A leitura é uma viagem por palavras nacionais, estrangeiras, umas cultas, outras menos, umas mais rebuscadas, outras simplificadas, algumas levam-nos às lágrimas, muitas delas às gargalhadas e as melhores, aquelas que nos deixam abismadas, tamanha é a profundeza da ideia, da genuinidade expositiva, onde a simples contemplação daquelas palavras nos deixa assim: sob o Efeito dos Livros!
Deveremos ser obrigados a morrer da mesma maneira?
Não será uma das glórias humanas a recusa de aceitar um destino marcado?»
O pai de Jeffrey Lockhart, Ross, é um sexagenário bilionário e principal investidor num remoto e secreto laboratório onde a morte é sofisticadamente controlada. Ali, os corpos são cuidadosamente preservados até uma altura futura em que os avanços biomédicos e as novas tecnologias possam trazê-los de volta a uma nova vida.
Quando Jeff é convidado por Ross para visitar esse laboratório, percebe que Artis, a jovem mulher do pai, está gravemente doente e é um dos pacientes cujo corpo será preservado. E enquanto se prepara para a despedida da madrasta, Jeff vê-se progressivamente confrontado com algumas das mais difíceis perguntas que a humanidade se coloca – acerca do legado que deixamos, da nobreza da morte, e do real valor das intricadas perplexidades do nosso tempo, aqui na terra.
O novo romance de Don DeLillo, sedutor, de escrita brilhante e de espetacular capacidade de observação, toma o peso ao lado escuro do mundo – terrorismo, inundações, incêndios, pragas – face à beleza e à humanidade da vida de todos os dias.
Algures no início do ano tropecei na sinopse deste livro e lembro-me de pensar "olha, gosto, parece fora do vulgar" mas por qualquer razão ele não me caiu no colo de imediato e acabou por ser ultrapassado pelas tantas novidades que fui namorando e lendo ao longo dos meses.
Mas faz alguns dias, um exemplar de "Só no escuro podes ver as estrelas" acabou por chegar à minha estante e acabou por ser consumido em meras horas num misto de leveza, divertimento e sorrisos.
Faz-me pensar e contra mim falar. Porque raio tantas vezes procuramos autores estrangeiros quando a oferta, nos mais variadíssimos géneros, se encontra disponível pela mão de autores nacionais?
Mas não vou entrar por aí.
Vamos lá falar de "Só no escuro podes ver as estrelas", de Sofia e desta história d'outro mundo.
Conhecemos Sofia como numa abertura de um filme que se desenrola à nossa frente até levarmos com o baque que muda a sua vida e o rumo da história. Sofia é uma portuguesa desempregada, desanimada e enjoada com a vida que leva. Filha de uma mãe deprimida, namorada de um banal João, amiga de uns caramelos com conversa de encher chouriços e em última análise, uma mulher que ultimamente não está nem aí para a vida aborrecida que leva.
Mas tudo muda quando num aborrecido fim de semana no meio do nada em pleno Alentejo, Sofia é surpreendida pela chegada de um visitante estrangeiro, e não falo de um qualquer país vizinho.
Uma incógnita com uma aparência inocentemente sedutora rapidamente se torna no louco em fuga desenfreada com uma Sofia abismada pela mão.
E assim começa o capítulo da vida Sofia que ela nunca imaginou viver, nem nos seus sonhos mais estranhos.
Será muito dizer "Tem cuidado com o que desejas"?
Porque para Sofia o que ela nunca pensou querer é exactamente o que ela precisava.
Mas vá...não vou dou mais nada. Vão ler :D
Um livro que nos faz rir, pensar na nossa vida ou melhor, acho que não nos faz é pensar em nada enquanto estivermos entretidos a ler.
E não é essa o grande objectivo da leitura?
Por mim, "Só no escuro podes ver as estrelas" rapta-nos do planeta realidade e coloca-nos em orbita com a galáxia de bem estar que é ler um romance com uns pozinhos de irrealidade e uma valente dose daquilo que é, muitas vezes, o nosso dia a dia (incluindo a fatídica ida ao Centro de Emprego)
Quando quiserem colocar os olhos nas leituras nacionais sem se expandirem muito, lembrem-se que "Só no escuro podes ver as estrelas".
Quando penso que tenho um livro preferido da Colleen, lá vem o seguinte destroná-lo.
Como é que é possível falar disto às pessoas sem parecer uma parva?
Impossível!
Numa palavra?
Estupendo.
Nunca não vou olhar para Novembro da mesma maneira.
Há dias que marcaram a nossa vida em mais do que uma maneira. Há aquelas datas que tememos e as que ansiamos com todas as fibras do nosso ser que cheguem o mais rapidamente possível.
Para Ben e Fallon é o dia 9 de novembro.
Dizer que conhecemos Fallon no dia em que que sua vida mudou seria tirar importância a um evento que a marcou anos antes na mesma data. Mas no primeiro 9 de novembro em que a vemos, Fallon é uma jovem actriz destroçada por não se inserir no padrão que a indústria (e o seu pai) idealizam. O seu mundo mudou e a pessoa que olha de volta cada vez que se vê ao espelho não é mesma.
Mas isso muda como que por artes mágicas no momento em Ben (o Salvador) se senta na sua mesa.
Um acto altruísta de um perfeito estranho?
Uma química inexplicável que os aproxima como ímans?
Ou será mais qualquer coisa?
A dinâmica entre Ben e Fallon é instantânea, uma leitora e um escritor, ambos cientes que essa coisa do amor à primeira vez e louco só acontece nos livros.
E é nesse primeiro 9 de novembro que se coloca em marcha uma das histórias que mais mexeu comigo ultimamente (se contarmos como todos os outro livros da Colleen Hoover).
Uma promessa, uma esperança, um amor que diz estar a criar mas que cresce a cada dia dos 364 que os separa.
O quanto muda a nossa vida num ano?
O quanto nos mudam as pessoas que nos rodeiam?
O quanto estamos dispostos a mudar a nossa vida por outra pessoa?
Quantas vidas temos se, cada vez que nos partem o coração, nos sentimos a morrer?
Oh Deus...e eu não posso falar sobre nada. Isto de não dar spoilers é muito complicado.
Adoro quando o meu cérebro começa a encontrar comparações com outros livros, filmes ou séries. Mas acima de tudo, descobri que a parte melhor é ser surpreendida pela história ao ser ela própria a fazer essa comparação.
Uma história da Colleen sem um aperto no peito, um olho lacrimoso ou um momento em que ficamos simplesmente a olhar para a página a processar o que lemos (durante vários minutos) não é um livro livro sério.
Ainda não os li todos mas os que já li, OMG 😆, coloca-a simplesmente no topo da minha estante.
Obrigada por escarrafunchares na ferida Colleen.
E agora, deixo-vos com a música que ainda continua na minha cabeça tantos dias depois de ter terminado a leitura.
Ainda os comboios da adaptação do livro de Paula Hawkins não tinham saído das principais estações portuguesas, já o Efeito dos Livros tinha o seu bilhete na mão.
Com uma leitura que ronda o momento da explosão de popularidade à volta do livro e o seu lançamento em Portugal, alguns detalhes sobre a história estavam difusos mas o cerne do thriller contado a três vozes mantinha-se ainda bem presente nas nossas cabeças.
É sempre complicado fazer uma adaptação, principalmente uma que conquiste leitores e espectadores em igual medida.
Na nossa mais sincera opinião, "A Rapariga no Comboio" em filme, agarra-nos tão bem como o livro de Paula Hawkins.
No entanto, se há livros que gostava de não ter lido para que a cinéfila em mim pudesse apreciar em primeira mão, sem que uma parte do cérebro estivesse consciente das reviravoltas, dos culpados e do fim, esse livro adaptado a filme, seria "A Rapariga no Comboio".
Este será sem dúvida um dos filmes do ano, à semelhança da sua origem literária que já vendeu milhões de exemplares por todo o mundo.
Mas lá no fundo, há uma parte de mim, aquela que tem uma imaginação vivida e que retém uma Rachel desleixada, suja e em baixo de forma, não consegue encaixar uma Emily Blunt no papel principal, por mais credível que a sua interpretação esteja.
Fora disso, a mudança geográfica e um ou outro detalhe em nada afectam a nossa percepção enquanto leitores que agora podem apreciar mais uma adaptação ao cinema de um dos grandes sucessos literários do ano passado.
Para os passageiros de primeira viagem, aqueles que nada sabem do livro...sejam bem-vindos ao pensamentos do "wow, não tava nada à espera disto!".
Bom filme e...
leiam o livro primeiro :) nada bate o filme rodado na vossa cabeça.
"Memórias de um escravo" foi uma das obras mais premiadas de 2014 (venceu o American Book Award e foi finalista do Prémio Pulitzer, entre outros) e integrou a seleção dos melhores livros do ano dos principais meios de comunicação social.
Top 10 Livros do Ano – Wall Street Journal
Melhores Livros do Ano – Financial Times
Melhores Romances do Ano – Kirkus
New York Times Notable Book
Memórias de um Escravo é a versão literária de um período histórico entusiasmante, narrada por uma voz que não era considerada digna de ser escutada. Um relato de um homem simples, mas honesto, que queria ser recordado depois da sua morte.
Menti, enganei e manipulei à vontade, sem me importar com as consequências. Destruí sonhos e reputações, traí os que me foram leais, causei dor àqueles que me quiseram ajudar. Brinquei com as esperanças dos que pensaram que poderiam mudar quem eu sou. Thomas Spencer sabe como conseguir tudo o que quer. A saúde delicada é o preço que teve de pagar pelo seu estilo de vida, embora não se arrependa. No entanto, desde o seu último episódio cardíaco apoderou-se dele um sentimento estranho e, na solidão do seu luxuoso apartamento em Brooklyn, sucedem-se as noites em que não pode deixar de se perguntar como seria a vida que conscientemente optou por não viver.
A memória dos momentos que o levaram a ter sucesso como consultor de relações-públicas e imagem, entre Londres e Nova Iorque nos anos oitenta e noventa, revela os mecanismos dúbios que os centros de poder por vezes empregam para alcançar os seus fins. Um mundo hostil governado por homens, onde as mulheres resistem a ter um papel secundário.
Não percam a oportunidade de estarem presentes na apresentação do livro em Lisboa.
Quando recebe um misterioso embrulho, Robin Ellacott fica horrorizada ao descobrir que lá dentro se encontra a perna de uma mulher.
O seu chefe, o detetive privado Cormoran Strike, mostra-se menos surpreendido mas está igualmente alarmado. Strike calcula que quatro pessoas do seu passado possam ser os responsáveis ? e sabe que qualquer uma delas é capaz de semelhante brutalidade.
Com a polícia concentrada num suspeito que Strike considera não ser o culpado, este e Robin decidem investigar os mundos sombrios e retorcidos dos restantes três suspeitos. No entanto, à medida que se desenrolam mais acontecimentos macabros, o tempo esgota-se…
Um enredo intrincado e complexo, repleto de desenvolvimentos inesperados, A Carreira do Mal é também uma história comovente de um homem e de uma mulher que se deparam com uma encruzilhada pessoal e profissional. Não será capaz de largar este livro.
A história, passada entre os anos 1930 e 1958, gira à volta de três personagens. A principal é um rapaz judeu, que descobre o ódio, o desalento, a ternura e o amor à vida. As personagens à volta dele representam todas as pessoas que passaram por uma das maiores injustiças de todos os tempos. Cristina Norton sentiu também que tinha o dever de escrever e denunciar o que por vergonha as mulheres que haviam sido obrigadas a prostituir-se nos campos de concentração não ousavam contar.
Lady Calpurnia Hartwell sempre cumpriu as regras. Agora está decidida a ignorá-las para poder desfrutar plenamente da vida. Se a sociedade desconfiasse que a condessa Callie Hartwell, a bem-comportada herdeira do condado de Allendale, alberga em si desejos e pensamentos impróprios, que envolvem momentos escaldantes, locais e eventos exclusivos a homens, seria abalada por uma polémica sem igual.
A verdade é que Lady Callie descobriu finalmente o amor que sempre leu nos livros e encontrou o seu Mr. Darcy. Mas, para conquistar o coração do maior libertino de Londres, ela tem de ser capaz de tudo. E de viver o que nenhuma mulher viveu antes…
Ela terá de mudar a sua vida com a ajuda de 9 regras:
Tessa e Hardin venceram todos os obstáculos. Mas terão o seu final feliz? Tessa e Hardin já tiveram surpresas suficientes. O laço que os une tornou-os mais forte que nunca, mas a cada novo desafio é posto à prova. Quando a verdade chocante acerca das suas famílias é desvendada, ambos se apercebem de que afinal não são tão diferentes um do outro. Tessa deixou de ser a rapariga doce, simples e inocente do tempo em que conheceu Hardin, e este já não é o rapaz cruel e instável por quem ela se apaixonout. Tessa conhece as emoções perturbadoras que se agitam dentro de Hardin e sabe que só ela pode acalmá-las. Precisam um do outro. Mas quanto mais o passado vem à tona, mais sombrio Hardin se torna e mais tenta afastar-se de Tessa. Depois de tudo o que viveram em conjunto, Tessa não tem a certeza de ser capaz de o salvar sem se sacrificar. Valerá a pena anular-se por amor? Tessa recusa-se a desistir sem lutar. Mas por quem está ela a lutar: por Hardin ou por si própria?
Depois de "Ensina-me a amar" chega o segundo livro da série Mistress Matchmaker.
Uma amante nunca deve ter a ingenuidade de se apaixonar pelo seu protetor nem de lhe confiar o seu futuro financeiro. Mariah Desmond fez as duas coisas e o seu amado protetor morreu e deixou-a sem nada. Obrigada a procurar outro protetor, está decidida a agora guiar-se pelo instinto de sobrevivência e não pelo coração. Mas quando assiste a uma das escandalosas festas de Vivien Manning, o rosto familiar do melhor amigo do seu falecido amante apanha-a desprevenida.
Um passado doloroso ensinou John Rycroft que não tem tendência para ser o príncipe encantado de ninguém. O seu fraco por Mariah – melhor dizendo, o seu forte – é precisamente o motivo por que se manteve à distância. Contudo, ao vê-la namoriscar com um enxame de homens que competem por se tornarem o seu próximo amante, algo dispara no seu íntimo.
Quando John a arranca aos seus pretendentes, a indignação de Mariah derrete-se no calor da ardente química entre os dois. Mas rapidamente descobre que não é fácil.
Diane Chamberlain traz-nos um livro muito bem escrito e repleto de suspense, sobre mentiras e a complexidade do universo familiar.
Com a família, ela aprendeu a conviver com as ilusões. Mas até quando conseguirá manter a mentira?
Molly Arnette tem tudo para ser feliz: um marido que adora, uma casa linda e o sonho de ser mãe quase realizado através da adoção. Ela teme, contudo, que todo o processo revele segredos do seu passado e destrua não só as suas hipóteses de finalmente ter um filho, como o seu próprio casamento.
Vinte anos antes, Molly fugira de casa, sentindo-se traída e enganada pela sua família: pela mãe adotiva que a criou, e que ela diz estar morta; pelo pai doente, que Molly adorava e cuja morte a fez «fugir» de casa; e pela própria mãe biológica, cuja presença misteriosa no seio familiar levantara tantas questões.
Determinada a enfrentar os fantasmas do seu passado e a abraçar um futuro cheio de promessas, regressa a casa. Mas à luz de revelações intensas e inesperadas, Molly apercebe-se de que, embora tenha fugido à sua família, não conseguiu fugir às ilusões por ela criadas.
Shawn Reilly, oficial da CIA, recruta oficiais de informações estrangeiros para espiarem para os Estados Unidos, e considera que o seu trabalho é como vender sonhos a pessoas que precisam de dinheiro, pretendem ver os seus egos enaltecidos ou desejam vingar-se dos seus chefes ou dos seus governos. Após passar muitos anos nos lugares mais infernais do Planeta, chega, no crepúsculo da sua carreira, a Lisboa, onde enfrenta um chefe «certinho», um casamento falhado e Boris, o diretordo serviço de informações russo em Portugal, que, por sua vez, também assentou a sua mira em Reilly. Ao mesmo tempo, os serviços de espionagem líbios tentam atrair para o seu país um especialista em armas químicas da Ásia Central e a agência russa anda na peugada desse cientista. Baseado nas experiências reais do autor neste mundo de sombras, O Mercador de Sonhos de Lisboa penetra nas mentes dos principais atores para explorar a psicologia da espionagem.
Quem teve oportunidade de ler o livro de estreia de S. K. Tremayne, "As Gémeas de Gelo"?
Então não vão querer perder este.
Sinopse
Quando Rachel se casa com David, tudo parece encaixar-se. Ao mudar-se de uma vida de mãe solteira para a bela mansão Carnhallow na Cornualha, ela ganha riqueza, amor e até um irmão para a sua filha, Millie. É então que o seu enteado, Jamie, faz uma previsão assustadora, e a vida perfeita de Rachel começa a desmoronar-se. Assombrada pelo fantasma da falecida mulher de David, a mãe de Jamie, e à medida que suspeita que a morte daquela não tenha sido suicídio, Rachel começa a temer que as palavras do enteado se tornem realidade: «Irás morrer no Natal».
Olivia Rawlings tem um sonho: ter uma carreira de sucesso na cidade de Boston. Mas ao incendiar inadvertidamente a cozinha de um clube seleto, a jovem chef de pastelaria destrói também quaisquer hipóteses de ver o seu sonho realizado. Resta-lhe virar costas a tudo e fugir. E foge para o mais improvável dos lugares: uma terriola que mal aparece nos mapas e é o oposto da sua cidade cosmopolita e excitante. A vida rural e as suas tradições “tacanhas”- napperons em croché, bailes e feiras do condado - não são para ela. Por outro lado, sabe que tão cedo não pode regressar a casa…
E quando surge a oportunidade de trabalhar numa pequena pousada, Olivia não fica propriamente encantada. É contrariada que mergulha de cabeça numa nova vida. Uma vida que inclui tartes de maçã, contradanças… e o desesperante Martin McCracken, que, como Olivia, só quer que o deixem em paz. Mas a chegada de um forasteiro vai obriga-la a repensar todas as suas escolhas. Vai fugir novamente aos problemas ou criar raízes? Será que foi preciso fugir para tão longe de casa para finalmente encontrar um lar?
Uma história que mostra o quão enganadores podem ser os nossos sonhos. Vívido, doce, aromático, este romance gastronómico saboreia-se como uma iguaria… E deixa-nos a ansiar por mais. Uma estreia absolutamente imperdível!
Era uma vez, numa livraria de Londres em ruínas, uma rapariga chamada Posy Morland que passava a vida perdida nas páginas dos seus romances preferidos.
Então, quando Lavinia, a excêntrica dona da Bookends, morre e deixa a loja a Posy, ela tem de largar os livros e entrar no mundo real, pois Posy não herdou apenas um negócio com problemas, mas também as atenções indesejadas do neto de Lavinia, Sebastian, também conhecido como «o homem mais rude de Londres».
Posy tem um plano astuto e seis meses para transformar a Bookends na livraria dos seus sonhos – se ao menos Sebastian a deixasse em paz para conseguir trabalhar. Enquanto Posy e os amigos lutam para salvar a sua querida livraria, Posy é arrastada para uma batalha com Sebastian, com quem começou a ter algumas fantasias bastante escaldantes...
Como as suas heroínas românticas preferidas, irá também ela ter o seu «felizes para sempre»?
Uma novidade Suma de Letras, do mesmo autor do "O Nadador".
Yasmine Ajam deixou para trás o seu problemático bairro de Estocolmo por uma carreira ascendente em Nova York. Até que recebe a notícia de que os motins agitando os subúrbios da sua cidade podem ter conexão com o desaparecimento de seu irmão Fadi, que foi dado por morto ao lutar ao lado do Estado islâmico na Síria
Depois de "O Segredo de Violet", o primeiro volume da série das Irmãs Fowler, temos agora oportunidade de ficar a conhecer "O Desejo de Rose".
Sinopse
Deixe-se envolver pela paixão escaldante e pela ousadia de uma mulher que decide arriscar tudo por um homem misterioso.
Ser a irmã mais nova não é fácil. Ao contrário das minhas irmãs, Violet e Lily, nunca tive o meu momento na ribalta. Mas chegou a hora de mudar o meu destino!
Talvez esta nova coragem que me inunda se deva ao magnífico colar de diamantes rosa que herdei da minha avó. Usei-o numa festa em Cannes e atraí o interesse de Caden, um homem misterioso que me tira do sério.
Assim que cruzamos olhares, eu sabia que estava na hora de mudar: vou sair da sombra da minha família, afastar-me de tudo e mergulhar nos braços deste sedutor misterioso. Ele faz-me sentir cobiçada e sensual, como nunca ninguém o fez antes, mas há algo perigoso que ele esconde. Começo a pensar que talvez o nosso encontro não tenha sido assim tão fortuito…
Qualquer que seja a razão de Caden para me ter procurado, agora é demasiado tarde para voltar atrás… O meu desejo grita mais alto.
Mia Saunders, a Rapariga do Calendário, percorreu um longo caminho. Termina a jornada de um ano em Hollywood, Nova Iorque e Aspen.
Em Outubro, Mia começa a sua nova vida a trabalhar num programa de TV matutino em que faz uma rúbrica a respeito de viver em beleza. O seu homem lida com as sequelas do cativeiro e juntos encontram maneira de fazer face a todas as tormentas.
A seguir, Mia viaja até Nova Iorque para gravar um programa sobre as razões que as pessoas têm para dar graças. Todos os sonhos se estão a realizar... excepto um.
Finalmente, em Dezembro, a nossa menina dá por si no País das Maravilhas invernal, Aspen, no Colorado, para filmar um segmento sobre artistas locais. Só que as circunstâncias são muito peculiares.
Prepare-se para uma surpresa quando a jornada de Mia se funde no fim que todos esperam.