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quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Opinião :: "Em Parte Incerta"

Desde que li “Objectos Cortantes” que tenho uma vontade louca de ler este livro e “Lugares Escuros”. “Em Parte Incerta” já foi adquirido algures no Natal ou no início do ano mas estava a aguardar pacientemente pelas férias, até porque o filme só tem data de estreia a 3 de Outubro. Sim, sim, toda a gente me diz “como esperaste tanto tempo?!” e acho realmente que precisava de me preparar mentalmente para esta história.
Não estava enganada.

(Créditos Fotográficos - Neusa do Vale Photography)

Como já vi o trailer é inegável dizer que não li a história com os actores na minha cabeça, a reagir a cada cena, a surpreenderem-se a cada reviravolta que a mente retorcida de Gillian Flynn preparou para nós neste livro.
Toda a gente sabe o que se passou, quer pela leitura da sinopse ou por já ter colocado os olhos no trailer mas o que não sabemos e nos é apresentado ao longo do livro é um banho maria de relatos sobre o ponto de vista de Amy, a desaparecida, e Nick, o marido estranhamente imperturbado pelo evento. O que de certa maneira não esperamos acaba por acontecer e damos connosco numa viagem por uma casa assombrada daquelas capazes de assustar até o mais preparado dos visitantes. Sabemos que a cada nova esquina virá algo que nos vai deixar de boca aberta de espanto, tal é doentia a mente de cada uma das personagens. Na realidade, dei por mim a duvidar do tomei como certo quase até ao fim mas acima de tudo, assusta-me pensar que até certa parte me identifiquei com as personagens, nas suas entradas no diário antes de se conhecerem. Quero salvaguardar, estou bem de saúde mental! Pelo menos espero que sim…. Já Amy, Nick, Desi, o pai dele ou os dela, deixam muito a desejar.
Assusta-me pensar o quanto a faceta pública das pessoas pode ser tão distante do que elas realmente são, assusta-me pensar até onde as pessoas estão dispostas a ir para atingirem os seus objectivos ou para se livrar dos obstáculos que estão no seu caminho.
Acho que o que me assusta mesmo é a mente de Gillian Flynn!

“Em Parte Incerta” é um livro que nos faz duvidar daquilo que tomamos como certo logo de início, das suposições que fazemos das pessoas que conhecemos. Na realidade, este livro faz-me olhar para todas as pessoas que me são próximas com uma questão em mente: São todos realmente aquilo que transparecem para o exterior ou haverá uma parte arrepiante que guardam só para eles?
Se forem como eu, vão passar por uma miríade de sentimentos com este livro, coisas como compreensão, desprezo, repulsa e medo mas nem será necessariamente por esta ordem. “Em Parte Incerta” causa impacto mas há algo que me escapou. Há algo que não me faz ficar completamente rendida a esta história só que ainda não descobri o que é.

Agora fico pacientemente à espera do filme. Quero ver como a montagem do filme será fiel à narrativa, com momentos passados e presentes. Acho realmente que estou é desejosa de ver Amy (Rosamund Pike), Nick (Ben Afleck) e Desi (Neil Patrick Harris) Ahhh e a cara das pessoas que não leram o livro quando chegarem os créditos finais! :D

Sei que podia ter adorado este livro mas aquele fim, por mais que saiba ser o indicado, não tem aquele sentidozinho de justiça que eu queria. Vá, os bons vencem sempre, certo?! Mas quem são os bons em “Em Parte Incerta”?
Deixo-vos com esse pensamento e a ideia
"LEIAM ESTE LIVRO"

Boas leituras 
:)

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Opinião :: "Jogo Arriscado" de Janet Evanovich

Os primeiros dias de férias fizeram-me regressar à vida de Stephanie "Desastre Ambulante" Plum. Tanto na sua vida pessoal como a profissional, que sem querer se interligam constantemente, Stephanie parece possuir um íman para os acontecimentos mirabolantes e as personagens mais loucas que habitam na sua área postal de Nova Jersey.
O seu trabalho como caçadora de recompensas tem altos e baixos mas a cada novo caso sabemos que podemos esperar muita confusão e desastrosas perseguições por parte de Stephanie a da sua "side-kick" extravagante e ex trabalhadora da vida, Lula. 

"Jogo Arriscado" não é excepção e entre um burlão que desapareceu misteriosamente do hospital, um sem abrigo com uma obsessão por um tiki havaiano, uma quase prostituta e outros casos menores que vão surgindo no bairro de Trenton e que solicitam a atenção de Stephanie temos Ranger, o antigo romance louco da caçadora de recompensas que desta vez é quem precisa de protecção (se é que é possível proteger alguém como Ranger, a não ser das mulheres que se atiram aos seus pés!)
Pelo meio de muito humor, tentativas de envenenamento, sedução, condutas obsessivas e um trabalho de guarda-costas que tem tudo para correr mal, Stephanie diverte-nos com mais um capítulo das suas aventuras, que nos faz pensar que vivemos num canto muito sossegado. Realmente, se uma vida de acção é algo tipo do dia a dia de Stephanie, eu não me importo de ser aborrecida (à excepção de Ranger, podia existir um desses por ai a perseguir-me ou a precisar de os meus serviços de guarda-costas!!)

"Gosto do meu trabalho maluco e da tendência que a minha vida revela para o desastre. Não é que queira granadas na minha sala de estar mas acabei por adquirir o gosto pela aventura"

É claro que tudo isto faz sentido quando não há um dia de descanso na vida de Stephanie!

E a aventura de Stephanie continua. A versão original já conta com mais dois títulos publicados, por aqui, apenas tivemos oportunidade de ler o "Sorte Explosiva" mas vejam a nossa opinião.
A série da Stephanie Plum tem a dose ideal de diversão, acção, sarcasmo e intriga.

Não percam a oportunidade de conhecer esta série de Janet Evanovich.
Todas as séries da autora são publicadas pela

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Opinião :: "Pecado" de Sylvia Day

Eu tenho lido Cheryl Holt, Jess Michaels ou Kate Pearce e consigo apontar, pelo menos, um livro preferido de cada uma destas autoras mas agora li Sylvia Day e não consigo dizer qual delas é a minha preferida. Tenho efectivamente de juntar "Pecado" aos livros TOP da minha estante. Este é um daqueles que me apetece emprestar a todas as minhas amigas com a simples nota "LÊ! Vais adorar!"


A escrita de Sylvia seduz-nos, amarra-nos e deixa-nos completamente exaustas no final, talvez por ficarmos horas esquecidas a ler enquanto nos embrenhamos mar, alma e coração a dentro com a história de Jessica e Allistair.
Quando os conhecemos, a atingir a maioridade, ela estava prometida a um bom partido e ele, o quatro em linha sucessão do título familiar, já era considerado um pedaço de mau caminho e um homem que aceitava qualquer desafio pela aventura e pelo proveito de ganhar a aposta com os amigos.
Mas embora fizessem os possível por manter distância entre ambos, bastou um único momento para que duas almas se interligassem. O que seria uma cena pecaminosa e chocante tornou-se num despertar, numa tomada de consciência afogueada, uma troca de olhares que marcaram para sempre Jessica e Allistair.
Mas a distância consciente era a melhor decisão que podiam tomar e sete anos passaram desde esse dia, desde a última vez que se viram, desde aquele momento voyeur no bosque.

Jessica, agora viúva, viveu um bom casamento com o Lord Tarley, um pouco devido àquela noite no bosque que lhe despertou os sentidos, que a fez abrir a alma e o coração ao esposo. Mas com a sua súbita morte por doença, da qual Jessica tem feito luto no último ano, vem a herança em terras distantes, na Jamaica, e a qual a nossa heroína pretende gerir localmente.
E como o destino trabalha por sinuosos caminhos, a pessoa encarregue de a levar ao seu destino é nada mais nada menos que Allistair, agora imponente comerciante e detentor do Acheron, o barco que levará Jessica até ao seu futuro.
E é a bordo do Acheron que se traçam as novas linhas da vida de Jessica. O encontro inesperado com Allistair, a percepção do peso que aquele momento teve na sua vida e o quanto está perdida de dor pela morte do marido mas inegavelmente interessada neste homem sedutor que lhe ocupa a cabeça e que a vai acompanhar nesta viagem até ao outro lado do mundo.
O jogo de sedução que se inicia entre os dois é devastador. Seguem-se dias inebriados de desejo e vinho tinto para nos contar o que é, talvez, das histórias mais interessantes que li deste género.

"Que par faremos os dois. A viúva perversa e o libertino reformado"

A história progrediu num doce balanço, ao sabor do mar que serve de caminho à perdição traçada para Jessica e na qual ela vai embarcar completamente rendida, com corpo e mente à mercê de Allistair.
Mas duas vidas tão diferentes, têm um longo caminho a percorrer até que surja o momento certo para se unirem, para quebrarem as convenções sociais e proclamarem em público o que está bem vivo no privado.

À medida que ia lendo as primeiras dezenas de páginas percebi as saudades que tenho de um romance de época carregado de momentos sensuais e personagens de uma era distante mas com os quais nos sentimos tão próximos. Não só de Jessica e Allistair mas igualmente dos personagens em segundo plano. Com a viagem de Jessica para Jamaica, ficam em Londres a irmã e o ex cunhado e o que se passa em terras de Sua Majestade tem a dose ideal de magnífico, trágico e desafiante.

"Eu evito especular sobre as possibilidades do passado. A vida é o que é. Fazer o melhor que se pode toma-nos bastante energia. É inútil desperdiçar-se qualquer esforço a lamentar o que não pode ser alterado"

Duas histórias numa só, muitos passados que nos ensinam que não devemos julgar as pessoas pela aparência. Por detrás de cada decisão que temos hoje estão os anos e os eventos que nos pesam nos ombros. Alguns de nós seguem mais leves, outros mais carregados mas que haja momentos em que a carga nos é aliviada e podemos levitar, mesmo que seja por entre os lençóis, nos braços de um amante, entre suspiros e promessas de prazer.

Boas leituras, boas férias, bons pecados!

Uma leitura com o apoio

NOTA: Este livro tem princípio, meio e fim. É um livro único, em mais que uma maneira.No entanto, fiquei curiosa de ler "The Stranger I Married"

Créditos Fotográficos :: Neusa do Vale Photography

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Comecei a ler...

Depois de ter devorado "Delirium", começo a semana na praia a ler "Antes de vos deixar".
Assim como o mais recente livro de Lauren Oliver, também este me cativou com uma única frase:

"E se este fosse o último dia da tua vida?"

A metade colorida está de férias...podia ficar assim até ao meu aniversário.
Boas férias e boas leituras :D

Uma leitura com o apoio

sábado, 16 de agosto de 2014

Opinião :: "A Sorte Que Move o Destino"

Num dos últimos livros que li, a personagem principal dizia algo que me aflorou os pensamentos quando li, pela primeira vez, a sinopse de "A Sorte que move o destino".
Suttter Kelly, de "O Espetacular Momento Presente" dizia algo como "o bizarro é bom. Abraça o que é bizarro. Goza o bizarro porque nunca vai desaparecer".


Esta ideia foi o que me fez entrar nesta mirabolante aventura que é a história de Bartholomew Neil. Toda a sua vida, os seus 38 anos nesta terra, foram passados a viver com a mãe e para ela mas quando a morte toca a sua estrela guia, Bartholomew perde o norte e o propósito da sua existência. Inicialmente acompanhado por uma terapeuta de luto e o padre da sua paróquia, Bartholomew vê a realidade à sua volta de uma maneira muito própria. Mas o que podemos esperar de um personagem tão peculiar que em toda a sua vida nunca trabalhou, viveu sempre focado na mãe, na religião e tem severas incapacidades sociais ao ponto de não ter amigos e nunca ter privado com uma mulher? O que podemos esperar, perguntei eu....ora devemos esperar as cenas mais mirabolantes que encontrei em livro nos últimos anos protagonizadas pelas personagens mais inteligentes e especiais que se as tentássemos resumir a estereótipos acabaríamos certamente com o inicio de anedota daquelas muito batidas que vai sendo adaptada com o tempo e as circunstâncias do público ouvinte.

Em "A Sorte Que Move o Destino" conhecemos Neil e a sua história através das cartas que, após a morte da sua mãe, começa a escrever a Richard Gere. Acredito que a escolha vos possa parecer aleatória mas faz todo o sentido à medida que a história avança com mais uma carta endereçada ao actor. A Sr. Neil era uma fervorosa fã do galã de Hollywood e activista pela libertação do Tibete e quando o cancro que a massacrou os seus últimos meses de vida lhe trazia episódios de demência, Bartholomew passava a ser Richard aos seus olhos. E assim, com este faz de conta que Barthlomew desempenhou para a mãe, começou uma ligação entre ele e o actor, estabeleceu-se uma amizade unilateral que temos oportunidade de testemunhar nas cartas que compõem o livro no qual somos brindados com os eventos imediatos à morte da Sra. Neil e que mudam por completo o dia a dia de Barthlomew: a terapia de luto, a presença constante do Padre na sua casa, as novas metas de vida que impõe a si próprio, o enamoramento por alguém tão estranho como ele, o encontro imediato com o que será o seu primeiro amigo e uma descoberta que poderá mudar para sempre o seu futuro.

Na cabeça de Bartholomew passou-se a formular a questão "O que faria o Sr. Richard Gere?" como método de resolução para os desenlaces imprevisíveis que surgem no seu dia a dia e eles são muitos, especialmente à medida que os dias avançam e vamos conhecendo mais personagens, cada um deles com a sua história, os seus demónios e dramas.
Parece-me que este é um daqueles livros capaz de afastar ou aproximar pessoas só pela leitura da sinopse. Se temos por costume dizer que "é de extremos, ou se ama ou se odeia", com este livro passa-se o mesmo.
As especificidades da personalidade de Bartholomew (e de quem lhe é próximo) podem  facilmente caracterizá-lo de "maluquinho" mas tanto a nossa personagem principal como, por exemplo, o seu melhor amigo, sofrem de doenças mentais o que torna esta história tão diferente de tantas outras que já lemos pela visão única que as suas personagens têm do mundo que os rodeia. São exactamente as observações e o modo como as personagens analisam os acontecimentos à sua volta que me deixaram presa até ao fim do livro, um que sei que muita gente não irá comprar e que talvez até se sinta injustiçada por não gostar ou se identificar com a história.
Mas há livros que são um Koan, algo para se reflectir profundamente mas para o qual não temos resposta ou resolução. "A sorte que move o destino" é assim: estranho, interessante, bizarro,  incapaz de agradar a todos mas que me arrancou sorrisos, gargalhadas e me deixou a pensar.

À medida que lia o livro dei por mim com outro pensamento, uma questão semelhante à de Bartholomew, "O que pensará o Sr. Richard Gere deste livro?". Pergunto-me se o Richard Gere, algum assistente, familiar ou amigo já leu este livro e deu consigo a pensar "raios, é mesmo assim que ele fala" ou "era exactamente isto que ele diria nesta situação". Não sei se o autor será um fã de Richard Gere à semelhança da Sra. Neil mas uma coisa é certa, acaba por ser uma homenagem a um actor que marcou uma geração pela sua gentileza, cavalheirismo e integridade, uma imagem que nos é transmitida ou reforçada nos diálogos (mesmo que fictícios) travados entre Bartholomew e Richard Gere.
Apostem no bizarro, no inconvencional, acreditem que vão gostar.

Boa leituras!

Uma novidade da

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Opinião "Entrega-te ao Amor"

Quando dois adultos, conscientes da sua ligação profissional e do desejo mútuo, aceitam um acordo estritamente físico, o que pode correr mal?
Não conseguirem separar o trabalho do lazer? Ou acabarem por trazer sentimentos para esta mistura explosiva?
Para Brooke e Jett, o caso complica-se ainda mais do que isso.
A premissa inicial de "Entrega-te ao Amor" interessou-me pelo facto de Brooke e Jett trabalharem juntos, ou melhor, de ele ser o seu mais recente patrão. É certo e sabido que os romances de escritório dão, na grande maioria das vezes, problemas de elevada dimensão. Há o que se apaixona, o que anda a trair o cônjuge, o trabalho que acaba negligenciado ou ainda a terrível hipótese de sucumbir ao desejo e ser apanhado de calças na mão em pleno local de trabalho (que deve acontecer mais vezes do que sonham!).

Mas em "Entrega-te ao Amor" somos brindados com uma história que, na minha humilde opinião, ficaria esplêndida com mais umas 100 páginas. Conhecemos Brooke, uma agente imobiliária verdinha mas cheia de garra em plena Nova Iorque, que tem pela frente um novo desafio, servir de intermediário entre a actual empresa e uma multinacional da área. O que ela não sabe é que o encontro, que diga-se de passagem foi no local mais inconvencional para o efeito (uma casa de strip), era mais uma entrevista de trabalho do que uma reunião. 
E como um mal entendido nunca vem só, assim chegou Jett, atrasado, com um ar pouco profissional e pronto a desabar com o mundo (e o discernimento) de Brooke. Considerando-o apenas um intermediário, cedo lhe virou as costas, não deixando de cometer alguns erros crassos pelo caminho, determinando desde cedo o rumo da história.
E daí em diante os acontecimentos precipitaram-se pela via rápida, muito ao ritmo nova iorquino mesmo quando, sem saber bem como, Brooke se vê contratada e num voo para Itália onde irá trabalhar temporariamente como assistente do dono da empresa. E essa é parte da história que vocês estão desejosos de saber por isso não vos vou adiantar mais detalhes para não estragar o gostinho de conhecer a história em primeira mão.

O que começa com um simples acordo entre dois adultos conscientes e que se desejam, rapidamente se torna em algo mais, algo que tem tudo para desafiar as convenções das relações que devem ser estritamente profissionais mas ao mesmo tempo, algo que a mais pequena mentira pode destruir por completo.
Qual será o segredo capaz de arruinar os planos de Brooke e Jett?
Qual será o acto considerado imperdoável? Existirá futuro quando temos interesses financeiros à mistura?



Gostei de me ver novamente em Itália e acho que vou fazer disso um requisito para os livros que leio. Desta vez somos brindados com uma chegada a Milão e uma estadia no Lago Como. (Eu ia já de férias!)
Mas embora tenha gostado da leveza da história acho que foi tudo muito rápido. A escrita da Jessica C. Reed é fluída e sensual mas é como se todos os momentos fossem descritos superficialmente, mesmo os mais intímos entre Brooke e Jett. Gostei das suas histórias pessoais, gostei da química entre ambos mas senti que no fim levamos uma chapada em muitas poucas folhas, o que nos deixa uma certa necessidade de começar a ler o outro já de seguida, para saber se os planos nos fazem ficar em Nova Iorque a apanhar pedaços ou rumar a Itália e começar um novo capítulo. Começo a achar que um mini teaser na bandana final era o que bastava para saciar o leitor ou então, aguçar mais a sua curiosidade.

Quero saber mais sobre a história de Brooke e Jett! 
Quero voltar para o Lago Como!!

Uma novidade

Créditos Fotográficos : Neusa do Vale Photography