terça-feira, 5 de abril de 2016

Novidade Porto Editora : "As Cores de Branca"

A 14 de abril, chega às livrarias As cores de Branca, segundo romance de Lara Morgado e o primeiro na Porto Editora. Esta obra, que confirma a guionista e dramaturga como romancista emergente, retrata a vida de Branca Galvão, a única sobrevivente de uma tragédia que marcou a pequena vila em que habita. As cores de Branca tem como ponto de partida a demanda de António Galvão por um filho varão, sistematicamente contrariada pelo destino, que lhe oferece sete meninas.


O ENREDO 
António Galvão, o homem mais importante de uma pequena vila do interior, decide dar o mesmo nome a todas as filhas. Elas eram apenas a espera, o desgosto, o antes, as vidas que apenas existiam para que o homem chegasse. Mas a natureza não colaborou com os seus planos e António viu nascer sete Brancas. 
Uma macabra tragédia abate-se sobre a família Galvão e um inesperado fenómeno começa a ser construído naquela pequena localidade. Da palidez do nome daquelas meninas, da ferida de toda a insignificância daquelas irmãs nasce uma revolução sem precedentes que deixará Galvão, para sempre, na história dos homens.

Este romance é lançado no Porto, na livraria Bertrand do Shopping Cidade do Porto, a 30 de abril, às 19:00.

Uma novidade

Novidade Dom Quixote :: "A Gramática do Medo"


Amigas inseparáveis, Mariana e Sara partilham tudo desde que se conhecem (um curso de teatro e cinema, uma carreira difícil, amigos, ex-namorados, dinheiro e um quotidiano nem sempre fácil), até ao dia em que uma delas desaparece, misteriosamente, durante um cruzeiro pelo Mediterrâneo. Poucas são as pistas que deixa atrás de si mas, numa demanda que a irá levar a correr mais de metade da Europa, Sara tenta encontrá-la. O que vai descobrindo leva-a a perceber que, afinal, há muita coisa na vida da amiga que desconhece. Porque desapareceu Mariana, que fantasmas a perseguiam, do que quis fugir? Numa viagem simultaneamente interior e geográfica, esta é também a história do desaparecimento do sujeito na civilização actual, da dissociação da vida comum, da fragmentação da memória e da ténue fronteira entre ficção e realidade.

Uma novidade

segunda-feira, 4 de abril de 2016

"Seda" de Alessandro Baricco :: Opinião



Baricco tece delicadamente, mas intensamente este belo e efémero romance.
Simplicidade ao relatar, beleza ao descrever, delicadeza nas escolhas, mas também o lado efémero de uma paixão que pode marcar alguém para a vida toda. Na raridade do seu trabalho e num peculiar encontro, Hérve Joncour descobre um lado mais sumptuoso e erótico do romance, idealizando toda uma nova aura para a sua forma de sentir e até de viver, explorando um lado delicado e fugidio tal como a seda que lhe foge das mãos. 
Um livro pleno de sensibilidade, fragilidade e metáforas para as relações, também elas plenas de dualidades.

Joncour, é um negociador de bichos da seda, enviado em viagens de trabalho ao misterioso e hermético Japão e o seu contacto abre-lhe os sentidos nos mais variados contextos, alterando-o. Para tal, contribuiu muito o relacionamento com Hara Kei que vale a pena descobrir por cada incursão no mundo Oriental.  

"Naqueles tempos o Japão ficava, de facto, do outro lado do mundo. Era uma ilha feita de ilhas e durante duzentos anos vivera completamente separada do resto da humanidade, recusando qualquer contacto (...)
Hérve Joncour foi hóspede de Hara Kei durante quatro dias. Era como viver na cote de um rei. (...) O mundo parecia estar a séculos de distância.
Lembrou-se de ter lido num livro que os homens orientais, para honrar a fidelidade das suas amantes, não costumavam oferecer-lhe jóias: mas sim aves requintadas, e lindíssimas."

Já em Lavilledieu os dias decorriam na pacatez de uma vida simples e metódica, como preferia Joncour e aqui temos acesso ao outro lado da acção, mais calmo e modernizado que contrapõe com toda a aventura, na época, que era viajar até ao Japão. E cada vez que o autor quer movimentar o viajante, repete, metodicamente, as fases da viagem. No entanto, que essa repetição não parece causar transtorno, antes pelo contrário, é quase como uma fase de meditação até chegar a Hélène, a esposa que o recebe sempre de braços abertos.

A linguagem revela-nos a audácia, a ambição, o deslumbramento, a paixão, a cumplicidade, a curiosidade e a entrega, tanto nas personagens masculinas como femininas, dotando o enredo de uma intensidade, mistério e ritmo que facilmente se entranham no leitor. Espanta-nos que seja assim pelo parco tamanho do texto ou as descrições muito céleres, mas explícitas, por oposição à forma como relata determinados eventos, deixando ao leitor a criatividade de fazer a viagem por si. 

Por si, mas nunca sozinho. O leitor navegará, imaginar-se-á na senda dos bichos da seda, ou então, no doce retorno a casa, fascinado pelos prazeres de novas descobertas provando a si mesmo que o longínquo e o desconhecido podem morar mesmo ali ao lado.

"Se lhe tivessem perguntado, Hérve Joncour teria respondido que iriam viver assim, para sempre. Tinha consigo a tranquilidade inabalável dos homens que se sentem no seu lugar."

Resultado Passatempo "O Meu Primeiro Prontuário Ortográfico"

Com o lançamento de um segundo passatempo em parceria com o LIDEL, lançamos o nome do vencedor do passatempo realizado no blog nestes últimos dias de Março.



Com 426 participações, o vencedor é Alípio Vieira Firmino com a participação nº 89.

O vencedor já foi contactado por email.

Um passatempo com o apoio

Passatempo LIDEL "Expressões Idiomáticas Ilustradas"

Um livro para miúdos e graúdos, uma oportunidade de ficar a conhecer as expressões que tantas vezes usamos no nosso dia a dia.

Aproveitem a oportunidade de ganhar um exemplar da novidade LIDEL.


Passatempo termina a 10/04/2016

Para se habilitar ao passatempo, preencha o formulário abaixo e siga as regras dos nossos passatempos:

ATENÇÃO - REGRAS:
- O preenchimento do formulário é obrigatório para se habilitar ao passatempo.
- Podem participar todos os dias, basta voltar a preencher o formulário.
- Só serão apuradas participações de fãs e/ou seguidores.
- Ser fã e seguidor, duplica as hipóteses de ganhar.
- Aceitamos participações de residentes em Portugal.
- Sorteamos os prémios no random.org entre todos as participações.
- O prémio será enviado pela Editora.

Um passatempo com o apoio



BOA SORTE! 

Novidade Quetzal :: "A Jovem Noiva"

 » Ler Excerto «

A Jovem Noiva envolve o leitor num ambiente quase onírico, de sedução e de mistério. Altamente sugestivo e nunca previsível. Estamos em 1900. A jovem noiva chega. Vem de longe e a nova família acolhe-a distraidamente na elegante mansão de campo. O filho está ausente, cuidando dos negócios familiares. Todos os dias, durante a manhã e pela tarde, o Pai, a Mãe, a Filha e o Tio juntam-se em torno dum festivo e extravagante pequeno-almoço: celebram a vida e o terem escapado às garras da morte, que, durante gerações, levou os homens e mulheres desta família, sempre nas horas noturnas. 

O leal mordomo Modesto é quem garante os hábitos e os ritmos desta excêntrica comunidade. Entretanto, tudo converge, cada vez mais intensamente, para a espera do filho - que tarda - e, enquanto isso, a inquieta e curiosa noiva vai entrando nos segredos e na misteriosa história da família.

Uma novidade

domingo, 3 de abril de 2016

Opinião "Volta para mim"


:) Ahh quem adivinhou que eu ia gostar deste livro estava completamente CERTO.
Comecei timidamente pelo café da manhã e queimei as pestanas já pela madrugada do mesmo dia.
Não soube parar, nem conseguiria mesmo que quisesse. Tive de ler tudo no mesmo dia, tinha de saber se sempre voltamos ao sítio onde nos esperam.
Não consegui resistir à história do militar.
A sério, pergunto-me como foi possível nunca, em tantos romances que já li, não me ter cruzado com a história do marine. Uma parte de mim acredita piamente que se vivesse nos Estado Unidos era mulher de um militar, um destes Rileys e Kits que se viram em serviço militar em locais com Iraque, Afeganistão e por adiante.
Há uma parte de mim, em qualquer parte do mundo, que acha uma piada especial aos homens fardados mas isso são outras histórias.

Conhecemos Jessa no dia em que atinge a maioridade. Californiana nascida e criada em família de tradições militares e ordens restritas, Jessa recebe de volta a casa o irmão que esteve em missão, juntamente com o seu melhor amigo Kit que é secretamente a sua grande paixão. Sim uma grande paixão platónica e supostamente não correspondida pelo amigo do irmão mais velho. Supostamente...
Kit regressa a casa no mesmo dia que o seu melhor amigo e companheiro de armas mas enquanto devia estar a curtir as poucas semanas que tem de licença não consegue tirar os olhos, e mais tarde as mãos, de cima de Jessa.
Cada um dividido entre o dever e o desejo, Kit e Jessa vão resistir (mas pouco) à tentação louca de se tornarem tão próximos como sempre sonharam ao longos dos meses em que ele esteve em missão e não se viram.
Um romance que nasce em segredo, um desejo arrebatador, uma luta pelo secretismo travada contra o dever perante o melhor amigo e a exigência parental na vida de Jessa.


Um primeiro amor que já nos parece tão longínquo volta agora até nós de mãos dadas com as inseguranças da maioridade, o peso das decisões e as memória dos momentos que moldam uma vida.
E como recentemente tinha lido num livro de Nicholas Sparks, o primeiro capítulo é supostamente algo lá para o meio que é abruptamente interrompido para nos deixar na ponta da cadeira o livro todo, a desejar que nada de mal aconteça, que as comissões passem rápido, que nada estrague o delicado e inocente romance destes dois.
"Volta para mim" é uma linda história de amor de tenra idade mas sem um prazo de validade.

Adorei conhecer a história de Kit e Jessa, confesso que a lagriminha lá para o meio chegou por já estar completamente apegada às personagens mas agora, já só consigo dizer, QUANDO É QUE VOU LER A CONTINUAÇÃO? ??
Então não é que o segundo livro é sobre a tresloucada melhor amiga de Jessa, de seu nome Didi? Ah e também com um militar. Venham eles, eu espero.

PS: a mãe de Kit era portuguesa ah ah eles comem pastéis de nata. Homem que sabe fazer pasteis de nata?? Onde me inscrevo? ?


Uma aposta que pode ter continuação pela mão da

Novidade ASA :: "Tudo o que ficou por dizer"

ohhh estas sinopses!!

"Lydia morreu. Mas eles ainda não sabem."

Começa assim o avassalador romance de Celeste Ng. É de manhã, a família desperta para o pequeno-almoço. O pai, a mãe, o filho mais velho e a filha mais nova. Há porém um lugar vago à mesa e um silêncio que pesa. A filha do meio, a favorita dos pais, está ausente.
Como morreu, ou porque morreu, é para já um enigma. Há um inquérito, dúvidas, suspeitas e acusações. E uma teia delicada de dramas antigos, de segredos, que se vão desvendando pela voz (e pelo olhar) de cada um dos elementos da família. Apaixonamo-nos por eles, tão expostos (e tão frágeis) nesse momento de perda. Conhecemos a mãe, loura e de olhos azuis, que abandonou o sonho de uma vida pela filha - a quem depois virá a exigir o impossível. O pai, de ascendência chinesa, que projecta na única filha de traços ocidentais a sua própria integração na América. E conhecemos os irmãos de Lydia, a quem foram dadas apenas as sobras do amor - mas que nem por isso deixaram de a amar.

Tudo o que Ficou por Dizer é um romance pungente, narrado numa voz terna, por vezes poética, sempre precisa. É uma obra sobre os não-ditos, os abismos que se abrem nas famílias, os esquecimentos do amor. E sobre esse enorme mistério chamado Lydia, que na hora da sua morte ofereceu à família, por fim, uma hipótese de redenção.

Data de Lançamento - 19 de Abril

Uma novidade

Novidade Oficina do Livros :: "Tudo Sobre Lisboa"

Um livros para miúdos e graúdos.


Sabes o que é que Júlio César, Vasco da Gama, Fernando Pessoa, James Bond e a Rainha Isabel II têm em comum? Todos fazem parte da história de Lisboa.
É verdade, Lisboa é uma cidade fascinante! Ao longo dos seus mais de 2000 anos acolheu Romanos, Árabes e outros povos, foi o ponto de partida das grandes viagens dos Descobrimentos, que fizeram de Portugal um dos países mais influentes do mundo, e ainda serviu de inspiração para o mítico espião britânico James Bond. Hoje está na moda e é um dos destinos preferidos de viajantes de todo o mundo!
Este não é um livro de História, mas sim de muitas histórias, acontecimentos e curiosidades que te vão ajudar a conhecer Lisboa de uma forma divertida, sem esquecer o teu espírito aventureiro e a vontade de querer saber sempre mais!
No final tens muitas sugestões de programas engraçados e sítios giros para visitares com a tua família, e ainda um pequeno diário para registares as tuas memórias.
Desperta o pequeno explorador que há em ti e parte à descoberta desta incrível cidade!

Uma novidade

sábado, 2 de abril de 2016

Novidade Quinta Essência :: "Obstinada" de Sylvia Day

Oh Sylvia Day, Sylvia Day :)
Estás sempre na minha wishlist


Como agente da Coroa, Marcus Ashford, conde de Westfield, travou inúmeras lutas de espada, foi baleado duas vezes e esquivou-se a muitos tiros de canhão. E, no entanto, nada o excita mais do que a fome primitiva que a sua ex-noiva, Elizabeth, desperta nele. Anos antes, ela trocou-o pelo jovem e inexperiente Lorde Hawthorne. Agora, cabe a Marcus defender a elegante viúva, e ele irá fazê-lo enquanto trata das outras necessidades dela, mais carnais, mostrando-lhe a profundidade do desejo de um verdadeiro homem...
Segredos perigosos conduziram ao homicídio do marido de Lady Hawthorne, segredos anotados num diário que muitos matariam para possuir. Mas confiar a sua proteção ao homem mais sedutor que ela já conheceu?
Ultrajante. Impensável. Irresistível. Pois foram as paixões fortes e o desejo ardente de Marcus que a assustaram e a levaram a abandoná-lo anos atrás... No entanto, o seu desejo por ele nunca diminuiu. Agora, ele quer estar ao seu serviço, em todos os sentidos. E talvez a atitude mais sensata seja não resistir à tentação, mas entregar-se a ela completamente...

Uma novidade

Outros livros da autora que nos deixaram rendidas

Outros livros de Sylvia Day

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Novidade Dom Quixote :: "Teoria Geral do Esquecimento"

Data de Lançamento :: 12 de Abril


Luanda, 1975, véspera da Independência. Uma mulher portuguesa, aterrorizada com a evolução dos acontecimentos, ergue uma parede separando o seu apartamento do restante edifício - do resto do mundo. Durante quase trinta anos sobreviverá a custo, como uma náufraga numa ilha deserta, vendo, em redor, Luanda crescer, exultar, sofrer.
Teoria Geral do Esquecimento é um romance sobre o medo do outro, o absurdo do racismo e da xenofobia, sobre o amor e a redenção.

Uma novidade

«A noite não é eterna» de Ana Cristina Silva - Opinião



Na Roménia de Ceausescu, sob a alçada comunista, desenrola-se este «A noite não é eterna» de Ana Cristina Silva, trazendo até ao leitor uma aura de sofrimento, opressão, ditadura, frieza, mas também redenção, amor e esperança.

"(...) Sentiu-o antes de o compreender totalmente. Era sem dúvida, um desejo inútil, fazia o mesmo percurso do pó que corre à nossa frente sem nunca se materializar."

Nadia é sem dúvida como o pó, parece sempre que nunca irá materializar os seus desejos, mas a vida e as pessoas com quem se cruza irão permitir-lhe um outro percurso. Não menos sofredor ou previsível, mas diferente daquele que chegou a desejar.
Nadia é mulher de Paul, um entusiasta do partido que tudo faz para ascender até chegar ao ponto de entregar Drago, o filho de ambos com três anos, para alimentar as ideias do ditador de reforçar os orfanatos que serão, num futuro breve, as novas forças do partido e da pátria.

"Quando uma criança desaparece, gera-se um enorme silêncio em redor da sua ausência."

Revoltada, mas remetida ao silêncio que o marido e a política exigiam, a subtil Nadia terá de conseguir ver novamente o filho, mesmo que isso a inundasse de pensamentos loucos e vontades inimagináveis, levando-a a uma fragmentação total.
A narrativa da autora demonstra bem o sofrimento e o sufoco, porém, a forma como a mesma encontra para conferir acção ao desejo de vingança de Nadia parece-me, em parte, suspeita nos tempos que se viviam na Roménia, se bem que o aparecimento do inspector Pacepa vem corroborar a sua actividade nos orfanatos. Que por mais de uma vez a autora impõe ao autor de forma bastante sensorial.

"Eram casarões escuros com nuvens de crianças magras de rostos tristes e macilentos. A fome estava sempre presente nas suas caras e, pelo que Nadia percebeu, os castigos eram arbitrários e sem critérios."

Gosto da forma como com uma frase curta, no máximos duas, a autora consegue dar-nos cenários bastante vívidos ou descrições simples que demonstram a dor e o quanto perdida se sente Nadia ou como a frieza e o tom autoritário do marido cobrem a casa com uma aura de medo.

"A justiça era assim mesmo: uma enorme máquina de triturar. E ninguém pensava em protestar porque se vivia fechado no medo e no silêncio."

Apesar do medo, a resistência e a redenção chegam na forma de um homem muito distante do padrão que pautava a vida de Nadia. Com Vasile abre-se um sentimento incontrolável de desejo pelo futuro, o que desperta nela uma luta interna demonstrando o peso de uma dor tão íntima.

"A dor surda estava lá, tanto assim que ela chorava nos seus braços, mas essa condições parecia transformar-se noutra coisa, numa esperança qualquer.
A calma da noite era quase perfeita com a neve a cair(...)"

Foi uma leitura interessante, mas achei o rumo previsível. Se o fim fosse mais negro...


*
Uma edição OFICINA DO LIVRO ! LEYA
Veja mais aqui.

Novidade Planeta :: 3º Livro da Série A Casa de Trent :: "Uma Viscondessa Fascinante"

Com data de lançamento a 6 de Abril, "Uma Viscondessa Fascinante" é o terceiro volume da série A Casa de Trent

Quem leu "Uma Duquesa em fuga" e "Uma proposta indecorosa"? 

Chegou finalmente a vez de Sam :)

Apanhado entre a Coroa que jurou servir e a mulher que começou a amar, Sam arriscará o coração - e a vida - para mantê-la em segurança.

Uma novidade

Novidade Clube do Autor :: "A Memória" de David Baldacci


David Baldacci, autor de um impressionante número de bestsellers e um dos escritores mais populares em todo o mundo, está de regresso às livrarias de todo o país com A MEMÓRIA.

Eis a história de um homem dotado de uma memória perfeita e perseguido por um crime sangrento. Ele não se consegue esquecer de nada – mas há uma noite que ele gostaria de apagar para sempre da sua mente… Ou então descobrir finalmente quem destruiu o seu mundo.


«Uma obra magistral devido à velocidade da narrativa, à originalidade do herói e ao enredo empolgante. (…) Irresistível.» 
Washington Post

«Uma obra intensa que mostra um escritor no auge da sua maturidade.» Richmond Times
«Aconselhado a todos os que gostam de ver em ação criminosos difíceis de apanhar e detetives determinados e pouco ortodoxos.»  
Library Journal

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Novidade Caminho : "Vamos Comprar um Poeta" de Afonso Cruz

Data de Lançamento - 12 de Abril

Numa sociedade imaginada, o materialismo controla todos os aspetos das vidas dos seus habitantes. Todas as pessoas têm números em vez de nomes, todos os alimentos são medidos com total exatidão e até os afetos são contabilizados ao grama. E, nesta sociedade, as famílias têm artistas em vez de animais de estimação. A protagonista desta história escolheu ter um poeta e um poeta não sai caro nem suja muito - como acontece com os pintores ou os escultores - mas pode transformar muita coisa. A vida desta menina nunca mais será igual…

Uma história sobre a importância da Poesia, da Criatividade e da Cultura nas nossas vidas, celebrando a beleza das ideias e das ações desinteressadas.

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Opiniões sobre outros títulos do autor

quinta-feira, 31 de março de 2016

“A Resistência” de Julián Fuks :: Opinião


"É preciso aprender a resistir. Nem ir, nem ficar, aprender a resistir. (...) Resistir: quanto em resistir é aceitar impávido a desgraça, transigir com a destruição cotidiana, tolerar a ruína dos próximos? Resistir será aguentar de pé a queda dos outros, e até quando, até que as pernas próprias desabem? Resistir será lutar apesar da óbvia derrota, gritar apesar da rouquidão da voz, agir apesar da rouquidão da vontade? (...) Quanto do aprender a resistir não será aprender a perguntar-se?"

Resistência, resiliência, militância e consciência; talvez sejam palavras de ordens neste relato de como aprender a perguntar-se sobre a sua própria história, sobre o que o rodeia, o que o sustenta e faz dele o que é. 

"(...) a atrocidade de um regime que mata e que, além de matar, aniquila os que cercam suas vítimas imediatas, em círculos infinitos de outras vítimas ignoradas, lutos obstruídos, histórias não contadas."

Tentando contornar os horrores da ditadura, Sebastián, o personagem que relata a história da família e de um filho adoptivo, o seu irmão Emi, uma criança adoptada em circunstâncias pouco claras e numa época conturbada na Argentina. Numa época de ditadura militar marcada pelas Avós da Praça de Maio que procuravam crianças retiradas às famílias pelos militares e entregues a outras famílias. Nunca ficamos com uma ideia definida sobre a proveniência de Emi, no entanto, percebemos pela narrativa e pelas divagações que contêm que todos eles resistem a coisas diferente. 

"(...) sou o filho orgulhoso de um guerrilheiro de esquerda e isso em parte me justifica, isso redime minha própria inércia, isso me insere precariamente numa linhagem de inconformistas."

Os pais, psicanalistas de formação, lutam e resistem; Emi, combate a integração na família e em larga escala na sociedade, provocando também ele um sentimento de resistência. Sem crueldade, mas com muita necessidade em malversar as dúvidas, Sebastián precisa de entender a família e o irmão adoptado. Talvez a sua narrativa intensa e plena de emoção contenha alguma desintegração e um lado mais intimista, ainda assim, os factos são minimalistas e deixam o leitor sempre em dúvida. 

"Imagino meus pais, nessa manhã que não conheço, num apartamento em que nunca entrei, num prédio de que só vislumbro a fachada, imagino meus pais em volta da mesa debruçados sobre o jornal. (...) imagino é uma manhã de domingo, em agosto de 1978. Por essa época quase todos os crimes eram conhecidos, mas costumavam chegar por vias mais tortuosas(...)"

Desengane-se o leitor se pensa que os pais, o irmão ou até a irmã estão nesta narrativa, não, nesta narrativa estão as dúvidas e os pensamentos de Fuks numa auto-ficção e só mais para o final é que contamos com a aceitação por parte da família e ainda assim restam dúvidas. É como se o próprio fio condutor que sempre fustigou o autor, tivesse enveredado por outras introspecções, ideias transversais face a inquietações do passado, mas que são também muito actuais e urgentes.

"Como pode querer engendrar uma vida aquele cujo tempo o terror interdita, aquele que desconfia da mera iminência de um dia novo (...)"

Talvez tenha sido esta a questão fulcral: como pode alguém que foge ao terror pensar em ter filhos!? E é aí que Fuks refere que «ter um filho há-de ser sempre, um ato de resistência» não sem desde o início traçar um raciocino bastante acutilante e que exige reflexão.

"Uma criança não nasce para aliviar, nasce e assim que nasce exige seu próprio alívio. Uma criança não chora para abrir nos outros a possibilidade de um sorriso; chora para que a tomem nos braços, e a protejam, e calem com carícias o desabrigo implacável que desde cedo a atormenta."


*
Uma edição COMPANHIA DAS LETRAS



Novidade Quetzal :: "Coisas que os homens me explicam"


A ferramenta de que todos precisamos para encontrar algo que quase estava perdido. Conjunto de textos em que a desigualdade de género é analisada através de diferentes manifestações de violência contra as mulheres, facilmente observáveis mas quase sempre desvalorizadas pela sociedade em geral. Começando pelo tratamento condescendente até ao silenciamento das mulheres: a descredibilização, a exploração, a agressão física, a violência, a morte. Solnit começa por contar um episódio cómico, em que um homem lhe explica um livro que não leu e que foi ela que o escrevera. Este episódio deu origem a um texto postado no blogue «TomDispatch» e teve uma repercussão enorme. Foi assim cunhada a palavra mansplain para a situação em que os homens explicam às mulheres coisas que elas sabem e que eles não sabem, chegando a ser considerada a palavra do ano em 2013.

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quarta-feira, 30 de março de 2016

Novidade Porto Editora :: "Razões Para Viver"

Um livro sobre como tirar o máximo partido da vida enquanto cá estamos.


Aos 24 anos, o mundo de Matt Haig desabou:
Durante algum tempo, fiquei parado junto ao abismo. Primeiro, a ganhar coragem para morrer; depois, a ganhar coragem para viver.

Razões para viver pede ao leitor que compreenda que o «fundo do poço não é o local mais adequado para termos uma visão clara e nítida sobre as coisas» e mostra que «o túnel tem mesmo uma luz ao fundo, mesmo que sejamos incapazes de a ver». Este é um livro sobre como tirar o máximo partido da vida.
Este é um relato na primeira pessoa sobre a forma como Matt mergulhou numa crise profunda, triunfou sobre uma doença que quase o matou e reaprendeu a viver.
Quando se está deprimido, sentimos que estamos sozinhos e que mais ninguém está a passar exatamente por aquilo que nos está a acontecer. Temos tanto medo de que os outros nos achem loucos que acabamos por interiorizar tudo. Temos tanto medo de que as pessoas nos ostracizem ainda mais, que acabamos por nos fechar numa concha. E não falamos sobre o que se passa connosco, o que é uma pena, pois ajuda se falarmos sobre o assunto.

“Este livro deve ser lido por todos quantos tenham passado ou conheçam alguém que tenha passado por uma depressão. Mesmo toda a gente.”
SJ Watson, autor do bestseller Antes de Adormecer

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Novidade ASA: A vida (pouco) romântica de Ally Hughes

Uma sinopse que nos faz pensar "nunca mais me queixo da minha vida amorosa!"

Data de lançamento 14 de Abril


Ally Hughes é jovem, atraente, inteligente e divertida. Tem tudo para ser feliz no amor, certo? Errado. Há muito tempo (mesmo muito tempo…) que Ally não tem um único encontro amoroso.
Com a vida dela, quem teria? É professora universitária e cuida sozinha da filha, Lizzie, que nasceu quando Ally tinha apenas 17 anos. Ela tem simplesmente mais que fazer. Até ao dia em que um aluno seu, Jake, lhe entra no gabinete. Quando o rapaz - ansioso por melhorar a nota - se oferece para a ajudar numas obras em casa, Ally está longe de imaginar o fim de semana escaldante que vai viver com ele. Mas Jake tem vinte e um anos, e Ally uma filha pequena, para quem quer ser um exemplo. É com o coração pesado que ela termina a relação. 

Passados dez anos, Lizzie surpreende a mãe ao apresentar-lhe Noah, um amigo mais velho a quem idolatra. Ally não vê televisão nem vai ao cinema, não podia saber que Noah é uma estrela, um dos atores mais cobiçados do momento. E muito menos podia imaginar que Noah é o nome artístico de... Jake, o estudante que ela nunca conseguiu esquecer, o homem que - percebe agora - nunca conseguiu esquecê-la a ela. Agora que Lizzie dá os primeiros passos (acelerados) rumo à independência, Ally enfrenta a séria possibilidade de viver um grande amor. Bastar-lhe-á ser implacável e derrotar a sua pior inimiga: ela própria.

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Novidade Jacarandá :: "Três Vezes Nós"

A metade colorida não resiste a romances :)


Há momentos que mudam tudo. Quando os seus caminhos se cruzam, em 1958, Eva e Jim são dois jovens estudantes de Cambridge. Jim passeia na rua quando Eva, que se aproxima de bicicleta, dá uma guinada para se desviar de um cão. O que acontece a seguir determinará as suas vidas. Seguimos três versões diferentes do seu futuro – juntos e separados –, à medida que a sua história de amor segue diferentes percursos e reviravoltas até chegar ao desfecho, em 2014. Três Vezes Nós é um romance notável sobre as decisões que tomamos e os diferentes caminhos que as nossas vidas podem seguir. E se uma pequena escolha pudesse alterar a sua vida para sempre?

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