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quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Opinião :: "A Biliotecária de Auschwitz"

Como disse durante a leitura: 
"Ler este livro é ver pequenas flores nascerem no meio das cinzas, pequenos pontos de esperança a surgir onde não esta existe, onde ninguém consegue viver, só existir. É ver pequenos meios sorrisos num povo massacrado e saber que os livros são os responsáveis, que esse objecto que tanta gente ignora, é sem dúvida, um bem precioso"

 » Excerto «

Sinopse
Um emocionante romance baseado na história verídica de uma jovem checa, a bibliotecária do Bloco 31, de Auschitwz – Dita Dorachova – com quem o autor teve oportunidade de falar e que resgata do  esquecimento uma das mais comoventes histórias de heroísmo cultural.

Minuciosamente documentado, e tendo como base o testemunho de Dita Dorachova, a jovem bibliotecária checa do Bloco 31, este livro conta a história inacreditável, mas verídica, de uma jovem de 14 anos que arriscou a vida para manter viva a magia dos livro, ao esconder dos nazis durante anos a sua pequena biblioteca, de apenas oito volumes, no campo de extermínio de Auschwitz.
Sobre a lama negra de Auschwitz, que tudo engole, Fredy Hirsch ergueu uma escola. Num lugar onde os livros são proibidos, a jovem Dita esconde debaixo do vestido os frágeis volumes da biblioteca pública mais pequena, recôndita e clandestina que jamais existiu.
No meio do horror, Dita dá-nos uma maravilhosa lição de coragem: não se rende e nunca perde a vontade de viver nem de ler porque, mesmo naquele terrível campo de extermínio nazi,
«Ler um livro é como entrar para um comboio que nos leva de férias.»

A minha opinião: 
Este livro é lindo, é curioso dizer isto sobre um livro passado em Auschwitz mas é verdade. É uma história de esperança, de perseverança, de amor aos livros e que tem uma personagem muito grande, Edita Kraus, mesmo nos seus 14 anos. Edita Kraus é a bibliotecária de Auschwitz e nós começamos a gostar dela logo nas primeiras páginas. Saber que este livro fala sobre pessoas reais, mesmo estando romanceado para colmatar a falta de informação sobre pessoas ou detalhes, faz-me querer pesquisar mais, especialmente sobre estas réstias de esperança que possam ter aparecido no meio do desespero, da fome e da desumanização que era Auschwitz.
Claro que romantizar uma história passada campo de concentração não lhe tira o horror inerente a toda esta época, a tudo o que os nazis fizeram e ao quanto é importantes termos em mente, hoje e no futuro, que é necessário dar valor a todos os seres humanos e que nunca mais se deve submeter NINGUÉM a tamanha atrocidade.
A temática da 2ª Guerra Mundial, em especial o Holocausto, sempre mexeu muito comigo. Foi sem dúvida a matéria que dei com mais fervor em História e continua a ser um tema que me interessa muito mas há sempre uma parte de mim, bem além da curiosidade, que não consegue deixar de pensar no que as pessoas sofreram e no quanto somos abençoados por nunca ter de passar por algo assim.
Conhecer a história de Edita prova-me, uma vez mais, que lado a lado com a minha curiosidade sobre a época, tenho algo cá dentro que arde cada vez que leio sobre as condições desumanas que os prisioneiros dos campos viviam e como foi complicado sobreviver com os traumas físicos e psicológicos causados pelo tempo passado nos campos.
Ler esta entrevista a Dita depois de ler terminado o livro, fez-me sorrir quase ao mesmo tempo que me apetecia chorar. Ao longo do livro vamos criando uma ligação com Dita mas começamos a querer saber mais sobre ela e os outros personagens, queremos que nada de mal se passe com eles, mas é impossível.
Depois de ler o livro dei comigo perdida umas horas na net a pesquisar sobre Auschwitz, as personagens, as fugas e dei de caras com alguns links que não posso deixar de partilhar convosco.

Entrevista a Dita Kraus
Entrevista de Dita Kraus ao La Vanguardia (em espanhol)
Artigo Radio Praga sobre a publicação do livro na língua materna de Dita, o Checo
e as magnificas opiniões sobre o livro no Goodreads

Dita tem 84 anos actualmente, vive em Israel e é viúva de Otto Kraus (que conheceu não posso dizer onde porque detesto spoilers)
Dita Kraus com Antonio Iturbe em Barcelona na altura do lançamento do livro
Dita confessa que ainda não leu o livro mas que já sabe ter sido retratada como uma heroína e não concorda. Para mim, ter sobrevivido e ser a fiel guardiã dos livros do pavilhão das crianças em Auschwitz fazem-na ser uma grande mulher e uma heroína aos meus olhos.

Se depois de lerem este livro, não tiverem vontade de o abraçar, sugiro que comecem de novo para que possam encontrar a mesma chama que me atraiu a mim.
Este livro é uma grande homenagem aos homens e mulheres que padeceram em Auschwitz e, acima de tudo, aos que sobreviveram e estão ainda hoje entre nós para contar a história, por mais dolorosa que seja.
  "A Biliotecária de Auschwitz" é igualmente uma ode aos livros, ao seu poder curativo e de abstração. Se um livro hoje em dia pode fazer maravilhas para nos distrair dos pequeninos problemas que temos no dia a dia, imaginem o quanto não é poderosa a sua magia para ser capaz de fazer alguém esquecer, mesmo que por momentos, que se encontra em Auschwitz.

E como isto me pergunto "como é que alguém é capaz de não gostar de livros?"
E vocês, ficaram curiosos?
Esta é uma boa prenda de Natal!
Boas festas e
boas leituras!

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Opinião :: "S.E.C.R.E.T Partilhado"

Em S.E.C.R.E.T não há não juízos, limites ou vergonha mas em como tudo na vida, por vezes, as decisões que tomamos nem sempre têm o resultado esperado.
E mesmo após todos os passos dados na direcção certa, o caminho percorrido pode continuar a ter obstáculos intransponíveis.
Quando não há mais nada a fazer pela nossa causa, então mais vale canalizar a nossa energia em ajudar os outros.
É exactamente essa a premissa de S.E.C.R.E.T Partilhado.

» Excerto «

Se no primeiro volume vimos as mudanças positivas que aconteceram na vida de Cassie ao entrar no S.E.C.R.E.T, neste segundo volume temos oportunidade de a ver orientar a sua primeira candidata Dauphine.
Para Cassie a sua auto-confiança recém adquirida não é suficiente para orientar mais ninguém, tendo em conta todas as situações complicadas com que tem de lidar na sua vida pessoal e profissional. Com ajuda da sua orientadora, não só consegue encontrar uma nova candidata como acaba por a encaminhar para os seus primeiros passos com um elevado grau de sucesso.
Em S.E.C.R.E.T Partilhado conhecemos Dauphine, dona de uma loja de artigos vintage, que recalca o passado através do excesso de zelo e da metódica organização da sua vida, tal como faz com a sua loja. Na realidade, Dauphine vive prisioneira do passado e do seu último desgosto amoroso, quando descobriu que o namorado a trocou por outra mulher e uma muito próxima de si. Desde então, a sua loja tem sido o seu refugio e apenas Mark Drury, vocalista de uma banda local do qual ela não perde um espectáculo, a faz querer pensar fora do caixinha aparentemente bem arrumada que é a sua vida. No entanto, esta paixão é puramente platónica visto que nunca teve coragem de lhe dirigir a palavra.
Com a ajuda de Cassie e de outras personagens que nos são familiares do primeiro livro, vemos a evolução de Dauphine ao longo dos passos, da sua relação consigo própria e com os que a rodeiam.
Embora a história central seja a de Cassie, não deixamos de sorrir ao ver o consequente desenrolar da sua história intercalada com a de Dauphine. A autora não nos ia apresentar uma nova personagem para a deixar sem cabeça, tronco e membros. Dauphine acaba por ser uma influência positiva em Cassie e o orientador, acaba por ser orientado também.
A autora conseguiu contrabalançar muito bem as duas histórias, que se interligam pelas personagens em comum e pela organização que proporcionou a emancipação sexual de Cassie e a recuperação da auto-estima de Dauphine. 
Com capacidades para continuar a ser uma trilogia nos TOP 3 dos meus romances eróticos preferidos, S.E.C.R.E.T promete o tão desejado final no terceiro livro.
O que será da organização que tantas mulheres ajudou?
Voltará a haver problemas?
E como fica Cassie e Will?
 Quando é que me oferecem uma viagem a New Orleans?
Ah desculpem, esta questão não é para aqui chamada! :)


Quanto ao terceiro e último livro de S.E.C.R.E.T, a autora diz já ter entregue o 1º capitulo à editora mas está à espera de notícias. Por isso, se o livro ainda não está completo e editado na versão original, bem que podemos esperar sentadas.
Até lá, vamos lendo, este e outros.
Ou então, seguimos 10 passos

Primeiro Passo: Rendição
Segundo Passo: Coragem
Terceiro Passo: Confiança
Quarto Passo: Generosidade
Quinto Passo: Ousadia
Sexto Passo:Convicção
Sétimo Passo: Curiosidade
Oitavo Passo: Bravura
Nono Passo:Exuberância
Décimo Passo: Decisão

Faltam ideias?
Leiam o S.E.C.R.E.T
 :)
Mais informações no site

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Opinião :: "S.E.C.R.E.T"

S.E.C.R.E.T é uma leitura revigorante. Após ter lido qualquer coisa como 30 livros eróticos (dentro dos parâmetros actuais), FINALMENTE eu encontro um que bate no 20! Farta de homens ricos e dominadores e as clássicas virgens de 20 e tal anos. Perceber que a história deste livro se centrava apenas em Cassie, uma mulher solitária no caminho para a descoberta da sua sexualidade e independência, foi uma lufada de ar fresco.

SEM JUÍZOS, SEM LIMITES, SEM VERGONHA

A minha opinião e o desejo que a S.E.C.R.E.T fosse real:
Conhecemos Cassie a servir mesas no Café Rose algures na linda mas constantemente fustigada pela natureza Nova Orleães. Uma mulher apagada e solitária, marcada por um passado conturbado que encontrou o caminho para a mudança e progresso num objecto deixado no café por uma cliente, um diário intimo e revelador sobre a passagem pela organização.
Se a cidade, centro do palco para o Katrina e outros furações, consegue sempre levantar-se das cinzas e reconstruir o que parece não ter salvação, também Cassie, uma mulher destroçada que ficou viúva com 29 anos de um marido abusivo e alcoólatra e para quem auto-confiança é algo tão raro como não haver turistas bêbedos no Quartié.

Se a reabilitação tem 12 passos, a revolução sexual proporcionada pela S.E.C.R.E.T tem 9 
(ou 10 dependa da última decisão)
Entre fantasias sexuais, aventura, erotismo, sedução e total arrebatamento, quem aceita os passos percorre o caminho para ser alguém mais completo, para ser mais fiel a si própria.
E com isto digo: Esta organização devia existir!! Melhor, devíamos criar esta organização.
(foi isso que deu o mote ao nosso passatempo, ganho pela Helen do Beautifulness que já o divulgou aqui) 


Ainda outro dia vi uma publicação da autora no facebook em que, após um encontro, uma terapeuta sexual lhe tinha dito que indicou o S.E.C.R.E.T às suas pacientes para que estas apreendessem umas coisas sobre masturbação.
Eu cá digo que não preciso ser terapeuta sexual para ter vontade de meter este livro nas mãos de umas quantas pessoas que me são próximas e que com toda a certeza iriam beneficiar dos passos da S.E.C.R.E.T para aprenderem umas coisas sobre si próprias. 
Seria um jardim de flores a desabrochar! 

 S.E.C.R.E.T
Safe, Erotic, Compelling, Romantic, Ecstatic, Transformative

Sei que muitos dos livros eróticos que andam por ai são muito fantasiados, até irreais mas uma coisa é verdade, eles agradam a muito gente, excitam outra tanta e no fundo, ainda se aprende algo de novo com eles.
Ao ler o S.E.C.R.E.T temos vontade de sair e explorar o mundo e por vezes o nosso planeta começa nos lençóis da nossa própria cama.

Mais informações no site

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Opinião "Quando eras meu"

Como será trazer Romeu e Julieta para o século XXI? Como ficaria a maior história de amor de todos os tempos se ela fosse transportada para os dias de hoje? Pior, e se essa grande história não fosse bem assim como nos foi contada. E se a realidade fosse a existência de grande triângulo amoroso?
É exactamente essa a história de "Quando eras meu".


Sinopse
» Excerto «

Há livros que sabemos que chegaram atrasados à nossa lista de leitura. Na realidade a culpa não é do livro mas do leitor. Assim que passei do prólogo de "Quando eras meu" sabia que tinha 10 a 15 anos a mais para apreciar esta leitura na sua totalidade. Eu já li muitos livros destinados a públicos mais jovens e adorei mas infelizmente o mesmo não posso dizer de "Quando eras meu". 
A premissa da história foi o captou a minha atenção e me fez mergulhar na leitura com gosto mas rapidamente o livro perdeu a chama que me atraiu.
Transpor a história de Rosalina, Romeu e Julieta para os tempos actuais, com jovens irritantes. Estas variáveis tiraram-me o interesse mas como sou uma pessoa curiosa, li tudo até ao fim para saber a "moral da história".
Esta não podia estar mais correcta e perceptivel, tenhamos 16 ou 26. As escolhas que fazemos na vida condicionam para sempre o nosso futuro. O que hoje nos parece uma coisa má, pode ser vista como uma bênção daqui a uns meses. Para Rosalina, por muito difícil que fosse suportar a historia de amor que crescia paralela ao seu dia a dia e que acabou, indubitavelmente em tragédia.
Gostava de ter tido a oportunidade de ler este lado da história desenvolvida no tempo correcto em que a história original toma lugar. As personagens e os diálogos roubaram-me a essência que um coração atraiçoado conseguiria tão bem transmitir, pelo menos, para termos que me fossem apelativos.


Vou fazer um teste. O meu exemplar de "Quando eras meu" vai viajar até às mãos de alguém na faixa etária correcta. Preciso de obter um feedback sincero quanto à história visto que achei a ideia original um espectáculo e detesto transmitir uma opinião menos favorável sobre um livro.

Agora digam-me, quem é que já leu este livro?
Gostaram? Venham dai essas opiniões.

Opinião de um leitor no nosso mural - Obrigada Pedro Daniel


quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Opinião :: "Pede-me o que quiseres"

"Pede-me o que quiseres" pode muito bem ser as Cinquenta Sombras Espanholas porque mesmo não ficando deveras impressionada com a base da história ou com os personagens (especialmente Eric), eu não desisti até ver o fim ao livro só para chegar à conclusão que, devido às últimas páginas, vou obrigatoriamente querer ler o segundo porque preciso de saber o que se vai passar a seguir.
Encontrei outro guilty pleasure...
e tenho imensa curiosidade de ler este livro em espanhol!
Confesso que adorei encontrar semelhanças entre Judith e outras "Judites" que conheço do pais vizinho!


Sinopse

Basta-nos ler a sinopse para saber que Judith e Eric vão muito rapidamente misturar negócio e prazer.
Judith levava uma vida perfeitamente comum, com referência até a um amigo de longa data com quem de vez em quando as coisas aqueciam mas certo dia, os seus encantos marcadamente latinos não passaram despercebidos aos lindos olhos do seu chefe, Eric Zimmerman. Este, levando as coisas aos estereótipos europeus, é o típico homem alemão, frio, distante e demasiado sério, especialmente segundo os padrões de Judith (e os meus).
Mas como se costuma dizer, "os opostos atraem-se" e rapidamente vemos iniciar algo que se assemelha a um romance mas que tem sérios contornos de uma relação Dominador/submissa.
Os gostos de Eric são algo peculiares e embora Judith não seja nenhuma novata no que toca ao prazer, temos de reconhecer que se encontra a jogar em campo desconhecido (e com audiência)
 Como disse anteriormente, encontro diversas semelhanças entre a dupla Eric/Judith e Christian/Anastasia.
Personagens masculinos dominadores, as femininas submissas, os gostos sexuais e a iniciação da companheira aos mesmos. 
Perdoem-me quando comparo este livro aos de E L James. No entanto, e após ler tantos livros deste género, começo a ver que alguns pontos nunca se alteram. Se por um lado temos o homem bonito, rico e dominador, pelo outro a mulher frágil, social e profissionalmente submissa e que acaba por ceder (por vezes até um pouco contra vontade) a todos os caprichos do outro. 
Queridos autores, precisamos de ver outras personagens nestas histórias!

A recorrente utilização da palavra mórbido/a tirou-me um pouco do sério porque, ao meu ver, não se encaixa no tipo de livro que estava a ler. É tipo água e azeite, não se misturam, não no meu mundo. Mórbido não é algo que associe a sexo e se o fizer, é devido a alguma história macabra de necrofilia. Garantidamente esse é um livro erótico que eu não quero ler nem ouvir falar.
No entanto, durante a leitura senti muita curiosidade em saber como este ou aquele momento está escrito na versão original e lá para meio pensei que talvez o mórbido, para os espanhóis, não tenha uma conotação tão negra como para nós.

mórbido

  1. adj. Que padece enfermedad o la ocasiona.
morboso, enfermizo, patológico, malsano, insano, nocivo

Se pegar na definição até consigo compreender a utilização da palavra. Eric cria Judith um desejo devastador e agradá-lo torna-se uma necessidade sob a qual não tem controlo. É doentio o efeito que Eric tem sobre ela mas as cenas quentes não chocam os comuns mortais. Pelo menos não me chocam a mim!
No entanto, a constante utilização do mórbido/morbidez torna-se aborrecida. Consigo pensar em duas ou três palavras que conseguiam descrever a excitação dos dois e a depravação das cenas, mesmo aquelas em que a cama de dois, passa a ser a de três ou quatro.

Sim, AVISO, esta história pode conter cenas que vão contra a moral e os bons costumes MAS, na realidade, quantos dos últimos livros eróticos publicamos anteriormente não vão!?

Com isto tudo, não deixei de gostar e de ter interesse em ler mais. Quero saber onde é que isto vai dar e o facto de a história se passar aqui tão perto, cria muito mais interesse do que uma numa local que não conhecemos. Sempre gostei de ler livros em que a acção passava por ruas ou pontos de referência que me são familiares e com "Pede-me o que quiseres" tive essa sensação. O mesmo se passa com as personagens. Confesso que me ri ao encontrar conhecidos e ex colegas de trabalho por estas páginas fora.


Por isso, a todos os que, como eu, gostam de um bom livro erótico, sugiro a compra deste livro.
Não tarda nada está ai o segundo.
O sucesso de Megan Maxwell e a sua quantidade de seguidoras, que carinhosamente apelidou de Guerreras, é mais que prova que esta trilogia vai dar que falar.
Sigam a autora no Facebook

E já ouvi dizer que o segundo volume - Pede-me o que quiseres, agora e sempre - será lançado em Fevereiro de 2014.
GOSTO !

http://www.planeta.pt/livro/pede-me-o-que-quiseres-2

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

São flores que nascem nas cinzas

"A Bibliotecária de Auschwitz" é um misto de tantas emoções que está a levar algum tempo a ler e está, sem culpa nenhuma, a atrasar-me na minha maratona de romances. 

Ler este livro é ver pequenas flores nascerem no meio das cinzas, pequenos pontos de esperança a surgir onde não esta existe, onde ninguém consegue viver, só existir. É ver pequenos meios sorrisos num povo massacrado e saber que os livros são os responsáveis, que esse objecto que tanta gente ignora, é sem dúvida, um bem precioso. 

« Excerto »

 
http://www.planeta.pt/livro/a-bibliotecaria-de-auschwitz-2

Estou quase a terminar a leitura :) e a maratona.
Depois....depois há passatempo

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Comecei a ler...

Este é o 5º e último Livro da Maratona de Romances. Sem querer passei o 4º livro. Comecei a ler o S.E.C.R.E.T. Partilhado mal acabei o primeiro volume e nem me lembrei de passar por aqui para vos dizer o quanto estava a gostar dos livros de L. Marie Adeline. Espectaculares!!! 

Agora, para entrar numa maré mais sóbria, deixei para último "A Bibliotecária de Auschwitz"

» Excerto « 

Um emocionante romance baseado na história verídica de uma jovem checa, a bibliotecária do Bloco 31, de Auschitwz – Dita Dorachova – com quem o autor teve oportunidade de falar e que resgata do  esquecimento uma das mais comoventes histórias de heroísmo cultural.

Minuciosamente documentado, e tendo como base o testemunho de Dita Dorachova, a jovem bibliotecária checa do Bloco 31, este livro conta a história inacreditável, mas verídica, de uma jovem de 14 anos que arriscou a vida para manter viva a magia dos livro, ao esconder dos nazis durante anos a sua pequena biblioteca, de apenas oito volumes, no campo de extermínio de Auschwitz.

Sobre a lama negra de Auschwitz, que tudo engole, Fredy Hirsch ergueu uma escola. Num lugar onde os livros são proibidos, a jovem Dita esconde debaixo do vestido os frágeis volumes da biblioteca pública mais pequena, recôndita e clandestina que jamais existiu.
No meio do horror, Dita dá-nos uma maravilhosa lição de coragem: não se rende e nunca perde a vontade de viver nem de ler porque, mesmo naquele terrível campo de extermínio nazi, «abrir um livro é como entrar para um comboio que nos leva de férias».

Um romance comovente: uma história maravilhosa, pungente e diferente de tudo o que já leu sobre o Holocausto e de que poucos têm conhecimento.

Mais informações no site

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Comecei a ler...

Este é o 3º Livro da Maratona de Romances e embora tenha começado a leitura ontem, já estou quase a terminar.
Finalmente um livro erótico bom, MUITO BOM!! 

(livros e chá, a combinação ideal)
» Excerto «

Sinopse
A vida de Cassie Robichaud está cheia de tristeza e solidão desde que o marido morreu. Cassie é empregada de mesa no Café Rose, em Nova Orleães, e dorme todas as noites num apartamento de um só quarto, na companhia de um gato. Porém, quando descobre um diário deixado no café por uma mulher misteriosa, o seu mundo muda para sempre. O diário, cheio de confissões explícitas, choca-a e fascina-a ao mesmo tempo e acaba por levá-la ao S.E.C.R.E.T., uma sociedade secreta que se dedica a ajudar mulheres a realizar as suas fantasias sexuais mais loucas e íntimas.

Cassie acaba por mergulhar numa electrizante jornada de Dez Passos, durante a qual tem uma série de fantasias arrebatadoras com homens deslumbrantes, que a fazem despertar e a saciam. Assim que se liberta das suas inibições, Cassie descortina uma nova confiança e transforma-se, conseguindo a coragem necessária para levar uma vida apaixonada.

Ao mesmo tempo atraente, libertador e emocionalmente poderoso, S.E.C.R.E.T. é um mundo onde a fantasia se torna realidade.

E para ajudar à festa, o segundo livro da trilogia, S.E.C.R.E.T. Partilhado já se encontra na mesa da sala à minha espera. É a minha próxima leitura, provavelmente já para amanhã :D

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segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Comecei a ler...

Este é o 2º Livro da Maratona de Romances e já estou quase a terminar a leitura.
Este livro revelou-se uma surpresa, não estava à espera do que estou a ler.
Vamos lá ver como acaba.

» Excerto «
Sinopse
Um livro intensamente romântico que reconta a maior história de amor de todos os tempos – Romeu e Julieta – agora narrada por Rosalina, a primeira namorada de Romeu.

E se a maior história de amor de todos os tempos estivesse enganada?
Todos pensam que Romeu e Julieta foram impotentes face ao seu destino, que ficaram à mercê do amor que nutriam um pelo outro.
Não é verdade.
Julieta não era nenhuma rapariga doce e dilacerada pelo destino. Ela sabia exactamente o que fazia. O problema é que Shakespeare não. Romeu não pertencia a Julieta; pertencia-me a mim. Devíamos ficar juntos para sempre e teria sido assim se alguém não mo roubasse. Talvez isso pudesse ser evitado. E então talvez ainda estivesse vivo.

«Um turbilhão de drama, intriga, escândalo político, e romance digno do próprio Bard. Serle infunde imenso realismo e coração na sua história… construiu uma personagem tão cativante que a história acaba por ser uma outra narrativa de Romeu e Julieta.» VOYA

Mais informações no site
O livro já garantiu a sua passagem para o cinema, uma vez que o filme já está em rodagem pela mão do realizador de Piratas das Caraíbas, e sob a égide da Fox.

O que me dizem?
Curiosos?

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Maratona de Romances da ElsaR

Exercícios de aquecimento e fortalecimento de mãos - Check!
Caixa de 10 pacotes de chá frutos vermelhos - Check!
Termo de 1Litro - Check!
Manta - Check!

E vocês perguntam...o que raio que vai passar aqui?
Ora pois, vou fazer uma maratona de leitura, só com romances.


Não sei quantas horas de leitura vão ser, visto que não me posso simplesmente sentar e ler tudo seguido (eu bem queria!)
São 1167 páginas e comecei a leitura ontem.
Vamos lá ver quanto tempo vou levar.

Wish me luck!