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quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Opinião "Filosofar e Meditar com as Crianças" de Frédéric Lenoir


Sabe sempre bem ler algo diferente e este "Filosofar e Meditar com as crianças" é sem dúvida algo fora do meu radar de leituras.

O projecto desenvolvido por Fréderic Lenoir é de extrema importância, especialmente para professores e educadores. Eu sou apenas uma mãe curiosa, mais com a temática da meditação mas curiosamente foi a parte sobre a filosofia que me prendeu à leitura.

Repleto de valiosas dicas sobre como conduzir e dinamizar sessões sobre várias temáticas (amor, amizade, felicidade, sucesso, morte, sentido da vida) com crianças de faixas etárias do 1º e 2º ciclo de escolaridade.
A referência à meditação, que foi o que me atraiu para o livro, é relativamente limitada mas acho que a ideia geral é criar com as crianças um espaço/tempo no seu dia a dia onde possam desacelerar um pouco e partilhar as suas opiniões e pensamentos.
Seja na escola, ATL's ou em casa, é sempre bom conseguir proporcionar às crianças a abertura necessária para se expressarem mas também para ouvirem e compreenderem os pontos de vista dos outros.
Adorei ler as transcrições das várias sessões que Frédéric fez com crianças de várias idades, cidades e estratos sociais. Algumas respostas são simplesmente deliciosas e dei por mim a pensar que seria ideal isto ser a regra e não uma excepção.
Vejam o excerto AQUI
Se possível, devia ser extensível aos adultos.

Quantas pessoas ficariam sem saber o que responder quando questionados sobre a diferença entre uma emoção e um sentimento? 
Quantas pessoas nunca perderam mais do que 5 minutos a debater os seus pensamentos sobre amizade, compaixão ou até a morte?

 "Filosofar e Meditar com as Crianças" de Frédéric Lenoir é uma aposta

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Novidade PACTOR :: "#GERAÇÃO CORDÃO - A geração que não desliga!"

Um livro sobre as crianças e jovens que estão sempre online, que pretende ajudar pais, professores e a sociedade no geral a gerir esta ligação e a conseguir obter um consumo saudável do uso da internet.


Trata-se sim de um guião, sem ter o formato de guião, que propõe um conjunto de boas-práticas para se conseguir dedicar apenas o tempo necessário, perceber os perigos e evitar as dependências online.

Vivemos numa era digital onde acordar e ver de imediato o telemóvel já se tornou parte da nossa rotina. Atualizamos as redes sociais ao segundo e às vezes nem estamos propriamente a ver/ler algo, estamos simplesmente ligados por este cordão invisível que nos seduz. É precisamente sobre esta ligação à internet (invisível porque há wi-fi e rede móvel) das crianças e jovens em especial, que faz perdurar a necessidade de estar conectado e de não se estar sozinho, que levou à criação deste livro.

Gerir regras no uso da tecnologia e criar hábitos saudáveis são dois dos maiores desafios da educação atual, quer pelas famílias quer pelas escolas. O livro “#GeraçãoCordão” reflete sobre o modo como as vantagens e os riscos de navegar online contribuem para o desenvolvimento da nova geração de crianças e jovens e para a (re)construção das famílias. E pretende ser uma ajuda para cada um de nós aprender a usar a tecnologia/internet de uma forma saudável e criar as suas próprias regras.

Uma novidade

quarta-feira, 23 de março de 2016

Novidade LIDEL :: "O Meu Primeiro Prontuário Ortográfico"


LIDEL ajuda crianças e jovens a aprofundarem os seus conhecimentos de português com  “O Meu Primeiro Prontuário Ortográfico”
O primeiro prontuário ortográfico verdadeiramente dirigido a crianças e adolescentes em idade escolar!

A Lidel apresenta o seu novo livro “O Meu Primeiro Prontuário Ortográfico” da autoria de Matilde Bettencourt, Sérgio Guimarães de Sousa e de José Manuel da Costa Esteves. Um livro que irá permitir aos alunos, dos sete aos 15 anos, melhorarem a sua expressão oral e escrita. 

Um livro deste género é essencial e imprescindível em qualquer altura da vida, tendo especial relevância na fase em que os estudantes aprendem e aprofundam formas corretas de se exprimirem em português.
Neste livro, os autores demostraram uma preocupação evidente em adequar a exposição dos diferentes conteúdos gramaticais e ortográficos ao público infanto-juvenil, fornecendo explicações de fácil entendimento, com uma linguagem, sempre que possível, interpelativa e com exemplos facilmente assimiláveis pelos mais novos. 
Clareza e simplicidade foram as palavras de ordem na elaboração desta obra, sem que se abdicasse, como não poderia deixar de ser, do rigor científico.

Este prontuário ortográfico diferencia-se, em relação aos existentes no mercado, pelo facto de estar adaptado aos mais novos, podendo ser usado sem dificuldade, de um modo rápido e eficaz. Trata-se, por isso, de um excelente livro de apoio através do qual qualquer criança e adolescente encontrará a solução para erros e problemas de linguagem, de um modo muito prático, podendo melhorar consistentemente a sua expressão oral e escrita.
  • Principais regras de acentuação gráfica; 
  • Conjunto de verbos com preposições e tempos verbais; 
  • Regras de concordância verbal; 
  • Análise das relações entre palavras;

Uma novidade
Mais informações aqui

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

más maneiras de sermos bons pais... «Chega-te a mim e deixa-te estar» Opinião


«Dar o exemplo não é a melhor maneira de influenciar os outros. 

– É a única»


~ Albert Schweitzer ~


EXCELENTE IMAGEM, de más maneiras de sermos bons pais... fazendo das palavras de Eduardo Sá, as minhas! 
Ontem, na ausência e no compasso de espera por um livro, li e reli "Chega-te a mim e deixa-te estar." Hoje esta imagem fez-me todo o sentido perante as crónicas do autor sobre parentalidade, autoridade e autoritarismo, isto claro versus a educação e o amor que devemos dar e ter para com os filhos.

Apesar de não ser mãe, mas fruto da formação académica que tive, a Educação e a forma como vejo as crianças e adolescentes à minha volta serem educados, preocupa-me e vale horas de "discussão" com a minha cara metade. Quem sabe se agora são só horas de conversa fiada e jogada ao vento, quem sabe... 
... nunca saberemos enquanto não formos pais, no entanto, é um fenómeno que nos preocupa e sobre o qual falamos, e falamos bastante, essencialmente enquanto leio textos com a originalidade de dizer o que parece banal, mas muito importante, tal como é o caso das palavras de Eduardo Sá.

"Não estou, com isto, a favor das «crianças exemplares». As crianças só são exemplares quando são filhas de pais tirânicos." (...) A autoridade faz bem à saúde, constrói-se de bons exemplos, orienta e protege. O autoritarismo confunde e revolta."

Aqui fica a referência, caso queiram, ler ou reler e desde já aviso que a leitura dos livros deste autor, pode por vezes ser nefasta, minando as nossas mentes de ideias desafiadoras, ideias que têm o poder de nos pôr a pensar o nosso próprio pensamento.

E enquanto pensam nisso, boas leituras! ;)


quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Novidades - Planeta

Li sobre este livro e fiquei extremamente curiosa de o ler. Mais um para a wishlist.

(mais informações na página da Planeta)

Não aprendemos porque somos inteligentes,
somos inteligentes porque aprendemos.

Albert Einstein só aprendeu a ler aos sete anos. A sua professora classificou-o como «lerdo de morte». Só à custa de muito sangue, suor e lágrimas conseguiu entrar na escola politécnica. Depois de terminar o curso, a sua tese de doutoramento não causou o menor impacte no júri que a avaliou; na verdade considerou-a «bastante medíocre». Apesar disso, Einstein acabou por se revelar um dos cientistas mais geniais do mundo. O que
se passou com ele não foi caso único; o mesmo aconteceu com Thomas Alva Edison, Michael Jordan, Graham Bell, Stanley Kubrick, Federico García Lorca… A lista de génios que foram maus alunos é, de facto, extensa.

Em Todas as Crianças Podem Ser Einstein encontrará soluções (apresentadas de forma prática) para orientar os filhos no sentido de tirarem o máximo partido das suas capacidades; a motivação adequada que possa fazer de cada criança, com utilização das capacidades intelectuais e das qualidades, um ser único e genial, que contribua para o progresso da sociedade em que vive, que seja feliz e faça felizes os que o rodeiam. Se o seu filho tem de
saber pensar, primeiro tem de ser ensinado a fazê-lo; se tem de resolver problemas, precisa de conseguir aptidões para os resolver; se tem de usar o cérebro de modo criativo, precisa de praticar a criatividade intelectual. E, para tudo isto, necessita de suficiente motivação e confiança em si mesmo.