Celebrando uma nova parceria, desta vez com a ALTHUM, temos o prazer de divulgar o lançamento deste novo livro, um hino à comicidade e ao génio do Renascimento, Da Vinci.
Esta será uma apresentação, feita por Gabriela Carvalho, em tudo especial: pelo livro que lançamos – uma verdadeiro tesouro de comicidade e, ao mesmo tempo, revelação histórica de uma das mais desconhecidas facetas do reputado génio do Renascimento –, pela presença neste lançamento de alguns dos melhores restaurantes de Lisboa, com menus de degustação que certamente irão surpreender e maravilhar os paladares, e ainda pelo facto de o actor Marcantonio del Carlo dar corpo e voz a um Leonardo que nos honrará com a sua presença.
O evento é de entrada livre mas exige marcação prévia, através do 919 745 338 ou info@althum.com
A leitura é uma viagem por palavras nacionais, estrangeiras, umas cultas, outras menos, umas mais rebuscadas, outras simplificadas, algumas levam-nos às lágrimas, muitas delas às gargalhadas e as melhores, aquelas que nos deixam abismadas, tamanha é a profundeza da ideia, da genuinidade expositiva, onde a simples contemplação daquelas palavras nos deixa assim: sob o Efeito dos Livros!
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
Lançamento livro «Notas de Cozinha de Leonardo da Vinci» | Casa do Alentejo | 22 de Setembro
SELF, uma nova parceria
Conheçam através deste link as edições da SELF
A SELF editou recentemente o livro sobre o excepcional Jacob Barnett, do qual vos deixo este vídeo... digamos motivacional ;)
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«Salvo pelas estrelas» de Kristine Barnett, Opinião
Celebrando uma nova parceria, desta vez com a SELF, uma chancela da Saída de Emergência, tivemos assim a possibilidade de ler «Salvo pelas estrelas» a história verdadeira de Jacob, uma criança a quem foi diagnosticada autismo aos dois anos de idade e a luta da sua mãe, extraordinária e autêntica, que acreditou ser capaz de fazer mais pelo seu filho que o próprio sistema de ensino e os seus métodos de relativizar a educação de crianças com este síndrome.
Kristine Barnett é a mãe causadora de todo este percurso decisivo e determinante para a vitória de Jacob sob o fenómeno avassalador do autismo. Lendo apenas algumas partes do livro, poderíamos ficar a pensar que foi fácil, mas quando se o lê, assim de rompante, algo mais forte toca-nos e arrebata-nos, afirmando para nós mesmo: que luta, que dor, que emoção, que vida.
Se Jacob chegou aos dois anos e lhe foi diagnosticado autismo, Kristine tem um segundo filho que desde recém nascido tem também ele uma doença rara e altamente limitativa. Resta-lhe o apoio do, incansável marido e lá vão eles, um para cada lado tentando salvar ambos os filhos das garras da doença.
Uma família assim tem de ter algo de genuíno, único e raro, só pode - como é que se luta desta forma? Como é que se sobrevive a tamanha provação?
É fé? É perseverança? É amor? Como? Foi essa a pergunta que me perseguiu durante todo o livro e creio que a minha busca foi sempre essa, mais do que saber o "destino" de Jacob era perceber se esta mãe, se este casal, revelavam a fórmula, o segredo, a força motriz que os conduz e os salva.
A par das explicações sobre os espectros do autismo e das janelas de oportunidade, ou as questões (amplamente especuladas) sobre vacinas, tratamentos, alimentação, Kristine orienta-nos mais sobre o desenrolar do projecto educacional em que se deteve nestes anos de "iniciação ao autismo" e de como construiu o projecto de apoio a outras crianças que partilharam emoções e aprendizagens com o seu filho.
Este livro é, sem dúvida, um apelo à individualidade e ao apoio que cada criança com autismo necessita para que possa desenvolver-se naquilo em que é capaz e onde se destaca, já que existem investigações a comprovar essa mesma teoria, de que um autista tem sempre uma área em que consegue ser excepcional, desde... e é no desde que reside a importância. Desde que seja acompanhado, estimulado e incentivado nessa área de competência, estando o educador, psicólogo... atento à "tal" janela de oportunidade. O segredo reside aqui, em apanhar essa oportunidade na época certa.
A dúvida final que me resta e que me deixou a pensar, foi:
Não seremos todos nós um pouco autistas? Todos nós temos uma área, uma coisa, uma competência em que de certeza conseguimos e somos, ou conseguiríamos ser... caso alguém... pais, educadores... tivessem sabido especulá-la na fase certa - não têm essa sensação?
Para conhecerem melhor um pouco mais sobre Jacob, o rapazito extraordinário que nos é apresentado em Salvo pelas Estrelas:
TEDxConference
http://www.youtube.com/watch?v=Uq-FOOQ1TpE
60 minutes – CBS News Online - Oiçam a resposta de Jacob, mais ou menos ao minuto 10.
http://www.youtube.com/watch?v=g91IQsS2spA
The Star
http://www.thestar.com/entertainment/books/2013/04/12/the_spark_a_mothers_story_of_nurturing_genius_by_kristine_barnett_review.html
USA Today
http://www.usatoday.com/story/news/nation/2013/04/08/indiana-boy-genius-book/2064921/
Durante todo o tempo lembrei-me também de um personagem da série norte-americana, Parenthood que é extraordinariamente semelhante ao Jacob:
Fica também um vídeo sobre a personagem Max Braverman que pretende alertar para a educação e a especificidade do autismo - http://www.youtube.com/watch?v=EE6yN5iittA
Fico muito grata à SELF pela oportunidade de ler este livro.
Kristine Barnett é a mãe causadora de todo este percurso decisivo e determinante para a vitória de Jacob sob o fenómeno avassalador do autismo. Lendo apenas algumas partes do livro, poderíamos ficar a pensar que foi fácil, mas quando se o lê, assim de rompante, algo mais forte toca-nos e arrebata-nos, afirmando para nós mesmo: que luta, que dor, que emoção, que vida.
Se Jacob chegou aos dois anos e lhe foi diagnosticado autismo, Kristine tem um segundo filho que desde recém nascido tem também ele uma doença rara e altamente limitativa. Resta-lhe o apoio do, incansável marido e lá vão eles, um para cada lado tentando salvar ambos os filhos das garras da doença.
Uma família assim tem de ter algo de genuíno, único e raro, só pode - como é que se luta desta forma? Como é que se sobrevive a tamanha provação?
É fé? É perseverança? É amor? Como? Foi essa a pergunta que me perseguiu durante todo o livro e creio que a minha busca foi sempre essa, mais do que saber o "destino" de Jacob era perceber se esta mãe, se este casal, revelavam a fórmula, o segredo, a força motriz que os conduz e os salva.
A par das explicações sobre os espectros do autismo e das janelas de oportunidade, ou as questões (amplamente especuladas) sobre vacinas, tratamentos, alimentação, Kristine orienta-nos mais sobre o desenrolar do projecto educacional em que se deteve nestes anos de "iniciação ao autismo" e de como construiu o projecto de apoio a outras crianças que partilharam emoções e aprendizagens com o seu filho.
Este livro é, sem dúvida, um apelo à individualidade e ao apoio que cada criança com autismo necessita para que possa desenvolver-se naquilo em que é capaz e onde se destaca, já que existem investigações a comprovar essa mesma teoria, de que um autista tem sempre uma área em que consegue ser excepcional, desde... e é no desde que reside a importância. Desde que seja acompanhado, estimulado e incentivado nessa área de competência, estando o educador, psicólogo... atento à "tal" janela de oportunidade. O segredo reside aqui, em apanhar essa oportunidade na época certa.
A dúvida final que me resta e que me deixou a pensar, foi:
Não seremos todos nós um pouco autistas? Todos nós temos uma área, uma coisa, uma competência em que de certeza conseguimos e somos, ou conseguiríamos ser... caso alguém... pais, educadores... tivessem sabido especulá-la na fase certa - não têm essa sensação?
Para conhecerem melhor um pouco mais sobre Jacob, o rapazito extraordinário que nos é apresentado em Salvo pelas Estrelas:
TEDxConference
http://www.youtube.com/watch?v=Uq-FOOQ1TpE
60 minutes – CBS News Online - Oiçam a resposta de Jacob, mais ou menos ao minuto 10.
http://www.youtube.com/watch?v=g91IQsS2spA
The Star
http://www.thestar.com/entertainment/books/2013/04/12/the_spark_a_mothers_story_of_nurturing_genius_by_kristine_barnett_review.html
USA Today
http://www.usatoday.com/story/news/nation/2013/04/08/indiana-boy-genius-book/2064921/
Durante todo o tempo lembrei-me também de um personagem da série norte-americana, Parenthood que é extraordinariamente semelhante ao Jacob:
Fica também um vídeo sobre a personagem Max Braverman que pretende alertar para a educação e a especificidade do autismo - http://www.youtube.com/watch?v=EE6yN5iittA
Fico muito grata à SELF pela oportunidade de ler este livro.
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«Morte na Arena» - Opinião
Pedro Garcia Rosado avança nas investigações de Gabriel Ponte, começadas em «Morte com vista para o mar» e avança também na complexidade e no lado mais sanguinário, conferindo assim, um maior drama e um thriller bem mais violento do que o primeiro livro da série.
Mas, o melhor, é que para quem é de Lisboa ou arredores poderá começar por pegar neste mapa - http://goo.gl/maps/L4vJn e perder-se desde o Largo Barão Quintela até ao subsolo da capital e absorver os cenários vivos deste livro.
Foi o que tivemos o prazer de fazer no passado Sábado, na companhia do autor e de outros bloggers, dando uma alma viva a este rol de almas penadas e sombrias que «Morte na Arena» carrega desde os confins, as profundezas escuras e obtusas que serão os terrenos mais refugiados da nossa cidade, os túneis subterrâneos que remontam à época romana.
Se por um lado «Morte na Arena» expõe flagelos actuais e sugere enredos movidos pelo calor do dinheiro e pelas perversidades mais desumanas, levadas a cabo por homens de sucesso, letrados e senhores da política, dá-nos também um lado de barbárie e de retorno à época das trevas, onde a importância da vida, nada vale perante os intentos assassinos e nefastos, de quem trocaria tudo por um bom momento de diversão e prazer.
Um prazer nefasto que arrasta pessoas inocentes que não têm como se defender. Claro que a questão da defesa aqui discutida é de colocar na balança, já que a nata da sociedade é o motor, mas a combustão é assegurada pelas forças policiais, deixando-nos a pensar nas motivações e no poder do dinheiro, esse buraco negro, para onde se perdem tantos recursos.
O thriller de Pedro Garcia Rosado é mais do que um policial sangrento, é um puzzle que se vai montando com alguns requintes de malvadez, destapando os podres de uma sociedade cada vez mais insegura e sugerindo diversos focos de crítica social. Este é um livro preparado para nos fazer pensar, não só para desvendar o crime, mas também para olhar ao que nos envolve diariamente com um olhar menos inocente.
Mas, o melhor, é que para quem é de Lisboa ou arredores poderá começar por pegar neste mapa - http://goo.gl/maps/L4vJn e perder-se desde o Largo Barão Quintela até ao subsolo da capital e absorver os cenários vivos deste livro.
Foi o que tivemos o prazer de fazer no passado Sábado, na companhia do autor e de outros bloggers, dando uma alma viva a este rol de almas penadas e sombrias que «Morte na Arena» carrega desde os confins, as profundezas escuras e obtusas que serão os terrenos mais refugiados da nossa cidade, os túneis subterrâneos que remontam à época romana.
Se por um lado «Morte na Arena» expõe flagelos actuais e sugere enredos movidos pelo calor do dinheiro e pelas perversidades mais desumanas, levadas a cabo por homens de sucesso, letrados e senhores da política, dá-nos também um lado de barbárie e de retorno à época das trevas, onde a importância da vida, nada vale perante os intentos assassinos e nefastos, de quem trocaria tudo por um bom momento de diversão e prazer.
Um prazer nefasto que arrasta pessoas inocentes que não têm como se defender. Claro que a questão da defesa aqui discutida é de colocar na balança, já que a nata da sociedade é o motor, mas a combustão é assegurada pelas forças policiais, deixando-nos a pensar nas motivações e no poder do dinheiro, esse buraco negro, para onde se perdem tantos recursos.
O thriller de Pedro Garcia Rosado é mais do que um policial sangrento, é um puzzle que se vai montando com alguns requintes de malvadez, destapando os podres de uma sociedade cada vez mais insegura e sugerindo diversos focos de crítica social. Este é um livro preparado para nos fazer pensar, não só para desvendar o crime, mas também para olhar ao que nos envolve diariamente com um olhar menos inocente.
Aproveitem e espreitem a nossa passagem por Lisboa, na companhia do autor, da Topseller e de outros bloggers - vejam mais aqui: https://www.facebook.com/media/set/?set=a.670213462990888.1073741838.475106999168203&type=3
Mais uma vez obrigada à Topseller por esta leitura
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terça-feira, 17 de setembro de 2013
Novidades Planeta para a Wishlist da Elsar
Eu gosto tanto de Setembro!
Voltamos ao trabalho, é certo, mas é tempo dos últimos dias de calor, do início do Outono, de novas temporadas de séries e de grandes lançamentos de livros.
Não fiquei indiferente às novidades da Planeta e já constam da wishlist os seguintes livros.
«A Bibliotecária de Auschwitz, de Antonio G. Iturbe
(Outubro)
«Um romance baseado em factos reais que resgata do esquecimento uma das mais comovedoras histórias de heroísmo cultural, protagonizada por Dita Polachova, a bibliotecária do Bloco 31, do campo de Auschwitz, cuja vida inspirou este livro.
Um livro diferente, pois ao contrário dos livros publicados sobre o Holocausto, o testemunho aqui reunido, para além dos horrores sofridos por todos os judeus, conta a história de amor de Dita aos livros e da sua pequena biblioteca no campo de extermínio de Auschwitz.
«Um romance baseado em factos reais que resgata do esquecimento uma das mais comovedoras histórias de heroísmo cultural, protagonizada por Dita Polachova, a bibliotecária do Bloco 31, do campo de Auschwitz, cuja vida inspirou este livro.
Um livro diferente, pois ao contrário dos livros publicados sobre o Holocausto, o testemunho aqui reunido, para além dos horrores sofridos por todos os judeus, conta a história de amor de Dita aos livros e da sua pequena biblioteca no campo de extermínio de Auschwitz.
«A Bibliotecária», de Logan Belle
( 19 de Setembro)
«Mais de um milhão de livros vendidos, sendo já um best-seller nos Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia e Canadá.
A autora inspirou-se na vida da famosa pin-up Bettie Page, que fez capas de revista em todo mundo pela sua vida controversa principalmente da forma como abordava a sexualidade feminina.
A história tem como protagonista uma jovem que trabalhou arduamente para conseguir o seu emprego de sonho: ser bibliotecária da prestigiada Main Branch of the New York Public Library. Um dia em que vagueia pelos corredores da biblioteca descobre um casal a fazer amor o que desencadeia nela uma mistura confusa de repulsa pelo acto e desejo por ele que a começa a consumir. Sem saber o que fazer ou como agir, descobre por acaso o segredo num livro que revela a história de Bettie Page»
«Mais de um milhão de livros vendidos, sendo já um best-seller nos Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia e Canadá.
A autora inspirou-se na vida da famosa pin-up Bettie Page, que fez capas de revista em todo mundo pela sua vida controversa principalmente da forma como abordava a sexualidade feminina.
A história tem como protagonista uma jovem que trabalhou arduamente para conseguir o seu emprego de sonho: ser bibliotecária da prestigiada Main Branch of the New York Public Library. Um dia em que vagueia pelos corredores da biblioteca descobre um casal a fazer amor o que desencadeia nela uma mistura confusa de repulsa pelo acto e desejo por ele que a começa a consumir. Sem saber o que fazer ou como agir, descobre por acaso o segredo num livro que revela a história de Bettie Page»
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segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Passatempo Presença "E é assim que acaba"
«Impossível ficar indiferente a este livro.» | Observer
************* NOVO PASSATEMPO **************
A valer até 30/09/2013
*
PASSATEMPO
Em parceria com a Editorial Presença temos para oferecer «E é assim que acaba»
Para ver mais sobre o livro, veja na página da editora, clique aqui: http://www.presenca.pt/livro/ficcao-e-literatura/romance-romantico/e-e-assim-que-acaba/
Para se habilitar ao passatempo, preencha o formulário abaixo e siga as regras dos nossos passatempos:
ATENÇÃO - REGRAS:
- O preenchimento do formulário é obrigatório para se habilitar ao passatempo.
- Podem participar todos os dias, aumentando assim as vossas possibilidades de ganharem.
- Só serão aceites participações de fãs e/ou seguidores.
- Façam partilha do passatempo, através do facebook, sigam o link: http://zip.net/blkW7B
- Ou copie o link e partilhe no seu mural, blogue ou outro (ajude-nos a divulgar).
- Só aceitamos participações de residentes em Portugal.
- Sorteamos o livro no random.org entre todos os participantes.
- Não nos responsabilizamos por nenhum extravio, caso o vencedor queira o envio do livro em correio registado, deverá cobrir as despesas de envio. Ao fim de apurado o vencedor este tem 7 dias a contar da data de o termos anunciado para nos enviar os dados para onde remeter o livro, findo esse prazo, o vencedor perde o direito ao livro/prémio.
BOA SORTE A TODOS OS PARTICIPANTES!
A viagem de Salomão... até Lisboa
"(...) é preciso voltar aos passos que foram dados, para os repetir, e para traçar caminhos novos ao lado deles."
E estamos na rota. Com um elefante tão grande como os sonhos de Saramago, com o mesmo ânimo e a mesma paixão porque para suster o mundo são necessários projectos que nos mostrem humanos e criadores, artífices de uma vida diferente daquela a que nos querem prender como se fosse uma condenação.
Parte da mensagem de Pilar del Río, para «A Viagem do Elefante» da Trigo Limpo Teatro ACERT
Mais fotos no álbum do facebook - http://zip.net/bckXjS
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«As Primeiras Coisas» de Bruno Vieira Amaral
A 11 de Outubro a Quetzal publica o primeiro romance de Bruno Vieira Amaral.
As Primeiras Coisas é um mosaico de personagens marginais, inesperadas, carregadas de histórias que se ligam entre si: podíamos conhecê-los a todos, não morariam muito longe de uma grande cidade.
José Rentes de Carvalho sobre As Primeiras Coisas:
«É romance de desespero, de aflições corriqueiras e das que ultrapassam o entendimento. Há ali medo e morte, dor funda, negrume, uma sarabanda de vivências. Contudo, o que nas páginas desfila não são personagens ou arquétipos, sim gente que, mesmo quando recusa a norma, desperta genuínos sentimentos de compaixão e simpatia. Surpreendente, de rara e comovente beleza, o último parágrafo é de antologia. Relê-se para saborear, condensa-se nele a arte e o talento de Bruno Vieira Amaral, prova à saciedade que este "estreante" o é apenas na cronologia, mas na realidade escritor feito, um daqueles que sabem que a boa, a verdadeira prosa, é também música, a que nos eleva e redime.»
Curioso é eu estar a ler «La Coca» de J. Rentes de Carvalho e este livro ser destacado, e logo assim, por ele mesmo, já estou a gostar. Será que depois da praia do Mindelo vou navegar atá ao Bairro Amélia!? Esperemos que sim.
A Humanidade inteira arde no Bairro Amélia, um lugar perdido na Margem Sul do Tejo, onde a História é reconstruída por personagens que raramente aparecem na nossa literatura.
Uma novidade,
Entre os livros de Pedro Garcia Rosado - um roteiro
Tivemos o prazer de percorrer algumas ruas de Lisboa, juntamente com o autor, naquele que seria o roteiro de um crime.
«Morte na Arena» saltou das página do mais recente livro publicado pela Topseller e levou-nos a olhar a Lisboa com outros olhos.
O convite e a iniciativa do autor com a editora juntou diversos bloggers e o Efeito dos Livros foi marcar presença e colocar algumas questões ao autor.
A tarde revelou-se descontraída e muito informal, garantindo a todos um bom momento ao redor das histórias, que como tantas outras preenchem as nossas horas de leitura, mas que desta vez nos levaram a um belo passeio pela cidade, terminando no Núcleo Museológico do BCP para assim chegarmos ao centro da história, o subsolo de Lisboa.
Ficam então alguns momentos do registo fotográfico, enquanto o álbum sangrento (lol) já se encontra no facebook.
Para começar a equipa Efeito dos Livros
... e que o facto da história ocorrer em locais facilmente identificados, traz maior realismo à acção e claro, permite momentos como este, em que Lisboa se tornou pano de fundo.
É importante também saber orientar o leitor, tornando-o a ele num policial, deixando-o arquitectar as suas próprias conclusões e quem sabe chegar perto do verdadeiro culpado. Esta questão/resposta traz-nos logo outra questão, as motivações: quanto é que da obra nos faz pensar nas motivações e nas causas sociais (neste caso particular) que podem estar por detrás, justificando acções criminosas.
As motivações criminosas e a presença de episódios sangrentamente mais marcantes é um salto entre o primeiro «Morte com vista para o mar» e o actual «Morte na Arena», serão os livros uma mostra do quanto, cada vez mais, a sociedade está preparada para cenas mais chocantes!? Pedro Garcia Rosado afirma que sim, e a conversa Chiado abaixo encaminha-se na direcção da cabeça de Catarina, mas também da possibilidade em aberto para o potencial canibalismo do Diabo (personagem do thriller).
O canibalismo acompanhou-nos em mais algumas divagações e deambulações na história desta prática socialmente renegada...
Um obrigado à Topseller e ao autor Pedro Garcia Rosado, e mais uma leitura que se devorou.
«Morte na Arena» saltou das página do mais recente livro publicado pela Topseller e levou-nos a olhar a Lisboa com outros olhos.
O convite e a iniciativa do autor com a editora juntou diversos bloggers e o Efeito dos Livros foi marcar presença e colocar algumas questões ao autor.
A tarde revelou-se descontraída e muito informal, garantindo a todos um bom momento ao redor das histórias, que como tantas outras preenchem as nossas horas de leitura, mas que desta vez nos levaram a um belo passeio pela cidade, terminando no Núcleo Museológico do BCP para assim chegarmos ao centro da história, o subsolo de Lisboa.
Ficam então alguns momentos do registo fotográfico, enquanto o álbum sangrento (lol) já se encontra no facebook.
Para começar a equipa Efeito dos Livros
E o grupo pronto para arrancar para o passeio.
Partindo do Largo Barão Quintela, a Rua das Flores é o destino, é lá que surgem 4 polícias assassinados...
E por falar em assassinatos, crimes, thrillers... o nosso Caracol Literário está curioso por saber se quando se "arranca" com um livro destes, o autor sabe logo que final lhe vai dar!? A pergunta é bem recebida e fala-se em modelos e padrões, apelando ao lado de ciência exacta que um livro e um escritor devem respeitar de modo a não defraudar expectativas. Sempre sem esquecer que o leitor deve ser "agarrado" desde o primeiro momento e...
... e que o facto da história ocorrer em locais facilmente identificados, traz maior realismo à acção e claro, permite momentos como este, em que Lisboa se tornou pano de fundo.
É importante também saber orientar o leitor, tornando-o a ele num policial, deixando-o arquitectar as suas próprias conclusões e quem sabe chegar perto do verdadeiro culpado. Esta questão/resposta traz-nos logo outra questão, as motivações: quanto é que da obra nos faz pensar nas motivações e nas causas sociais (neste caso particular) que podem estar por detrás, justificando acções criminosas.
As motivações criminosas e a presença de episódios sangrentamente mais marcantes é um salto entre o primeiro «Morte com vista para o mar» e o actual «Morte na Arena», serão os livros uma mostra do quanto, cada vez mais, a sociedade está preparada para cenas mais chocantes!? Pedro Garcia Rosado afirma que sim, e a conversa Chiado abaixo encaminha-se na direcção da cabeça de Catarina, mas também da possibilidade em aberto para o potencial canibalismo do Diabo (personagem do thriller).
O canibalismo acompanhou-nos em mais algumas divagações e deambulações na história desta prática socialmente renegada...
Já quase no final, e nós ainda em questões e divagando na conversa, já sobre Lisboa.
E o resto da história desenrola-se debaixo de terra, na obscuridade, num ambiente fétido, nefasto, sangrento e tenebroso...
Um obrigado à Topseller e ao autor Pedro Garcia Rosado, e mais uma leitura que se devorou.
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Apresentação do Livro "A Dominadora"
A minha curiosidade é o que me motiva e me leva a conhecer o mundo e as pessoas. Por mais sinuosos que sejam os caminhos que tenha de percorrer, por mais olhares de espanto que obtenha perante os meus relatos em mesa de café com os amigos, eu gosto de satisfazer a minha curiosidade.
Sou uma leitora assídua de romances eróticos. Acho que não preciso de afirmar que gosto da prática. Que levante o dedo quem não gosta, que terei toda a simpatia por si. Lamento mesmo! No entanto, a intimidade de cada um deve ser vivida entre quatro paredes e o que fazemos para lá das portas que nos separam da sociedade e do mundo em geral só nos diz respeito a nós e quem a nós se junta.
No entanto, quando vi que a Lua de Papel ia publicar um livro de uma dominadora portuguesa sabia que a minha curiosidade não me ia deixar ficar sossegada. Farta de ler história sobre homens dominantes e mulheres submissas, estava na hora de conhecer o reverso da medalha. Como é que são as coisas quando é uma mulher a mandar?


Um pedido, uma recolha e uma apresentação. Em três dias soube do lançamento, recebo um exemplar para leitura (o qual agradeço à Lua de Papel por mo ter cedido) e estou presente na Pensão Amor para saber "afinal o que podemos esperar de ""A Dominadora""?
Com uma forte componente pessoal, intima e, espero eu, sexualmente chocante, "A Dominadora" é a história de Ana que descobriu bem cedo que os seus gostos eram o que comummente chamamos de "fora do vulgar". O que começou com amarrar o Ken e apreciar instrumentos de tortura no Palácio da Inquisição em Coimbra (que eu desconhecia existir!) é hoje um modo de vida. Ana procurou e descobriu o mundo em que se sente bem, que satisfaz os seus gostos e no qual se vê a encontrar paz, prazer e amor.
A participação na apresentação da Dra. Ana Matos Pires deu a todos os presentes um olhar analítico mas não clínico sobre o conteúdo do livro e o mundo BDSM. Cada cabeça a sua "sentença" e muitos são os profissionais da área de psicologia que consideram as práticas do género uma parafilia. Em termos mais leigos, "uma doença". Esta é a opinião que encontro em tantas conversas que tenho e que quero desmistificar. É neste ponto que se foca a minha curiosidade para ler a história da Cruela. Sim, isto não é um romance, pode ter momento mais "romanceados", mas estamos perante literatura erótica que é em simultâneo autobiográfica.
As pessoas presentes na sala, se pertenciam ou não ao mundo BSDM, à excepção de Dom Porto (convidado pela autora para a apresentação), era algo que não conseguíamos perceber a olho nú. Talvez não o tenha percebido eu, que estou do lado de fora. Se estão dentro, são pessoas "tão normais" como eu ou quem quer que seja que esteja a ler este texto.
A oportunidade de falar com a autora levou-me a fazer uma avaliação precipitada, a formar a tão famosa primeira impressão. O olhar querido e a voz doce da Ana não encaixam com a faceta de Dominadora mas "behind closed doors" muita gente se revela. Nós temos oportunidade de ler as chocantes revelações de Ana em livro.
Agora vou satisfazer a minha curiosidade e iniciar a leitura.
Se despertei curiosidade em mais leitores, é o que veremos a longo prazo.
Conhecimento nunca fez mal a ninguém, nunca magoou.
E quem quiser saber mais, visite o site da editora
Já agora, a sessão não podia ter decorrido num melhor cenário. A Pensão Amor liberta sensualidade, resquícios de um passado libidinoso que por ali se viveu. Entrar ali e não pensar em sexo é sinal que possivelmente tem os sentidos desligados.
Nota: Tem uma mini biblioteca, com grades, mas ainda assim, uma biblioteca ainda que paredes meias com um varão e uma bola de espelhos.
Imprensa:
Diário de Notícias - Dominadora procura submisso para relacionamento sério
Boas leituras e, se possível, boas descobertas!
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sexta-feira, 13 de setembro de 2013
«Morte com vista para o mar», um thriller de Pedro Garcia Rosado
«Estamos a construir uma coisa. E desde o nada. Todas as peças são importantes.»
É com esta citação que começamos a ler «Morte com vista para o mar» e nos deparamos com a cena de um primeiro crime. O cenário é Lisboa.
"Patrícia dir-lhe-á depois, ainda nessa noite, que foram ambas vítimas dele. Foi nessa noite que tudo mudou."
Conhecemos o inspector Gabriel Ponte, ex-inspector.
Conhecemos também Patrícia Ponte, actual inspectora coordenadora, ex-mulher do inspector.
Despedaçado à machadada temos Alberto Morgado, actualmente morte e ex de várias coisas e ai é que tudo se complica.
"Houve uma altura em que os mortos não largavam Gabriel (...) Talvez tivesse sido o convívio com esses fantasmas que o tornou insensível..."
Sensibilidade e amor, ternura ou compaixão são sensações pouco experimentadas neste enredo. Apesar de podermos começar a pensar que algures a história toma esse rumo, a violência e o cenário da morte de Alberto Morgado não deixam dúvidas, as palavras são cruas e deixam transparecer um certo aperto. É claro que para quem já leu ou vai começar a ler «Morte na Arena» encontrará, eu diria, mais macabro, também logo nas primeiras páginas.
Pedro Garcia Rosado não se coloca com meias medidas, nem palavras mansas para dizer aquilo que é feio, sanguinário e criminoso, esteja ele a descrever um homicídio, esteja ele a enveredar pelos meandros labirínticos dos embustes politico-económicos.
Mais do que afirmar uma ideia ou apresentar um facto, as investigações de Gabriel Ponte levantam o véu para a realidade nacional, permitindo assim uma leitura de entrelinhas, que por vezes diz mais que as palavras estratégicas e hábeis que conferem ritmo e adrenalina à leitura.
Dizer muito mais é resolver o enigma, se bem que, das primeiras páginas às últimas, fica sempre uma dúvida, será Gabriel Ponte o homem que julgamos conhecer?
Paralelo à leitura veio-me à ideia e se adaptassem esta série de thrillers à ficção televisiva portuguesa!?
Se me derem o casting a mim...
Optaria por Albano Jerónimo ou Ivo Canelas, se bem que de semblante... mas creio que escolheria por essa ordem o Gabriel e o Pedroso. Já os corruptos poderiam ser alguns da velha guarda, entre o Nicolau e o Joaquim de Almeida, fariam uma dose de peso para a política, se bem que a Berta tinha de ser bem escolhida, mas de certeza que o Pedro Garcia Rosado terá uma palavra a dizer ;)
Se ainda puder dar uma ajuda na selecção feminina, escolheria a Sandra Barata Belo para a interpretação de Patrícia, que acredito vir a revelar-se uma personagem forte, já a jornalista Filomena, teria de ser alguém muito específico, gosto muito da Dalila Carmo, creio que tem esses dois aspectos que o autor descreve, mas o ar mais aciganado... teria de ser muito bem trabalhado.
Mas isto já sou eu a divagar, leiam!!!
A nossa leitura contou com o apoio da Topseller
É com esta citação que começamos a ler «Morte com vista para o mar» e nos deparamos com a cena de um primeiro crime. O cenário é Lisboa.
"Patrícia dir-lhe-á depois, ainda nessa noite, que foram ambas vítimas dele. Foi nessa noite que tudo mudou."
Conhecemos o inspector Gabriel Ponte, ex-inspector.
Conhecemos também Patrícia Ponte, actual inspectora coordenadora, ex-mulher do inspector.
Despedaçado à machadada temos Alberto Morgado, actualmente morte e ex de várias coisas e ai é que tudo se complica.
"Houve uma altura em que os mortos não largavam Gabriel (...) Talvez tivesse sido o convívio com esses fantasmas que o tornou insensível..."
Sensibilidade e amor, ternura ou compaixão são sensações pouco experimentadas neste enredo. Apesar de podermos começar a pensar que algures a história toma esse rumo, a violência e o cenário da morte de Alberto Morgado não deixam dúvidas, as palavras são cruas e deixam transparecer um certo aperto. É claro que para quem já leu ou vai começar a ler «Morte na Arena» encontrará, eu diria, mais macabro, também logo nas primeiras páginas.
Pedro Garcia Rosado não se coloca com meias medidas, nem palavras mansas para dizer aquilo que é feio, sanguinário e criminoso, esteja ele a descrever um homicídio, esteja ele a enveredar pelos meandros labirínticos dos embustes politico-económicos.
Mais do que afirmar uma ideia ou apresentar um facto, as investigações de Gabriel Ponte levantam o véu para a realidade nacional, permitindo assim uma leitura de entrelinhas, que por vezes diz mais que as palavras estratégicas e hábeis que conferem ritmo e adrenalina à leitura.
Dizer muito mais é resolver o enigma, se bem que, das primeiras páginas às últimas, fica sempre uma dúvida, será Gabriel Ponte o homem que julgamos conhecer?
Paralelo à leitura veio-me à ideia e se adaptassem esta série de thrillers à ficção televisiva portuguesa!?
Se me derem o casting a mim...
Optaria por Albano Jerónimo ou Ivo Canelas, se bem que de semblante... mas creio que escolheria por essa ordem o Gabriel e o Pedroso. Já os corruptos poderiam ser alguns da velha guarda, entre o Nicolau e o Joaquim de Almeida, fariam uma dose de peso para a política, se bem que a Berta tinha de ser bem escolhida, mas de certeza que o Pedro Garcia Rosado terá uma palavra a dizer ;)
Se ainda puder dar uma ajuda na selecção feminina, escolheria a Sandra Barata Belo para a interpretação de Patrícia, que acredito vir a revelar-se uma personagem forte, já a jornalista Filomena, teria de ser alguém muito específico, gosto muito da Dalila Carmo, creio que tem esses dois aspectos que o autor descreve, mas o ar mais aciganado... teria de ser muito bem trabalhado.
Mas isto já sou eu a divagar, leiam!!!
A nossa leitura contou com o apoio da Topseller
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Marquem na agenda...
Sessão de apresentação do livro "A Dominadora" de Ana C. Cruela
Dia 14 de Setembro, às 19horas na Pensão Amor em Lisboa.
«Uma fascinante viagem ao mundo escondido da BDSM, habitado por escritores, políticos, empresários, atores. Em que o latex é moda e a dor um prazer, em que se procura a humilhação e o sexo tem novas e surpreendentes fronteiras.»
Quem vai aceitar o desafio e estar presente neste lançamento?
:)
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quinta-feira, 12 de setembro de 2013
O não-nobel mais polémico de sempre e a obra de elevada mestria... Alejo Carpentier
Alejo Carpentier é um dos escritores mais importantes de todos os tempos.
O não-Nobel mais polémico de sempre!
O conhecido ballet de Stravinski A Sagração da Primavera, com os seus motivos de morte e renascimento como ritos de passagem da natureza, dá título a uma das mais ambiciosas obras literárias de Alejo Carpentier (1904 – 1980), cuja trama gira em torno de dois personagens: Vera, bailarina russa que fugiu do seu país após os acontecimentos de 1917, que atua na companhia de Diaghilev, e Enrique, membro de uma família cubana endinheirada, que, por sua militância contra a ditadura de Gerardo Machado, se vê obrigado a exilar-se no Paris boémio dos anos 30. Uma obra na qual o autor aprofunda alguns dos mais destacados acontecimentos sociais e políticos do século XX, desde a guerra civil espanhola até à revolução cubana, refletindo-se nela o processo de iniciação artística de Carpentier e onde se exalta o vigor colossal das forças da arte e da revolução para renovar e rejuvenescer os processos históricos.
Leia um excerto da obra, directamente do site da editora, aqui
E como hoje estou bastante virada para a música e aqui não podia faltar, fiquem com a composição emblemática de Igor Stravinski
Deixo-vos também a Sagração, mas desta por Pina Bausch... altamente marcante!
Fica ainda a interpretação de Olga Roriz de quem ainda não tive o prazer de ver tal obra, por isso, se quiserem fazer-me feliz... quando for no Teatro Camões ou no CCB, bilhetes para dois são bem vindos ;)
Uma edição, uma aposta
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Saída de Emergência
Para aliviar entre policiais sangrentos e histórias mais negras, chega-nos...
E Depois, a Paulette…
Barbara Constantine
Uma novidade recente da Bertrand, que promete ternura e generosidade... afinal é o que falta, certo?
«E Depois, a Paulette», uma história comovente e cheia de energia, pelo menos é assim que os periódicos internacionais o destacam.
Sinopse
Ferdinand vive sozinho na sua grande quinta deserta, coisa que não o deixa muito feliz. Um dia, depois de uma violenta tempestade, passa com os netos pela vizinha e descobre que o teto dela está prestes a desabar. Claramente, ela não tem para onde ir. E com grande naturalidade, os meninos, de seis e oito anos, sugerem ao avô que a convide para ficar na quinta. Mas a realidade não é assim tão simples, há certas coisas que se fazem, e outras que não… Depois de uma longa noite de reflexão, ele acaba por ir procurá-la na mesma.
Uma coisa leva à outra e a quinta começa a encher-se, a agitar-se, recomeça a funcionar. Um amigo de infância agora idoso, duas senhoras muito velhas em estado de pânico, estudantes que andam um pouco perdidos, um amor que nasce, animais. E depois, a Paulette…
Mais uma leitura com a cortesia da Bertrand que contribuí para o efeito Bibliobulico, lol
Obrigada meninas por mais este,
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