência para tretas que eu, compreendo porque mencionamos dois pontos comuns, o da presença destas duas mulheres na jornada e vida dos personagens, assim como os escrito, que para nós, pelo menos, para mim, esses são os pontos altos do livro mas venha de lá uma opinião de homem. Estou curiosa para ler! 

E enquanto lia “Quatro Amigos” era isto que tocava na minha cabeça

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Comecei a ler...

Este não foi prenda de Natal, foi mesmo roubado da estante da mana, juntamente com outros 3 ou 4 :)
A Opinião da metade negra está aqui, a minha será publicada até ao final do ano.

SINOPSE
Quatro amigos, decididos a queimar os últimos cartuchos de uma juventude que terminou, deixam para trás os seus trabalhos, famílias e problemas e improvisam uma viagem de férias por Espanha, sem destino. "Quatro Amigos" é o relato agridoce do final de uma era, de uma idade. David Trueba recupera, neste segundo romance, os temas e o tom que o caracterizam: as frustrações de uma geração e as amarguras do crescimento num tom contrastante entre a comédia e o romantismo, a ternura e o rancor. Um talento narrativo sem rival na nova literatura espanhola.

Um livro publicado pela Editora

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

"Saber Perder", David Trueba - Opinião


«SMS: posar-li memoria al temps», Josep Santilari, 2005 
Não consigo iniciar um comentário a este livro de Trueba sem que antes refira o impacto da capa. Há em todo este cenário, aparentemente calmo, mas ansioso, que reflecte na totalidade, o espírito inquieto, lânguido, um tanto sensual e ainda de resignação que reside em cada uma das histórias de vida que aqui são narradas.
É um poder enorme o desta composição, que a um primeiro olhar parece banal e rotineira, mas que encerra em si inúmeras preocupações e ansiedades desconcertantes. 
A procura por uma resposta, a mensagem que não chega, a solução que tarda, o sim ou o não pretendido que falha e que não corresponde...
É, em toda essa complexidade do quotidiano, mas também na sua beleza, que o enredo, quase só familiar, de Saber Perder se foca e é tão bom, tão real, quanto assombroso e próximo.

Todo este Saber Perder de Trueba foi uma surpresa. Há uma certa embriaguez e um tanto de volúpia que dão um toque de magia e de esperança aquilo que é narrado e que se desenrola sem segredos na nossa frente. Ainda assim, teimamos em querer ver para além daquilo que há e vai continuar a existir, a perda, a dor, o sofrimento infligido no próximo, a morte, o esquecimento. E é nessa dualidade, ora de prazer como de dor, ora de extravagância como de recatamento, que Sílvia ou Leandro se deslumbram com proibições ou Lorenzo e Ariel aceitam as rasteiras da vida. 

As histórias cruzam-se e alimentamo-nos delas ao longo de quase quinhentas páginas, sabendo que são quase mil, tal é o enredo ou as letras miudinhas que dificultam as largas horas em que nos embrenhamos na história. Até isso, uma certa demora em ler o livro, parece propositado, como que nos fazendo ver que a vida pode muito bem desacelerar... que nós só temos a ganhar com isso.
Com amor, humor, emoção, desilusão, aventura, mas também abrandamento, todos os personagens desta vida comum vão terminar a celebrar esta aventura que é saber perder para saber (continuar a) viver!





*

Saber Perder foi o romance vencedor do Prémio Nacional de la Critica, em 2009 e o júri não hesitou em compara o elevado realismo literário com o romance  A Colmeia, do Prémio Nobel da Literatura de 1989, Camilo José Cela. Fica mais uma referência para juntar à wishlist de leitura.


Encontrei Quatro Amigos que não me conquistaram! ;)
Apostei em Saber Perder onde confesso, agarrou-me!
Resta-me agora encontrar Aberto toda a noite e render-me a Trueba.


"Saber Perder", David Trueba foi uma aquisição em Alfarrabistas nesta FLL de 2014.

terça-feira, 7 de outubro de 2014

"Quatro Amigos", David Trueba - Opinião

“O que acredito é que ninguém precisa de mais uma opinião. O mundo está cheio de opiniões, toda a gente tem a merda da sua opinião e, além disso, faz questão de que tomem conhecimento dela. Ninguém percebe que as opiniões dos outros não interessam a ponto de um corno a ninguém? Inclusive as opiniões próprias. A mim parece-me que a minha opinião só tem valor se a reservar para mim e para os meus amigos, quando muito. Antes só opinavam os sábios, e agora? Ouvi uma porrada de vezes isso de «tenho direito a expressar a minha opinião», pois não tem, guarde-a para si. Estou farto até à raiz dos cabelos das opiniões dos jornais. Já basta, ter uma opinião deveria ser algo excecional, algo pensado, estudado, meditado…”, (pp. 40)


David Trueba ou melhor Solo, o narrador e personagem central deste "Road Trip" à moda de Espanha, onde se janta e se foge sem pagar ou onde se resgatam prostitutas de Leste de bares de alterne, pede que guardemos as nossas opiniões para nós, mas não sou capaz! Tenho de dizer ao mundo a minha opinião deste "Quatro amigos" do aclamado escritor, jornalista, crítico, argumentista e realizador...

A premissa inicial é a amizade e o valor da mesma.

"Sempre desconfiei que a amizade é sobrevalorizada. Como os estudos universitários, a morte ou as pilas grandes."

E eu devia ter logo desconfiado que quando um personagem coloca em comparação o peso ou o valor da amizade com "pilas grandes" me esperaria uma narrativa que constituiria um desafio. Pelo menos um desafio à minha paciência.

Confesso que inicialmente a ideia "estrada fora" era muito apelativa, especialmente para uma leitura de férias, onde também eu iria andar "estrada fora", mas estava longe de tais crises individuais de cada um dos personagens. E foram talvez essas crises, tão pessoais, que para mim minaram, mas também deram conteúdo para que a história decorresse.

Já deu, até aqui, para perceber que não fiquei fã do livro. Não, não fiquei. Lembrou-me o Índice Médio de Felicidade, outro que apreciei pouco, mas ainda apreciei mais do que esta estreia com David Trueba. No entanto, já segui e terminei a leitura de "Saber Perder" e esse sim foi um livro que me cativou e me fez seguir para "Aberto toda a noite", que dentro em breve também colocarei aqui no blog.

O relato é a viagem de Solo, o pensador, de Blas, o gordo e porque é gordo está de celibato, de Raúl, casado e pai de filhos, mas contrariado e Cláudio, o tipo que não se quer apaixonar. As definições e adjectivações são os meus olhares aos quatro rapazes e sim, ainda são uns rapazes, uns jovens à beira dos trintas, decididos a queimar os últimos cartuchos de uma juventude que terminou!?!?! Terminou?
Não entendo porquê?
Porque um teve de trabalhar?
Porque outro casou e teve filhos?
Ou outro é um jornalista falhado e sem namorada?
Ou outro ainda é um conquistador falhado!?

Há aqui toda uma profundidade que eu não vejo. Vejo apenas uma boa desculpa para quatro "manos" saírem de casa, deixarem para trás a vida chata (que todos temos, certos dias!) e irem de férias, numa carrinha, dormirem onde calha, engatarem uma mulheres, umas mais fáceis que outras e claro, apanharem bebedeiras os dias todos!

E que de tão genuíno tem isso?
A ideia é boa e a união entre amigos que alinham numa férias em grupo é boa e também me agrada, mas não julgo que isso torne o livro numa obra. Menos ainda pela linguagem, é certo que é adequada e mais do que contextualizada aos acontecimentos, mas para mim, o excesso de linguagem vulgar, a ausência de uma boa história que valha a pena contar e uns personagens nada cativantes, tornaram-no num livro que, modo geral, não gostei. Mas já ouvi, a restante equipa Efeito dos Livros a pedir por ele... será falta de humor da minha parte!? Quem sabe também é.

"Fracassa quanto antes, porque assim terás tempo na vida para te recompores."

No final, fica a certeza de que a amizade é, sem dúvida, um elemento que completa muito bem a vida de cada um de nós, no entanto, a individualidade e o nosso caminho deve ser traçado por cada um, sempre com a certeza de que a amizade torna a viagem mais suportável.

Gostei particularmente do confronto Solo/Bárbara. E é no culminar desse encontro que descobri, para mim, a chave deste livro. O medo da felicidade. É assustador termos tudo e então, fugimos disso, É isso que Solo faz, foge e diminui ou simplesmente antecipa o sofrimento, adiantando o dia em que inevitavelmente perdemos tudo.
O problema é que não sabemos quando e como se perde, por isso, para quê apressar o sofrimento e deitar tudo a perder, apenas por mero susto!?

"- Guardo os bilhetes que me deixavas quando saías para qualquer lado, as cartas. Lembro-me de tudo...
- Vem comigo, volta a estar pálida, volta a dormir comigo. Aquilo era a felicidade.
- Exacto, Solo, mas quando tu vês aproximar-se a felicidade desatas a correr.
- Não é verdade!
- É verdade, sim! A felicidade provoca-te arrepios, disseste-me um dia que te parece um sentimento estúpido."

Não posso esquecer de referir que gostei do escritor de guardanapos ;) talvez um alter ego de Solo, mais cativante que o próprio personagem, com rasgos de criatividade que me colocaram um sorriso no rosto.

Escritus de Guardanapos:
"Às vezes penso que o cérebro tem inveja do coração. E maltrata-o e ridiculariza-o e nega-lhe o que deseja e trata-o como se fosse um pé ou um fígado. E nesse confronto, nessa batalha, perdes sempre o dono dos dois." (pp.194)

Falta-me só dizer que a passagem que mais gostei foi a da frugal amizade com Estrella... mal sabia eu que era um prenúncio para o que me iria deliciar no livro "Saber Perder".

Fico muito contente por ter saído deste e seguido para "Saber Perder", pois esse sim, faz jus aos comentários tão positivos que tenho ouvido da escrita e dos enredos criados por David Trueba.


Uma leitura com o apoio Alfaguara


quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Leituras por esse Portugal fora

A metade negra foi de férias e deixou o Efeito por minha conta e aqui a metade colorida está a tomar conta da casa na blogosfera e facebook.
Por isso, enquanto eu fiquei por cá a trabalhar e ela foi passear, aproveitei para pedir relatório de leituras, de preferência fotográficos :)
E ela cumpriu.

Cortesia do Efeito dos Livros

Leituras por esse Portugal fora

Boas leituras
e boas férias, se for caso disso!

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Férias às metades

Ah o querido mês de Agosto chegou e com ele as férias. Pelo menos para metade do Efeito dos Livros, visto que a outra continua a dar no duro. 
E antes de a metade mais negra e o caracol irem de férias, deixaram a lista de livros que os vão acompanhar por esse Portugal fora, por vales, montes e praias fluviais.


"No Céu Não Há Limões" de Sandro William Junqueira
"Uma Espia na Casa do Amor" de Anaïs Nin
"Conto Fantásticos" - Fantasporto 2005
"Um Grito de Socorro" de Casey Watson
"Quatro Amigos" de David Trueba
"Portugal a pé" de Nuno Ferreira
"Os Olhos de Tirêsias" de Cristina Drios
"Invisível" de James Patterson
"Valentina" de Evie Blake

Já o caracol Literário é mais comedido nas escolhas (sendo uma delas sugestão aqui da metade colorida)

"A Informacionista" de Taylor Stevens (que eu adorei!)
"Holocausto Brasileiro" de Daniela Arbex
"De Bicicleta - Antologia de Textos"
"A Amante" de James Patterson
"Diário da Bicicleta" de David Byrne

Que vos parecem as escolhas da menina e do menino?
Aqui a metade colorida apenas pode desejar BOAS FÉRIAS e aproveitar para dizer
"guardem-me um lugar que eu já vou"

Boas férias e boas leituras !