quarta-feira, 10 de abril de 2013

Leituras 2013 - Abril - Efeitocris ... Ai, tantos!!!



A escrever a crítica a «O Vento dos Outros»... e a pensar na entrevista à autora, Raquel Ochoa
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A entranhar novamente na escrita de Rosamund Lupton... o tão aguardado «Depois»
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A ouvir, a ler, a viajar nas palavras e nas aventuras do Pedro, «Daqui Ali» e a pensar já nas próximas férias
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Um conto aqui, uma história ali, bica, debica e dá um beijo, aqui e acolá... numa edição em colectânea da Pastelaria Studios
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A pensar em visitar a Fundação José Saramago, já que ando com imensa vontade de ler «As Intermitências da Morte»
"A vantagem da igreja é que, embora às vezes o não pareça, ao gerir o que está no alto, governa o que está em baixo. (...) a nossa outra especialidade, além da balística, tem sido neutralizar, pela fé, o espírito curioso"
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Há ainda, e sem saber por onde começar, o prémio, o galardoado Nuno Camarneiro com o seu «Debaixo de Algum Céu» - foi como mergulhar na realidade do dia a dia e ter-me perdido na dureza dos dias.
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E como não podia deixar de ser, os olhos já apontam numa nova direcção... «Destruir a Prova», um bestseller pela mão de Dana Spiotta, uma edição Quetzal 




Opinião - "Choque Cultural" de João Lopes Marques


A minha opinião:
O "Choque Cultural" é uma colecção memorável, cómica e esclarecedora sobre tantos pontos no mapa que sempre sonhámos visitar ou que até conhecemos mas ficou-nos a faltar um detalhe ou outro. Com esta leitura damos por nós a querer saber mais sobre o local, sobre a cultura e sobre as pessoas. Eu acho que damos por nós a querer pegar na mala e fugir, o que me acontece quase sempre que leio livros de viagens.

Como jornalista e viajante nato, João Lopes Marques é uma esponja cultural, assimila conhecimentos, detalhes e consegue-nos transmitir tudo de forma caricata e bem elaborada. Confesso que não senti afinidade com todas as crónicas, por vezes é-nos mais fácil ver interesse num local que conhecemos, já visitámos ou andamos a sonhar faz tempos.
Iremos certamente assentir com a cabeça perante uns quantos detalhes conhecidos ou ficar admirados por algo nos ter passado tão ao lado. Isso sim!

O autor consegue colocar a nossa própria cultura na mó de cima e isso é sempre de louvar (mesmo quando é a cascar em Portugal e nos Portugueses). E eu sempre aprendi detalhes muito interessantes, não só sobre os outros locais mas também sobre nós, sobre Portugal e sobre o que somos lá fora.

"Choque Cultural" é uma óptima leitura para os saudosistas, para os que buscam a aventura ou para quem só pode viajar no assento onde está a ler este crítica.

A todos, boas aventuras, boas viagens....eu vou à minha agora mesmo!
Até para a semana!

A ler... a terminar... Nuno Camarneiro... e a querer mais!


Esta noite vou fazer a passagem de ano, obrigada Nuno, é excelente... 

"Devíamos nascer sem pai nem mãe..."
"É tudo tão difuso..."

... e depois fico assim

"(...) com a boca cheia de perguntas..."
e "Os pés sujos do tempo."




terça-feira, 9 de abril de 2013

«A Filha do Papa» Luís Miguel Rocha - Opinião

Como é que se pega num thriller como o mais recente de Luís Miguel Rocha e se fala do que se leu!?
Difícil!? Sim, sem dúvida.
Até a este, «A Filha do Papa» eu nunca tinha lido nada do autor e confesso sabia muito pouco dele e até de alguma polémica em torno do que ele escreve, por isso, irei abstrair-me de tais considerações visto continuar a saber pouco na mesma, visto ter interesse em analisar o efeito do livro.

Luís Miguel Rocha é detentor de uma mestria enredada, capaz de nos conduzir por palavras habilmente escolhidas, tecendo toda uma imagética que envolve o leitor e o transporta - a até onde? Só você saberá!

Oh mestre venha a nós doutrinar a palavra do poderoso thriller e traga até nós a sua sabedoria, não a de dogmas ou teorias, mas a da criatividade e genuinidade do bem aventurado, por meandros de tão obscura realidade.

A escrita de Luís Miguel Rocha é uma verdadeira homilia instruindo os leigos das questões vaticanistas - palavra do autor!
O enredo é inebriante, impiedoso com as horas, viciando, mas não saciando - palavra de leitor!

Cada constatação, uma aventura que esconde a fé verdadeira - a nos homens - a profanação espreita a cada esquina, a cada crime, a cada conspiração.


Vem sereno, a cada passo, traz a vítima ao sacrifício, revela o último sacramento...

"Matteo Bonfiglioli (...) os inúmeros pais extremosos que tivera não se coibiram de manifestar o seu afecto com o cinto, e até um padre se dignou exibir o seu amor por ele com uma vergasta numa mão enquanto segurava as calças desapertadas com a outra."

"As vielas ao entardecer perdiam pessoas." Tal qual perdem as igrejas!? A fé?
Os valores descomprometidos, a crença moribunda e as personagens que dão um corpo de fachada a um movimento já gasto e antiquado. Será este um livro polémico por levar o leitor a suspeitar, questionar e repensar a sua crença?
Haverá aqui um chamamento para avançar contra o efeito letárgico e atávico de um poder castrador?
Sem dúvida um enredo recheado de "insónias provocadas pelo peso do mundo."

No altar deste thriller poderão estar temas controversos e factos questionáveis - palavra dos críticos - mas que comungum com um leque complexo de personagens marcadas, fortes e onde depositamos a fé de um desfecho saciante, mas sedento de novas intrigas e conquistas.

"Quando os homens já não crêem em Deus, isso não se deve ao facto de já não acreditarem em mais nada, mas sim ao facto de acreditarem em tudo."

"E o pior de tudo era a espera (...) pelo embalar das palavras."

Em suma, um thriller purgante e mordaz. É a servidão ao purgatório, expiando as palavras, cuspindo o que vai na alma, perpetuando as memórias e fazendo-nos cair na tentação!


Uma leitura com o apoio PORTO EDITORA

E este fim de semana...


Foi realmente ler em todo o lado e mais algum!

Ler em Setúbal... no jardim, no restaurante, no cais, na esplanada e na feira de artesanato.

Ler em Lisboa!!!
Ler à beira Tejo, foi percorrer até à costa do castelo e descobrir um cenário mais do que digno de livros.
Foi ler de noite e de dia - entre teatros, cafés com amigos, almoços em família, viagens - aqui e ali...

Foi ler no ginásio, foi yôga aquático e ritmo oriental, mais leitura, mais cinema...

... e DUAS novas leituras:



A propósito das pesquisas para falar sobre ambos os livros, eis que encontrei esta delícia... neste caso muito a propósito da Índia!


Boas leituras e boas viagens, sejam elas pelas palavras, pelas imagens, pelas músicas...
Viajem e leiam muito!!!


quinta-feira, 4 de abril de 2013

Comecei a ler...

Este livro já estava na wishlist desde a data em que saiu. Obrigada à F.Amaral por me ter emprestado o seu exemplar :) Vamos lá ver o que vai sair daqui! 

Editorial Presença

Sinopse: 
Jacob Marlowe é um lobisomem solitário, o último da sua espécie. Há duzentos anos que vagueia pelo mundo, escravo dos seus apetites ferinos, que o condenam a devorar um humano a cada nova lua cheia. Mesmo sabendo que irá pôr fim a uma lenda com milhares de anos, Jacob pensa no suicídio. No entanto, em breve Jacob descobre uma razão muito mais forte para querer continuar a viver, quando se apaixona por Tallulah, a última lobisomem.

Sangrento, brilhante e sensual, este thriller, que reúne romance e mistério, impõe-se como uma nova e poderosa versão da lenda dos lobisomens.
Citações
  • «Um romance magnífico. Um uivo brutal, indignado e lunático. Uma história sensual e sangrenta, de grande beleza e plena de suspense, que extravasa o próprio género a que pertence e cria algo inteiramente único, arrebatado e grandioso.» | Nick Cave
  • «Sensual, divertido, perspicaz... Desde Bram Stoker que não víamos um autor deste género literário tão astuto como Glen Duncan.» | The Times
  • «Ousado como um vídeo pop, com uma poderosa prosa poética.» | Sunday Times
  • «Esta aventura literária, sensual e violenta estabelece uma nova fasquia dentro do género.» | The Bookseller
  • «O Último Lobisomem assemelha-se a uma versão atualizada de Drácula, mas com lobisomens e reescrito por Bret Easton Ellis... Uma prosa de grande qualidade literária, que nos faz acreditar na literatura.» | The Guardian
  • «Um thriller sensual e violento que conquistou o seu próprio espaço... A resposta à série Twilight que os leitores há tanto aguardavam.» | Booklist
 

«Debaixo de Algum Céu» - Prémio LEYA 2012

Prémio Leya 2012 para Nuno Camarneiro



Depois de termos tido o prazer de conhecer e ouvir Maria do Rosário Pedreira, editora do Grupo Leya falar sobre o porquê da escolha recair na obra de Nuno Camarneiro, a pesquisa por mais informação sobre o autor foi uma constante, até porque porque o que foi lendo sobre «No Meu Peito não Cabem Pássaros» suscitou ainda mais o interesse pela leitura de tais palavras.

O Prémio Leya distingue agora a segunda obra do autor português «Debaixo de Algum Céu» um romance urbano, um romance, nas palavras do júri, que é um "retrato de uma microssociedade unida pelo espaço em que vivem os personagens, organiza-se a partir de um conjunto de vozes que dão conta de vidas e destinos que o acaso cruzou num período de tempo delimitado entre um Natal e um Fim do Ano".

Com um conteúdo que se assemelha ao purgatório, tal como afirma o autor - «Debaixo de Algum Céu» é, "Quase todo passado dentro de um prédio e em oito dias, entre o Natal e o Ano Novo, e cada inquilino atravessa durante esse período o seu purgatório pessoal".

De acordo com a reportagem do Público, salienta-se ainda a perspectiva do júri sobre a leitura à obra de Nuno Camarneiro, a escrita "é precisa e flui sem ceder à facilidade, mas reflectindo a consciência de um jogo entre o desejo de chegar ao seu destinatário, o leitor, e um recurso mínimo a artifícios retóricos em que só uma sensibilidade poética eleva e salva a banalidade e os limites do quotidiano". 




Para começar a sentir o efeito de «No Meu Peito Não Cabem Pássaros» ou «Debaixo de Algum Céu»

Uma aposta LEYA que certamente vai encantar muitos leitores

Facebook do 1º livro do autor - https://www.facebook.com/nomeupeito
E a entrevista no Ler Mais Ler Melhor


Compre AQUI

Através da Livraria EFEITO DOS LIVROS na Leya Online



Nós já temos o nosso!!!






quarta-feira, 3 de abril de 2013

Passatempo Comemorativo Efeito dos Livros - 2000 Fãs

CABAZ 10 - EDITORIAL PRESENÇA


O DÉCIMO cabaz a sortear é composto por três obras da EDITORIAL PRESENÇA:
As novidades mais recentes e celebração do Livro Infantil/Juvenil

«Os Guerreiros do Arco-íris» 
«A Democracia na Europa»
«A Porta das 3 Fechaduras»



Atenção: Novo formulário de participação.
Partilhem através do facebook.

Regras:
- Só uma participação por pessoa.
- Para participar é preciso ser fã no facebook ou ser seguidor no blogue. Se for as duas coisas, duplicamos a participação, assim tem duas oportunidades de ganhar o cabaz.
- Partilha pública, via facebook ou num blogue que tenha. Quanto mais partilhar e mais fãs trouxer, mais vezes o seu nome é recomendado, mais hipóteses tem de ganhar.
- Sorteamos o livro no random.org entre todos os participantes. 
- Só aceitamos participações de residentes em Portugal.
- O passatempo é válido até dia 20/04/2013!!! ATENÇÃO extensão de data para este CABAZ 9
- Não nos responsabilizamos por nenhum extravio, caso o vencedor queira o envio dos livros em correio registado, deverá cobrir as despesas de envio.
- Ao fim de apurado e divulgado o vencedor este tem 7 dias a contar da data de o termos anunciado para nos enviar os dados para onde remeter o livro, findo esse prazo, o vencedor perde o direito ao livro/prémio.

DIVULGUEM AO MÁXIMO - OBRIGADA!!!




Passatempo Comemorativo Efeito dos Livros - 2000 Fãs


CABAZ 9 - SAÍDA DE EMERGÊNCIA

 Cabaz “Caçadora de Recompensas”


O nono cabaz a sortear é composto por três obras da Saída de Emergência:
«Bruxa e Detetive»
«Antes Bruxa que Morta»
«Uma Bruxa em Apuros»

Todos os títulos são de Kim Harrison

Atenção: Novo formulário de participação.
Partilhem através do facebook.



Regras:
- Só uma participação por pessoa.
- Para participar é preciso ser fã no facebook ou ser seguidor no blogue. Se for as duas coisas, duplicamos a participação, assim tem duas oportunidades de ganhar o cabaz.
- Partilha pública, via facebook ou num blogue que tenha. Quanto mais partilhar e mais fãs trouxer, mais vezes o seu nome é recomendado, mais hipóteses tem de ganhar.
- Sorteamos o livro no random.org entre todos os participantes. 
- Só aceitamos participações de residentes em Portugal.
- O passatempo é válido até dia 20/04/2013!!! ATENÇÃO extensão de data para este CABAZ 9
- Não nos responsabilizamos por nenhum extravio, caso o vencedor queira o envio dos livros em correio registado, deverá cobrir as despesas de envio.
- Ao fim de apurado e divulgado o vencedor este tem 7 dias a contar da data de o termos anunciado para nos enviar os dados para onde remeter o livro, findo esse prazo, o vencedor perde o direito ao livro/prémio.

DIVULGUEM AO MÁXIMO - OBRIGADA!!!




Uma nova (fantástica) parceria!!!
Um cabaz que é uma ode ao Fantástico!!!

"Eu sou Deus" de Pedro Chagas Freitas

 

Sinopse:
Desconcertante, Pedro Chagas Freitas ensina-o, no seu estilo irreverente e único, a olhar para o mundo de um ângulo completamente diferente. Um ângulo que elimina, sem misericórdia, conceitos e percepções que você julgava intocáveis.
“EU SOU DEUS” não é sobre fazer as coisas direitas – mas sim sobre ir ao encontro do seu direito. O direito a respirar, o direito a pensar, o direito a ser. O direito a viver.
“EU SOU DEUS” não é sobre aquilo que você não pode fazer – mas sim sobre aquilo que você pode, e deve, fazer. Você pode sentir medo, pode sentir inveja. Você pode sentir aquilo que o mundo insiste em dizer-lhe para não sentir. Você pode ser o seu mundo. Por isso: porque não mudar o mundo?
“EU SOU DEUS” não é um livro de auto-ajuda. Mas, se você o ler, pode auto-ajudar-se. Tenha cuidado.

A minha opinião:
Ao ler "Eu sou Deus" lembrei-me daquelas pessoas de feitio irascível, com comentários acutilantes e humor que satisfaz um público inteligente mas, por vezes, quantitativamente limitado. Notem bem, isto é algo positivo. 
Estas são as pessoas que valem a pena ouvir, por mais ofensivas que elas nos possam parecer numa primeira instância. São o tipo de pessoas que se ama ou odeia, que não dá para gostar um pouco. O que li em "Eu sou Deus" ou se gosta por inteiro, à bruta ou então mais vale esquecer este livro e passar ao próximo.
Confesso que nem todos os textos me prenderam de igual modo mas tive alguns em que senti uma vontade inebriante de arrancar as folhas, dobrá-las, mete-las num envelope e dar a esta ou aquele/a amigo/a que me veio ao pensamento enquanto lia aquelas palavras. Fossem esses envelopes entregues com um abraço, um sorriso ou uma chapada na cara, um "toma lá isto e abre os olhos". 
Porque é exactamente isto que "Eu sou Deus" consegue ser, um valente "abre olhos", assim entre aspas, para dar mais ênfase, como diz o autor. Porque é cada vez mais isso que precisamos, de abrir os olhos, de um abananço, uma chapada na cara para que possamos ver as coisas como elas são, para que decidamos viver e não só ficar a ver os dias a passar.
CALMA, não arranquei folhas, marquei-as, sublinhei-as e tenho o gosto de fazer chegar este livro cair no colo de uma mão cheia de pessoas.
Respira o sabor de um beijo, o toque de um afago, o som de um arfar. Respira a mão de fogo de quem te ama, o suor em êxtase de quem te chama. E o abraço que não passa, e as palavras que te embraçam, e os olhares que te apertam. Respira – para saberes que vale a pena continuar.
Tinha saudades de ler algo assim, que me ofendesse e me fizesse sorrir ao mesmo tempo, por que também sou irascível, eu também sou estranha e por vezes digo e penso mais coisas inapropriadas que apropriadas, e por isso, nunca vou pedir desculpa, como nunca me vou arrepender, como não me arrependo do tempo que perdi a ler este livro.

Por isso, este é um livro que aconselho muita gente a ler, mesmo que não leiam tudo, vão saltando e roubando as partes que vos tocam no momento, que são exactamente o que precisam de ler, que são a ajuda que precisam de receber em determinado momento.
Eu não mencionei lá em cima que, sem querer, ao ler este livro pode auto-ajudar-se?!

Auto-ajude-se! Vai saber-lhe tão bem.
E leia, sff :)
E já agora, aproveitem para ficar a conhecer o autor, além de "Eu sou Deus" são diversas as suas obras e os projectos que despertam o interesse.
Eu desde que o comecei a seguir no Facebook não quero outra coisa. De vez em quando levo com uma actualização que me faz trocar o passo, que faz com que precise de dizer "metam os olhos nisto, isto tem lógica, como é que nunca pensei nisto!?!". 
:)

Boas leituras!

Leituras de Abril, pela mão da Chiado Editora





*

As escolhas para o mês de Abril recaíram em mais uma obra de Pedro Chagas de Freitas, desta vez para as leituras da metade literária mais negra, ou seja, eu - Efeitocris. Já que a metade mais colorida apreciou bastante os enredos enigmáticos, sagazes e cáusticos do autor. 
Digamos também que a sinopse de «Ou é tudo ou não vale nada» desperta logo curiosidade:

Um livro escrito em directo e ao vivo - como um espectáculo. E é: escreve pode ser (e é mesmo) um espectáculo. Foi isso que o Pedro chagas Freitas, com a ajuda de mais de duas dezenas de personalidades das mais diversas áreas, fez. Ao longo de 2012 minutos consecutivos, escreveu, escreveu. E escreveu. O que daí resulta é esta obra - um romance de cortar a respiração, em que um homem procura incansavelmente uma mulher que só ele vê e que só ele acredita existir. Conseguirá encontrá-la?


Já a escolha de «Os Mistérios do Estripador de Lisboa» recai pelo gosto em policiais e em conhecer, também , um pouco mais da nossa história, nem que seja a mítica. Por isso, para as leituras de deste mês um retrato inédito do - alegado - estripador de Lisboa!

Quando a saga do “Estripador de Lisboa”, o maior enigma judicial português, já estava prescrita e quase no esquecimento da opinião pública, surgiu um modesto empregado de mesa do Norte a assumir ser o assassínio de três prostitutas esventradas na década de 1990.

Um livro de Joaquim Gomes, jornalista há 27 anos, dedicou a maior parte da sua carreira a narrar estórias do submundo do crime, fazendo as crónicas negras da sociedade portuguesa.


E por último, «O Poder e a convicção» com um título e uma imagem de capa forte e que me fez pensar nalguns homens da nossa família. Um livro que promete pelos menos ter vários leitores e críticos, já que temos um pai que foi comando, um padrinho que é fuzileiro, um sogro que esteve na guerra do ultramar e alguns amigos militares. Avizinham-se algumas horas de conversa à volta deste livro... 

"Mancebo, o inseguro recruta, nem queria acreditar no que os seus olhos viam no lado oposto da parada, enquanto aguardava pela formatura da manhã para mais um dia normal de instrucção, no quartel em Boane. Envolvido em sentimentos de grande ansiedade e expectativa, António ficava com enorme curiosidade ao ponto de se sentir atraído por aquela equipa de elite, cujos exemplares irradiavam com a sua presença uma luz de esperança, uma luz que iluminava o caminho a quem se sentia perdido na escuridão das incertezas, em termos futuros da vida militar."

O nosso agradecimento à Chiado Editora pela apoio à leitura de autores portugueses, um projecto Efeito dos Livros para 2013.

Opinião - "Sedução" de Bella André


Mais informações sobre o livro «aqui»

Sinopse:
Charles Gibson é um escritor de êxito, mas devido aos temas que escreve afasta as mulheres e sujeita-se a blind dates que os amigos lhe propõem. Candance Whitman, recém-chegada à literatura erótica, tem encontrado diversos obstáculos pelo caminho. Cansada de ser criticada, decide ir a uma conferência de escritores com o objectivo de aprender, onde acaba por conhecer o seu ídolo: Charles Gibson, o autor best-seller de romances eróticos. Charles propõe-lhe cinco lições para lhe ensinar as noções básicas do erotismo, criação de cenas, ou seja, conselhos muito válidos para obter bons resultados. Mas o que nenhum dos dois esperava era que as lições teóricas passassem à prática. Infelizmente, a desilusão de Candace em relação ao novo romance que está a escrever - no qual Charlie desempenha o papel principal - ameaça-lhes a possibilidade de desfrutar de um amor verdadeiro. Conseguirá ela separar a fantasia da realidade?

 «As faíscas voam quando dois escritores eróticos se juntam. A tensão entre Candy e Charlie é electrizante. Adorei ler o romance destas duas personagens. A sedução é isso – dois autores que descobrem o amor verdadeiro. Arrebatador. Não perca!»
Sensual Romances

A minha opinião:
No Feriado sentei-me para fazer um zappingzinho e como a televisão estava tão interessante, dei por mim a folhear uns livros que tinha trocado e acabei por ler este todo até ir dormir.
Parece que os romances eróticos proliferam pelas livrarias como flores selvagens, mas infelizmente nem todos são dignos de serem apanhados.
Não vou começar por atacar o livro, vou até ser simpática e começar pelos pontos que considero positivos.
Como podem ler na sinopse, "Sedução" junta dois autores de romances eróticos, o que por si só, é uma novidade refrescante no meio das já tão famosas personagens com passados tumultuosos e gostos hardcore fofos. Com isto não quer dizer que Charles e Candance sejam mais ou menos interessantes mas como "Sedução" se trata de um romance curto, existe pouco ênfase no passado das personagens, no que as levou até ali (acreditem, resume-se numa linha) e a pequena, mas empolgante narrativa, concentrasse única e exclusivamente no presente.
É um dos pontos positivos é a criatividade das lições que Charles propõe a Candance para que esta se torne uma exímia escritora do género erótico. Por mais teoria que se possa ter, existem coisas que temos de experimentar para saber como são e para conseguir traduzir por palavras os sentimentos que causam. E qual a melhor maneira de escrever boas cenas eróticas? Ora pois então, é mesmo passar do pensamento à acção e viver tudo em primeira mão.
Até aqui tudo muito bem. Juntem bons cenários eróticos, com uma escrita rápida (letras grandes) e um livro pequeno e teremos aqui uma rapidinha, se lhe quiserem chamar.
Questão é que pode ser curta e boa mas não foi óptima!
Existe um problema, a linguagem é deprimente. Acreditem que eu já li muitos livros destes e passa-me completamente ao lado todo o tipo de calão utilizado para descrever anatomias, acções e acabamentos, sejam "baunilha" ou "hardcore" MAS existem palavras que simplesmente não combinam com este livros e que podiam ser facilmente ser substituídas de modo a que o leitor não revirasse os olhos sempre que a lê. Com tantos sinónimos, por vezes mais vale chamar as coisas pelos nomes, do que lhe dar sinónimos brejeiros e sem graça (na minha mais sincera opinião).

Em suma, entretêm, inova em alguns detalhes e prende pela história principal e pela história dentro da história :)
Para uma leitura despreocupada e rápida, aconselho vivamente.

Quanto a classificação, eu acho que fica ali entre os erótico e o "ai meu deus", talvez esteja no vermelho um pouco pela frontalidade da linguagem e os termos utilizados, que a mim nada me chocam mas nem todos encaramos as coisas da mesma maneira :)

Boas leituras!

terça-feira, 2 de abril de 2013

«Governo Sombra» de Casimiro Teixeira - Opinião

«Governo Sombra» chamou-me à atenção desde logo pela capa. A sua aparente simplicidade é, a meu ver, logo esquecida pelo escuro enigmático ou o céu revolto, alertando-nos para a obscuridade do título e para o teaser inicial:
"Haveremos de arranjar forma de deitar abaixo este sistema de poder corrupto. Ou será já tarde demais?"

Casimiro Teixeira constrói um enredo, na sua maioria passado no nosso país, vitima da crise política, económica e de valores que se vive na actualidade. «Governo Sombra» é um thriller com ascensão a argumento hollywoodesco e esta consideração tem tanto de aspectos positivos como negativos.
O enredo quase megalómano de personagens, detalhes, conspirações, políticas, locais, datas, viagens, decisões, divisões da acção... são tantos que, a certo ponto se confundem e a meu ver minam a leitura. No entanto, a originalidade e a imaginação do autor para o nosso «cantinho à beira mar plantado» é sem dúvida uma bênção, já que vence os altos muros do espírito comedido e os atavismos de um povo de brandos costumes. Casimiro enaltece a força e o desejo de chegar mais longe em prol da pátria e dos valores comuns, deixando a luta e a "investigação" aos mãos de um (mero) escritor e desempregado e coloca ainda o foco num político que acaba a querer fazer o bem, contrariando assim a tendência.

Este primeiro thriller do autor é um misto de sensações. Tanto queremos lutar ao lado de Pedro Gonçalves como queremos experienciar a confusão natural e surreal da vida de Henrique Lobo. Depois pelo meio Mariana e Marta são duas personagens conturbadas e a meu ver pouco pertinentes no enredo a não ser o de introduzir romance. Várias são as fases da acção que decorrem com instabilidade e nos dificultam a adaptação para a realidade. Para mim, um bom thriller é aquele que de tão bem ficcionado que está consegue assemelhar-se à realidade, conferindo-lhe corpo, sentimentos, vida... é sermos capazes de ver reflectidas tais situações no dia a dia. E isto para dizer o quê!?

«Governo Sombra» é isso mesmo, demasiado hollywoodesco para Portugal, é assim que o vejo. Se o enredo tem inteligência e força na sua construção e é extremamente desafiante e inovador é igualmente exagerado e rocambolesco para o nosso país com a realidade dos brandos costumes que aqui se vive. É difícil sentir vivas as situações mais violentas num Portugal dos nossos.

Todo o livro é composto por uma aura quase científica, quase política, quase romântica, quase quase... é a eterna teoria da conspiração assombrada pelo cepticismo exacerbado. É o elogio ao comportamento típico das massas que arrastam uma opinião já gasta e desacreditada.

Há ainda que ressalvar a qualidade de algumas passagens, algumas composições quase poéticas e que abrilhantam o texto, mas rapidamente são assombradas por erros, vários...

No geral, com uma melhor revisão e o lapidar de inúmeros detalhes e referências (talvez na ânsia de retratar tanto a actualidade) para acontecimentos e factos mais concretos, o autor seria dono de um thriller actual, inteligente, impiedoso, criativo e pertinente.
*
Uma edição Chiado Editora
Boas Leituras

Andrea Hirata em Portugal - autor de «Os Guerreiros do Arco-íris»

O autor do livro «Os Guerreiros do Arco-íris», Andrea Hirata esteve em Portugal na passada segunda-feira, dia 25 de Março para divulgar o seu livro, recentemente editado pela Editorial Presença.

O encontro promovido pela Editora rapidamente tomou os contornos de um agradável encontro entre amigos, onde a conversa fluiu informalmente e Andrea Hirata se revelou um habilidoso contador de estórias e uma pessoa simples, cordial e afectuosa.
Ao longo de mais de uma hora de conversa, o autor, contou-nos a história real por detrás do livro. A missão de homenagear seres humanos tão especiais como os que compartilharam com ele a sua infância.
«Os Guerreiros do Arco-Íris» é um presente, é uma homenagem a Bu Mus, professora e companheira na missão da amizade, da partilha e de um bem maior, a Educação.


Andrea Hirata pareceu ser uma pessoa bastante atenta e pouco deslumbrada com o sucesso. As suas preocupações são reais e muito actuais. A vida no limiar da pobreza, a recusa dos direitos humanos em muitos locais do Planeta, as dificuldades com que os professores se debatem - uns pela falta de condições, já outros pela falta de motivação. Há também a preocupação com as políticas internacionais e a exploração de recursos em locais paradisíacos e o consequente abandono, desrespeitando os locais e a sua cultura... entre tantos outros que o autor foi referindo enquanto respondia às questões colocadas.

Na introdução que fez à sua obra e à sua história, Andrea fez questão de salientar que a Indonésia é actualmente um país mais democrático e com mais progresso no que respeita à Educação, no entanto, também referiu que permitiu e achou por bem a adaptação do seu relato e das aventuras dos pequenos guerreiros à sétima arte, já que o acesso a livros e à leitura ainda não é uma realidade tão vasta no seu país. Aliás, um dos seus actuais projectos é uma escola e um museu que têm também uma biblioteca - onde por sinal - ao início os empréstimos de livros foram alvo de conturbadas devoluções!? Ou seja, a população tão pouco habituada à leitura e a ter livros, queriam deter os da bibliotecas, achando-os seus. Actualmente, uma das dinâmicas da biblioteca são os contadores de histórias, que fomentam a leitura e o gosto pelos livros, num povo bem mais virado e disponível para as facilidades de acesso à sétima arte.

Andrea Hirata acredita que o seu trabalho e a sua história contribuem para uma missão e o saber ler e interpretar os sinais que o tempo, a vida, os acontecimentos... nos vão dando!
"É preciso saber ver os sinais!" E claro, acreditar no destino - "Eu acredito no destino."
Hirata acredita assim que a sua forma pura, simples e quase crua de escrever é um dom, um traço do destino, uma coisa boa. O autor afirmou escrever porque lhe faz bem, escreve para se sentir melhor - e, se "te sentires bem, farás o bem - serás melhor!"

"Writting is my mission"

Se escrever é então a missão deste indonésio, vindo dos confins da paradisíaca Belintog ficámos a saber que as tropas do arco-íris poderão ter continuação e que o autor tem outros futuros livros na calha.
Um autor para quem "virar páginas" é uma motivação e um prazer, para quem James Herriot é uma inspiração e a frase de John Lennon uma sentença.

"A vida é aquilo que nos acontece enquanto estamos ocupados a fazer planos."

Para o autor que acredita no poder dos sonhos e na importância de sonhar quando quase não se tem mais nada, este livro é bem real e a sua presença foi igualmente uma viagem, uma descoberta e uma inspiração.



Mais uma vez muito obrigada à Editorial Presença pelo convite e o reconhecimento do nosso trabalho e claro ao autor pela conversa tão próxima e amistosa, revelando um sorriso contagiante.

Para conhecer mais sobre Andrea Hirata:
Visitem o site www.andrea-hirata.com 
ou o blog www.museumandreahirata.blogspot.com.

E quem gostar de adaptação, veja também o filme:




«Os Guerreiros do Arco-íris» de Andrea Hirata - Opinião

O que faz um livro quase a preto e branco ter um título tão colorido!?
É o mesmo que acontece com a história, que tem tudo para ser descolorada e insípida, mas resplandece cor, magia e força ... os pequenos grandes guerreiros brindam-nos com uma história de fé. Sim, FÉ! Fé na humanidade, no poder das escolhas, no imaginário de quem confia e dá, dá incondicionalmente.


Amar makruf nahi mungkar

«Faz o que é bom e evita o que é mau.»
O livro de Andrea Hirata está recheado de pequenas premissas  que parecem insignificantes e banais, mas que representam o que de mais simples pode ter a vida e que por vezes é tão difícil praticar. Por isso, pela mão de 10 crianças pobres e quase sem direito à educação chegamos até Belitong, Indonésia onde uma escola luta por ter 10 crianças, para garantir que podem exercer o seu direito a ensinar (sem pagamentos, sem condições, sem materiais...).
A escola - Sekolah Dasar Muhammadiyah - onde o lema Amar makruf nahi mungkar prevalece enaltece o espírito de quem ensina e de quem aprende. Tendo a educação como um bem maior, como a aventura da partilha, como a corrida ao pote de ouro!

O livro é também um olhar atento ao potencial de cada criança, como tudo o que cada um - sem excepção - tem para oferecer aos demais que a envolvem. A presença de Harun é uma benção, é a salvação, é o atingir do número perfeito através da imperfeição e da deficiência, salientando mais uma vez o poder da dedicação, da aceitação e da inspiração que todos poderão ter para oferecer ao outro.

A raridade de pessoas como Pak Harfan ou a autenticidade de Bu Mus irão deixar marca nas crianças, que todas, a seu próprio género e modo, moldam as suas vidas, com a influência que lhes é possível ter.
A excentricidade de Marah, o misticismo de Flo ou A Ling e as unhas perfeitas, Kucai e a sua política ou o dom de Lintang e a paixão de Ikal são pequenos detalhes que fazem a beleza e a simplicidade deste relato.

Um livro despretensioso, sem arrogância, mas recheado do brilhantismo infantil, de quem acredita no poder do sonho, sonhar leva-nos mais longe, exaltando assim o que de melhor tem a infância.

Laskar Pelangi que significa Guerreiros do Arco-íris é igualmente um livro sério, retratando a pobreza, fazendo uma forte crítica ao estado da educação e dos direitos humanos na Indonésia (anos 80, essencialmente) e também à colonização e exploração dos recursos da ilha por parte de grandes companhias.

"A profundidade do mar é imensurável, a profundidade de uma mentira é imprevisível."

Andrea Hirata consegue ainda arrancar-nos algumas gargalhadas com comparações tão improváveis e episódios hilariantes e simplórios, que nos fazem repensar o valor que damos ás coisas e às pessoas na nossa vida e se isso ainda não chegar Lintang e o homem pinheiro serão capazes de chegar a corações mais duros!



O lema dos Laskar Pelangi era ser capaz de "dar tanto quanto nos fosse possível, não tirando tudo o que nos fosse possível."


É o sopro da educação nas personagens de Pak Harfan e Bu Mus!

Uma aposta da Editorial Presença



sábado, 30 de março de 2013

Boa Páscoa........... com SOL


Quem sabe amanhã é assim...
Com sol e direito a ler um livro esticada numa relva algures por ai.

*
Aproveito e penso na reportagem sobre Andrea Hirata 
e na review ao «Governo Sombra» de Casimiro Teixeira
e
termino (ah ah ... faltam 200 páginas) o livro «A Filha do Papa»

...
1 dia de sol e tanta coisa para fazer.

sexta-feira, 29 de março de 2013

Passatempo 700 Seguidores


PASSATEMPO COMEMORATIVO
700 seguidores no Blogue
*
Livro - «Ganhar com o facebook»


O livro que ensina a conhecer melhor o Facebook, utilizá-lo e usufruir financeiramente do mesmo.
A tão aclamada rede social que é um dos meios de difusão mais utilizados na actualidade.
O Efeito dos Livros tem espalhado muito do seu efeito via facebook, por isso achámos por bem celebrar 700 seguidores com este exemplar gentilmente cedido pela MARCADOR.


Regras:

- Só uma participação por pessoa.
- Para participar é preciso ser fã no facebook ou ser seguidor no blogue. Se for as duas coisas, duplicamos a participação, assim tem duas oportunidades de ganhar o cabaz.

- Partilha pública, via facebook ou num blogue que tenha. Quanto mais partilhar e mais fãs trouxer, mais vezes o seu nome é recomendado, mais hipóteses tem de ganhar.

- Sorteamos o livro no random.org entre todos os participantes. 
- Só aceitamos participações de residentes em Portugal.
- O passatempo é válido até dia 15/04/2013!!!

- Não nos responsabilizamos por nenhum extravio, caso o vencedor queira o envio dos livros em correio registado, deverá cobrir as despesas de envio.
- Ao fim de apurado e divulgado o vencedor este tem 7 dias a contar da data de o termos anunciado para nos enviar os dados para onde remeter o livro, findo esse prazo, o vencedor perde o direito ao livro/prémio.


DIVULGUEM AO MÁXIMO - OBRIGADA!!!


LIKE, LIKE, LIKE...

Like ou Gosto
Gosto ou Like

... de Passatempos...
... de Seguidores...
... de Fãs no Facebook...

E DE LIVROS 

Por isso vamos a mais um passatempo que alia todas as coisas... ;)


«O “Gosto” é um dos segredos para ganhar com o Facebook. 
Este livro é outro»
Armando Alves, Head of Social Media, Fullsix Portugal, in Prefácio

SINOPSE

Hoje em dia as pessoas não se limitam a “estar” no Facebook. Na verdade, é um dos lugares onde estão mais envolvidas. 

O marketing no Facebook já não é opcional — mas a área está cheia de exageros, tolices e soluções falsas que não dão resultados. Este livro dá-lhe o que realmente precisa: um plano completo, passo a passo, para maximizar o seu retorno no Facebook. 

Seja o leitor um empreendedor, um profissional de marketing ou apenas um curioso, Brian Carter oferece técnicas passo a passo e lições práticas que vão ajudá-lo a:

* Atrair mais visitantes e fãs a um custo muito reduzido… 
* Identificar as melhores oportunidades de lucro no Facebook… 
* Elaborar programas que reflitam as suas ofertas, marcas e clientes de forma personalizada… 
* Converter mais visitantes em compradores… 
* Repelir detratores da marca e encorajar comentários produtivos e positivos… 
* Medir e otimizar continuamente o seu desempenho… 
* Fazer com que a sua presença no Facebook passe de uma mera experiência a um canal de marketing robusto e altamente lucrativo…



O AUTOR

Brian Carter é conhecido no mundo inteiro por ser um dos especialistas de elite em marketing na internet com vários anos de experiência em marketing no Google, Twitter e Facebook. A sua experiência e conhecimento de topo fizeram-no desenvolver estratégias e construir visibilidade nos principais motores de busca e marketing social para entidades como a Universal Studios ou o Exército dos EUA. É um orador e formador talentoso, aparece regularmente nos mais importantes meios de comunicação dos EUA, como o U.S. News ou o The Wall Street Journal. Escreve para dois dos mais populares blogues de marketing do momento, o Search Engine Journal e o AllFacebook, lidos regularmente por mais de cem mil leitores. Tem milhares de seguidores no Facebook, Twitter e LinkedIn.


700 SEGUIDORES BLOGUE - EFEITO DOS LIVROS




OBRIGADA!!!



VAMOS CELEBRAR COM UM PASSATEMPO ESPECIAL