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segunda-feira, 23 de junho de 2014

"A Culpa é das Estrelas" :: O Filme

"Simplesmente perfeito" poderia ser a melhor maneira de descrever a adaptação do livro de John Green. Poderia ser e é. 

"A Culpa é das Estrela" envolve-nos por completo. Apresenta-nos à paixão de Hazel, ao carisma de Gus, leva-nos a apaixonar por ambos e pela sua história. Mesmo para quem já leu, caimos uma vez mais na armadilha do John Green quando já sabemos o que nos espera. Sabemos que vamos acabar lavados em lágrimas mas uma vez mais ficamos presos à história, a ver desenrolar no ecrã a história que só visualizámos na nossa cabeça e não há falhas (pelo menos para mim não houve!)

Saber que o autor do livro estava completamente envolvido no processo fez-me ficar confiante na autenticidade com que a história seria adaptada. Levava as expectativas altas e não podia ter ficado mais feliz com o resultado.

Os detalhes estão todos lá: as frases chave que tantas vezes vi citadas, os momentos que nos fazem apaixonar por Hazel e Gus, a dor patente aos acontecimentos trágicos que nos fazem engolir em seco para não chorar em plena sala de cinema. Mas como é mencionado no livro, "a dor exige ser sentida" e prova disso são os olhos rasos de lágrimas dos espectadores que estavam na sala e que com o inicio dos créditos não se levantaram, não saíram. O impacto desta história, das lições que aprendemos, das vidas que ficamos a conhecer em 125 minutos são poderosas o suficiente para nos sugar por completo e nos fazer sentir uma multitude de sensações. Mesmo para os mais fortes, os que conseguiram sair de lá só com os olhos húmidos (do ar condicionado, pois claro!), o filme não passa ao lado. A sua história, o carisma das personagens, a autenticidade do seu amor, a força com que lidam contra a doença toca-nos e saímos da sala de rastos mas com a ideia de que temos pouco tempo para fazer com que as nossas vidas valham alguma coisa, por isso, temos de começar a aproveitar e JÁ.

Quando a Entertainement Weekly menciona que este é o romance da década pode, de certa maneira, não estar a exagerar. A dose de realidade custa a engolir mas torna Hazel e Gus mais reais que outros tantos personagens que nos conquistaram anteriormente.
Sei que nem toda a gente aceita a ideia de chorar em público mas não deixem de ver este filme. Eu sugiro sempre ler o livro primeiro e depois ver o filme. Com este digo exactamente a mesma coisa. 

Como disse o Markus Zusak, "Vais rir, chorar e vais querer mais!"
É lindo, okay?
:)
Não que a minha opinião seja extensiva mas aqui fica o link. Leiam o livro, vejam o filme, no cinema ou em casa, não interessa.....MAS não deixem de conhecer esta história.

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