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sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Novidades Edições ASA - Novembro


Sussex, 1937.
O verão é sempre uma altura animada para os Cazalet. Os irmãos Hugh, Edward e Rupert levam as suas mulheres e filhos para a casa de campo da família, onde se juntam aos pais e à irmã Rachel. Os dias soalheiros são preenchidos com jogos, piqueniques na praia, passeios e banquetes. São dois meses repletos de alegre confusão para o clã.
Mas nem este idílico cenário consegue afastar medos, dor e solidão. Hugh vive atormentado pelas memórias dos campos de batalha em França, e teme que o mundo entre novamente em conflito. O charmoso Edward tem assuntos mais mundanos com que se preocupar – desde que a mulher, Villy, uma ex-bailarina entediada, não descubra. Rupert, artista talentoso, descobre que não consegue ser simultaneamente bom pintor e bom marido. E a lealdade feroz de Rachel para com a família parece arruinar quaisquer perspetivas amorosas que possa ter.



Pouco depois das doze batidas da meia-noite, um nevão obriga o Expresso do Oriente a parar. Para aquela época do ano, o luxuoso comboio está surpreendentemente cheio de passageiros. A manhã seguinte vai começar da pior maneira. Embora o nevão tivesse isolado o comboio, impedindo quaisquer movimentações, um dos passageiros foi assassinado durante a noite. 
Poirot aceita o caso, aparentemente fácil, que acaba por se revelar um dos mais espantosos de toda a sua carreira. É que existem inúmeras pistas e outros tantos suspeitos, sendo que todos eles estão circunscritos ao universo dos passageiros da carruagem. Para mais, o morto é reconhecido como sendo o autor de um dos crimes mais hediondos do século. Com a tensão a aumentar perigosamente, Poirot acaba por esclarecer o caso… de uma maneira a todos os títulos surpreendente!

Um Crime no Expresso do Oriente é um dos títulos mais emblemáticos daquela que é considerada a Rainha do Crime, e surge agora numa adaptação ao cinema com um elenco de luxo, com estreia a 30 de Novembro de 2017.



O amor não é uma tragédia ou um fracasso, mas uma dádiva.
Não era intenção de Aza, uma jovem de dezasseis anos, investigar o enigmático desaparecimento do bilionário Russell Pickett. Mas estão em jogo uma recompensa de cem mil dólares e a vontade da sua melhor amiga Daisy, que se sente fascinada pelo mistério. Juntas, irão transpor a distância (tão curta, e no entanto tão vasta) que as separa de Davis, o filho do desaparecido.
Mas Aza debate-se também com as suas batalhas interiores. Por mais que tente ser uma boa filha, amiga, aluna, e quiçá detetive, tem de lidar diariamente com as suas penosas e asfixiantes «espirais de pensamentos». Como pode ser uma boa amiga se está constantemente a pôr entraves às aventuras que lhe surgem no caminho? Como pode ser uma boa filha se é incapaz de exprimir o que sente à mãe? Como pode ser uma boa namorada se, em vez de desfrutar de um beijo, só consegue pensar nos milhões de bactérias que as suas bocas partilham?
Neste tão aguardado regresso, John Green, autor premiado de A Culpa É Das Estrelas e À Procura de Alaska conta, com dolorosa intensidade, a história de Aza, numa tentativa de partilhar connosco os dramas da doença que o afeta desde a infância. O resultado é um romance brilhante sobre o amor, a resiliência, e o poder da amizade.


Na primavera de 1935, em Londres, duas jovens observam enquanto a polícia retira o cadáver de um homem de um lago. Elas vêm de mundos completamente diferentes. Ruby é filha de uma prostituta alcoólica e só conhece a pobreza e o abandono. Verity, de boas famílias, vive com todo o conforto que o privilégio garante. Mas, nesse dia, começa entre ambas uma amizade que perdurará ao longo do tempo. 
O destino, porém, não tardará a mostrar quão traiçoeiro pode ser: ao passo que Ruby encontra, por fim, um lar onde é amada e acarinhada, Verity sofre revés atrás de revés, e um terrível segredo do passado ameaça destruí-la. A Grã-Bretanha prepara-se para a guerra, a conjuntura é turbulenta. Apesar disso, ambas continuam presentes na vida uma da outra... até ao dia em que uma delas profere as palavras: “Morreste para mim”.
Num país dilacerado pela guerra, poderá a amizade sobreviver?
Duas Mulheres, Dois Destinos é um romance épico que nos fala de lealdade, amor, e da força dos laços de amizade perante as mais duras adversidades. Como sempre, Lesley Pearse não desilude...



Tilda e Felix aparentam ser o casal perfeito. São jovens e belos. Ela é uma atriz em ascensão. Ele é rico e especialista em finanças. Mas, por detrás da fachada de harmonia, nem tudo é o que parece...
Pois Callie, a tímida irmã gémea de Tilda, tem observado o casal de perto. Algo não bate certo. Desde a perda de apetite à decisão de deixar de trabalhar, tem de haver um motivo para os estranhos comportamentos da irmã. Tilda parece definhar, adquiriu hábitos invulgares, esconde seringas na casa de banho, tenta disfarçar nódoas negras... A Callie também não passaram despercebidas as fúrias incontroláveis de Felix.
Intrigada, Callie recorre à Internet, onde conhece um grupo de apoio a vítimas de maus-tratos. Mas a situação não tarda a descarrilar. Quando uma das suas novas amizades é assassinada, a jovem começa a duvidar de si própria. E, de repente, também Felix aparece morto. Não há indícios de crime, mas esta morte parece demasiado perfeita... 
Suspense psicológico no seu melhor, Corpos Perfeitos dá-nos uma nova perspetiva sobre a obsessão, a violência que infligimos aos outros – e a nós próprios – ao mesmo tempo que revela o lado obscuro do amor e a força tremenda dos laços de fraternidade.


Novidades

domingo, 26 de julho de 2015

Cidades de Papel :: Filme

"You have to get lost before you find yourself"


Uma adaptação com o dedo do autor do livro é coisa que nunca desilude, pode não estar tal e qual o filme mas cumpre o objectivo, passa a mensagem.
Verdade que já passaram dois anos desde a leitura mas mesmo assim, achei que a essência está toda lá.
A épica Margo, a química entre Q e os amigos, a vingança marcada a spray, a percepção que alguns fins são princípios de algo maior mas que existem outras coisas que não vão ter fim, como a amizade.
Em suma, "As Cidades de Papel" tem tudo o que queria lá encontrar, acompanhado por uma banda sonora incrível. "As cidades de papel" são uma ode à amizade, à adolescência e àquele sentimento belissímo do nosso primeiro amor.

Um final de dia bem passado, graças à cortesia da Editorial Presença, responsável por editar o livro de John Green para os seus fãs portugueses.
Se ainda não leram, sff, visitem a página da Presença
Leiam a nossa opinião ao livro

Se ainda não viram o filme, sff, mexam-se e vão rir e sorrir a uma sala bem perto de vocês.

PS: Estejam atentos à aparição de alguém muito especial a meio do filme.


sábado, 13 de dezembro de 2014

Opinião :: "Quando A Neve Cai"

Gracetown, Virgínia get ready!!
John Green, Maureen Johson e Lauren Myracle controlam o tabuleiro do jogo na noite mais animada do ano, a véspera de Natal.
E o resultado não podia ser mais adorável.


Em pleno mega nevão que assolou esta pequena cidade vamos conhecendo recém chegados, habitantes locais, amores, traições, arrependimentos, paixões na friendzone, pais loucos, colecções descontroladas, largos sorrisos, beijos arrebatadores, provas de lealdade, fortes laços de amizade e uma incapacidade de vestir roupa adequada ao tempo que se faz sentir, tudo isto envolto em três pequenas histórias que num todo compõem um óptimo livro de Natal, que nos renova a esperança, nos lemba que há quem trabalhe nesta data, quem fique preso longe dos que mais ama mas que os milagres também acontecem. O que eu acho curioso é que tudo aconteça numa data habitualmente celebrada em casa com a família mas que este ano, em Gracetown, levou toda a gente a sair de casa e a deambular toda a noite por ruas cobertas de neve, estradas deslizantes como pistas de gelo, Starbucks e Whaffle Houses. Raios, as tradições de Natal estão a mudar!
Mas costuma-se dizer que 


e as personagens de “Quando a neve cai” provam exactamente isso ao viver a aventuras das suas vidas na noite mais fria do ano e no meio de uma tempestade de neve.
Pessoalmente ADOREI a 1ª história, O Expresso Jubilee. Além de nos levar a Gracetown e apresentar o início da trama toda, tem a dose certa de “geekiness”, sabedoria e fofice. Sim, eu acabei de usar o termo fofice!
Por isso, ainda se ainda há aquela amiga, prima ou irmã para quem ainda não conseguiste comprar um presente de natal, fica aqui a sugestão. Embrulha um exemplar de “Quando a neve cai” e ficarás bem-visto!

Uma aposta da

Eu fiquei muito curiosa com a escrita de Maureen Johnson. Alguém já leu algum livro da autora?

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Comecei a ler...

A nova leitura da metade colorida num dia frio em que só apetece ficar na cama.

Cada vez que olho para a capa deste livro começo a cantarolar "cai neve em nova iorque" e na versão dos Fitacola
:)

Numa cidade isolada por uma das maiores tempestades de neve dos últimos cinquenta anos, três histórias, oito raparigas e rapazes e mais uns quantos caminhos vão cruzar-se num romance brilhante, mágico e divertido, a que não faltarão fragmentos de amor, laços de amizade, uma maratona de filmes do James Bond e beijos muito apaixonados.

Um livro escrito a três mãos (JOHN GREEN, MAUREEN JOHNSON, LAUREN MYRACLE), num romance brilhante e mágico para os amantes de histórias de amor e aventuras.
Espreitem um excerto de "Quando a Neve Cai"

Uma aposta natalícia da

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Eleanor & Park - Uma novidade que está na wishlist

Um livro com selo de aprovação de John Green é algo que não podemos deixar passar ao lado.
Com data de lançamento prevista para 16 de Janeiro, "Eleanor & Park" está na wishlist da metade colorida faz imenso tempo.  E é essa mesma metade que espera se perder de amores pelo livro assim como a grande maioria das pessoas que já o leram.

Eleanor & Park - Dois contra o mundo por John Green



Sinopse
Dois inadaptados. Um amor extraordinário.

Eleanor é uma miúda nova na escola, vinda de outra cidade. A sua vida familiar é um caos; sendo gorda e ruiva, e com a sua forma esquisita de se vestir, atrai a atenção de todos em seu redor, nem sempre pelos melhores motivos. 

Park é um rapaz meio coreano. Não é propriamente popular, mas vestido de negro e sempre isolado na música através dos seus fones e livros, conseguiu tornar-se invisível. Tudo começa por ser diferente quando Park acede a que Eleanor se sente ao lado dele no autocarro da escola. A princípio nem sequer se falam, mas pouco a pouco começam por se envolver numa genuína relação de amizade e cumplicidade que mudará as suas vidas. E contra o mundo, o amor nasce. Porque o amor é um superpoder.

Críticas
"Nunca vi nada como Eleanor e Park. É uma belíssima história de amor. 
Relembrou-me o que é ser jovem e apaixonado por uma rapariga, 
mas também o que é ser jovem e apaixonado por um livro."
John Green, autor de A Culpa É das Estrelas

"Este romance lúcido, sexy e terno vibra de punk rock e amor verdadeiro. Os leitores irão deixar-se arrebatar por Eleanor & Park. "
-Gayle Forman, autor de If I Stay e Where She Went

"Divertido, cheio de esperança, sensual e verdadeiramente de levar às lágrimas, este romance irá conquistar adultos e jovens."
-Kirkus Reviews

"Eleanor & Park é um livro tão bom que corta a respiração, sobre o amor entre dois inadaptados."
-Stephanie Perkins, autora de Anna and the French Kiss e Lola and the Boy Next Door

"A relação pura, de mãos dadas com o medo e surpreendentemente matura que Eleanor e Park desenvolvem é urgente e de cortar a respiração… e de nos quebrar por dentro. "
-Booklist

"Doce, ousado e terno… Rainbow Rowell escreveu uma história inesquecível sobre dois inadaptados que se apaixonam. Esta estreia irá desvendar o seu caminho pelo seu coração e permanecer lá."
-Courtney Summers, autora de This is Not a Test e Cracked Up to Be

"Rowell mantém as coisas deslumbrantes e num delicado equilíbrio de luzes e sombras."
-Publishers Weekly

"Numa singular e surpreendente exploração do amor entre dois miúdos descontextualizados e inadaptados, Rowell mostra-nos a beleza das coisas frágeis e quebradas."
-Stewart Lewis, autor de You Have Seven Messages

Uma óptima novidade

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Uma novidade com o toque John Green

A Topseller já falou de "Quando a Neve Cai", uma novidade com data de lançamento para 6 de Novembro.
Mas ainda antes dos contos de natal, temos a oportunidade de ler Will & Will, uma das novidades da ASA para Outubro.


Sinopse
Evanston não fica muito longe de Naperville nos subúrbios de Chicago, mas os jovens Will Grayson e Will Grayson bem que podiam viver em planetas diferentes. Quando o destino os leva à mesma encruzilhada, os Will Graysons veem as suas vidas a sobreporem-se e a seguirem novas e inesperadas direções. Com um empurrão de amigos novos e velhos – incluindo o enorme e enormemente fabuloso Tiny Cooper, jogador ofensivo na equipa de futebol americano da escola e autor de musicais – Will e Will embarcam nas suas respetivas aventuras românticas e na produção épica do musical mais extraordinário da história.´

Por aqui, já foram lidos os seguintes livros 
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Aguarda leitura "Teorema de Katherine"
:)

Quem é fã de John Green?

domingo, 6 de julho de 2014

Aquisições à Biblioteca da Elsa

Entre trocas e compras de livros em segunda mão, a estante vai crescendo. 
E o que é bom é riscar títulos da wishlist. :)
Embora eu também goste de ser atropelada por livros que ainda não tinha considerado comprar.

"Luz Antiga" de John Banville
"O Teorema Katherine" de John Green (finalmente!)
"De olhos fechados" de Eve Berlin
"Emoções Proibidas" de Jess Michaels (o 1º livro da colecção Irmãs Albright do qual só me falta um!)

Percebi agora que me esqueci de incluir A Praia de Alex Garland nestas fotos.
Já faz 14 anos que estreou o filme com Leo DiCaprio, 14 anos!!! 
Ai o tempo passa. Só por isso, fica um pedaço da banda sonora.

Boas leituras :)

segunda-feira, 23 de junho de 2014

"A Culpa é das Estrelas" :: O Filme

"Simplesmente perfeito" poderia ser a melhor maneira de descrever a adaptação do livro de John Green. Poderia ser e é. 

"A Culpa é das Estrela" envolve-nos por completo. Apresenta-nos à paixão de Hazel, ao carisma de Gus, leva-nos a apaixonar por ambos e pela sua história. Mesmo para quem já leu, caimos uma vez mais na armadilha do John Green quando já sabemos o que nos espera. Sabemos que vamos acabar lavados em lágrimas mas uma vez mais ficamos presos à história, a ver desenrolar no ecrã a história que só visualizámos na nossa cabeça e não há falhas (pelo menos para mim não houve!)

Saber que o autor do livro estava completamente envolvido no processo fez-me ficar confiante na autenticidade com que a história seria adaptada. Levava as expectativas altas e não podia ter ficado mais feliz com o resultado.

Os detalhes estão todos lá: as frases chave que tantas vezes vi citadas, os momentos que nos fazem apaixonar por Hazel e Gus, a dor patente aos acontecimentos trágicos que nos fazem engolir em seco para não chorar em plena sala de cinema. Mas como é mencionado no livro, "a dor exige ser sentida" e prova disso são os olhos rasos de lágrimas dos espectadores que estavam na sala e que com o inicio dos créditos não se levantaram, não saíram. O impacto desta história, das lições que aprendemos, das vidas que ficamos a conhecer em 125 minutos são poderosas o suficiente para nos sugar por completo e nos fazer sentir uma multitude de sensações. Mesmo para os mais fortes, os que conseguiram sair de lá só com os olhos húmidos (do ar condicionado, pois claro!), o filme não passa ao lado. A sua história, o carisma das personagens, a autenticidade do seu amor, a força com que lidam contra a doença toca-nos e saímos da sala de rastos mas com a ideia de que temos pouco tempo para fazer com que as nossas vidas valham alguma coisa, por isso, temos de começar a aproveitar e JÁ.

Quando a Entertainement Weekly menciona que este é o romance da década pode, de certa maneira, não estar a exagerar. A dose de realidade custa a engolir mas torna Hazel e Gus mais reais que outros tantos personagens que nos conquistaram anteriormente.
Sei que nem toda a gente aceita a ideia de chorar em público mas não deixem de ver este filme. Eu sugiro sempre ler o livro primeiro e depois ver o filme. Com este digo exactamente a mesma coisa. 

Como disse o Markus Zusak, "Vais rir, chorar e vais querer mais!"
É lindo, okay?
:)
Não que a minha opinião seja extensiva mas aqui fica o link. Leiam o livro, vejam o filme, no cinema ou em casa, não interessa.....MAS não deixem de conhecer esta história.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Falta um mês!



Desde que li "A Culpa é das Estrelas" que faço campanha pela história de Hazel e Gus. 
Sou completamente a favor de indicar este livro a quem me perguntar "o que achas que devo ler a seguir?" 

Acima de tudo, gosto de saber quando uma pessoa amiga lê e fica rendida ao mesmo livro que eu. É com um sorriso (em partes iguais de felicidade e tristeza) que divulgo a opinião da minha amiga e nossa seguidora Malu Lia :) 

 " O que posso dizer sobre este livro que já não tenha sido dito? Que ele é lindo, perfeito, traz a nossa sensibilidade à flor da pele, nos faz pensar sobre a efemeridade da vida e do que é realmente importante? Tudo isto e mais um pouco. O comentário mais sincero que posso fazer sobre esta belíssima história é que, depois de emendar livro após livro, esquecendo imediatamente o anterior, na minha ânsia em compensar todos os anos que negligenciei a literatura, hoje não lerei mais durante as horas que restam deste dia e talvez não amanhã tb. Estou oficialmente em luto literário. Não quero me despedir tão rápido da Hazel Grace e do Augustus. Quero mantê-los vivos na minha memória enquanto conseguir ​" ​

 Agora vamos esperar que o filme sai já para o mês que vem.
26 de Junho
 Chega rápido sff! :)

segunda-feira, 5 de maio de 2014

A Culpa é das Estrelas :) Está a chegar!!

Este é um dos filmes que mais quero ver a adaptação. Sim, euzinha, a fã dos livros juvenis :)
Nos cinemas a 26 de junho 2014!

Agora é esquecer-me deles como Tris e Caleb (irmãos) para os ver como Hazel e Gus :)


Quem mais espera pela estreia deste filme?
:)

quinta-feira, 1 de maio de 2014

O Teorema de Katherine :: Mais John Green!!

Desde a leitura de "A culpa é das Estrelas" que John Green ficou no meu radar. Quer pelos livros que li, quer pelo conteúdo que divulga no seu facebook e tumblr.
A wishlist do Natal de 2012 incluía a boxset com todos os seus livros mas pouco a pouco, todos têm sido publicados em Portugal para meu agrado.

Agora chegou a vez de An Abundance of Katherines ou O Teorema de Katherine.


SINOPSE
Dezanove foram as vezes que Colin se apaixonou. 
Das dezanove vezes a rapariga chamava-se Katherine. 
Não Katie ou Kat, Kittie ou Cathy, e especialmente não Catherine, mas KATHERINE.
E das dezanove vezes, levou com os pés. 

Desde que tinha idade suficiente para se sentir atraído por uma rapariga, Colin, ex-menino prodígio, talvez génio matemático, talvez não, doido por anagramas, saiu com dezanove Katherines. E todas o deixaram. Então ele decide inventar um teorema que prevê o resultado de qualquer relacionamento amoroso. E evitar, se possível, ter o coração novamente destroçado. Tudo isso no curso de um verão glorioso passado com o seu amigo Hassan a descobrir novos lugares, pessoas estranhas de todas as idades e raparigas especiais que têm a grande vantagem de não se chamarem Katherine.

Mais informações no site Leya

E quantos aos outros títulos do autor, por aqui já foram todos lidos.
Vejam as opiniões, em especial ao "A culpa é das estrelas" que estreia para o mês que vem.

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E por ai, temos fãs de John Green?

Boas leituras! 

sexta-feira, 28 de março de 2014

"Cidades de Papel" no Cinema

Enquanto aguardamos pacientemente a estreia de "A culpa é das estrelas" (26 de Junho), John Green anuncia no Twitter que a equipa responsável pela adaptação da história de Hazel e Gus será a mesma a levar "Cidades de Papel" ao grande ecrã. 


Nat Wolff é até agora o único nome associado ao elenco e terá com certeza o papel de Quentin.
Por aqui já lemos esse livro mas eu continuo a ter "A Culpa é das Estrelas" no topo das minhas preferências no que toca a John Green.
Curiosamente sempre pensei que fosse o À Procura de Alaska o próximo a ser levado ao cinema :)





sexta-feira, 6 de setembro de 2013

"Cidades de Papel" - Opinião

 Ai o Efeito John Green, abala-me sempre!

 (foto elsar)

A minha opinião:
Quando iniciei este livro dei comigo a pensar "outra história de jovem acanhado apaixonado por miúda rebelde" mas ao contrario de "À procura de Alaska" este livro é mais que uma paixoneta, é sobre o quebrar de mitos que acompanham o nosso crescimento, que nos dão um olhar incompleto sobre o mundo e sobre os outros, especialmente as pessoas de que gostamos muitos, das que amamos e julgamos ser perfeitas mas que nunca vimos realmente como são quando estão sozinhas.
Este livro fez-me pensar que passamos uma grande parte do tempo a olhar para as fachadas dos edifícios que são as pessoas que nos rodeiam. Vemos o que está à mostra, temos oportunidade de espreitar por uma ou outra janela mas nunca conhecemos realmente o interior de alguém. Quando finalmente tal acontece, nem sempre sabemos lidar com o conhecimento e existe uma parte de nós que se sente defraudada por nem tudo ser como idealizamos. A questão é que ninguém é perfeito, nem Margo Roth Spiegelman.

Aos olhos de Quentin, que idolatra Margo desde a infância, esta é A rapariga, o monumento à beleza, à aventura, à perfeição que ele contempla ao longe e só a poucas semanas do fim do secundário, quando esta o suga para uma noite de aventura e vingança, é que Q (como os amigos o tratam) sente o seu calmo mundo abanar. Esta noite muda o seu presente e o seu futuro. E o dia seguinte também, quando se verifica que Margo desapareceu, uma vez mais, por livre e espontânea vontade, no que os pais chamam de "mais uma maneira de chamar a atenção"

Com base na grande aventura vivida na noite anterior e toda a bagagem de sentimentos que Quentin carrega por Margo, inicia-se assim uma caça ao tesouro, sendo o grande prémio encontrar Margo, esperamos sempre mais viva do que morta.
Uma aventura, com muitos momentos de coração na mão intercalados com outros totalmente hilariantes, é o que Quentin e alguns dos seus amigos mais chegados vivem para encontrar e descortinar as pistas necessárias para seguir o rastro de Margo. Vivem, quem sabem, uma das grandes histórias das suas vidas.

Não me interessa que os livros de John Green sejam para adolescentes, eu cá acho que ele escreve para pessoas que o queiram ler, que sejam capazes de olhar para cada história, cada diálogo ou possível citação como algo que remexe com o passado e presente, como elementos que nos faz pensar e acima de tudo, nos fazem sorrir.
Este livro mostra-nos o quanto podemos ser estúpidos durante a nossa adolescência, um tempo que, assim como na idade adulta, todas as nossas acções têm consequências e causam impacto em nós e nos outros. 
No entanto, mostra-nos o quanto podemos ser felizes com a dose certa de loucura e uma boa companhia.

O final :) o final fez-me sorrir. Por vezes o que mais queremos fazer não é o mais certo. É sem dúvida o que nos sabia bem no momento mas não a longo prazo. Quando conseguimos tomar uma decisão consciente sabemos que estamos prontos para a viagem, cada um para a sua, seja lá qual for o nosso destino.

Boa viagem e boas leituras!


Agora, vou ali esperar que An Abundance of Katherines seja publicado cá. Só assim fecho o círculo John Green.
E o filme de A culpa é das Estrelas está a caminho. Vamos lá ver o que sai dali.


terça-feira, 3 de setembro de 2013

Comecei a ler...

Um pouco desiludida com À Procura de Alaska mas eternamente apaixonada por A Culpa é das Estrelas, aqui vou eu para mais uma leitura John Green.

Mais informações no site da Editorial Presença
» Excerto «

Sinopse
Sinopse: Quentin Jacobsen e Margo Roth Spiegelman são vizinhos e amigos de infância, mas há vários anos que não convivem de perto. Agora que se reencontraram, as velhas cumplicidades são reavivadas, e Margot consegue convencer Quentin a segui-la num engenhoso esquema de vingança. Mas Margot, sempre misteriosa, desaparece inesperadamente, deixando a Quentin uma série de elaboradas pistas que ele terá de descodificar se quiser alguma vez voltar a vê-la. Mas quanto mais perto Quentin está de a encontrar, mais se apercebe de que desconhece quem é verdadeiramente a enigmática Margot.

Cidades de Papel é um romance entusiasmante, sobre a liberdade, o amor e o fim da adolescência.

 :)

sexta-feira, 14 de junho de 2013

"À procura de Alaska" - Looking for Alaska

(foto ElsaR)
Edição portuguesa - "À Procura de Alaska" da ASA

A minha opinião:
Todos nós passamos por acontecimentos, provações e pessoas que nos marcam, que nos moldam e nos amolgam. Em alguma altura, fomos a Alaska Young de alguém ou tivemos uma que fez mossa, mesmo que pequenina, na carapaça que se carrega para toda a vida.

Levava grandes expectativas para a leitura deste livro. Ter na bagagem o sentimento de perfeita genialidade deixado por "A Culpa é das Estrelas", coloca a fasquia John Green bem alta e "À Procura de Alaska" foi jornada interessante mas não arrebatadora.
Tem momentos com os quais não me consigo identificar. Uns por intolerância a pessoas com as característica de Alaska, outras por excesso de experiência ou idade, e ainda mais para a frente, por escassez de momentos de igual introspecção e sofrimento, como os que são vividos por Miles, o nosso narrador e personagem principal. Talvez ao ler o livro, eu não me consiga colocar no lugar de Miles (uma prova que a literatura teen não é o indicado para mim em certos momentos, nem mesmo para descontrair).

Tirando a minha incapacidade de estabelecer uma ligação afectiva com o livro e as personagens, "À Procura de Alaska" tem impresso o cunho John Green e que não deixa ficar indiferente quem o lê (mesmo para quem olha para Alaska e só vê "trouble").
Este é mais um dos livros que me faz pensar que nenhum livro é lido de igual maneira por pessoas diferentes. Por vezes, nem uma única pessoa encontra o mesmo em duas ocasiões.
Desta vez levo momentos, últimas palavras e citações, tudo detalhes que me fazem pensar, me fazem sentir. Detalhes que me acompanham para as vezes que me perco no labirinto que é a vida e me deixo prender pela era dos momentos mais sombrios. Eventualmente, tudo passa.

"We need never to be hopeless, because we can never be irreperably broken"

Muito mais que uma história sobre um amor adolescente, "À Procura de Alaska" aborda temas que são muito mais profundos, que magoam tanto ou mais ainda, que o primeiro amor.


John Green está definitivamente na lista de autores a quem estou atenta.
No último Natal, a prenda que pensei dar a mim mesma foi a caixa com todas as obras de John Green mas depois decidi que iria esperar pacientemente até que Paper Tows (Cidades de Papel, editado em Fevereiro de 2013 pela Presença) e An abundance of Katherines chegassem ao mercado português. Garantidamente, Cidades de Papel será uma das próximas leituras visto que tenho uma amiga que o está a ler neste momento e rapidamente ele dá um saltinho até à minha residência mas e quanto ao An Abundance of Katherines? Quando será que vamos ter o prazer de ver esse livro editado em Portugal?

Quem, como eu, está atento aos livros de John Green?

Nota:
Estava agora a olhar para as capas que coloquei aqui e de todas as que vejo, mesmo as portuguesas, as que gosto mais são as que têm um rasto de fumo tão característico das personagens, especialmente de Alaska. No entanto, acho que a reedição tem uma capa muito mais indicada do que a inicialmente escolhida para representar a versão nacional.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Comecei "À procura de Alaska"

 John Green fez-me fã com "A Culpa é das Estrelas" e quase todos os seus livros conseguem despertar uma curiosidade extrema em mim.
Deste vez, por cortesia natalícia de uma querida amiga que está sempre atenta à minha wishlist, tenho a oportunidade de ler "À Procura de Alaska", versão em inglês, publicada pela Harper Collins. No entanto, este foi o primeiro livro de John Green a ser lançado em Portugal, pela mão da ASA, em 2012.
 Neste momento, o autor já tem 3 livros editados em Portugal. "A Culpa é das Estrelas" e "À Procura de Alaska" pela ASA e mais recentemente, "Cidades de Papel" editado pela Presença.

 A Edição em Portugal já tem duas capas diferentes. O que acham das restantes que encontrei, quer para a versão em inglês quer para versões traduzidas pelo mundo inteiro?
Sem mais demoras, deixo-vos com a Sinopse do Livro e o excerto disponibilizado online aqui 

Na escuridão atrás de mim, ela cheirava a suor, luz do sol e baunilha, e, nessa noite de pouco luar, eu pouco mais podia ver além da sua silhueta, mas, mesmo no escuro, consegui ver-lhe os olhos - esmeraldas intensas. E não era só linda, era também uma brasa."
Alaska Young. Lindíssima, esperta, divertida, sensual, transtornada… e completamente fascinante. Miles Halter não podia estar mais apaixonado por ela. Mas, quando a tragédia lhe bate à porta, Miles descobre o valor e a dor de viver e amar de modo incondicional.
Nunca mais nada será o mesmo.


A crítica no Efeito dos Livros, daqui a uns dias :)

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

A Wishlist a aumentar

Oh John Green, mais um livrinho traduzido em português. Que bom!!
Mal posso esperar para o ler.
 Sai dia 19 de Fevereiro pela mão da Presença 

 
Sinopse
Quentin Jacobsen e Margo Roth Spiegelman são vizinhos e amigos de infância, mas há vários anos que não convivem de perto. Agora que se reencontraram, as velhas cumplicidades são reavivadas, e Margot consegue convencer Quentin a segui-la num engenhoso esquema de vingança. Mas Margot, sempre misteriosa, desaparece inesperadamente, deixando a Quentin uma série de elaboradas pistas que ele terá de descodificar se quiser alguma vez voltar a vê-la. Mas quanto mais perto Quentin está de a encontrar, mais se apercebe de que desconhece quem é verdadeiramente a enigmática Margot. Um romance entusiasmante, sobre a liberdade, o amor e o fim da adolescência.
 
CURIOSOS?
Quem é que já leu "À Procura de Alaska" ou "A Culpa é das Estrelas"? 
Eu já li A Culpa é das Estrelas e adorei. No último natal recebi o outro, na versão em inglês. Será que depois do lançamento de "Cidades de Papel" podemos começar a sonhar com a tradução de "An Abundance of Katherines"?

domingo, 6 de janeiro de 2013

Parece que me portei bem...

porque o Pai Natal presenteou-me com livrinhos
Sei que este post vem atrasado mas como hoje é dia de Reis, ainda venho a tempo!
+

E sendo assim, com a ajuda de familiares e amigos, a minha biblioteca ganha mais 6 livros:
Escravos da Paixão de Kate Pearce (completando assim a colecção romances sensuais da 5ª Essência)
e Looking for Alaska (versão inglês) de John Green

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Opinião : "A Culpa é das Estrelas" de John Green

  Sabem os livros em que somos capazes de ler e reler a mesma página, só para saborear a aquele momento uma vez mais?
Sabem aquele livro em que chegamos ao fim e voltamos umas páginas atrás para reler tudo uma vez mais, ou se não for o fim, aquelas dezenas de páginas que dobramos por conterem momentos que nos fizeram sorrir, chorar ou simplesmente pensar "adoro este livro!"...sabem quais são esses livros?

A Culpa é das Estrelas é um desses livros.  
Como diria um velho amigo "uma pequena genialidade"

Um pequeno livro que quero reler e ler em inglês :) John Green acabou de ganhar lugar cativo na minha estante.
E quanto a opiniões, já ando a divagar sobre este livro faz dias....como colocar todos os pensamentos numa pequena opinião?
Eu tenho o sério problema de me embrenhar nos livros, de entrar na história e adorá-la pelo que ela é. Não me interessa o que os outros acham do livro, se está mal escrito ou bem escrito, se é para adultos ou para adolescentes, leio porque me interessa e ponto final.

Por vezes, encontramos um livro em que ao lê-lo, ficamos a ideia que é um dos melhores do mundo. Chegamos até a ter receio de comentar com os outros, não vá existir por ai alguém que venha abalar aquele pensamento idílico que temos sobre a história ou algum personagem.
A Culpa é das Estrelas é um desses livros. 
E curiosamente fala disso logo nas primeiras páginas "Por vezes, lemos um livro que no enche de um estranho fervor entusiasta evangélico e convencemo-nos de que o mundo desfeito nunca mais se recomporá, a menos que e até que todos os humanos vivos leiam o livros. E depois existem livros, como .... acerca dos quais não podemos falar a ninguém, livros tão especiais e raros e nossos, que publicitar o nosso afecto dá a sensação de ser uma traição" 

Que mais posso dizer sem estragar o livro para ninguém, visto que a melhor parte é lê-lo e receber de braços abertos os sentimentos criados durante a leitura.
A mim fez-me sorrir, pelo diálogos, pela ligação entre as personagens (que são espectaculares!) e por me fazer lembrar de pessoas que já não estão na minha vida. Acima de tudo fez-me pensar nos momentos que vivi, bons ou maus, que ficaram guardados na memória mesmo depois de a pessoa desaparecer da minha vida.

Há livros que lemos e outros que nos lêem a nós.
A Culpa é das Estrelas é um desses livros. 
  
Porque este livro é um elogio à vida, um abre olhos a quem passa pelos dias como se fosse apenas mais um, mesmo que não saiba exactamente quantos lhes resta.
Sei que as tretas do viver a vida, aproveitar cada dia como se fosse o último por vezes enjoam (especialmente quando as vemos publicadas por esses murais de facebook repetidamente), mas talvez nos faça bem parar para observar e absorver o que nos rodeia, devemos aproveitar as pessoas que estão na nossa vida, enquanto elas ainda estão cá.
E devemos aos que já cá não estão, o sentido de oportunidade para agarrar as hipóteses que temos de sermos felizes mesmo que por curtos espaços de tempo.

ok!

Boas leituras!
:D