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quarta-feira, 2 de janeiro de 2013


RESULTADO

PASSATEMPO - Efeito "Somos pelos Animais" 3


"Cleo, a história real de uma gatinha que salvou uma família", de Helen Brown (Caderno, Lua de Papel, Leya)
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Voucher 10€ para sessão fotográfica com o seu animal de estimação - Oferta da PETSIDE, serviços para os animais de estimação.




VENCEDOR:
Participante Nº 10 - Jorge Manuel Sá Martins 


Parabéns ao vencedor, aguardamos feedback aqui ou através do facebook.
O voucher Petside será enviado para o e-mail disponibilizado na participação deste passatempo com as instruções de utilização.

Até breve e boas leituras


quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Opinião "Cleo" de Helen Brown

Com o mote "somos pelos animais", estamos a realizar 4 magníficos passatempos em que temos a oportunidade de oferecer um exemplar da Cleo, cortesia da Caderno/Lua de Papel

 
Sinopse:
Uma história real, emocionante e comovente. Helen estava na casa de uma amiga quando recebeu a notícia: Sam tinha acabado de morrer. Ainda pensou que Sam fosse um familiar qualquer distante, mas não, era mesmo o seu Sam, o seu filho mais velho: morreu atropelado, à frente do irmão mais novo. O mundo de Helen começou a ruir. Noites sem dormir, pensamentos suicidas, uma depressão profunda. Enquanto, à sua volta, a família se deixava levar pelo desespero, pelas discussões, pela tristeza infinita de perder um ente querido. Até que um dia bateram à porta. Era uma vizinha, trazia no colo um gato ainda bebé. Helen já nem se lembrava. Um mês antes tinha ido com os filhos ver uma ninhada, e prometera a Sam que lhe daria um dos gatinhos. E ali estava ele, uma impertinente bola de pêlo preto. O seu primeiro impulso foi rejeitar de imediato aquele pequeno intruso. Mas então viu Rob, o seu outro filho, a acariciar o bichano. E pela primeira vez em muito tempo, viu-o sorrir¿ Cleo tinha chegado a casa. E aos poucos começaria a devolver àquela família a alegria de viver.

A minha opinião:
 O que me chamou a atenção foram aqueles olhos verdes. Porque antes de vos falar da Cleo, eu podia falar da bola de pelo preta com olhos verdes que marcou a minha vida quando eu era ainda uma criança.
Numa família amante de animais mas com uma matriarca atrita a criaturas felpudas e destruidoras de mobílias, eu e a minha metade literária nunca tivemos oportunidade de ter animais em casa na nossa infância (entretanto já tivemos e continuamos a ter).
Até ao dia em que a minha avó, que infelizmente já não está connosco, apanhou um gato preto na rua. Era a imagem da Cleo e tornou-se uma presença muito importante nas nossas vidas. 
Eu não me importava que ele arranhasse cortinados ou colchas, eu era feliz porque ele estava na minha vida, eu podia passar horas a fazer-lhe festinhas e ele fazia um barulho engraçado a beber água.
Um dia a minha avó decidiu devolvê-lo ao sítio onde o foi buscar e, como criança que era, sem nunca ter sido tocada pela tragédia, chorei baba e ranho como se o mundo fosse acabar porque tinha perdido o meu gato.
Hoje sei que aquele foi o primeiro passo para todas as perdas que foi sofrendo na minha vida.

Aqui é o contrário, é Cleo que entra na vida de uma família após a tragédia, não para salvar uma família num todo mas para encorajar Helen e o seu filho a sobreviver à morte de Sam, o filho que escolheu a Cleo do meio da sua ninhada de bolinhas de pelo.

Contado na primeira pessoa, este livro dá-nos um aperto cá dentro só de pensar se estivéssemos no lugar da Helen. Como disse a minha avó uma vez "nunca pensamos que os nossos filhos vão à nossa frente".
Helen é ela própria, para o bem e para o mal, e honestamente, é esse o ponto alto do livro.
Ninguém é perfeito, e quem passa por acontecimentos destes na sua vida, tem todo o direito de passar pelos altos e baixos que vamos vendo no livro. E embora a base do livro seja um assunto tão pesado, Helen Brown tem uma escrita leve e fluída, com um toque magnificamente divertido.

É engraçado que sempre me mantive afastada deste tipo de livros, do género literário com as histórias de gatos e cães que nos fazem chorar as pedras da calçada, mas este veio abrir o apetite para todos os outros que já me passaram à frente.

Claro que hoje, longe da criança amante de um gato preto que fui, sou uma adulta amante de cães :)
Apesar de actualmente me sentir mais uma "dog person", fiquei encantada com ambos os amigos que vêm nas histórias que lemos

BOAS LEITURAS!

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Nascidos para correr

CORRER, uma paixão


Aqui está um livro que eu amei, amei, amei....
tenho de confessar que já gosto de correr...
mas agora um enorme bicho...
nasce dentro de mim...
um bicho adormecido chamado MARATONA...
sempre quis fazer uma...
mas agora ainda quero mais...
nada comparado com o que é descrito no livro...
mas sim aquilo que penso que o meu corpo suportará

o livro esta esplendidamente bem escrito...
a historia e simplesmente genial...
"ainda ando para saber se é mesmo tudo verdade"...
desconfio, ou melhor tenho quase a certeza que sim...
além da historia dos tarahumaras, o livro serve-nos de bandeja...
a História da corrida...
quase desde o início dos tempos...
passando pela idade média...
navegando até à era moderna..
onde nasce o gigante das sapatilhas...
e fala-nos também do seu recuo...
O que aqui está em causa é uma "raça" de corredores loucos...
falamos da perfeição do corpo humano...
da beleza da corrida..
das lesões...
dos medos...
das barreiras invisíveis...
dos mitos...
dos deuses...
das ultra maratonas e as provas mais duras
deste desporto... ora tão amado como odiado...

acho que muitas pessoas depois de o lerem vão ter vontade de correr...
os que já correm, desejarão ultrapassar as suas metas...
alguns de experimentar novas corridas...
se sentir o prazer de correr descalços...
de correr....
simplesmente correr...
Para ser um Humano melhor...

Agora vá e desate por ai a correr... nunca é tarde!


segunda-feira, 26 de julho de 2010

Opinião - "Traficante de Armas" de Hugh Laurie

Este livro foi uma prenda de natal da minha irmã. Curiosamente, naquela altura, eu não era dada à leituras mas o facto de o "Dr. House" ser o autor do livro, despertou em mim alguma curiosidade.


A minha opinião:
Garant-vos que vamos da primeira à última página a imaginá-lo (ele, Hugh Laurie) no papel de Thomas Lang, a personagem principal desta trama policial cheia de trambolhões.
Thomas Lang, um ex-policia que se torna mercenário.
Um certo dia recebe uma proposta para assassinar Alexander Woolf, um empresário americano, mas recusa. No acto de bondade ou perfeita idiotice, Lang decide avisar a vítima de que a sua vida se encontra em perigo. A partir desse momento, a vida de Thomas Lang nunca mais será a mesma.
Numa escrita hilariante e ritmada, vemos Lang envolto num turbilhão de corrupção, violência e situações delicadas, como defender partes preciosas do seu corpo de um grupo de Femmes Fatales.

Para quem se delicia com a voz do Hugh Laurie, pode imaginar a narrar a história ao longo de 333 páginas.